OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : sonhador
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domingo, 15 de julho de 2018

A CORRENTE DOS EXCLUÍDOS (Os Sonhos que Sonhei)




OS QUE NASCEM DEPOIS
Cheguei no local combinado, que era o terraço de um edifício. Um homem e uma mulher que segurava um bebê no colo foram me explicar o que estavam planejando. O homem disse que entraria no hospital no domingo como alguém que vai fazer uma visita a algum enfermo. Este hospital estava sendo pintado do lado de fora e havia um andaime que os pintores usavam para o serviço. Como domingo eles não trabalhavam, este homem iria até o andar onde estava o andaime e subiria nesse andaime e de lá desceria uma corda com balde grande amarrado a ela. Lá em baixo estaria a mulher esperando com o bebê. 
Ela colocaria o bebê dentro do balde e este homem o puxaria para cima do andaime e assim o levaria para dentro do hospital. Então a mulher entraria no hospital como quem vai fazer uma visita a enfermos e vai até o quarto onde este homem que puxou o bebê pela corda a está esperando. Então ela deitaria na cama com o bebê nos braços, como que estive internada ali e o tal homem iria tirar uma foto com filtro para envelhecer a foto e parecer que eh uma foto antiga. Teriam o cuidado de deixar aparecer o nome do hospital que geralmente esta bordado no lençol da cama.
Foi ai que eu quis entender o que eles queria fazer e porque. E perguntei ao tal homem:
__Me explica direito. Porque entrar escondido no hospital e tirar uma foto e querer parecer que eh uma foto antiga?
__Para registrar nosso filho.
__E precisa disso tudo para registrar seu filho? Não eh só ir no cartório?
__Esse bebê não eh nosso filho. Pegamos ele para tirar essa foto. Nosso filho está com dezesseis anos já.
__E você não registraram ele quando nasceu? Porque?
__Eh uma longa história e não dá para ficar aqui parado explicando.
__Como vocês conseguiram matricular seu filho na escola e consulta a médicos, como fizeram?
__Ele nuca foi para a escola. Ensinamos ele a ler e escrever em casa. Ele sabe tudo que qualquer garoto da idade dele na escola sabe. 
__E essa foto vai permitir que vocês registrem seu filho como?
__Vamos provar pela foto que ele nasceu nesse hospital.
__E este bebê? Eh de quem?
__Não sabemos. Nós encontramos ele abandonado em um beco próximo a uma lixeira. Vimos a oportunidade e vamos aproveita-la.
__E o que vão fazer com esse bebê depois?
__Colocar de volta no lugar onde achamos.
__O que? Vocês não podem estar falando sério.
__Olha, essa eh a melhor ideia que tivemos para registrar nosso filho. Ele não pode continua vivendo como se não existisse.
__Eu não vou deixar vocês abandonarem o bebê em um beco. Eu fico com o bebê, vou cuidar dele. Eu não acredito que vocês não ficariam com o bebê numa situação dessa.
__Mas foi exatamente isso que fizemos, a dezesseis anos atrás. Não deixamos jogar o bebê fora. Agora eh sua vez.

terça-feira, 10 de julho de 2018

O BANHEIRO, A MEDIÇÃO E MEUS PAIS




O BANHEIRO, A MEDIÇÃO E MEUS PAIS 
Estava em um banheiro grande onde o piso era de terra. Estava juntamente com três ajudantes fazendo uma medição da qualidade do ar. Havia muita água no chão deste banheiro. Eu montava o equipamento de medir a qualidade do ar e dizia aos meus ajudantes o que deveriam fazer para me ajudarem. Mas eles fazia tudo errado e então fui eu mesmo fazer. Nisto pisei em um buraco que estava cheio de água que foi até meu joelho. Não estava gostando de ver os ajudantes não saberem montar corretamente o equipamento. Nisto o Fernando gritou do lado de fora do banheiro que precisava ir ao banheiro. 
Então pedi para todos sairmos do banheiro. Ao sairmos do banheiro veio a Nathália dizendo que ela estava aguardando para ir ao banheiro antes do Fernando. O Fernando então disse para a Nathália ir logo porque ele queria ir também. Fui andado por aquela sala e vi meu pai sentado com as pernas cruzadas em um banco que tinha no canto da sala. Fui passando por ele, indo em direção a cozinha e pedi a benção a ele. Parece que ele não ouviu e eu pedi novamente. Ele também não olhou para mim e eu pedi a benção a terceira vez. Ele não respondeu. Nisto fui entrando na cozinha e vi minha mãe, que estava bem mais magra que era. Fui para pedir a benção a ela e alguém pediu a benção antes de mim. Ela respondeu "Deus te abençoe". Então pedi a benção a ela também e ela me respondeu "Deus te abençoe". Fui indo para outro comodo da casa.

domingo, 10 de junho de 2018

O MUNDO SUBTERRÂNEO




O MUNDO SUBTERRÂNEO
Estava em uma praça elevada que fica de frente para uma larga avenida. Nisto caiu perto de mim uma bola cinza to amanho de uma bola de futebol, parecendo feita de isopor, que foi crescendo e ficou umas dez vezes maior. Olhei em volta e vi que outras bolas iguais também estava caindo ali perto, parecendo uma chuva dessas bolas. Nisto vi que vinha voando no céu rodeado por essas bolas, o que seria um meio bicho e meio humano. Era parecido com ser humano, mas com o rosto largo e parecido com de um tigre. Essa pessoa foi descendo bem devagar, protegida por essas bolas cinzas, que ao grudarem no corpo permite que a gente saia flutuando, e pousou perto de mim. 
Nisto uma fenda grande abriu naquela avenida de frente onde eu estava. Saiu desta fenda uma outra pessoa parecida com aquela que veio voando e foi de encontro com a que pousou perto de mim. Seria a mulher dele. Eles começaram a falar e ela pedia a ele para voltar. Mas ele disse que não voltava mais, porque na superfície era muito melhor que viver no subterrâneo. Eles então decidiram viver na superfície. Nisto veio um homem correndo e disse que os dois não podiam viver na superfície e que tinham que voltar para o subterrâneo. 
Naquela fenda aberta começaram a sair várias pessoas, parecidas com os dois que estavam envolto nas bolas cinzas, porém, eles usavam apenas shorts, enquanto o casal que queria viver na superfície usava roupas coloridas. 
Então percebi que aquele casal era o rei a a rainha do mundo subterrâneo e os outros que saiam na fenda deveriam ser seus súditos. Aquele homem que chegou dizendo que os dois tinham que voltar já sabia da existência daquele mundo subterrâneo e por isso os mandavam que voltassem para lá. Nisto a rainha atirou alguma coisa neste tal homem e disse para ele governar o mundo subterrâneo porque eles não mais voltariam. Quando o que ela atirou atingiu o tal homem, as bolas cinzas parecidas com isopor começaram a surgir em volta dele e ele saiu em direção a grande fenda onde saiam outros seres parecidos com os reis. 
Este tal homem gostou de saber que seria o rei e foi em direção a fenda, mas quando chegou na entrada da fenda, ele começou a gritar dizendo que não queria ir para o mundo subterrâneo. Mas ele foi sendo levado para lá. Os que saíram da fenda foram voltando também. Vi que no fundo da fenda que ocupava o quarteirão inteiro daquela avenida, tinha uma espécie de canal todo iluminado, como se fosse a rua deles. Este homem que estava descendo para a fenda, foi gritando que não mais queria ser rei do subterrâneo. Assim que ele desceu e os outros que saíram foram descendo, a fenda foi fechando e a avenida ficou como se nada tivesse acontecido. Olhei para o céu e o rei a rainha iam flutuando rodeado pela bolas cinzas em direção ao horizonte.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

A PARTILHA DOS 400 REAIS




A PARTILHA DOS 400 REAIS
Estava juntamente com várias pessoas em um passeio perto de uma praça da cidade. Nisto chegou o Sr. Ary e meu deu 400 reais. Eram duas notas de cem reais e quatro notas de cinquenta reais. Ele me disse que era para repartir entre os herdeiros dele, pois aqueles 400 reais era os bens que ele tinha guardado. Peguei os 400 reais e perguntei se era para dividir somente entre os filhos. Ele ficou pensando até que uma pessoa que estava ali disse que não era para dividir todo o dinheiro, só a metade dele. O Sr. Ary então pegou as quatro notas de cinquenta e perguntou a quem deveria dar os 200 reais então. Muitas pessoas começaram a falar ao mesmo tempo. Uma pessoa pegou o dinheiro com o Sr. Ary e disse o que deveria ser feito com os 200 reais. Outra pessoa não concordou, pegou o dinheiro na mão desta pessoa e disse o que ele achava que deveria ser feito com o dinheiro. Assim, o dinheiro foi passando de mão em mão. Todos discutiam o que fazer com o dinheiro até que uma mulher pegou o dinheiro, colocou na bolsa dela e foi embora. O Sr. Ary então me disse que era para distribuir os 400 reais mesmo entre os herdeiros. Então eu disse que uma mulher colocou os 200 reais na bolsa e foi embora. o Sr. Ary então mandou que eu dividisse apenas os 200 reais que tinham sobrado

O BOI DA GARAGEM DO HOTEL




O BOI DA GARAGEM DO HOTEL
Todos os dias de manhã, na Rua Goiás, quase esquina com a Avenida Sete de Setembro, passo na lanchonete para tomar um café. Nesta esquina da Sete com a Goiás tem o edifício do hotel. A garagem deste hotel fica na Sete de Setembro. Sempre que vou saindo da lanchonete, um boi vem vindo da esquina em minha direção, tentando me pegar. Eu vou para entre os carros estacionados na Goiás e tentando me esconder do boi. Fazendo isso eu vou em direção da esquina da Sete com a Goiás. O boi fica tentando me encontrar por entre os carros. Quando consigo chegar na esquina, deixo o boi me ver e corro em direção à garagem do hotel. O portão desta garagem fica entreaberto e quando alguém entra ele fecha automaticamente. O boi vem correndo atrás de mim, entro na garagem do hotel e fico atrás do portão da garagem que já começa a fechar. O boi entra logo em seguida em disparada. Com o portão fechando eu saio de dentro da garagem. O boi tenta voltar, mas já não da para ele passar pelo portão. Então ele fica preso na garagem que eh o lugar onde ele deve ficar mesmo, pois ele pertence ao hotel. Isso acontece todos os dias que vou nesta lanchonete.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

EU E A NATHÁLIA DIRIGINDO CARRO COMO EM UM RALLY




EU E A NATHÁLIA DIRIGINDO CARRO COMO EM UM RALLY 
Estava com a Nathália em um carro grande, vermelho e novinho. A Nathália tinha acabado de tirar ele da concessionária. Fui com ela até a faculdade onde ela tinha se formado para buscar um documento. Quando ela entrou nas ruas de dentro da faculdade, acelerou o carro e saiu dirigindo por aquelas estreitas ruas em alta velocidade. Para virar nas ruas ela derrapava para ele girar no sentido que ela queria ir e continuava acelerando. Eu disse à ela - Calma, você vai bater o carro - Ela respondeu - Relaxa Daddy, sei o que estou fazendo -  Depois ela entrou em um estacionamento onde havia carros estacionado dos dois lados da via e a passagem para os carros que entravam ali era bem próxima dos carros estacionados. Ainda assim ela continuou dirigindo acelerando e derrapando o carro para fazer as curvas, isso entre os carros estacionados. Eu disse a ela - Você sabe que vai bater esse carro né? - Ela respondeu - Se bater eu te falo - No final deste estacionamento dentro da faculdade era uma rua reta. Ela dirigiu por essa rua e parou o carro em baixo de uma grande árvore frondosa. Desceu do carro e foi buscar o documento. Eu fiquei dentro do carro esperando por ela. Quando ela voltou eu disse que ela tinha que seguir em frente e sair pelo outro lado, pois não podia voltar por onde veio porque era contra mão. Ela então disse que ia sair de marcha a ré. Eu perguntei a ela _ Você esta tendo um AVC por acaso? - No que ela respondeu - Se eu não consegui eh porque não sou uma boa motorista. 
Ligou o carro, acelerou e saiu dirigindo na velocidade máxima que dava para ir de marcha a ré. Eu fiquei só dizendo - Vai bater, não tem como fazer isso - O carro passava muito próximo dos carros estacionados e para virar ela fazia com que o carro derrapasse e continuava de marcha a ré. Na saída do estacionamento, o portão era quase que a conta de passar o carro e ela passou dirigindo sem pisar no frei ou diminuir a velocidade. um dos retrovisores passou a centímetros de bater neste portão. Saindo para fora do estacionamento, a Nathália engatou a primeira marcha e já saiu dirigindo em alta velocidade novamente. Olhou para mim, piscou e disse - Se você quiser Daddy, eu te ensino. Eu só respondi - Ta bom, eu mereço - 

domingo, 26 de outubro de 2014

NA ARENA DOS GLADIADORES






Estava dirigindo o carro por uma rodovia onde tinha muitos altos e baixos.
Num certo momento quando acabei de subir o morro dei direto em uma bifurcação em Y. A da direita subia novamente um morro e a da esquerda descia. Fui pela da esquerda e percebi que tinha ido na direção errada. Estava fazendo uma viagem muito longa e eu levaria alguns dias para chegar, e errar o caminho iria só demorar mais ainda. O Chiquinho estava comigo. Nisto vi algumas pessoas ali e percebi que estava em uma espécie de arena como as do época da Roma antiga onde lutavam os gladiadores.
Havia vários carros estacionados em vários locais espalhados por ali. Parei o carro entre dois outros e sai andando procurando onde seria a saída daquele local. Não conseguia falar com ninguém para pedir informação, parecia que as pessoas não me viam naquele local. Voltei para pegar o carro e não o encontrei lá. Fui andando procurando por ele quando vi o Chiquinho sentado em uma das escadarias daquela arena. Perguntei a ele sobre o carro e ele disse que o tinha colocado em outro local. Perguntei onde seria, mas ele não dizia. Reclamei dizendo que tinha uma viagem longa pra fazer e não podia demorar. Mas ele dizia que não iria embora tão cedo daquele local. Continuei andando procurando o carro, mas não o encontrava de jeito nenhum
Nisto cheguei em um local onde havia uma aglomeração de pessoas. Fui olhar o que era e vi uma mulher saindo de casa com o Fernando, que tinha uns dois anos e estava todo agasalhado como se estivesse muito frio. O Fernando sentou em um carrinho de puxar, para que esta mulher o levasse. Mas a tal mulher o deixou ali e veio até uma máquina que estava próxima da gente. Esta máquina tinha mãos robóticas. Esta mulher começou a usar esta maquina, fazendo que que as mãos robóticas pegasse uma pequena seringa com agulha e aplicasse uma injeção em uma criança que estava ali sentada. Depois ela saiu e foi embora. Eu fui tentar encontrar o carro para poder seguir viagem.

domingo, 14 de setembro de 2014

EXTREMAMENTE APERTADO






Estava em um local que parecia ser uma casa de fazenda. Estava do lado de fora desta, perto de um local que seria o curral.
Estava muito apertado para urinar. Não sabia onde era o banheiro. Vi ali perto do que seria o curral uma porta que dava para uma espécie de quarto. entrei nesta porta e vi que ali era o banheiro. Tinha ali uma piscina que deveria ter uns cinco metros por três. Já não estava aguentando mais e sai procurando pelo vaso sanitário. Vi então o local onde ficava o chuveiro, mas não via o vaso. sai procurando desesperadamente até que vi o vaso e então fui urinar. quando ia fazer isto entrou uma pessoa neste local.  desisti de urinar porque não conseguia fazer isto com alguém olhando. Mas como não aguentava mais, fui fazer assim mesmo. esta pessoa entrou e saiu numa porta que tinha do outro lado.

sábado, 13 de setembro de 2014

OS PINTINHOS






Estava em um local que parecia ser um sítio.
Havia uma pequena construção coberta. Dentro dela havia um ninho de galinha com quatro ovos. Três ovos de tamanho normal e um era quatro vezes aproximadamente, maior que um ovo de galinha. Dois pintinhos nasceram e saíram correndo dali. Do ovo grande nasceram três pintinhos. Eram trigêmeos. O quarto ovo nasceu um pintinho que era pouco menor que a concha de uma colher de sopa. Além de super pequeno, era era da cor xadrez. Era preto e vermelho. Assim que nasceu saiu correndo também, tentando acompanhar os outro que tinha nascido. Eu corria atrás dos pintinhos tentando pegá-los para colocar de volta ao ninho, mas eles eram rápidos demais. Nem o pintinho xadrez eu conseguia pegar.

domingo, 17 de agosto de 2014

O PREMIADO






Estava numa casa sentado num sofá, de frente para uma lareira. Nisto liguei para a Magda. Pedi a ela o numero do telefone do Marcelo. Ela disse que ia pegar e começou a rir. Nisto ouvi algumas pessoas rindo também. Nisto o Nenéi chegou perto de mim dizendo se eu já sabia. Eu disse que não. Ele então me disse que tinha ganhado vários presentes, num sorteio. Tudo para uma casa. Quando ele chegou na casa dele, já estava tudo lá dentro, que ele nem sabia como eles tinha feito aquilo. Nisto chegou o Marcelo trazendo nas mãos duas caixas de presentes. Ele veio me cumprimentar e me deu um abraço. Nisto eu lembrei que tinha ligado para a Magda e que tinha deixado o telefone em cima do sofá numa sala. Eu fui subindo uma escada, que ia dando volta em si mesma. Até que cheguei num ponto que não tinha como subir. Então eu dei um grande pulo e fui muito alto. Nisto havia um móvel, tipo guarda roupa, muito grande. Quando cheguei nele, eu segurava algo na mão que não sei o que era. Tipo um papel quadrado pequeno. Fui atirado para longe numa velocidade muito grande. Eu dei a volta neste guarda roupa. Muito rápido e cai sentado num sofá onde estava o cândido e a mamãe. Nisto o Ricardo me olhou esquisito e pulou nos meus joelhos. Eu tentava tirá-lo, mas não conseguia. Então gritei “ajuda”, mas o cândido não ajudava. Gritei “ajuda” novamente. Mas ele não ajudou.

EM CÂMARA LENTA






Vinha por uma rua juntamente com uma pessoa. 
Eu carregava um capo, tipo de requeijão, cheio de água. O homem que estava comigo carregava uma caixa parecida com a caixa do Orsat, usado para medir a concentração dos gases em chaminés. Vi então que o copo que eu carregava esta trincado. O tal homem colocou a caixa no chão e eu coloquei o copo em cima. Assim que fizemos isto, um homem chegou e agarrou pelo pescoço a pessoa que estava comigo dizendo que a gente tinha quebrado o copo dele. Sai correndo, mas o tal homem atirou deu três tiros em mim. Ouvindo os tiros parei e olhei para trás. Vi que as balas vinha lentamente em minha direção. Podia ver o vento que elas deslocavam, como se estivessem em câmara lenta. As balas vinham na ordem em que ele tinha atirado mas não estavam em fila indiana. 
foto - fotosdahora.com.br

Quando elas se aproximaram de mim, eu desviei delas. O tal homem então deu outros três tiros. Aconteceu a mesma coisa e eu desviei das balas também, porque vinham lentamente. Então o home deu um tiro e quando fui desviar desta bala, escorreguei e bati com a testa em uma pequena pedra que tinha no chão. A pedra fez um pequeno furo na minha testa, que começou a sangrar. Pensei ter sido atingido pela bala e achei que era o meu fim. Fechei os olhos, mas fiquei imaginando porque ainda respirava. Fiquei deitado ali, de olhos fechados, pensando porque eu estava demorando tanto para eu partir.


sábado, 16 de agosto de 2014

O PROTAGONISTA






Era noite. Estava sentado em um sofá de uma sala onde a luz estava apagada e a tv ligada.
foto - ?
Na tv estava começando um filme de suspense. O narrador ainda falava. Eu era o protagonista deste filme. Vinha correndo por uma estreita rua a noite. Estava de capuz e blusa preta. Ao passar pelo ponto central da cena e ficar bem centrado na imagem, a cena pára com minha imagem bem focada e o narrador diz: __Estrelando "Thymonthy Becker". Ai a cena volta com eu correndo por aquela rua estreita. O Filme continua e chego em uma rua mais larga. Vou correndo pelo passeio com uma caneta na mão. Nisto vem vindo em minha direção um cachorro da raça Pitbull. Atrás deste cachorro vinham outros três pequenos cachorros. Quando se aproximava de mim, este cachorro Pitbull disse que queria minha caneta. Mas ele não parou e continuou correndo. Ao passar por mim olhei para trás porque não tinha acreditado que o cachorro tinha falado comigo. Então o Pitbull parou e disse novamente que queria minha caneta. Mandei a caneta na direção dele. Ela caiu no chão. Ele a pegou e saiu correndo e os três cachorros correndo atrás. 
foto - ?
Olhando os cachorro correndo ouvi uma voz dizendo que queria uma caneta também. Sem me virar e virando só o rosto, vi um cachorro bem grande. Ele era todo branco e deveria ter um metro de altura. Sem me virar, peguei uma caneta no bolso e a joguei para trás. Virei para ver e o cachorro a tinha pego com a boca sem deixá-la cair. Com a caneta na boca este cachorro também saiu correndo em direção aos outros. Continuei correndo até que desapareci no horizonte.

domingo, 22 de setembro de 2013

A CORRIDA DE PRATOS


O BURACO DA ESTRADA


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

ADMIRANDO A ALTA MONTANHA


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

AS MÍMICAS DO CAUÃ


domingo, 8 de setembro de 2013

RINDO MUITO COM A GOSTOSA DA JAQUELINE


domingo, 1 de setembro de 2013

O TREVO



domingo, 18 de agosto de 2013

VAI MAIS UM SELINHO AI?


MINHA CÂMARA FOTOGRÁFICA