OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : meus sonhos
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terça-feira, 10 de julho de 2018

O BANHEIRO, A MEDIÇÃO E MEUS PAIS




O BANHEIRO, A MEDIÇÃO E MEUS PAIS 
Estava em um banheiro grande onde o piso era de terra. Estava juntamente com três ajudantes fazendo uma medição da qualidade do ar. Havia muita água no chão deste banheiro. Eu montava o equipamento de medir a qualidade do ar e dizia aos meus ajudantes o que deveriam fazer para me ajudarem. Mas eles fazia tudo errado e então fui eu mesmo fazer. Nisto pisei em um buraco que estava cheio de água que foi até meu joelho. Não estava gostando de ver os ajudantes não saberem montar corretamente o equipamento. Nisto o Fernando gritou do lado de fora do banheiro que precisava ir ao banheiro. 
Então pedi para todos sairmos do banheiro. Ao sairmos do banheiro veio a Nathália dizendo que ela estava aguardando para ir ao banheiro antes do Fernando. O Fernando então disse para a Nathália ir logo porque ele queria ir também. Fui andado por aquela sala e vi meu pai sentado com as pernas cruzadas em um banco que tinha no canto da sala. Fui passando por ele, indo em direção a cozinha e pedi a benção a ele. Parece que ele não ouviu e eu pedi novamente. Ele também não olhou para mim e eu pedi a benção a terceira vez. Ele não respondeu. Nisto fui entrando na cozinha e vi minha mãe, que estava bem mais magra que era. Fui para pedir a benção a ela e alguém pediu a benção antes de mim. Ela respondeu "Deus te abençoe". Então pedi a benção a ela também e ela me respondeu "Deus te abençoe". Fui indo para outro comodo da casa.

domingo, 8 de setembro de 2013

ACELERANDO A MOTO


domingo, 11 de agosto de 2013

NA CONTRA MÃO


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O SUMIÇO DAS LETRAS



Estava no quintal de uma casa onde estavam algumas pessoas. Este quintal era todo gramado. Nisto chegou o Jorge com um usinho de pelúcia que era pouco maior que a palma de uma mão. Ele disse estar investigando quem teria apagado as letras que havia num cordão pendurado no pescoço deste ursinho. Ele também disse que estava investigando que letras eram estas. Disse que todos ali eram suspeitos. Fiquei pensando qual problema teria em apagar estas letras. Pensei que não aconteceria nada com a pessoa que fez aquilo porque havia bons advogados hoje em dia. Quando ele veio perguntar se eu sabia de alguma coisa, disse que sabia quais letras eram, mas não sabia quem as tinha apagado. Ele perguntou quais letras. Disse que eram as letras, “R” e “C”. Que elas deveriam significar “Roberto Carlos”.

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terça-feira, 30 de outubro de 2012

50 ANOS MAIS NOVO

-->Estava ma Avenida Getúlio Vargas esquina com Rua Goiás, para ir ao bairro Porto velho. Estava eu, o Fernando e uma mulher. Só que a descida era bem mais íngreme que eh realmente. Então deitei de costas no asfalto e com a cabeça virada para o Bairro porto velho. Então o Fernando e a tal mulher saíram correndo e eu fui deslizando. Perguntei ao Fernando se havia algo na minha frente porque eu não estava vendo nada. Ele disse que a rua estava livre. Fui deslizando de costas rapidamente com o Fernando e esta mulher correndo ao meu lado. Quando chegamos na porte, passei rente ao canteiro central só que na contra mão. Continuamos assim até que após passar pela ponte, paramos. Levantei e a tal mulher disse que as pernas dela estavam doendo. Perguntei se ela queria que eu levasse as pernas dela. Ela resmungou. Nisto veio descendo o morro vindo em nosso encontro, um homem que seria o pai da minha mãe. Ele parecia ter uns 50 anos e tinha os cabelos grisalhos. Quando encontrou com a gente, descemos por um caminho que tinha ali e nos levou a um local que parecia ser debaixo da ponte. Havia um banco feito de tronco de árvore ali e nele estavam sentados meus pais com um cobertor nas costas dos dois. Eles tomavam algo em uma xícara que parecia ser café ou chá. Então lembrei da foto do pai do meu pai que tinha lá em casa e disse para o Fernando que o pai da minha mãe parecia ser 50 anos mais novo, que o pai do meu pai. O Fernando disse que era mesmo 50 anos mais novo. Fiquei olhando meus pais sentados ali e tentando entender como eles podiam ter quase que a mesma idade se os pais tinha idades diferentes. 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

FAZENDO CONSULTA MÉDICA SEM MÉDICO

-->Estava na sala de espera de um consultório medido. Esta sala era muito grande a havia várias pessoas. Havia a secretária que ficava à mesa que tinha ali. Nisto chegou minha vez e a secretária me mandou entrar. Entrei neste consultório, que era bem grande também. Só que neste consultório, a gente fazia a consulta, sozinho. A gente consultava a gente mesmo, não havia médio. Então tirei a roupa para me consultar comigo mesmo. Deitei na maca por alguns instantes, apertei minha barriga e depois me levantei. Depois fui vesti-la novamente. Quando fui pegar meus sapatos para calçá-los, a secretária mandou entrar o próximo cliente a se consultar. A secretária disse para mim que eu estava demorando, pois já estava ali a mais de cinco minutos. As pessoas que entraram foram um homem, uma mulher e uma criança. Então calcei um sapato e quando fui calçar o outro vi que tinha perdido o pino por onde passa o cadarço. Sai procurando o mesmo e o tal homem que tinha entrado ali foi me ajudar. Acabei encontrando ele debaixo de uma tela de um metro quadrado mais ou menos que tinha ali neste consultório. Fui amarrar o cadarço e vi que não era meu cadarço. Era um arame de aço. Assim não consegui amarar meu sapato. Nisto o Ricardo chegou vindo do banheiro que tinha naquele consultório. Perguntou-me onde havia balde porque tinha entupido o banheiro. Disse a ele que não sabia se tinha balde ali. Ele então disse que ia embora o deixar o vaso entupido. Calcei meu sapato e resolvi ir embora sem colocar o cadarço. 

domingo, 14 de outubro de 2012

NO RÍTMO DA MÚSICA

-->ESTAVA EM UM LOCAL NO CAMPO. ESTE LOCAL ERA TODO GRAMADO. ESTAVA DEITADO DE COSTAS NESTE GRAMADO JUNTAMENTE COM OUTRAS QUATRO PESSOAS. UMA ERA A PAULA MINHA IRMÃ. A PAULA ESTAVA CANTANDO UM RITMO DE UMA MÚSICA. EU ESTAVA COM UM BAMBU DESTES GIGANTES QUE DEVERIA TER UNS 10 METROS DE COMPRIMENTO. EU JOGAVA ESTE BAMBU PARA CIMA AO RITMO QUE A PAULA CANTAVA. MAS O BAMBU ERA GRANDE DEMAIS E EU NÃO ESTAVA CONSEGUINDO. ENTÃO SEM MUITO ESFORÇO, QUEBREI UM PEDAÇO DE APROXIMADAMENTE MEIO METRO DO BAMBU. MAS CONTINUOU DIFÍCIL PARA EU ACOMPANHAR O RITMO QUE A PAULA CANTAVA. FUI QUEBRANDO PEDAÇOS ATÉ QUE O BAMBU FICOU COM UNS CINCO METROS, QUANDO JOGUEI PARA CIMA ESTE BAMBU FOI PARA O LADO E LONGE DE ONDE EU ESTAVA. FUI ARRASTANDO PELO GRAMADO ATÉ ONDE ELE CAIU. QUANDO FUI PEGÁ-LO, ERA APENAS A FOLHA DE UMA PALMEIRA QUE AINDA ESTAVA PRESA AO PÉ QUE ESTAVA CAÍDO ALI. TENTEI ARRANCAR ESTA FOLHA PUXANDO A MESMA. MAS O PÉ VINHA JUNTO. DESISTI DE FICAR TENTANDO E VOLTEI PARA ONDE ESTAVA A PAULA E AS OUTRAS PESSOAS.


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

BLOGANDO NO APARTAMENTO

--> ESTAVA NA MINHA CASA. ESTAVA NO COMPUTADOR. NISTO OUVI AS VOZES DA REGINA E DA BETE QUE VINHA SUBINDO AS ESCADAS ATÉ MEU APARTAMENTO. ENTÃO FUI ATÉ A PORTA E A DEIXEI A ENTREABERTA, PARA QUE ELAS PUDESSEM ENTRAR. ELAS CHEGARAM E ENTRARAM E JÁ DIZIAM ESTAR CANSADA POR TER SUBIDO AS ESCADAS ATÉ O ANDAR EM QUE EU MORAVA. FORAM ATÉ ONDE EU ESTAVA NO COMPUTADOR E PERGUNTARAM O QUE EU ESTAVA FAZENDO. DISSE QUE ESTAVA BLOGANDO. PERGUNTARAM SOBRE O QUE. DISSE QUE ERA SOBRE O QUE EU TINHA SONHADO A NOITE. PERGUNTAR QUE SONHO ERA ESTE. DISSE QUE TINHA SONHADO QUE AS DUAS TINHAM VINDO ATÉ MEU APARTAMENTO PERGUNTAR O QUE EU TINHA SONHADO A NOITE.