OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : empresa
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

O VIDRO FLEXÍVEL


domingo, 8 de setembro de 2013

A PROCISSÃO DE BOIS


sábado, 7 de setembro de 2013

A MULHER E OS MONTES DE TERRA


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

AS PEDRAS PRETAS


domingo, 18 de agosto de 2013

MINHA CÂMARA FOTOGRÁFICA


domingo, 22 de julho de 2012

MEDIÇÃO EM FONTE ESTACIONÁRIA


ESTAVA EM UMA EMPRESA ONDE EU LEMBRAVA JÁ TER ESTADO ALI ANTES. ESTAVA ALI PARA FAZER A MEDIÇÃO DA QUALIDADE DO AR. HAVIA QUATRO PESSOAS COMIGO, DUAS MULHERES E DOIS HOMENS. ELES ESTAVAM ALI PARA EU ENSINAR COMO SE FAZIA A MEDIÇÃO DA QUALIDADE DO AR. QUANDO FUI COLOCAR O EQUIPAMENTO EM CIMA DO TELHADO, QUE ERA BEM BAIXO, O FUNCIONÁRIO DA EMPRESA QUE ACOMPANHAVA A GENTE DISSE QUE NÃO PODIA SUBIR ALI MAIS. TERIA QUE PASSAR POR OUTRO CAMINHO. O TAL CAMINHO ERA UM MURO QUE DEVERIA TER UNS CINQÜENTA CENTÍMETROS DE LARGURA E QUE SAIA DE MAIS OU MENOS UM METRO DO CHÃO ATÉ CHEGAR À CHAMINÉ A UNS 3 METROS DE ALTURA. ESTE MURO FAZIA UMA VOLTA GRANDE. ENTÃO DECIDI QUE MONTARIA O EQUIPAMENTO NO CHÃO, PRÓXIMO AO TELHADO E FARIA DO CHÃO MESMO, POIS ERA POSSÍVEL LIGAR O EQUIPAMENTO DO CHÃO NA CHAMINÉ. DEPOIS QUE MONTAMOS O EQUIPAMENTO, PEDI A UMA DAS MOÇAS PARA LIGAR O CABO DE ENERGIA PARA A GENTE COMEÇAR A MEDIÇÃO. ASSIM QUE LIGUEI O EQUIPAMENTO, AS QUATRO PESSOAS QUE ESTAVAM ALI PARA APRENDER COMO SE FAZ, SAÍRAM E FORAM EMBORA. FIQUEI PERGUNTANDO POR QUE TINHAM VINDO SE NÃO QUERIAM APRENDER NADA. DECIDI ENTÃO FAZER A MEDIÇÃO SEM ENSINAR NADA A NINGUÉM.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

UM ESTRANHO NO NINHO

 ESTAVA EM UMA GRANDE EMPRESA. HAVIA VÁRIAS PESSOAS. HAVIA UMA EQUIPE DE PESSOAS QUE ESTAVAM FAZENDO A MEDIÇÃO DA QUALIDADE DO AR. EU RECLAMEI PORQUE O EQUIPAMENTO NÃO ESTAVA COMPLETO. FALTAVAM ALGUMAS PARTES. QUERIA SABER COMO ELES ESTAVAM FAZENDO A MEDIÇÃO SEM O EQUIPAMENTO. MAS NINGUÉM SE IMPORTAVA COM O QUE EU FALAVA. NISTO A EQUIPE TERMINOU DE MEDIR E MOSTROU O FILTRO USADO NA MEDIÇÃO, QUE ERA QUADRADO DE UNS 20 POR 20 CENTÍMETROS. O FILTRO USADO EH UM CIRCULAR DE UNS CINCO CM DE DIÂMETRO. A PONTA DESTE FILTRO QUE MOSTRARAM ESTAVA BRANCA E O RESTANTE PRETO. ENTÃO COMEÇARAM A COMEMORAR, PORQUE HAVIA PASSADO NA MEDIÇÃO. NISTO OUTRA EQUIPE FAZIA A MEDIÇÃO EM OUTRO LOCAL ALI PERTO. AO RETIRAREM O FILTRO, TAMBÉM SAIU COM UMA PONTA BRANCA, O QUE PARA ELES SIGNIFICAVA QUE HAVIAM PASSADO NA MEDIÇÃO. EU NÃO ESTAVA ENTENDO NADA. DIZIA QUE NÃO RECONHECIA AQUELA MEDIÇÃO. MAS ELES DISSERAM QUE NÃO ESTAVAM “NEM AI” PRA MIM.

sábado, 24 de março de 2012

A ESTREITA RUA DA EMPRESA

Era noite. Eu tinha que ir até a empresa onde eu trabalhava, para substituir o Nathan. Esta empresa ficava num local onde a rua tinha uns quatro metros de largura e o passeio de ambos os lados tinha mais ou menos um metro de largura. Esta rua era toda em vai e vem. Tinha uns cinco metros retos, depois fazia uma curva para um lado, mais uns três metros, a curva era para o outro lado, depois ela fazia quase uma volta para o mesmo local e assim por diante. Estava bem escuro, visto que havia um poste de luz quase em frente à empresa e outro só uns 10 metros depois. Quando fui chagando, o Nathan foi indo embora e disse que eu estava atrasado. Entrei na empresa e vi a maior bagunça lá dentro. Parecendo quarto de criança. Fiquei pensando que ninguém arrumava nada naquele lugar. Estava com minha câmara fotográfica na mão. Fui guardá-la num local seguro. Como a empresa era só um cômodo quadrado cheio de coisas espalhadas, fui até o canto dele, onde havia uma espécie de berço de criança, só que em forma da letra “U”. Ele era todo acolchoado. Fui colocar minha câmara lá, quando vi que o centro deste “U” estava molhado. Olhei para cima e vi que caia uma goteira bem ali. Coloquei minha câmara ali mesmo, tendo o cuidado de não deixá-la escorregar para o centro deste “U”. Olhei para a porta da empresa, que estava aberta e com uma cortina tipo persiana fechando ela. Pela cortina via os clarões dos relâmpagos. Fiquei com medo, pois era madrugada e ali estava escuro. Então lembrei que tinha deixado minha mochila pendurada do lado de fora da empresa. Corri até lá e quando passei pela persiana, vi que minha mochila não estava mais lá. Vi um homem colocando algo no carro e usando uma mochila. Estava ali ao lado da empresa corri até ele e tentei tirar a mochila, dizendo que aquela mochila era a minha. Ele me empurrou e disse que aquela era dele e que não sabia da minha mochila. Olhei direito e vi que não era a minha. Este homem então entrou no carro e riu sarcasticamente para mim. Fiquei pensando que ele poderia tê-la jogado dentro do carro. Com muito vai e vem este homem conseguiu virar o carro e seguiu por aquela rua, rindo muito. Nisto chegaram minha mãe e dois de meus irmãos e a Nathália. Eles perguntaram sobre a mochila. Disse que já era e não a veria mais. Disse que tinha perdido algumas coisas. Lá dentro tinha nas divisões pequenas, abafador de ruído. Na média tinha os blusões de uniforme da empresa. Na grande havia uma capa de chuva. Depois lembrei que na divisão pequena da frente tinha minhas moedas. Eram muitas moedas de um real, cinqüenta, e vinte e cinco centavos. Fiquei encostado do lado de fora da empresa, pensando porque a empresa tinha que ficar aberta a noite.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

DE JUIZ DE FORA A OLIVEIRA


Estava num local, parecido com uma residência, mas era uma empresa, eu deveria fazer uma medição da qualidade do ar neste local. Fui chegando neste local, mas já estava começando a anoitecer. Entrei por uma sala, onde o teto era baixo. Passei levando a sonda de medição. Chegando ao local onde faria a medição, havia dois homens me esperando. Um era o dono da empresa e outro o funcionário. O dono perguntou onde eu faria a medição. Olhei e vi rente ao chão, bem no canto da parede, a marca de um buraco que foi tampado, disse que faria no mesmo lugar, que era só destampar aquele buraco ali na parede. O dono mandou o empregado fazer isto. Sai para pegar o restante do equipamento, quando o dono da empresa perguntou por que demorei tanto, se tinha marcado para eu ir ali à parte da manhã. Disse a ele que tive que viajar até a cidade de Juiz de Fora. Ele então disse que Juiz de fora ficava muito longe. Então eu corrigi, dizendo que tinha ido até a cidade de Cláudio. Mas na verdade, eu tinha ido até a cidade de Oliveira. Não consegui entender porque havia dito Cláudio em vez de Oliveira

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A TORRE

Estava num local, que parecia ser o pátio de umagrande empresa. Entrei num galpão, juntamente com a Paula, para encontrar comum homem, que me chamava para a gente consertar os canos de água, para podermosentão levar as caixas de água para cima. Havia vários encanamentos neste galpão.A gente foi olhando e vimos que um jogava água foram da boca de outro cano.Então vimos que era ali o problema. Colocamos de volta no lugar. Saímos eu e aPaula.  A Paula foi buscar uma caixad’água, destas de 250 litros. Ela a trazia na mão. Eu estava perto de umatorre, que deveria ter uns 20 metros de altura. Havia uma escada tipomarinheiro. Eu teria que subir com esta caixa d’água nesta torre. Subia com acaixa e entregava a Paula que já estava La em cima. A Paula posicionava a caixae descia novamente. Ela pegava outra e trazia para eu subir aquela escada comela. Já tinha subido com 15 caixas, quando resolvi ver as horas em meu celulare vi que eram 15h15min. Disse para pula que precisava ir que não continuariaali, pois estava demorando muito. Ela dizia que eu não podia ir, porqueprecisava de todas as caixas cheias. Fui assim mesmo. Cheguei ao carro que eutrabalhava, para preparar o equipamento, que já estava dentro dele. Eu só teriaque ajeitá-los ali. Havia uma vasilha de vidro, que tinha um pouco de areia deconstrução ali. Era quase nada. Joguei a areia no chão, quando apareceuimediatamente um funcionário desta empresa, dizendo que não podia jogarabsolutamente nada no chão da empresa. Mandou que eu pegasse a areia. O piso daempresa era de terra batida. A areia que joguei, nem era visível ali. Mesmoassim, peguei um pouco de terra e coloquei de volta na vasilha. Disse ao talhomem que só precisava da vasilha limpa. Nisto chegaram mais dois homens queficaram ali me vigiando. Um deles disse que eu poderia lavar a vasilha numtanque que tinha ali pertinho de onde que estava. Ele disse que não eracorreto, mas permitiria que eu lavasse lá. Fui lavar a tal vasilha. Só passeiágua para tirar a areia que tinha ali. Nisto o tal homem disse que não era paraeu balançar a vasilha para tirar o excesso de água, fora do tanque, porque nãoera permitido deixar cair pingos de água no chão. Sacudi a vasilha dentro dotanque e voltei para o carro. Nisto chegou uma mulher para me vigiar também.Estava em cima do carro ajeitando o equipamento, quando vi um homem sentado amesa, dizendo que não iria trabalhar no dia seguinte, porque seu ajudante tinhaficado doente. Então imaginei logo que teria que fazer tudo sozinho. Ia sobrarpra mim. Fiquei pensando quem iria comigo. Nisto vi o Arizinho. Então percebique o Arizinho iria ser meu ajudando. Acabei de ajeitar o equipamento, fechei ocarro e fui indo embora, com aquelas pessoas me seguindo, para ver se eujogaria algo no chão.