OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : curral
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domingo, 14 de setembro de 2014

EXTREMAMENTE APERTADO






Estava em um local que parecia ser uma casa de fazenda. Estava do lado de fora desta, perto de um local que seria o curral.
Estava muito apertado para urinar. Não sabia onde era o banheiro. Vi ali perto do que seria o curral uma porta que dava para uma espécie de quarto. entrei nesta porta e vi que ali era o banheiro. Tinha ali uma piscina que deveria ter uns cinco metros por três. Já não estava aguentando mais e sai procurando pelo vaso sanitário. Vi então o local onde ficava o chuveiro, mas não via o vaso. sai procurando desesperadamente até que vi o vaso e então fui urinar. quando ia fazer isto entrou uma pessoa neste local.  desisti de urinar porque não conseguia fazer isto com alguém olhando. Mas como não aguentava mais, fui fazer assim mesmo. esta pessoa entrou e saiu numa porta que tinha do outro lado.

domingo, 8 de setembro de 2013

A PROCISSÃO DE BOIS


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

CAMINHÃO NO CURRAL VIA CONTROLE REMOTO

Estava dentro de um local, que parecia ser umcurral havia uma parte fechada com paredes de mais ou menos um metro de altura.Para entrar neste local havia uma abertura na parede, que deveria ter uns 4metros. Estava na entrada deste local cercado, com um controle remoto detelevisão nas mãos. Havia uma fila de caminhões a minha frente. Eles deveriamentrar neste local fechado, para abastecerem de algo, que não sei o que seria.Usava o controle da televisão, para controlar os caminhões até dentro destecercado. Na lateral direita deste cercado, havia uma vala comprida, que deveriater uns 3 metros de largura por cinco de comprimento. Eu controlava o caminhão,desviando desta valeta e fazendo o mesmo chegar em baixo de um equipamento, queabastecia a carroceria do caminhão. Usando o controle remoto, coloquei e tireitrês caminhões. O quarto caminhão era um pouco menor, tinha a carroceria todaquebrada e tinha três pessoas dentro desta carroceria. Dois homens e umamulher. Manobrei o caminhão, deixando-o no local para abastecer. Depois vireipara conversar com alguém que estava do meu lado. Nisto ouvi alguém gritandodentro daquele cercado onde abastecia. O caminhão estava em movimento, emdireção a parede do cercado. Fiquei apertando rapidamente e desesperadamente,as teclas do controle remoto, tentando encontrar a tecla de parar. Quando ocaminhão ia bater na parede, acertei a tecla e ele parou. Por ter apertadovarias teclas, uma delas foi à marcha a ré. Nisto o caminhão começou a voltar eeu não conseguia fazê-lo parar. Ele veio de ré e caiu naquela vala, com as trêspessoas dentro da carroceria. A carroceria quebrou toda. Acionando a tecla docontrole remoto para ele ir para frente, consegui tirá-lo de dentro daquelavala. Mas ele não podia mais abastecer. As três pessoas desceram da carroceria.A mulher ficou falando que a culpa era minha e que eu deveria pagar pelosestragos. Um dos homens que também estava dentro da carroceria, e era o donocaminhão, disse que não era minha culpa, pois a carroceria já estava velha equebrando mesmo. A mulher discordava. Disse para a pessoa que estava do meulado, que o dono do caminhão estava tentando me eximir de uma culpa que eraminha.

domingo, 3 de agosto de 2008

COLANDO ESPUMAS NA PAREDE

Estava num local, que parecia um curral, só que todo fechado. Nisto vi um homem segurando um feixe de feno. Eu pedi a ele que me entregasse, pois aquele feno, não pertencia a dele. Ele me entregou, Eu peguei e depois devolvi a ele o feno. Nisto vi outro homem dentro da local onde se guardava o feno. Este homem fechou a porta passando uma corrente nas grades e fechando com cadeado, só que ele ficou do lado de dentro. Eu então fiquei pensando que ele não era o domo e que deveria estar ali para pegar o feno que não era dele. Fui para um cômodo, onde eu colocava uma espécie de espuma em toda a parede. Parecia colchão, só que mais fino. Eu ficava colando, e quando terminava via que o primeiro já estava descolando da parede. Depois vi que em uma parte que não tinha colchão, alguém estava furando a parede, do outro lado, usando uma broca. Eu fiquei olhando. Foram dados dois furos. Depois, quem estava furando chegou os olhos nos furos para ver. Eu então aproximei dos furos e deixei que a pessoa me visse, A pessoa olhou e rapidamente tirou os olhos. Depois vi que a pessoa estava colocando massa nos buços, para tampá-los.