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domingo, 8 de setembro de 2013

RINDO MUITO COM A GOSTOSA DA JAQUELINE


AS CRIANÇAS


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

NO SUPERMERCADO COM A GOSTOSA DA JAQUELINE DE NOVO

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Estava dentro do supermercado abc da Avenida 21 de abril. Estava carregando a cesta com algumas compras. Quando cheguei perto de um caixa, vi a gostosa da Jaqueline em outro. Ela usava um short muito curto. Nisto ela disse que não queria que ninguém olhasse para ela enquanto ele estivesse com aquele short. Ela saiu para ir trocar o short. Eu disse que ia olhar assim mesmo e fiquei olhando ela ir trocar o short. Ela foi para trás do balcão do guarda volumes e colocou uma bermuda comprida e voltou para o caixa onde ela estava. Nisto o Mirando chegou carregando uma sacola grande com carne temperada para fazer churrasco. Ele pegou um carrinho e colocou esta sacola dentro, porque estava muito pesada. Aproveitei e coloquei as compras que eu carregava no cesto, dentro do carrinho também. Fomos passar no caixa. Nisto vi que a sacola com a carne de churrasco do Miranda, havia tombado e a carne estava caindo. Falei para ele o que estava acontecendo e fui passar minhas compras. Fiquei pensando que talvez o dinheiro que eu tinha na carteira não desse para pagar porque eu havia gasto com outra coisa. Achava que o dinheiro que eu tinha na conta era pouco para pagar com o cartão de débito. Mas fui passando assim mesmo. Após passar quatro mercadorias, olhei para a tela onde registra os valores e já mostrava que já estava em 327 reais. Assustei com o valor e perguntei a moça do caixa se não havia nada errado. Ela disse que uma mercadoria tinha passado com o valor errado, mas no final ela descontaria o erro. Continuei passando as compras acreditando que meu dinheiro não daria para pagar.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A JAQUELINE NO ELEVADOR


Estava num local onde havia um elevador. Havia apenas a estrutura de ferro que segurava o elevador. Subi nesta estrutura, juntamente com outra pessoa. Depois de subir um pouco, o elevador veio vindo devagar e parou pouco acima de nós. Subimos rapidamente e pedia a pessoa que vinha comigo para entrar no elevador, para que ele não saísse do lugar. Quando chegamos à altura do elevador, esta pessoa que estava comigo entrou no elevador. Pedi a ele para ficar parado na porta, porque assim ele não fechava e ele não sairia dali. Nisto vi que eram dois elevadores, um em cima do outro. E em cima do segundo, estava a Jaqueline. Falei para ela tomar cuidado, porque poderia cair dali. Ela disse que estava tudo bem, já estava acostumada a andar de elevador em cima dele.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

NA SIDERÚRGICA GERDAU

Estava dentro da Gerdau. O antigo carro do Henrique estava lá, a Belina. Estava perto da Belina. A Jaqueline estava ao lado dela. Nisto chegou o Henrique dizendo que tinham mudado tudo ali. Então eu olhei em volta e vi apenas um terreno vazio. Então disse que tinha sido o Orlando que tinha mandado mudar tudo. Depois lembrei que o Orlando tinha aposentado e fiquei tentando lembrar o nome do novo chefe e não conseguia.

quinta-feira, 19 de março de 2009

NO MEIO DO MATO

Estava no sítio da Jaqueline. Havia muito mato em volta da casa. O mato estava quase da altura da porta e tinha um estreito caminho, cercado por mato bem alto, que ia até a porta de entrada. Fui seguindo este caminho, até que cheguei à varanda da casa. Já não via aporta de entra mais. Na varando havia um carro vermelho. O carro seria do Henrique. Entrei no carro e sai dirigindo pelo mato afora. Não via para onde estava indo, apenas ia dirigindo sem saber o que tinha a minha frente, pois o mato não deixava ver nada.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

FAZENDO MEDIÇÕES EM CHAMINÉ

Estava indo com o Gueds, trabalhar. A gente estava indo de carro por um local, que não era estrada, parecia ser um matagal, mas não tinha mato. Nisto chegamos no local. Era uma espécie de pequeno galpão onde não tinha nenhuma cobertura, apenas o piso e outro piso um pouco mais baixo. O piso deveria ter uns 12 metros quadrados. Nisto o Gueds ficou na pequena parte de baixo deste piso, fazendo alguma coisa que não sei o que. Não havia nenhuma chaminé para a gente fazer medição. Nisto o Gueds ficou dizendo algo que eu não entendia. Então eu deitei no piso para ouvir o que ele dizia. Ele falava que alguma coisa, que não sei o que, era feito de chocolate. Eu procurava o que, mas não via nada. Nisto ele disse que já estava pronto e saímos dali. Ele então disse que ali tinha que medir sete chaminés. Eu então disse que era para a gente andar bem rápido. Quando a gente andava por aquele local e passamos atrás de uma pequena parede, ele disse que ali era outra. Eu então disse que me lembrava daquele lugar, pois já tinha estado ali com o Henrique medindo aquelas chaminés. Quando saímos do outro lado da parede, vimos uma varanda e a Jaqueline estava almoçando. Ela apenas riu para a gente. Havia também umas cinco crianças. O Ziquinho me puxou pela mão, pedindo para eu ir ver a TV. Eu fui com receio, pois não sabia o que ele queria. Entramos numa espécie de pequeno salão de uns 20 metros quadrados e havia li uma TV, no cantinho. Sentado do outro lado, havia um home e uma mulher. O Gueds disse que eles eram os donos dali. Eu tentei cumprimentá-los, mas eles não olhavam para mim. Nisto o Ziquinho perguntou a outro menino se já estava pronta a TV. Ele disse que sim e ligaram a TV. Na imagem da TV, aparecia eu, olhando atrás de uns canos, parecendo procurar alguma coisa. Nisto chegam duas meninas gritando que eram índios. Eu levava um susto e quase que batia a cabeça nos canos. Vendo estas imagens, todos riram muito. Eu então me lembrei de quando isto tinha acontecido. Sai dali, descendo uma rampa, imaginando fazer a sete chaminés. Nisto o Ziquinho que tinha ficado num local mais alto, perguntou se podia pular, se eu o pegaria; Eu disse que sim e ele pulou, mas pulou com medo de eu o deixar cair. Eu disse que era para ele pular sem medo que eu o segurava. Ele pulou três vezes, mas todas sem confiar que o o pegaria. Na quarta vez ele pulou e eu o segurei. Então eu disse para pararmos antes que ele se machucasse.