OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : SONHOS
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domingo, 15 de julho de 2018

A CORRENTE DOS EXCLUÍDOS (Os Sonhos que Sonhei)




OS QUE NASCEM DEPOIS
Cheguei no local combinado, que era o terraço de um edifício. Um homem e uma mulher que segurava um bebê no colo foram me explicar o que estavam planejando. O homem disse que entraria no hospital no domingo como alguém que vai fazer uma visita a algum enfermo. Este hospital estava sendo pintado do lado de fora e havia um andaime que os pintores usavam para o serviço. Como domingo eles não trabalhavam, este homem iria até o andar onde estava o andaime e subiria nesse andaime e de lá desceria uma corda com balde grande amarrado a ela. Lá em baixo estaria a mulher esperando com o bebê. 
Ela colocaria o bebê dentro do balde e este homem o puxaria para cima do andaime e assim o levaria para dentro do hospital. Então a mulher entraria no hospital como quem vai fazer uma visita a enfermos e vai até o quarto onde este homem que puxou o bebê pela corda a está esperando. Então ela deitaria na cama com o bebê nos braços, como que estive internada ali e o tal homem iria tirar uma foto com filtro para envelhecer a foto e parecer que eh uma foto antiga. Teriam o cuidado de deixar aparecer o nome do hospital que geralmente esta bordado no lençol da cama.
Foi ai que eu quis entender o que eles queria fazer e porque. E perguntei ao tal homem:
__Me explica direito. Porque entrar escondido no hospital e tirar uma foto e querer parecer que eh uma foto antiga?
__Para registrar nosso filho.
__E precisa disso tudo para registrar seu filho? Não eh só ir no cartório?
__Esse bebê não eh nosso filho. Pegamos ele para tirar essa foto. Nosso filho está com dezesseis anos já.
__E você não registraram ele quando nasceu? Porque?
__Eh uma longa história e não dá para ficar aqui parado explicando.
__Como vocês conseguiram matricular seu filho na escola e consulta a médicos, como fizeram?
__Ele nuca foi para a escola. Ensinamos ele a ler e escrever em casa. Ele sabe tudo que qualquer garoto da idade dele na escola sabe. 
__E essa foto vai permitir que vocês registrem seu filho como?
__Vamos provar pela foto que ele nasceu nesse hospital.
__E este bebê? Eh de quem?
__Não sabemos. Nós encontramos ele abandonado em um beco próximo a uma lixeira. Vimos a oportunidade e vamos aproveita-la.
__E o que vão fazer com esse bebê depois?
__Colocar de volta no lugar onde achamos.
__O que? Vocês não podem estar falando sério.
__Olha, essa eh a melhor ideia que tivemos para registrar nosso filho. Ele não pode continua vivendo como se não existisse.
__Eu não vou deixar vocês abandonarem o bebê em um beco. Eu fico com o bebê, vou cuidar dele. Eu não acredito que vocês não ficariam com o bebê numa situação dessa.
__Mas foi exatamente isso que fizemos, a dezesseis anos atrás. Não deixamos jogar o bebê fora. Agora eh sua vez.

domingo, 10 de junho de 2018

O MUNDO SUBTERRÂNEO




O MUNDO SUBTERRÂNEO
Estava em uma praça elevada que fica de frente para uma larga avenida. Nisto caiu perto de mim uma bola cinza to amanho de uma bola de futebol, parecendo feita de isopor, que foi crescendo e ficou umas dez vezes maior. Olhei em volta e vi que outras bolas iguais também estava caindo ali perto, parecendo uma chuva dessas bolas. Nisto vi que vinha voando no céu rodeado por essas bolas, o que seria um meio bicho e meio humano. Era parecido com ser humano, mas com o rosto largo e parecido com de um tigre. Essa pessoa foi descendo bem devagar, protegida por essas bolas cinzas, que ao grudarem no corpo permite que a gente saia flutuando, e pousou perto de mim. 
Nisto uma fenda grande abriu naquela avenida de frente onde eu estava. Saiu desta fenda uma outra pessoa parecida com aquela que veio voando e foi de encontro com a que pousou perto de mim. Seria a mulher dele. Eles começaram a falar e ela pedia a ele para voltar. Mas ele disse que não voltava mais, porque na superfície era muito melhor que viver no subterrâneo. Eles então decidiram viver na superfície. Nisto veio um homem correndo e disse que os dois não podiam viver na superfície e que tinham que voltar para o subterrâneo. 
Naquela fenda aberta começaram a sair várias pessoas, parecidas com os dois que estavam envolto nas bolas cinzas, porém, eles usavam apenas shorts, enquanto o casal que queria viver na superfície usava roupas coloridas. 
Então percebi que aquele casal era o rei a a rainha do mundo subterrâneo e os outros que saiam na fenda deveriam ser seus súditos. Aquele homem que chegou dizendo que os dois tinham que voltar já sabia da existência daquele mundo subterrâneo e por isso os mandavam que voltassem para lá. Nisto a rainha atirou alguma coisa neste tal homem e disse para ele governar o mundo subterrâneo porque eles não mais voltariam. Quando o que ela atirou atingiu o tal homem, as bolas cinzas parecidas com isopor começaram a surgir em volta dele e ele saiu em direção a grande fenda onde saiam outros seres parecidos com os reis. 
Este tal homem gostou de saber que seria o rei e foi em direção a fenda, mas quando chegou na entrada da fenda, ele começou a gritar dizendo que não queria ir para o mundo subterrâneo. Mas ele foi sendo levado para lá. Os que saíram da fenda foram voltando também. Vi que no fundo da fenda que ocupava o quarteirão inteiro daquela avenida, tinha uma espécie de canal todo iluminado, como se fosse a rua deles. Este homem que estava descendo para a fenda, foi gritando que não mais queria ser rei do subterrâneo. Assim que ele desceu e os outros que saíram foram descendo, a fenda foi fechando e a avenida ficou como se nada tivesse acontecido. Olhei para o céu e o rei a rainha iam flutuando rodeado pela bolas cinzas em direção ao horizonte.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

A PARTILHA DOS 400 REAIS




A PARTILHA DOS 400 REAIS
Estava juntamente com várias pessoas em um passeio perto de uma praça da cidade. Nisto chegou o Sr. Ary e meu deu 400 reais. Eram duas notas de cem reais e quatro notas de cinquenta reais. Ele me disse que era para repartir entre os herdeiros dele, pois aqueles 400 reais era os bens que ele tinha guardado. Peguei os 400 reais e perguntei se era para dividir somente entre os filhos. Ele ficou pensando até que uma pessoa que estava ali disse que não era para dividir todo o dinheiro, só a metade dele. O Sr. Ary então pegou as quatro notas de cinquenta e perguntou a quem deveria dar os 200 reais então. Muitas pessoas começaram a falar ao mesmo tempo. Uma pessoa pegou o dinheiro com o Sr. Ary e disse o que deveria ser feito com os 200 reais. Outra pessoa não concordou, pegou o dinheiro na mão desta pessoa e disse o que ele achava que deveria ser feito com o dinheiro. Assim, o dinheiro foi passando de mão em mão. Todos discutiam o que fazer com o dinheiro até que uma mulher pegou o dinheiro, colocou na bolsa dela e foi embora. O Sr. Ary então me disse que era para distribuir os 400 reais mesmo entre os herdeiros. Então eu disse que uma mulher colocou os 200 reais na bolsa e foi embora. o Sr. Ary então mandou que eu dividisse apenas os 200 reais que tinham sobrado

O BOI DA GARAGEM DO HOTEL




O BOI DA GARAGEM DO HOTEL
Todos os dias de manhã, na Rua Goiás, quase esquina com a Avenida Sete de Setembro, passo na lanchonete para tomar um café. Nesta esquina da Sete com a Goiás tem o edifício do hotel. A garagem deste hotel fica na Sete de Setembro. Sempre que vou saindo da lanchonete, um boi vem vindo da esquina em minha direção, tentando me pegar. Eu vou para entre os carros estacionados na Goiás e tentando me esconder do boi. Fazendo isso eu vou em direção da esquina da Sete com a Goiás. O boi fica tentando me encontrar por entre os carros. Quando consigo chegar na esquina, deixo o boi me ver e corro em direção à garagem do hotel. O portão desta garagem fica entreaberto e quando alguém entra ele fecha automaticamente. O boi vem correndo atrás de mim, entro na garagem do hotel e fico atrás do portão da garagem que já começa a fechar. O boi entra logo em seguida em disparada. Com o portão fechando eu saio de dentro da garagem. O boi tenta voltar, mas já não da para ele passar pelo portão. Então ele fica preso na garagem que eh o lugar onde ele deve ficar mesmo, pois ele pertence ao hotel. Isso acontece todos os dias que vou nesta lanchonete.

terça-feira, 29 de maio de 2018

O TREM DESCARRILHADO




O TREM DESCARRILHADO 
Vinha dirigindo minha caminhonete por uma rua larga. Estava começando a anoitecer. Pouco a minha frente tinha um sinal de trânsito. A partir deste sinal esta rua larga seguia para a esquerda e em frente seguia uma estreita rua. Eu iria para a esquerda porque era o caminho mais rápido para onde eu queria ir. Chegando no sinal que estava fechado, vi um homem parando sua moto e descendo da mesma. Este homem que estava encapuzado parou outra moto que vinha logo atrás dele, para assaltar o motociclista. Este homem encapuzado também rendeu o motorista do carro que estava do lado. Vendo aquilo, e para não ser assaltado, acelerei minha caminhonete e fui passando pelo homem encapuzado. Ele ficou mandou eu parar, mas eu segui em frente e fui por aquela ruazinha estreita. 
O motociclista que tinha sido rendido por ele aproveitou e saiu também na mesma direção que a minha. Acelerei o carro e fiquei torcendo para o tal homem não atirar em direção da minha caminhonete. Com medo dele me seguir, acelerei o quanto podia naquela estreita estrada que seguia junto a linha do trem. Mais a frente tinha vagões de uma composição parados nesta linha. Logo depois vi que o trem tinha descarrilhado e caído em cima daquela estreita estrada. O motoqueiro que tinha saído junto comigo daquele sinal já tinha chegado ali antes de mim disse que tinha jeito da gente passar somente se arrastando. O trem tinha descarrilhado e caiu de lado justamente para o lado da estrada. Como tinha um barranco na lateral da estrada, o trem caiu e apoiou neste barranco, mas não encostou no chão. 
O espaço para a gente passar se arrastando era apertado e ainda corria o risco de o trem  acabar de cair. Não só a locomotiva tinha caído, mas alguns vagões tinha caído com ela. Então a gente tinha que se arrastar por todos os vagões para se chegar o outro lado. Os vagões caídos ficaram com as portas abertas. Então o motociclista disse que era só a gente se arrastar até a porta do vagão rapidamente, porque se ele terminasse de cair, na porta a gente não corria o risco de ser esmagado. Com medo do homem encapuzado vir atrás da gente, fomos nos arrastando por debaixo daqueles vagões. A gente chegava no rumo da porta do vagão, descansava um pouco e seguia arrastando até a próxima porta. Fomos fazendo isso até chegarmos a locomotiva. Mas a locomotiva tinha caído totalmente e assim nós não tínhamos como passar e tivemos que voltar. 
Voltamos parando em cada porta e quando saímos de volta onde começamos tinha uma mulher em pé encostado no barranco. Ela olhou pra gente e disse que sabia que não tinha jeito de passar se arrastando. Disse que o jeito era esperar eles tirarem o trem da estrada. Nisso a noite chegou e eu resolvi voltar com a caminhonete, mas tinha que ir de marcha a ré, porque não tinha como manobrar a caminhonete ali. Voltei de marcha a ré até o sinal onde tinha o homem encapuzado. Ele não estava mais lá. Então fui embora para meu destino.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

EU E A NATHÁLIA DIRIGINDO CARRO COMO EM UM RALLY




EU E A NATHÁLIA DIRIGINDO CARRO COMO EM UM RALLY 
Estava com a Nathália em um carro grande, vermelho e novinho. A Nathália tinha acabado de tirar ele da concessionária. Fui com ela até a faculdade onde ela tinha se formado para buscar um documento. Quando ela entrou nas ruas de dentro da faculdade, acelerou o carro e saiu dirigindo por aquelas estreitas ruas em alta velocidade. Para virar nas ruas ela derrapava para ele girar no sentido que ela queria ir e continuava acelerando. Eu disse à ela - Calma, você vai bater o carro - Ela respondeu - Relaxa Daddy, sei o que estou fazendo -  Depois ela entrou em um estacionamento onde havia carros estacionado dos dois lados da via e a passagem para os carros que entravam ali era bem próxima dos carros estacionados. Ainda assim ela continuou dirigindo acelerando e derrapando o carro para fazer as curvas, isso entre os carros estacionados. Eu disse a ela - Você sabe que vai bater esse carro né? - Ela respondeu - Se bater eu te falo - No final deste estacionamento dentro da faculdade era uma rua reta. Ela dirigiu por essa rua e parou o carro em baixo de uma grande árvore frondosa. Desceu do carro e foi buscar o documento. Eu fiquei dentro do carro esperando por ela. Quando ela voltou eu disse que ela tinha que seguir em frente e sair pelo outro lado, pois não podia voltar por onde veio porque era contra mão. Ela então disse que ia sair de marcha a ré. Eu perguntei a ela _ Você esta tendo um AVC por acaso? - No que ela respondeu - Se eu não consegui eh porque não sou uma boa motorista. 
Ligou o carro, acelerou e saiu dirigindo na velocidade máxima que dava para ir de marcha a ré. Eu fiquei só dizendo - Vai bater, não tem como fazer isso - O carro passava muito próximo dos carros estacionados e para virar ela fazia com que o carro derrapasse e continuava de marcha a ré. Na saída do estacionamento, o portão era quase que a conta de passar o carro e ela passou dirigindo sem pisar no frei ou diminuir a velocidade. um dos retrovisores passou a centímetros de bater neste portão. Saindo para fora do estacionamento, a Nathália engatou a primeira marcha e já saiu dirigindo em alta velocidade novamente. Olhou para mim, piscou e disse - Se você quiser Daddy, eu te ensino. Eu só respondi - Ta bom, eu mereço - 

domingo, 26 de outubro de 2014

NA ARENA DOS GLADIADORES






Estava dirigindo o carro por uma rodovia onde tinha muitos altos e baixos.
Num certo momento quando acabei de subir o morro dei direto em uma bifurcação em Y. A da direita subia novamente um morro e a da esquerda descia. Fui pela da esquerda e percebi que tinha ido na direção errada. Estava fazendo uma viagem muito longa e eu levaria alguns dias para chegar, e errar o caminho iria só demorar mais ainda. O Chiquinho estava comigo. Nisto vi algumas pessoas ali e percebi que estava em uma espécie de arena como as do época da Roma antiga onde lutavam os gladiadores.
Havia vários carros estacionados em vários locais espalhados por ali. Parei o carro entre dois outros e sai andando procurando onde seria a saída daquele local. Não conseguia falar com ninguém para pedir informação, parecia que as pessoas não me viam naquele local. Voltei para pegar o carro e não o encontrei lá. Fui andando procurando por ele quando vi o Chiquinho sentado em uma das escadarias daquela arena. Perguntei a ele sobre o carro e ele disse que o tinha colocado em outro local. Perguntei onde seria, mas ele não dizia. Reclamei dizendo que tinha uma viagem longa pra fazer e não podia demorar. Mas ele dizia que não iria embora tão cedo daquele local. Continuei andando procurando o carro, mas não o encontrava de jeito nenhum
Nisto cheguei em um local onde havia uma aglomeração de pessoas. Fui olhar o que era e vi uma mulher saindo de casa com o Fernando, que tinha uns dois anos e estava todo agasalhado como se estivesse muito frio. O Fernando sentou em um carrinho de puxar, para que esta mulher o levasse. Mas a tal mulher o deixou ali e veio até uma máquina que estava próxima da gente. Esta máquina tinha mãos robóticas. Esta mulher começou a usar esta maquina, fazendo que que as mãos robóticas pegasse uma pequena seringa com agulha e aplicasse uma injeção em uma criança que estava ali sentada. Depois ela saiu e foi embora. Eu fui tentar encontrar o carro para poder seguir viagem.

domingo, 19 de outubro de 2014

CANTORES DA FONTE






Estava anoitecendo. Estava em um local que parecia ser uma grande praça.
foto - ?
Vinha com meus dois bonés nas mãos quando cheguei a uma espécie de fonte. A água desta fonte estava em movimento, como se estivesse circulando. Sentei na beirada desta fonte para lavar meus dois bonés. Quando os coloquei na água, a força do movimento da água os arrancou de minha mão os levando para o fundo. Percebi que não teria como pegá-lo e dei os dois bonés como perdidos. Nisto o movimento da água os trouce para cima novamente e eu os peguei. Depois que peguei os bonés, uma criança veio do fundo desta fonte e chegou na superfície. Ela olhou para mim e disse que eu não era que ela pensava. Ela e a outra criança que estava no fundo da fonte estavam aguardando alguém para assustá-la. Perguntei a esta criança como ela conseguia respirar debaixo d'água. Ela disse que moravam debaixo da fonte, dentro d'água mesmo. Sai dali segurando os bonés quando veio uma pessoa perto de mim e disse que os cantores iam cantar ali naquela noite. Esta pessoa começou a cantar a música principal destes cantores que na verdade era apenas "Hiêêêê, Hiêêêê, Hiêêêê. Então eu disse para esta pessoa que a gente também podia ser cantor, era só ficar repetindo a mesma coisa. Esta pessoa gostou da ideia. Ela chegou bem próxima de mim, colocou a mão sobre meu ombro e disse baixinho que precisava ser tudo feito em segredo para ninguém copiar a letra da música. Disse que a letra de nossa música seria "Haiaiaia. Hiaiaiaia. Saímos cantando a música para ir treinando a letra.

domingo, 14 de setembro de 2014

EXTREMAMENTE APERTADO






Estava em um local que parecia ser uma casa de fazenda. Estava do lado de fora desta, perto de um local que seria o curral.
Estava muito apertado para urinar. Não sabia onde era o banheiro. Vi ali perto do que seria o curral uma porta que dava para uma espécie de quarto. entrei nesta porta e vi que ali era o banheiro. Tinha ali uma piscina que deveria ter uns cinco metros por três. Já não estava aguentando mais e sai procurando pelo vaso sanitário. Vi então o local onde ficava o chuveiro, mas não via o vaso. sai procurando desesperadamente até que vi o vaso e então fui urinar. quando ia fazer isto entrou uma pessoa neste local.  desisti de urinar porque não conseguia fazer isto com alguém olhando. Mas como não aguentava mais, fui fazer assim mesmo. esta pessoa entrou e saiu numa porta que tinha do outro lado.

sábado, 13 de setembro de 2014

OS PINTINHOS






Estava em um local que parecia ser um sítio.
Havia uma pequena construção coberta. Dentro dela havia um ninho de galinha com quatro ovos. Três ovos de tamanho normal e um era quatro vezes aproximadamente, maior que um ovo de galinha. Dois pintinhos nasceram e saíram correndo dali. Do ovo grande nasceram três pintinhos. Eram trigêmeos. O quarto ovo nasceu um pintinho que era pouco menor que a concha de uma colher de sopa. Além de super pequeno, era era da cor xadrez. Era preto e vermelho. Assim que nasceu saiu correndo também, tentando acompanhar os outro que tinha nascido. Eu corria atrás dos pintinhos tentando pegá-los para colocar de volta ao ninho, mas eles eram rápidos demais. Nem o pintinho xadrez eu conseguia pegar.

domingo, 17 de agosto de 2014

O PREMIADO






Estava numa casa sentado num sofá, de frente para uma lareira. Nisto liguei para a Magda. Pedi a ela o numero do telefone do Marcelo. Ela disse que ia pegar e começou a rir. Nisto ouvi algumas pessoas rindo também. Nisto o Nenéi chegou perto de mim dizendo se eu já sabia. Eu disse que não. Ele então me disse que tinha ganhado vários presentes, num sorteio. Tudo para uma casa. Quando ele chegou na casa dele, já estava tudo lá dentro, que ele nem sabia como eles tinha feito aquilo. Nisto chegou o Marcelo trazendo nas mãos duas caixas de presentes. Ele veio me cumprimentar e me deu um abraço. Nisto eu lembrei que tinha ligado para a Magda e que tinha deixado o telefone em cima do sofá numa sala. Eu fui subindo uma escada, que ia dando volta em si mesma. Até que cheguei num ponto que não tinha como subir. Então eu dei um grande pulo e fui muito alto. Nisto havia um móvel, tipo guarda roupa, muito grande. Quando cheguei nele, eu segurava algo na mão que não sei o que era. Tipo um papel quadrado pequeno. Fui atirado para longe numa velocidade muito grande. Eu dei a volta neste guarda roupa. Muito rápido e cai sentado num sofá onde estava o cândido e a mamãe. Nisto o Ricardo me olhou esquisito e pulou nos meus joelhos. Eu tentava tirá-lo, mas não conseguia. Então gritei “ajuda”, mas o cândido não ajudava. Gritei “ajuda” novamente. Mas ele não ajudou.

sábado, 16 de agosto de 2014

O PROTAGONISTA






Era noite. Estava sentado em um sofá de uma sala onde a luz estava apagada e a tv ligada.
foto - ?
Na tv estava começando um filme de suspense. O narrador ainda falava. Eu era o protagonista deste filme. Vinha correndo por uma estreita rua a noite. Estava de capuz e blusa preta. Ao passar pelo ponto central da cena e ficar bem centrado na imagem, a cena pára com minha imagem bem focada e o narrador diz: __Estrelando "Thymonthy Becker". Ai a cena volta com eu correndo por aquela rua estreita. O Filme continua e chego em uma rua mais larga. Vou correndo pelo passeio com uma caneta na mão. Nisto vem vindo em minha direção um cachorro da raça Pitbull. Atrás deste cachorro vinham outros três pequenos cachorros. Quando se aproximava de mim, este cachorro Pitbull disse que queria minha caneta. Mas ele não parou e continuou correndo. Ao passar por mim olhei para trás porque não tinha acreditado que o cachorro tinha falado comigo. Então o Pitbull parou e disse novamente que queria minha caneta. Mandei a caneta na direção dele. Ela caiu no chão. Ele a pegou e saiu correndo e os três cachorros correndo atrás. 
foto - ?
Olhando os cachorro correndo ouvi uma voz dizendo que queria uma caneta também. Sem me virar e virando só o rosto, vi um cachorro bem grande. Ele era todo branco e deveria ter um metro de altura. Sem me virar, peguei uma caneta no bolso e a joguei para trás. Virei para ver e o cachorro a tinha pego com a boca sem deixá-la cair. Com a caneta na boca este cachorro também saiu correndo em direção aos outros. Continuei correndo até que desapareci no horizonte.

domingo, 6 de julho de 2014

MINAS GERAIS / BRAZIL (13 / 27) POPULAÇÃO: 21.292.666 PESSOAS (IBGE 2020)



Minas Gerais é um estado múltiplo, completo e único. Todos os seus 853 municípios cresceram e se desenvolveram sem perder sua riqueza cultural e histórica e se tornaram grandes atrativos turísticos. Cultura, história, tradição e muita natureza. Vem comigo conhecer este estado Diamante.



Uma das melhores maneiras de conhecer Minas Gerais é à mesa, já que a culinária do estado está entre as mais variadas do país. Receitas como feijão de tropeiro, angu, mandioca e frango com quiabo trazem um pouco da origem indígena, a influência dos desbravadores paulistas e dos escravos africanos, bem como a lembrança do domínio português e da presença de imigrantes espanhóis e italianos.
Essa mesma miscigenação marca o povo, acolhedor e amistoso, cujos ancestrais começaram a povoar seu território montanhoso ainda no século 17, atrás de ouro e pedras preciosas.
A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar, em Ouro Preto (MG) reúne entalhes das três fases do barroco mineiro e está entre as capelas com maior quantidade de ouro do Brasil (mais 400 kg). O Museu de Arte Sacra, no subsolo da sacristia, exibe imagens de N.S. do Pilar, Santa Bárbara e N.S. da Conceição (Fernando Piancastelli)
Não é exagero dizer que, nas 450 barracas no Mercado Central de Belo Horizonte (MG), vende-se de tudo. Há turistas procurando delícias tipicamente mineiras e mineiros abastecendo a casa de legumes, frutas e... delícias tipicamente mineiras! (Fernando Piancastelli)
Declarada Patrimônio Mundial pela Unesco em 1985, a Basílica Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas (MG), é um dos maiores tesouros da arte barroca, e conta com esculturas dos doze profetas, feitas por Aleijadinho (Gil Felisberto)
Ezequiel, um dos 12 profetas em pedra-sabão que foram esculpidos por Aleijadinho e seus auxiliares entre 1800 e 1805, as obras ficam em frente à Basílica Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas (MG) (Luigi Mamprin)
As primeiras descobertas do minério já provocaram uma grande onda migratória, que deu origem à primeira vila mineira, Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo, em 1711. Atual Mariana, esta é uma das joias que compõem o circuito das cidades históricas, que abrange o tesouro arquitetônico de Ouro Preto, Diamantina, Sabará, Tiradentes e Congonhas, onde está a Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos e os profetas esculpidos por Aleijadinho.
Belo Horizonte, cidade planejada e fundada em 1897 para ser a capital do estado, não resistiu ao progresso e hoje é uma das metrópoles do país. Mas preserva sua atmosfera boêmia nos autenticíssimos botecos aliada aos traços do arquiteto Oscar Niemeyer, notável em dezenas de prédios pela cidade, em especial nos arredores da Lagoa da Pampulha.
Teto da Igreja de São Francisco de Assis pintado por Ataíde Manoel da Costa e Aredes, com talha de Aleijadinho no estilo Barroco Português, Ouro Preto (MG) (Xara - Mtur)
Patrimônio natural e histórico, Santuário do Caraça (MG) possui trilhas e cachoeiras - além de lobos-guarás, que podem ser vistos ao anoitecer (Sérgio Mourão/ Acervo Setur-MG)
Feijão-Tropeiro, prato típico mineiro, Belo Horizonte (MG) (NELIO RODRIGUES)
Comida mineira servida no Restaurante Rancho, em Mariana (MG) (JOÃO CASTILHO/AGENCIA CAIXA PRETA)
O conjunto de igrejas, museus e construções históricas deram o título de Patrimônio Cultural Mundial da UNESCO à Ouro Preto (MG). A beleza do casario colonial e a riqueza dos altares barrocos nos leva de volta ao tempo do Ciclo do Ouro e da Inconfidência Mineira. (Sergio Mourão/Seturmg)
Entre as belezas naturais preservadas do estado, três áreas rivalizam pela primazia: 1. a Serra do Cipó, em que o parque nacional e seus arredores exibem cachoeiras, grutas, cânions e paredões para rapel; 2. a Serra da Canastra, onde está a nascente do Rio São Francisco, com sua vegetação de cerrado e mais cachoeiras;
3. o Santuário Nacional do Caraça, na Serra do Espinhaço, com grutas, piscinas naturais e a constante presença de lobos-guarás no adro da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens, erguida no século 19 em área que hoje pertence ao Parque Natural do Caraça.
A Mina de Ouro da Passagem, em Mariana (MG), é uma das maiores do mundo. Numa vagoneta sobre trilhos, os visitantes descem a 120 m de profundidade. Lá embaixo, caminham por impressionantes galerias e observam as cavidades de onde o ouro era extraído (Fernando Piancastelli)

Declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, Diamantina (MG) tem um belo Centro Histórico com muitas construções preservadas (Sérgio Mourão/Acervo Setur-MG./)
Artesanato em pedra sabão, item quase obrigatório para quem visita as cidades históricas de Minas Gerais (Sergio Mourao)
Cachaçaria Via Cristina em Belo Horizonte (MG) (Heudes Regis)
Localizada na Pampulha, em Belo Horizonte, a Igreja de São Francisco de Assis junta a genialidade de Oscar Niemeyer à de Cândido Portinari. É um dos símbolos mais admirados de Minas Gerais. (Marcelo Rosa)
Importante santuário da flora brasileira, o Parque Nacional Serra do Cipó (MG) alia longas trilhas com numerosas nascentes, riachos e cachoeiras das bacias do Rio São Francisco e Rio Doce (Roneijober Alves Andrade / Divulgação)
O Morro da Pedreira, na Serra do Cipó (MG), é um conjunto de paredões com prática de rapel e escalada em mais de 400 vias grampeadas (Divulgacao)
Conhecer a Cachoeira Casca D'Anta (186 m) e as outras belezas da Serra da Canastra (MG) é um passeio e tanto para quem tem espírito de aventura na veia. (Ivan Carneiro)
Com trilhas bem marcadas, cachoeiras e piscinas artificiais, o Parque Estadual do Ibitipoca (MG) é procurado por quem quer um contato mais próximo com a natureza (Milton Shirata)
Cercado por um majestoso jardim botânico, com restaurantes, lanchonetes, monitores, limpeza e conservação impecáveis, o Instituto Inhotim é o maior centro de arte contemporânea a céu aberto do mundo (Fernando Piancastelli)
VENHA VIVER MINAS GERAIS 
Minas Gerais é um estado múltiplo, completo e único. Todos os seus 853 municípios cresceram e se desenvolveram sem perder sua riqueza cultural e histórica e se tornaram grandes atrativos turísticos. A mesa mineira, “onde sempre cabe mais um”, é a maior marca da hospitalidade do povo do Estado. Para conhecer Minas Gerais, não basta apenas ouvir falar, ler ou se informar. E quem quiser comprovar, será muito bem-vindo!
CIDADE DE UBERABA NO TRIÂNGULO MINEIRO EM MINAS GERAIS, BRASIL
O Estado detém cerca de 60% do patrimônio histórico nacional. As cidades centenárias narram a grandiosidade da história do Brasil. Minas também é um imenso palco de manifestações artísticas, exportadas nacional e internacionalmente. Em Minas você encontrará destinos ideais para relaxar e cuidar do corpo e da mente.


Entrar em contato com costumes, pessoas e lugares que valorizam a harmonia e o bem-estar. Viver Minas Gerais é muito mais que uma simples viagem turística, é estabelecer uma vivência com a natureza mineira, onde o simples se torna o essencial.
CIDADE DE SÃO LOURENÇO EM MINAS GERAIS, BRASIL
MINAS DE MUITOS SABORES 
Chão de cimento queimado, fogão construído a partir de técnicas tradicionais, quando não feito a partir dos cupinzeiros que surgem nos pastos ou de latões embutidos nas grossas paredes de adobe. Linguiças ou carnes defumando, dependuradas. Chaminé ativa, fumaça subindo pelo céu, avisando com seu aroma típico da roça que há quitandas ou "comidas de angu" esperando os comensais.
FOGÃO A LENHA MUITO COMUM NO INTERIOR DAS MINAS GERAIS, BRASIL
Que mineiro nunca viveu essa experiência gastronômica típica mineira, nem que seja em um dos muitos restaurantes típicos de comida mineira? São muitos os cereais, são muitas as formas de se fazer um angu com fubá de moinho d'água, de refogar verduras da horta ou dos quintais, como couve, almeirão, taioba, cansanção, ora-pro-nobis... O que dizer do quiabo, da abóbora-menina, da abobrinha? E o pastel de angu? E o galopé? E o chuchu com bacalhau?
COMIDA MINEIRA NO FOGÃO A LENHA EM MINAS GERAIS, BRASIL
O torresmo crocante, a carne na lata de gordura, o pernil temperado, o leitão à pururuca, o feijão tropeiro, o franguinho caipira? Não há como não venerar essa raiz cabocla, caipira que temos nas Minas Gerais e que faz da nossa cozinha uma das mais saborosas do país, recebendo influências que vão dos indígenas aos Africanos, passando, obviamente, pelos colonizadores europeus.
Por isso, a chamada cozinha tradicional ou típica mineira foi forjada a partir dos séculos XVIII e XIX e em dois momentos distintos e complementares: o de escassez, no auge da mineração do ouro, e o de fartura, com a ruralização da economia regional.
COMIDA MINEIRA NO FOGÃO A LENHA EM MINAS GERAIS, BRASIL
Alguns dos principais pratos da culinária regional mineira, como o feijão tropeiro, o angu de milho verde ou de fubá com frango, a paçoca de carne seca, farofas, couve, o lombo e o pernil assados, leitão à pururuca, o torresmo, o tutu e toda uma série de pratos em que predominam as carnes de porco e de frango atravessaram os séculos até chegar a nós como um verdadeiro manjar dos deuses para agradar ao céu de nossa boca...
TUTU DE FEIJÃO EH UMA MISTURA DE FEIJÃO COZIDO BATIDO NO LIQUIDIFICADOR JUNTAMENTE COM TEMPEROS E FARINHA DE MANDIOCA. MUITO COMUM E APRECIADO NO ESTADO, EM MINAS GERAIS, BRASIL
MINAS DE AVENTURAS E TURISMO 
SERRA DO CURRAL
Principal fonte de inspiração para o nome de batismo de Belo Horizonte, a serra do Curral serve de moldura para a cidade, com uma extensão de 11 quilômetros e altitude de até 1.390 metros em seu ponto mais alto. As curvas de suas montanhas podem ser vistas de grande parte dos bairros capital e se tornaram um dos motivos de orgulho dos seus moradores.
Nos fins de semana, centenas de pessoas visitam o bairro Mangabeiras, no sopé da serra, para passear ou fazer caminhadas. Uma das atrações da região é a praça do Papa, que ganhou este nome depois que João Paulo 2º rezou ali uma missa durante visita ao Brasil, em 1980.
A SERRA DO CURRAL NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE PERMITE QUE O MORADORES DA CAPITAL MINEIRA TENHA ESTA PAISAGEM DESLUMBRANTE AO ABRIREM SUAS JANELAS, EM MINAS GERAIS, BRASIL
A origem de seu nome é semelhante à de Belo Horizonte, antes conhecida como arraial do Curral del Rey, após a fundação da Fazenda do Cercado, em 1701, pelo bandeirante paulista João Leite da Silva Ortiz. No final do século 19, com a construção da nova capital mineira e conseqüente destruição do antigo arraial, a serra começou a ser valorizada pelas boas condições climáticas e temperatura agradável.
O seu ponto mais alto é o pico de Ferro. A serra faz a divisa de Belo Horizonte, a sudeste, com o município de Nova Lima. Sua formação geológica apresenta rochas ricas em ferro, o que motivou a exploração desordenada de suas jazidas, com impacto ambiental e descaracterização da paisagem. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) tombou a serra do Curral em 1960, incluindo o conjunto paisagístico do pico e de sua parte mais baixa e nobre. Em 1991, o alinhamento das montanhas também foi incluído como bem tombado para fins de preservação.
PARQUE MUNICIPAL AMÉRICO RENNÉ GIANNETTI 
Primeira área de lazer de Belo Horizonte, o Parque Municipal Américo Renné Giannetti foi inaugurado em 1897. Inspirado nos parques ingleses, possui mais de 50 espécies de árvores e 400 de flora da Mata Atlântica, lago com pedalinhos e um centro de educação ambiental. A reserva é voltada para o passeio, lazer e prática de esportes. Os jardins são interligados por pontes e pistas demarcadas. Na área do parque, estão localizados o orquidário da cidade, o teatro Francisco Nunes e o Palácio das Artes, principal centro de apresentações artísticas e culturais de Belo Horizonte.
Entre as atrações do parque, destacam-se ainda o lago dos Barcos (antigo lago das Garças), com pedalinhos, o lago do Quiosque, o Coreto e a ponte dos Amores. Há ainda os bustos de Anita Garibaldi, companheira do revolucionário italiano Giuseppe Garibaldi, da homenagem à Mãe Mineira e de quatro figuras associadas à fundação da cidade, Aarão Reis, Afonso Pena, Augusto de Lima e Bias Fortes. Uma pista de cooper, um parque de diversões e o Mercado das Flores complementam atrativos do local.

O parque nasceu no mesmo ano em que Belo Horizonte se tornava capital de Minas Gerais, em substituição a Ouro Preto. A reserva foi construída na Chácara do Sapo, onde residia o engenheiro Aarão Reis, responsável pelo projeto urbano da capital mineira. A área prevista no plano inicial era de 550 mil metros quadrados - hoje, sua área é de 180 mil metros quadrados.
O projeto é do arquiteto-paisagista francês Paul Villon, responsável também pelos jardins da praça da Liberdade. Villon se inspirou no chamado paisagismo romântico, de influência inglesa, que adota a harmonia do projeto arquitetônico com a natureza do local. O que estava em voga na época eram os jardins de inspiração francesa, com predomínio das formas geométricas nos desenhos.
MINAS NAS ESTRADAS 
Minas Gerais tem a maior malha rodoviária do Brasil, equivalente a 16% de toda a malha viária existente no país. No estado, são 269.546 km de rodovias. Deste total, 7.689 km são de rodovias federais, 23.663 km de rodovias estaduais, e 238.191 km, de rodovias municipais.


Belo Horizonte situa-se no entroncamento de grandes rodovias, o que permite a integração de Minas Gerais com os maiores centros urbanos do País e com os principais mercados. As distâncias entre Belo Horizonte e algumas capitais são as seguintes: Brasília (716 km) São Paulo (586 km), Rio de Janeiro (434 km), Vitória (524 km), Salvador (1.372 km), Fortaleza (2.528 km) e Porto Alegre (1.712 km).

foto - Baixaki
MINAS DAS ARTES CÊNICAS 
Minas Gerais conta com importantes grupos de dança, como o Grupo Corpo, Primeiro Ato, Mimulus e a Cia. de Dança Palácio das Artes, mantida pela Fundação Clóvis Salgado e que integra o Sistema Estadual de Cultura, entre outros.
GRUPO CORPO 
Uma das companhias de dança mais aplaudidas e reconhecidas do mundo, o Grupo Corpo foi fundado em 1975 e apresentou sua primeira criação, Maria, Maria, em 1976. Desde então, passando pelos espetáculos Último Trem, Prelúdios, Bachiana, Uakti, Missa do Orfanato, A Criação, Variações Enigma, 21, Nazareth, Parabelo, Benguelê e Santagustin, entre outras criações, o Corpo já apresentou cerca de 30 espetáculos, sempre renovando o encantamento, a modernidade e a beleza de suas coreografias.


Grande nome da dança contemporânea nacional, o grupo sintetiza a capacidade criativa e inovadora da dança mineira, capaz de reinventar e criar movimentos arrojados e de uma leveza surpreendente.

CIA DE DANÇA PALÁCIO DAS ARTES 
A Cia. de Dança Palácio das Artes é um dos grupos profissionais mantidos pela Fundação Clóvis Salgado, em Belo Horizonte. Foi fundada em 1971 por Carlos Leite, para dedicar-se a montagens de peças do repertório erudito e óperas produzidas pelo Palácio das Artes. Sob a condução de Christina Machado, desde 1999, a companhia assume os desafios do experimentalismo, valoriza os processos de criação, incentiva e promove a pesquisa, utiliza a potencialidade criadora dos bailarinos e convida diretores e coreógrafos nacionais afinados com esta proposta.
Montagens recentes da Cia. como Entre o Céu e as Serras, Poderia Ser Rosa, Sonho de uma noite de verão - fragmentos amorosos, Coreografia de Cordel, Transtorna e o projeto Entremundos têm marcado o traço da pesquisa e da contemporaneidade, ampliando a presença da Cia de Dança Palácio das Artes em palcos nacionais e internacionais. www.palaciodasartes.com.br
MINAS DE CULTURAS 
TEATROS 
O Estado de Minas Gerais pode ser considerado um dos grandes expoentes no teatro nacional. Oficina Multimédia, Ponto de Partida, Giramundo Teatro de Bonecos e Espanca! de Teatro são alguns dos nomes de Grupos que exemplificam como Minas é importante no cenário cultural no país. Espaços importantes também existem no Estado, como o Palácio das Artes, em Belo Horizonte, além do Teatro Alterosa, o Sesi Minas e o Dom Silvério. O belo Manoel Franzen de Lima, em Nova Lima, também a região central, o Cine Teatro Central de Juiz de Fora...
GRUPO DIVULGAÇÃO / JUIZ DE FORA 
A bem sucedida trajetória de tantos grupos é estimulada pelas escolas de formação artística e pelos mecanismos municipais e estaduais de incentivo à cultura. Como o Grupo Divulgação, de Juiz de Fora, que tem como coordenador geral José Luís Ribeiro. Com mais de 40 anos de tradição, o Grupo participa de diversos festivais de Teatro e desenvolve um trabalho teatral em três núcleos: universitários, adolescentes e terceira idade.
O Grupo Divulgação nasceu na Faculdade de Filosofia e Letras, da Faculdade Federal de Juiz de Fora (UFJF), e depois de seis anos de existência passou a desenvolver seu trabalho no Fórum da Cultura, que também abriga uma galeria de arte, coral e o Museu da Cultura Popular, além de trabalhos de pesquisa, projeção de extensão e de ensino.
GRUPO GALPÃO / BELO HORIZONTE 
Referência nacional e internacional no campo cultural, o Grupo Galpão, de Belo Horizonte, por sua vez, apresentou, em 1982, seu primeiro espetáculo na Praça 7, um dos pontos mais movimentados da capital mineira. E, desde então, busca a inovação e a valorização do teatro popular e de rua.
Símbolo da persistência, da dedicação e do talento mineiros em uma arte tão cara a nossa existência, como é o teatro, o Galpão prima, em suas peças e montagens, pela inventividade, pela criatividade e pela surpresa, ao trabalharem elementos cênicos tradicionais de forma contemporânea. Algumas de suas peças: 'Romeu e Julieta', 'Álbum de Família', 'Rua da Amargura' e a mais recente, 'Pequenos Milagres'. Sua "trupe" é formada por atores que, vindos de várias partes, encontraram-se em Belo Horizonte e uniram talentos, vontades, competências e uma capacidade realizadora raras.
MINAS DE ARTES VISUAIS 
Minas Gerais reúne o mais importante acervo arquitetônico e artístico do período colonial brasileiro, preservado em cidades de fama internacional como Ouro Preto, Diamantina e Congonhas do Campo, ricas pela profusão de obras-primas do estilo barroco, nas quais se destacam os trabalhos de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e Mestre Athaíde.
IGREJINHA DA PAMPULHA FOI PROJETADA POR OSCAR NIEMEYER E FICA NA ORLA DA LAGOA DA PAMPULHA EM BELO HORIZONTE, MINAS GERAIS, BRASIL
São sete conjuntos urbanos, dez conjuntos arquitetônicos e paisagísticos, 164 edificações isoladas e 20 acervos de bens móveis tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG) acrescenta a esse grupo mais onze conjuntos urbanos, 37 conjuntos arquitetônicos e paisagísticos, 77 edificações isoladas e dois bens móveis isolados, todos tombados no nível estadual, além dos bens elevados a Patrimônio da Humanidade pela Unesco.
A CIDADE HISTÓRICA DE OURO PRETO NO INTERIOR DO ESTADO EH PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE, EM MINAS GERAIS, BRASIL
Dentro da política preservacionista do estado, integram-se a este acervo os bens de interesse municipal tombados pelos Conselhos Municipais de Cultura em todo o estado, que em 2008 somaram 649 localidades, ou seja, mais de dois terços do número de municípios mineiros.
Além de sua dimensão, o acervo cultural de Minas Gerais destaca-se pela extensão e integridade de seus conjuntos urbanos, pela singularidade e diversidade das suas manifestações estilísticas e por contemplar a representação de vários ciclos históricos. Muitos são os historiadores e críticos de arte e arquitetura que exaltam a importância do conjunto patrimonial de Minas Gerais no contexto da história universal, entre eles Germain Bazin, John Bury e Lúcio Costa.
Aleijadinho, Filho do mestre-de-obras português Manuel Francisco Lisboa e da escrava Isabel, o arquiteto, escultor e entalhador Antônio Francisco Lisboa, nasceu em Vila Rica, hoje Ouro Preto e é considerado a maior expressão da arte brasileira de todos os tempos. Sua extensa obra de arquiteto, escultor, entalhador e imaginário acha-se disseminada por toda a antiga região do ouro, estando também algumas peças avulsas de sua autoria em museus e coleções particulares.
A manifestação mais alta de seu talento pode, porém, ser sintetizada em realizações excepcionais como os conjuntos dos profetas e dos passos da Paixão, em Congonhas, e a concepção arquitetônica e ornamental da igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto.
A PEQUENA E HISTÓRICA CIDADE DE TIRADENTES TEM PRESERVADO SEUS CASARÕES, SUAS RUAS DE PEDRAS E O JEITO MINEIRO DE SER, EM MINAS GERAIS, BRASIL
MINAS DE ARTESANATO 
A diversidade de Minas Gerais está espelhada também na riqueza de seu artesanato, trabalhado em pedra, barro, madeira, prata, estanho e fibra trançada. Conhecer esse talento regional é fazer uma viagem pelos caminhos das Minas e das Gerais.
O artesanato em cerâmica, de origem indígena e desenvolvido especialmente nos vales do Jequitinhonha e São Francisco, é dos mais difundidos da produção mineira. Os ceramistas, geralmente, produzem objetos utilitários ou representativos, como potes, panelas, vasos, cachimbos e imagens.
O trabalho em pedra-sabão predomina em Ouro Preto, Congonhas, Mariana e Serro e também se concentra em objetos utilitários ou figurativos. Já o artesanato em madeira é produzido em regiões diversas do Estado, sendo as peças mais comuns as imagens de santos ou personagens históricas.
Os bordados, os trançados em talas, bambu e fibras têxteis, os crochês e tricô e o trabalho em couro estão espalhados por várias partes de Minas Gerais. Também não podem ser esquecidas as obras artesanais em funilaria, tecelagem e em prata; as peças em cobre, folha de flandres e outros metais, em Ouro Preto e Viçosa; ou as que são produzidas em estanho (São João Del Rei) e em prata (nas cidades de Tiradentes, Serro e Diamantina).
MINAS DE FOLCLORE E FOLGUEDOS 
O folclore, do inglês, folk-lore, é a identidade, a tradição e o conhecimento de um povo expressos em lendas, crenças, provérbios, canções e costumes. Minas Gerais é um Estado extremamente rico na variedade desses folguedos e mitos.
foto - Ericka Vanessa
Por sua vez, as manifestações folclóricas em Minas têm suas origens nas tradições, usos e costumes dos colonizadores portugueses, com forte influência das culturas indígena e africana. Essas influências estão guardadas nos objetos de artesanato, na culinária e danças típicas, nas músicas, na linguagem e literatura oral, na medicina popular e nas festas com manifestações populares tradicionais.
Curupira, o protetor das florestas; Iara, a mãe das águas; o caboclinho d'água no Velho Chico; o saci-pererê, como a mula sem cabeça povoam o imaginário popular, além das diversas "noivas" que aparecem em Belo Horizonte, como a do Bonfim e mesmo em Juiz de Fora.
A própria Estrada Real, que ligava Diamantina a Paraty (RJ) recheia a mitologia mineira e seus costumes com a herança dos tropeiros, sobretudo no quesito culinária e a dos garimpeiros e mineradores, devotos de Santa Bárbara.
CONGADO 
O congado reúne os Grupos de Moçambique, Catopés, Congo, Marujada, Caboclos, Vilão e Candombe. Escravos trazidos da África buscavam, através de rituais, extrapolar seus sentimentos e culto a sua fé. O Congado nasceu da fusão destes ritos com a religião católica, imposta aos negros pela Igreja, surgindo novas histórias que envolviam, sobretudo, Nossa Senhora do Rosário, São Benedito, Santa Ifigênia, Nossa Senhora das Mercês e Nossa Senhora da Aparecida.
FOLIA DE REIS OU REISADO 
Folia de Reis, folguedo que ocorre no período do Natal, de 24 de dezembro a 6 de janeiro, que é o dia dedicado aos Santos Reis. A formação das folias se difere conforme o lugar, mas há sempre um mestre, líder maior, responsável pela cantoria e pela coordenação geral do grupo.

Seu auxiliar é o contramestre, que angaria os donativos e o substitui em caso de necessidade. Algumas trazem a figura do embaixador, que pede licença para entrar nas casas, pronuncia as profecias e lembra das palavras escritas pelos profetas a respeito do nascimento de Cristo. Há os instrumentistas e cantores e algumas trazem os reis, representando os três reis magos.
PASTORINHAS 
São grupos de moças e meninas que visitam os presépios das casas, relembrando os pastores em Belém. Vestem-se apropriadamente, dançam e cantam a mensagem em louvor e pedem contribuição para o natal das crianças pobres do local.
BOI DE REIS (OU BOI DE JANEIRO, BUMBA-MEU-BOI ETC.) 
É um dos mais típicos folguedos populares e, em alguns casos, participa do Reisado. A variação de nomes decorre das peculiaridades regionais e depende também da variação de elementos que figuram nas apresentações. Sua origem é portuguesa. Em síntese, é uma apresentação da captura (roubo), morte e ressurreição do Boi.
FESTA DO DIVINO 
Como o nome diz, a festa ocorre na data consagrada ao Divino Espírito Santo. Em Minas, costuma ser chamada também de Festa do Império, porque durante sua realização é eleito um imperador, que será o festeiro ou o homenageado da próxima festa.
CAVALHADA 
Herança das tradições da Cavalaria Medieval, a cavalhada representa os combates, torneios, lendários e gestas oriundas das guerras travadas entre mouros e cristãos. Geralmente participam dois grupos, a cavalo, com os cavaleiros vestidos e azul e vermelho, cada um representando os grupos antagônicos. Realizada ao ar livre, mobiliza muitas pessoas entre reis, rainhas, príncipes e princesas, embaixadores, capitães e tenentes, nobres, damas, cavaleiros e lacaios, todos ricamente vestidos e portando espadas, pistolas e lanças.
MINAS DE MUITOS ESCRITORES 
A literatura mineira se desenvolveu ainda no séc. XVIII, quando Vila Rica, atual Ouro Preto, tornou-se centro econômico e político da então Colônia Portuguesa, formando a primeira geração literária brasileira. Na época do ouro, os poetas árcades, como Tomás Antônio Gonzaga, Alvarenga Peixoto e Cláudio Manoel da Costa, se inspiravam na paisagem local e em ideais bucólicos. Mas alguns deles acabaram se envolvendo na questão política da região que eclodiu na Inconfidência Mineira, no fim do século.
Já no século XIX, no Romantismo e, depois, no Simbolismo, surgem expoentes mineiros como Bernardo Guimarães e Alphonsus de Guimaraens, respectivamente.
O século XX, desde seu início, é marcado pela volta de Minas ao cenário literário nacional com grande projeção. Um dos grandes marcos é a produção literária de Carlos Drummond de Andrade, nascido em Itabira, no ano de 1902. Formado em farmácia - por insistência da família - o escritor se uniu a outros autores, dentre eles Emílio Moura, e fundou "A Revista", para divulgar o Modernismo no Brasil. Uma das principais temáticas do autor é sua terra natal. Só mineiros sabem. E não dizem nem a si mesmos o irrevelável segredo chamado Minas.
Entre outros importantes escritores mineiros, podemos lembrar ainda de nomes como Abgar Renault, Cyro dos Anjos, Murilo Rubião, Affonso Romano de Sant'Anna, Murilo Mendes, Otto Lara Resende, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino, Henriqueta Lisboa, Oswaldo França Júnior, Roberto Drumond, Bartolomeu Campos de Queiroz e Ziraldo. Mas a literatura mineira reflete sua diversidade e criatividade também nas novas gerações de escritores que experimentam estilos e gêneros, apontando para o novo, para o que ainda está sendo escrito, descoberto, na prosa, na poesia, no ensaio, na ficção.
MINAS DE MUITAS MÚSICAS 
Minas Gerais também são muitas quando o assunto é música. Sua sonoridade, sua musicalidade, seu ritmo, a começar pelas diversas formas que o mineiro tem para se expressar, nos quatro cantos de seu território, são parte das características mais marcantes deste Estado que é reconhecido como a síntese da cultura brasileira.
Minas Gerais, Estado privilegiado no quesito música, "exporta" talentos para outros estados brasileiros e também para o exterior, tendo sido palco de uma das principais correntes musicais brasileiras, conhecida como Clube da Esquina, que, para muitos, é tão significativa para o legado cultural brasileiro como o é a Bossa Nova, além, obviamente, do Samba.
Basta lembrar que o autor de um dos hinos nacionais brasileiros, uma das músicas mais tocadas e gravadas em todo o mundo, o samba-exaltação Aquarela do Brasil, é o mineiro de Ubá, na Zona da Mata, Ary Barroso. Isso sem falar em outro grande compositor de samba, que faria 100 anos em 2009, o mineiro de Miraí, também na Zona da Mata, Ataulfo Alves.
Aqui, o aspecto mediterrâneo de nossa geografia, a ausência do mar, o Jequitinhonha e o Velho Chico, além da profusão de montanhas renderam muito mais do que a poesia de seus mestres, uma sonoridade própria enriquecida por versos cujo conteúdo exalta e externaliza o que de mais profundo, abissal, há na cultura mineira, o verdadeiro sentido e sentimento da mineiridade.
BEM VINDO AO ESTADO DAS MINAS GERAIS. MINAS SÃO MUITAS. TODAS SÃO GERAIS. E EH FANTÁSTICA.
BENJAMIM GUIMARÃES. BARCO QUE TRAFEGA NO RIO SÃO FRANCISCO NA REGIÃO DEA CIDADE DE PIRAPORA, MINAS GERAIS, BRASIL
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PRAÇA DA LIBERDADE
Um dos passeios mais agradáveis de Belo Horizonte, a praça da Liberdade consegue unir a austeridade dos prédios públicos à sua volta com a presença sempre descontraída de centenas de pessoas que fazem ali suas caminhadas de dia ou de noite, percorrendo sua via lateral em trajes esportivos entre os canteiros arborizados. Palco de acontecimentos políticos importantes na história de Minas Gerais, está localizada em frente ao Palácio da Liberdade, sede do governo mineiro, em uma área de 35 mil metros quadrados.
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Palmeiras imperiais cortam o centro da praça, formando uma alameda direcionada para o portão principal de entrada do palácio. O conjunto traz jardins com gramado, árvores e plantas das mais diversas cores e espécies, flores, fontes, monumentos, bustos e um coreto em estrutura metálica.
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A construção da praça da Liberdade data da época da fundação da nova capital mineira, entre 1895 e 1897. Foi implantada numa esplanada artificial, obtida por meio de cortes e aterros no antigo Alto da Boa Vista, para adequar o local ao traçado urbanístico proposto. Na geografia inicial da cidade, ficaria assim em uma posição elevada e estratégica para abrigar o novo palácio-sede do governo estadual.
SERRA DO CURRAL
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Principal fonte de inspiração para o nome de batismo de Belo Horizonte, a serra do Curral serve de moldura para a cidade, com uma extensão de 11 quilômetros e altitude de até 1.390 metros em seu ponto mais alto. As curvas de suas montanhas podem ser vistas de grande parte dos bairros capital e se tornaram um dos motivos de orgulho dos seus moradores.


Nos fins de semana, centenas de pessoas visitam o bairro Mangabeiras, no sopé da serra, para passear ou fazer caminhadas. Uma das atrações da região é a praça do Papa, que ganhou este nome depois que João Paulo 2º rezou ali uma missa durante visita ao Brasil, em 1980.
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A origem de seu nome é semelhante à de Belo Horizonte, antes conhecida como arraial do Curral del Rey, após a fundação da Fazenda do Cercado, em 1701, pelo bandeirante paulista João Leite da Silva Ortiz. No final do século 19, com a construção da nova capital mineira e conseqüente destruição do antigo arraial, a serra começou a ser valorizada pelas boas condições climáticas e temperatura agradável.
TELHADOS DA CIDADE DE OURO PRETO
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Sete Lagoas, a 70 quilômetros de Belo Horizonte, é marcada pela mistura das belezas naturais com a urbanização de uma cidade de médio porte. Para quem gosta de paisagens deslumbrantes, o topo da Serra de Santa Helena reserva ao seu visitante a melhor vista da cidade e das sete lagoas que nomeiam a cidade.
SOBREVOANDO AS MONTANHAS DE MINAS
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Além das sete lagoas que tornam a cidade um polo de atração turística, na Serra de Santa Helena, a quatro quilômetros do Centro, é possível conhecer a Igreja de Santa Helena, o Cruzeiro e ainda o Parque da Cascata.
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Localizado numa área de 295 hectares de mata nativa, com reserva de fauna e flora, entremeada de trilhas e um lago com 450 metros de diâmetro, cercado por uma praia artificial e por mata virgem.
PONTE DE PEDRA EM BARBACENA
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Maria da Fé é a cidade mais fria de Minas é também uma das que mais oferece calor humano ao visitante. Situada na Serra da Mantiqueira, a cidade é destaque na produção de azeite.
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O famoso azeite de Maria da Fé é de excelente qualidade e o turista que desejar pode visitar as plantações de oliveiras orgânicas e acompanhar o processo de fabricação dessa iguaria mineira.
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A produção de artesanato também é bastante presente no local - é impossível visitar Maria da Fé e não voltar para a casa com o trabalho feito por artesãos locais.
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Caxambu fica nas montanhas do sul de Minas. Suas belezas naturais, os encantos dos seus jardins e o Parque das Águas conquistam seus visitantes.
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Outros passeios imperdíveis são um city-tour de charrete pela cidade, o passeio de teleférico ao Morro de Caxambu, ou simplesmente andar pela Praça XVI de Setembro ou pelo Centro de Artesanato para conhecer suas igrejas históricas. 
ESTÁDIO GOVERNADOR MAGALHÃES PINTO (MINEIRÃO)
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Santa Barbara é uma cidade aconchegante e tranquila do interior de Minas Gerais. Dotada de relevante patrimônio arquitetônico, a cidade oferece diversos atrativos culturais, sendo o principal o Santuário do Caraça, onde o turista pode visitar o Centro Histórico composto do Santuário Nossa Senhora Mãe dos Homens, o prédio do antigo Colégio, o Claustro com a Catacumba e o Relógio do Sol e o Calvário.
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Outros monumentos de destaque são a Igreja Matriz de Santo Antônio, a Capela da Arquiconfraria do Cordão de São Francisco, o Memorial Affonso Penna, a Casa de Cultura, a Igreja de Nossa Senhora das Mercês, a Casa do Mirante, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, o Prédio da Cadeia Antiga e a Estação Ferroviária.
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ESTAÇÃO FERROVIÁRIA NA CIDADE DE TIRADENTES, MINAS GERAIS, BRASIL
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O estado de Minas Gerais é o terceiro estado mais rico da Federação, atrás de São Paulo e Rio de Janeiro. A estrutura econômica do Estado apresenta um equilíbrio entre os setores industrial e de serviços, responsáveis respectivamente por 45,4% e 46,3% do PIB de Minas Gerais, enquanto a agropecuária contribui com apenas 8,3%.


Na agricultura, apresentam maior destaque no Estado a produção de cana-de-açúcar, café, soja, milho, abacaxi, cebola, feijão e banana. Na pecuária, os maiores desempenhos são da bovinocultura de corte, suinocultura, avicultura e a produção de leite. O Município de Mirabela no Norte de Minas é o maior produtor de Carne de sol do estado.
AQUI O PICO DA BANDEIRA, O PONTO MAIS ALTO DE MINAS GERAIS, COM 2.891 METROS
foto -  Wikipédia
O estado possui o terceiro maior parque industrial do país, atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro. Os principais tipos de indústrias que atuam no estado são extrativa (mineração), metalúrgica, automobilística, alimentícia, têxtil, construção civil, produtos químicos e minerais não-metálicos. 
A SERRA DA CANASTRA EH UMA DAS MAIS BONITAS FORMAÇÕES ROCHOSAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS E TEM ESTE NOME DEVIDO TER A FORMA DE UM BAÚ, CUJO NOME ERA CANASTRA. EM MINAS GERAIS, BRASIL
foto -  Wikipédia
Minas Gerais se destaca como um dos principais pólos nacionais da indústria da tecnologia em eletrônica e telecomunicações, exemplo disso é a cidade de Santa Rita do Sapucaí no sul de Minas que ficou conhecida como "Vale do Silício" brasileiro, por criar produtos de alta tecnologia e avanço na TV digital (Padrão Brasileiro). 
O ESTADO DE MINAS GERAIS EH A MAIOR PRODUTOR DE QUEIJO DO BRASIL
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O Parque Tecnológico de Belo Horizonte, mais conhecido como BH-TEC é um projeto em fase de implantação que pretende expandir a oferta de mão de obra especializada para o setor. O estado de Minas Gerais contribui para o setor através da CETEC Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais é uma instituição publica que contribui para a evolução tecnológica, pela apropriação de conhecimento e pelo desenvolvimento e antecipação de soluções inovadoras, ambientalmente compatíveis, em prol das empresas mineiras. 
AQUI O RIO PARANAÍBA NA DIVISA DO ESTADO DE MINAS COM O ESTADO DE GOIÁS, EM MINAS GERAIS, BRASIL
foto -  Wikipédia
Minas Gerais é o estado brasileiro que abriga a maior quilometragem de rodovias. A malha rodoviária no estado é de 269.545 quilômetros, dos quais apenas 11.396 em rodovias federais e 21.472 em rodovias estaduais e estaduais coincidentes, correspondendo todo o restante a estradas municipais. As principais rodovias federais que cortam Minas Gerais são BR-040, BR-116, BR-262, BR-381, BR-050 dentre outras.
AQUI A IGREJA DE SÃO FRANCISCO NA PAMPULHA EM BELO HORIZONTE
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Também importantes ferrovias cruzam o estado de Minas Gerais, como a Estrada de Ferro Vitória-Minas, operada pela CVRD, e as antigas Estrada de Ferro Central do Brasil, Estrada de Ferro Leopoldina e a Ferrovia do Aço, atualmente administradas pelas concessionárias MRS Logística e Ferrovia Centro Atlântica.
LAMPIÃO FIXADO NA PAREDE DE UMA CASA NA CIDADE DE TIRADENTES, CENA MUITO COMUM NESTA CIDADE, EM MINAS GERAIS, BRASIL
foto -  Thymonthy Becker
Minas Gerais conta com 146 aeroportos, localizados em 142 municípios. O mais importante é o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, que serve à Região Metropolitana de Belo Horizonte. Um dos mais importantes acervos artísticos e arquitetônicos do Brazil colonial está abrigado nas cidades mineiras, destacando-se Ouro Preto, Mariana, Diamantina, Congonhas, Tiradentes, Sabará e São João Del-Rei. 
A CIDADE DE TIRADENTES POSSUI MUITOS CASARÕES PRESERVADOS COMO ESTE QUE FICA NA PRAÇA CENTRAL, EM MINAS GERAIS, BRASIL
foto -  Thymonthy Becker
O arquiteto e escultor Antônio Francisco Lisboa, conhecido por Aleijadinho, é o nome mais importante do barroco mineiro, tanto por esculturas avulsas quanto por realizações de maior vulto, como os profetas em pedra sabão e os passos da Paixão em Congonhas e a concepção arquitetônica de igrejas como a de São Francisco de Assis em Ouro Preto. Suas obras estão presentes em diversas cidades da região do ouro. 
AQUI O MUSEU DA INCONFIDÊNCIA NA CIDADE DE OURO PRETO EM MINAS GERAIS, BRASIL
foto -  Wikipédia
Também no século XVIII, o pintor Manuel da Costa Ataíde destacou-se pela ornamentação em estilo rococó de forros das igrejas da região do ouro. Sua obra mais importante é a pintura em perspectiva Glorificação da Virgem, na igreja São Francisco de Assis em Ouro Preto.E também as artes são demais.
A SERRA DO CIPÓ EM MINAS GERAIS, BRASIL
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Minas Gerais é um dos estados com maior número de museus do país, dedicados não apenas à história mineira, mas também às artes e às ciências.
Destacam-se o Museu Mariano Procópio, o primeiro fundado no estado, Museu da Inconfidência, com importante acervo do século XVIII, Museu de Arte da Pampulha, Museu do Escravo em Belo Vale, o único museu dedicado à cultura negra no Brasil, Museu de Arte Sacra, em Mariana, com um dos maiores acervos do país, Museu da Música de Mariana, com acervo de documentos musicais sacros e profanos dos séculos XVIII ao XX e o Centro Cultural Amilcar de Castro, em Paraisópolis.
SÍNTESE
Capital - Belo Horizonte
População estimada 2016(2) - 20.997.560
Área 2015 (km²) - 586.521,235
Densidade demográfica em 2010 (hab/km²) - 33,41
Rendimento nominal mensal domiciliar per capita da população residente em 2015 (Reais)(1) - 1.128
Número de Municípios - 853
AQUI BELO HORIZONTE
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Minas Gerais é o estado com maior número de municípios do Brasil. Possui 853 espalhados por 12 mesorregiões.
Possui a maior malha rodoviária do Brasil. Tanto Federal quanto estadual.
ESTE É O RIO GRANDE. DIVISA NATURAL ENTRE OS ESTADOS DE MINAS GERAIS E SÃO PAULO, EM MINAS GERAIS, BRASIL
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IPÊ AMARELO É UMA ÁRVORE TÍPICA DE MINAS GERAIS. FLORESCE NO FINAL DO INVERNO, COMO ESTES FLORIDOS EM VÁRIAS CIDADES DO ESTADO, EM MINAS GERAIS, BRASIL
foto - Luiz Bocian
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foto - Thymonthy Becker
CIDADE DE OURO PRETO EM MINAS GERAIS, BRASIL
A PRIMEIRA CIDADE BRASILEIRA A SER TOMBADA COMO PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE.
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PLANTAÇÃO DE CAFE EM UMA FAZENDA DO ESTADO DE MINAS GERAIS, QUE EH UM DOS MAIORES PRODUTORES DO BRASIL, EM MINAS GERAIS, BRASIL
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Quantidade de Cidades de Minas Gerais que começam com a letra:
“A” = 053
“B” = 049
“C” = 131
“D” = 031
“E” = 017
“F” = 025
“G” = 024
“H” = 001
“I” = 059
“J” = 032
“L” = 026
“M” = 062
“N” = 020
“O” = 012
“P” = 084
“Q” = 002
“R” = 031
“S” = 138
“T” = 023
“U” = 011
“V” = 021
“W” = 001
ESTA É A POSIÇÃO GEOGRÁFICA DE MINAS GERAIS, NO BRASIL

ESTE É O HINO DE MINAS GERAIS

Oh! Minas Gerais
Oh! Minas Gerais
Quem te conhece
Não esquece jamais
Oh! Minas Gerais

Tuas Terras que são altaneiras
O seu céu é do puro anil
És bonita oh terra mineira
Esperança do nosso Brasil

Tua lua é a mais prateada
Que ilumina o nosso torrão
És formosa oh terra encantada
És orgulho da nossa nação


Oh! Minas Gerais
Oh! Minas Gerais
Quem te conhece
Não esquece jamais
Oh! Minas Gerais

Teus regatos a enfeitam de ouro
Os teus rios carreiam diamantes
Que faiscam estrelas de aurora
Entre matas e penhas gigantes

Tuas Montanhas são preitos de ferro
Que se erguem da pátria alcantil
Nos teus ares suspiram serestas
És altar deste imenso Brasil


Oh! Minas Gerais
Oh! Minas Gerais
Quem te conhece
Não esqueces jamais
Oh! Minas Gerais.

ESTA É A BANDEIRA DO ESTADO DE MINAS GERAIS, BRASIL

ESTE É O BRASÃO DE MINAS GERAIS



fonte dos textos e fotos: Wikipédia / Portal do Governo de Minas Gerais / Thymonthy Becker / IBGE / Divulgação /

CONHEÇA O MUNDO OLHANDO DA JANELA DO TREM



SONHOS DE UM VIAJANTE
MORANDO NO VAGÃO DO TREM
Estava dentro do que seria um vagão de trem. Ali era minha casa. Este vagão estava sempre engatado numa composição que viajava pra todo lado. Nisto minha casa, que era o vagão, ia junto com o trem. Este vagão tinha três cômodos que eram a sala, cozinha e o quarto. Estava deitado em minha cama, coberto até o nariz, deixando apenas os olhos de fora. Acordei com o barulho do Fernando e a Polyana chegando para me visitarem. Eles falavam muito alto. Continuei deitado e eles entraram no meu quarto e o Fernando disse que sabia que eu estaria dormindo. Fiquei com vontade de rir, pois fingia estar dormindo. 


Nisto chegou pelo corredor que ligava meu quarto a outro vagão, a Hudiceia com seu filho que deveria ter uns dois anos. No meio do meu quarto dentro deste vagão, havia uma coluna de aproximadamente um metro e meio de altura. Era uma coluna tipo romana. A Hudiceia colocou seu filho ali em cima. Nisto então fiz que acordei. Visto já estar rindo de pensarem que eu estava dormindo. Acordei perguntando onde estaria meu celular. Sai procurando por ele e desci aquele corredor que leva até outro vagão. Neste correndo encontrei com outro filho meu que deveria ter uns quinze anos. Ele foi me ajudar a procurar o celular. 


Saímos em outro vagão, onde morava outra pessoa. Como não conseguia achar o celular, fui voltando. Do corredor ouvia o Fernando conversando. Disse para meu outro filho que deveria voltar logo, porque as pessoas ali tinham ido me visitar e eu tinha deixado eles sozinhos. Voltamos para meu vagão casa, passei pelo filho da Hudiceia que estava sentado ali, brinquei com ele e voltei para minha há cama. Deitei e me cobre deixando apenas os olhos de fora.