OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Ricardo
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

AS MÍMICAS DO CAUÃ


AS TELHAS DO GALPÃO


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

RÁDIO COMUNICADOR


domingo, 21 de julho de 2013

O SINAL


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

RESOLUÇÃO DO BANCO CENTRAL

--> CLIK AQUI E LEIA OUTRAS HISTÓRIAS INIMAGINÁVEIS

Estava dentro do supermercado da Avenida Vinte e Hum de Abril. Estava comprando uma lata de tinta pequena. Destas de 3,5 litros. Fui pagar em um caixa que tinha lá no meio do supermercado, junto as mercadorias. Tirei as moedas do bolso para pagar a tinta. Eram moedas de um real, cinqüenta centavos, vinte e cinco centavos, dez e cinco centavos. O total era quatro reais e vinte e cinco centavos, que era o preço da tinta. Quando dei as moedas a moça do caixa, ela disse que não podia pagar só em moedas, uma parte teria que ser em cédula. Achei aquilo estranho e disse que não conhecia nenhuma lei falando disto. Ela disse que era uma resolução do Banco central. Eu não acreditei. A moça do caixa então procurou e pegou um livrinho e começou a ler a resolução do Banco Central que determinava aquilo. Não estava prestando atenção em nada que ela falava. Assim que ela terminou, peguei a lata de tinta e disse que ia reclamar com o gerente. Antes passar para o lado de fora dos caixas da linha de frente, deixei a lata de tinta em cima de um banquinho que tinha perto de onde uma mulher estava passando pano no chão do supermercado. Olhei para ver se via o gerente, mas só vi sentado por ali alguns funcionários que eram embaladores. Decidi ir perguntar ao cara que estava pintando a casa da minha mãe, se aquilo era verdade. Quando cheguei na casa da minha mãe, entrando no alpendre, fui pegar as moedas no meu bolso, mas as deixei cair. então fui pegá-las rapidamente antes que alguém as pegasse. Nisto o Marcelo, ao ouvir o barulho das moedas caindo, veio da porta da casa da Gláucia, onde ele estava conversando, para pegar as moedas. O Ricardo veio vindo de dentro da casa da mamãe para também pegar as moedas. Fui pegando as moedas rapidamente, para que eles não as pegasse. Peguei primeiro as de um real e depois fui pegando as de cinqüenta centavos, assim se os dois pegasse alguma moeda, seria as de menor valor. Mas consegui pegar todas elas antes que o Marcelo e o Ricardo pegasse alguma. Perguntei pelo pintor, porque queria uma informação sobre uma resolução do Banco central. O Marcelo disse que ele já tinha terminado o serviço e tinha ido embora.


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

OBSERVANDO A IRMÃ DULCE


--> Estava num local que parecia uma escola pública. Mas funcionava ali um hospital. estava juntamente com uma outra pessoa, sentado em um banco que havia no final do corredor bem junto a entrada do pátio desta escola. Eu ia visitar alguém. Quando vi o Ricardo saindo e caminhando por aquele pátio, eu e esta outra pessoa fomos fazer a visita. Atravessamos o pátio e entramos no que seria o quarto onde a gente ia fazer a visita, mas era como uma sala de aula. Entramos e saímos no mesmo instante. Nem vi quem estava ali. voltamos para onde a gente estava e vi o Ricardo voltando. Imaginei que ele pudesse achar rui o fato da gente nem ter esperado ele voltar e já ter saído. Fui por aquele corredor até onde seria a recepção. Ali tinha uma mulher com uma criança de colo e duas outras crianças que deveriam ter cinco e oito anos aproximadamente. O rapaz da recepção disse que só ela podia entrar, pois não era permitido entrada de crianças. Deu a ela um crachá. Mas ela disse que não tinha com quem deixar as crianças. O rapaz disse que não existia crachá para crianças. Depois ele disse que elas podiam entrar, mas disse que se a irmã Dulce aparecesse no quarto onde eles estivesse para fazer a coleta, era para ela fingir com estava com dor no pé. Então este rapaz segurou o pé dele e começou a gritar como se estivesse doendo. Ele fazia aquilo para a tal mulher saber como deveria fazer. Então ele disse que fazendo aquilo a irmã Dulce saberia que voce tinha ido ali fazer fisioterapia, e neste caso poderia entrar com os filhos. A fisioterapeuta era a própria irmã Dulce, mas ela não tinha hora certa para fazer isto, então os pacientes tinham que ficar esperando. Então a tal mulher fui com os filhos em direção aquele pátio onde após atravessá-lo tinha os quartos com os acamados. Nisto ouvi alguém resmungando. Olhei e vi que havia um quarto ao lado desta recepção. estava com a porta aberta. Então vi a Irmã Dulce tentando sentar em uma cama. Ela estava muito velha. Uma mulher tentava ajudá-la, mas ela não queria ser ajudada. Ela dizia algumas palavras que eu não entendia. Ou era porque ela estava velha demais ou dizia em outra língua. mas ela dizia olhando para mim, que a observava. Depois imaginei que ela estivesse era mesmo me chingando. Fiquei pensando então que deveria ter feito alguma coisa que não devia,

domingo, 19 de agosto de 2012

ESPERANDO O PAPAI ACORDAR


ESTAVA CHEGANDO AO QUE SERIA UM HOSPITAL. AO ENTRAR, TINHA ERA UMA COBERTA DE TELHA DE AMIANTO, COM UMA PAREDE ATRÁS E ABERTA DOS OUTROS LADOS. DEBAIXO DESTA COBERTA HAVIA UMA MESA DE ARDÓSIA QUE DEVERIA TER UNS CINCO METROS DE COMPRIMENTO POR DOIS DE LARGURA. DE AMBOS OS LADOS MAIORES DESTA MESA, HAVIA DOIS BANCOS DO MESMO COMPRIMENTO. UM DE CADA LADO. EM CIMA DA MESA, DEITADO NA POSIÇÃO DA LARGURA DA MESA, HAVIA UM PACIENTE COBERTO. NO BANCO ENCOSTADO NA PAREDE HAVIA TRÊS ENFERMEIRAS. UMA FAZIA BORDADO. AS OUTRAS DUAS CONVERSAVAM. NO BANCO DE FRENTE ESTA O RICARDO COM A CABEÇA RECOSTADA NA MESA. FUI CHEGANDO TRAZENDO NA MÃO ESQUERDA UM MAÇO DE FLORES COM UMAS CINCO FLORES. NA MÃO DIREITA TRAZIA UM BOLO DE CHOCOLATE COM UMA VELA EM CIMA. O RICARDO AO VER-ME PERGUNTOU O QUE EU FAZIA ALI. DISSE QUE O PAPAI IRIA ACORDAR E EU ESTAVA ALI PARA ENTREGAR A ELE AS FLORES E O BOLO. O RICARDO DISSE QUE O PAPAI NÃO IRIA ACORDAR. ELE CONTINUAVA DORMINDO. ENTÃO DISSE QUE O JORGINHO HAVIA-ME DITO QUE ELE IA ACORDAR NAQUELE DIA. O RICARDO DISSE QUE ALI SÓ PODIA FICAR UMA PESSOA E QUE EU DEVERIA IR EMBORA, PORQUE A ENFERMEIRA IRA RECLAMAR DE EU ESTAR ALI. DISSE QUE NINGUÉM RECLAMOU E QUE EU FICARIA ALI ATÉ O PAPAI ACORDAR, PORQUE O JORGINHO NUNCA ERRAVA.

domingo, 5 de agosto de 2012

DEBAIXO DA ESCADA

Estava em uma casa. Junto comigo havia algumas pessoas, dentre elas a minha mãe, o Candido, o Ricardo, a Fabíula, a Marília e a Nathalia.   A gente procurava pela Iara que estava desaparecida há uma semana. Mas a gente só procurava ali na casa. Na cozinha a gente conversava. Eu falava do sumiço da Iara, quando a Marília disse saber onde ela estava. Perguntei onde e ela disse que era debaixo do telhado. Nesta casa, para acesso ao sótão, havia duas escadas. Era como nas casas norte americana, a gente puxava uma corda para descer a escada para subir ao sótão. Havia duas destas escadas, uma ao lado da outra. Então imaginei que estando a Iara debaixo do telhado, só podia estar ali. Puxei a primeira escada para baixo, mas não havia nada. Quando puxei a segunda, vi a Iara ali com os pés e mãos amarrados e com a boca amordaçada. Ela estava ali já tinha mais de uma semana. Tirei a Iara de lá, que já saiu reclamando pela demora de alguém ter indo salvá-la. Disse que o Ricardo era quem tinha amarrado ela ali. Fiquei chateado com o Ricardo e fui reclamar com a mamãe do que El tinha feito. A mamãe estava na pia cortando verduras. Mas a mamãe disse que não via nada de mais no que o Ricardo tinha feito. Fui reclamar com o Ricardo, estava bravo com ele. ele simplesmente disse que ela tinha desobedecido ele e por isto ele a tinha prendido para que ela aprendesse a obedecê-lo. Voltei até a mamãe para reclamar do Ricardo e disse que ela já tinha feito isto com a Fabíula. Deixava presa lá e soltava só para ela ir trabalhar e na volta do serviço a prendia novamente. Nisto o Candido chegou apoiando o Ricardo, dizendo que a Fabíula merecia o que ele fez e a iara também. Sai chingando todo mundo porque ninguém se importava com nada que o Ricardo fazia.

domingo, 21 de agosto de 2011

DE BICICLETA PARA A FARRA


Estava no que seria a casa da minha mãe. Mas estava bem diferente do que eh realmente. Era noite. Estavam na sala eu, o Ricardo e o Aleksander. Havia outras pessoas que não sei quem eram. Nisto minha mãe disse que precisava que alguém fosse buscar o pão, na padaria da praça da catedral. Era lá, justamente, que eu morava. Então o Ricardo sugeriu que eu comprasse o pão e entregasse ao Aleksander, pois ele iria até La e voltaria. Então fui indo embora, quando minha mãe, lá da cozinha, me perguntou se quando ela recebesse os tickets alimentação, eu os compraria dela. Disse que sim. Ela disse que seriam 50 reais. Sai e era uma rua estreita, descalça e cheia de buracos. Um carro estava parado bem no meio da rua. Nisto veio um caminhão guincho, trazendo um carro. Mas ele não tinha como passar. Então a pessoa que estava dentro do carro parado no meio da rua, saiu dali. O caminhão guincho foi manobrar para deixar o carro ali perto. Nisto saíram da casa da minha mãe, o Aleksander em uma bicicleta, o Ricardo em outra, puxando uma terceira pela mão. Então pensei que aquela outra bicicleta seria para eu ir nela. Então perguntei se a gente iria de bicicleta. O Ricardo então disse que não iam mais à padaria, eles iria de bicicleta para a farra mesmo. Então os deixei ali e fui embora.