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sexta-feira, 20 de setembro de 2013
ADMIRANDO A ALTA MONTANHA
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quarta-feira, 12 de agosto de 2009
COM MÚSICA NA CHUVA
Estava em uma rua, onde havia muitas pessoas. Estava anoitecendo. Estava agachado no passeio, havia um homem ao meu lado, agachado também. Eu tinha algo na mão, que não sei o que era. Havia vários carros passando, até que uma caminhonete, parecida com esta Fiat estrada, parou em frente. Desceram dois homens desta caminhonete. Então peguei o aparelho que tinha na mão, e liguei o aparelho. Começou a tocar musica. Era para os homens da caminhonete dançar. Mas no momento em que desceram, começou a chover. Eles voltaram para dentro da caminhonete e saíram. Então disse ao homem que estava o meu lado. Não foi desta vez.
sábado, 24 de janeiro de 2009
CHUVA DE SOL NA CHUVOSA PRAIA
Estava numa praia, deitado na beira de um barranco, com a cabeça em um tronco de árvore. Eu segurava um livro. Nisto vi algumas pessoas passando, provavelmente fazendo caminha na praia. Eu olhei para o céu e vi que as nuvens vinham muito rapidamente e de brancas ficavam escuras, indicando que ia chover. Nisto começou a chover nesta praia, mas onde eu estava não chovia. Vi as pessoas correndo, para se esconderem da chuva. Então levantei e percebi que o sol batia em mim, e só em mim, como se fosse um deste holofote de palco de teatro. Então comecei a andar e este sol me acompanhava. À medida que eu andava a chuva sempre parava aonde eu ia e a areia secava imediatamente. De repente a chuva parou e o sol tomou conta de toda a praia. Nisto percebi que já não estava numa praia, e sim, numa praça. E não tinha livro em minhas mãos, mas uma mochila.
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quinta-feira, 16 de outubro de 2008
O FANTASMA DO PRÉDIO
Estava no apartamento que já morei há muito tempo. Era noite e estava chovendo. Eu estava dormindo e acordei com o vento batendo a janela do quarto do Fernando. Então eu fui fechar a janela, e quando cheguei lá à janela estava fechada. O Fernando dormia no berço. Voltei e disse para a Iara que os fantasmas do prédio tinham fechado as janelas. Deitei novamente, mas continuava sentindo o vento e chuva lá de fora, que entrava por alguma janela e me atingia. Então, quando fui levantar, para fechar a tal janela.
terça-feira, 25 de setembro de 2007
O HOMEM DE GUARDA-CHUVAS
ESTAVA DORMINDO, QUANDO COMEÇOU A VENTAR MUITO E A CHOVER. O VENTO TRAZIA A CHUVA PARA DENTRO DE MEU QUARTO, PORQUE A JANELA ESTAVA ABERTA. EU QUERIA LEVANTAR PARA FECHAR A JANELA, MAS FICAVA QUIETO NA CAMA. NISTO LEMBREI QUE A JANELA DO QUARTO DA NATHÁLIA ESTAVA ABERTA TAMBÉM. ENTÃO LEVANTEI PARA FECHAR A JANELA DO QUARTO DELA, NISTO VI QUE MEU QUARTO ESTAVA TODO MOLHADO, O TETO, AS PAREDES E O CHÃO. ENTÃO FUI FECHAR A JANELA DA NATHÁLIA. QUANDO ABRI A PORTA DO MEU QUARTO, VI QUE AS PAREDES E O TETO DO CORREDOR TAMBÉM ESTAVAM TODOS MOLHADOS. FIQUEI PENSANDO COMO ISTO FOI POSSÍVEL, POIS O CORREDOR NÃO TEM JANELAS. ENTREI NO QUARTO DA NATHÁLIA, O VENTO SOPRAVA FORTE, E PARA A PORTA NÃO BATER, SEGUREI ELA COM O PÉ E ME ESTIQUEI PARA FECHAR A JANELA, QUE TINHA UM COBERTOR NO LUGAR DE CORTINA. QUANDO FUI FECHAR, VI QUE NÃO ESTAVA NO QUARTO ANDAR, QUE É ONDE EU MORO, E SIM NO SEGUNDO ANDAR. NISTO, ANTES DE FECHAR, VI QUE NOS FUNDOS DO PRÉDIO, TINHA ERA UM ENORME TERRENO COM VÁRIOS CANTEIROS PLANTADOS COM HORTALIÇAS, E NÃO CASAS, COMO É REALMENTE. NISTO VI UM HOMEM PASSANDO POR ENTRE ESTES CANTEIROS, DE GUARDA-CHUVA. EU ENTÃO FECHEI A JANELA COM CUIDADO, PARA NÃO ACORDAR A NATHALIA.
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