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terça-feira, 10 de julho de 2018

O BANHEIRO, A MEDIÇÃO E MEUS PAIS




O BANHEIRO, A MEDIÇÃO E MEUS PAIS 
Estava em um banheiro grande onde o piso era de terra. Estava juntamente com três ajudantes fazendo uma medição da qualidade do ar. Havia muita água no chão deste banheiro. Eu montava o equipamento de medir a qualidade do ar e dizia aos meus ajudantes o que deveriam fazer para me ajudarem. Mas eles fazia tudo errado e então fui eu mesmo fazer. Nisto pisei em um buraco que estava cheio de água que foi até meu joelho. Não estava gostando de ver os ajudantes não saberem montar corretamente o equipamento. Nisto o Fernando gritou do lado de fora do banheiro que precisava ir ao banheiro. 
Então pedi para todos sairmos do banheiro. Ao sairmos do banheiro veio a Nathália dizendo que ela estava aguardando para ir ao banheiro antes do Fernando. O Fernando então disse para a Nathália ir logo porque ele queria ir também. Fui andado por aquela sala e vi meu pai sentado com as pernas cruzadas em um banco que tinha no canto da sala. Fui passando por ele, indo em direção a cozinha e pedi a benção a ele. Parece que ele não ouviu e eu pedi novamente. Ele também não olhou para mim e eu pedi a benção a terceira vez. Ele não respondeu. Nisto fui entrando na cozinha e vi minha mãe, que estava bem mais magra que era. Fui para pedir a benção a ela e alguém pediu a benção antes de mim. Ela respondeu "Deus te abençoe". Então pedi a benção a ela também e ela me respondeu "Deus te abençoe". Fui indo para outro comodo da casa.

domingo, 8 de setembro de 2013

ACELERANDO A MOTO


sábado, 8 de agosto de 2009

ATRÁS DO CHEFE, COM AJUDANTE FLUTUANTE

Estava chegando num local, que seria o local do meu trabalho, carregando com dificuldades uma maleta tipo James Bond, e mais alguns papeis nas mãos. Este local era cheio de desníveis. Havia várias escadas de acesso. Era parecido com a praça do santuário aqui de Div. Só que o piso era todo de forrado com britas pequenas e tinha alguns canteiros, mas nenhuma árvore, como tem na praça do santuário. Quando descia uma destas escadas, cruzei com o dono, ele fez que parou, mas eu continuei. Fiquei pensando que faltava ainda um minuto para seis e meia e então não tinha começado o horário do serviço. Fui até um canto que tinha ali e vi um mini armário, de uma gaveta, que ficava ali no chão. Agachei para abrir a gaveta. Quando abri, vi que só tinha panfleto de propaganda. Peguei um e pensei em despistar quem estivesse olhando, para pensarem que fosse correspondência. Estava meio escuro eu tentava vi-lo-á para uma luz que vinha ao lado. Mas não conseguia. Nisto uma luz de lanterna iluminou o panfleto. Olhei para ver que era, era um chefe. Ele então disse: “agora você pode ver melhor” fiquei rindo meio sem graça, guardei o panfleto. Nisto, como se o que eu via, virasse 90 graus e fui parar do outro lado, num outro nível, como se visse tudo num espelho. Nisto já estava perto do chefe com a lanterna e ao meu lado havia uma espécie de duende, que seria meu ajudando. Ele era uma bola com perna e braços, tudo miniatura só que ele flutuava. Nisto este chefe me disse: “seja bem vindo ao seu primeiro dia de chefe”. Não falei nada, fiquei rindo. Quando vi o dono passando um pouco adiante, só que no nível mais alto. Então disse para meu ajudante que flutuava: “vamos lá falar com o dono, porque ele quer falar comigo”.
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