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segunda-feira, 25 de março de 2019

Carros com nome de gente - Procurei nomes de alguns modelos a venda atualmente no mercado brasileiro. Alguns resultados foram surpreendentes. Vem ver comigo:




Procurei nomes de alguns modelos a venda atualmente no mercado brasileiro. Alguns resultados foram surpreendentes. Vem ver comigo:
O banco de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta a existência de mais de 130 mil nomes diferentes no Brasil.

Procurei nomes de alguns modelos a venda atualmente no mercado brasileiro. Alguns resultados foram surpreendentes. E para ninguém dizer que eu estou mentindo, eles podem ser conferidos aqui. 
Chevrolet Onix 
O modelo mais vendido do mercado brasileiro leva o nome da pedra ônix, embora tenha perdido o acento no meio do caminho. De acordo com o IBGE, até 2010, 37 pessoas tinham o nome do carro (ou da pedra). 
Chevrolet Montana 
A picape leve da marca da gravata compartilha o nome com 20 pessoas em todo o Brasil. 


Ford Ka 
Ka é o nome de um elemento da mitologia egípcia, embora quase 100% das pessoas o associe ao hatch da Ford mesmo. Até o último Censo, o nome era usado por 58 pessoas. 
Ford Ranger 
Além de designar a picape média da Ford, a palavra Ranger já teve vários significados ao longo da historia. Mas a princípio definia os guardas florestais ingleses. No sistema do IBGE, era usado como nome próprio por 45 pessoas. 
Hyundai Creta 
O nome do SUV compacto da marca coreana foi inspirado na ilha grega de mesmo nome. Que por sua vez era o nome próprio de 22 pessoas no último levantamento do IBGE. 
VW Polo 
No sistema do IBGE não constam estatísticas para o uso de nomes como Gol e Voyage no Brasil. Mas Polo é o nome usado por 60 pessoas.
Fonte: msn.com


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domingo, 1 de setembro de 2013

O TREVO



terça-feira, 9 de outubro de 2012

CASA SEM PAREDE COM DINHEIRO DE PAPEL

-->Estava no que seria minha casa. Esta casa ficava na beira de um morro aos fundos. Na frente era uma espécie de campinho bem pequeno. Além deste campinho, tinha casas por todo lado. Mas não havia ruas, somente caminhos entre estas casas que foram construídas sem alinhamento nenhum. Nos fundos da minha casa, abaixo daquele morro, havia uma empresa pequena, que construía portão de garagem. O quintal desta empresa ficava abaixo da janela do meu quarto. Mas eles cavaram o morro debaixo da minha casa, fazendo dali o escritório. Na frente da minha casa, virada para aquele campinho, tinha minha sala, só que ela não tinha a parede da frente. Era toda aberta. Então o pessoal que passava por ali, sempre sentava no meu sofá para descansar. Fui dormir e não conseguia fechar a janela do meu quarto, que era virada para aquela empresa. Esta janela tinha duas bandas que eram toda de vidro. Tinha mais ou menos um metro quadrado. Então desparafusei dois parafusos e assim a janela fechou. Fui dormir e acordei já de manhã. Fui abrir a janela e ela quase caiu uma banda lá em baixo, porque eu a tinha desparafusado. Olhei lá em baixo e vi três homens trabalhando. Eles carregavam um portão. Nisto um deles veio para o escritório que ficava debaixo da minha casa e passou por baixo da minha janela. Nisto a outra parte da janela quase caiu lá em baixo. Com dificuldades de segurar as duas partes, fiquei imaginando que se tivesse caído poderia ter acertado o tal homem. Então parafusei novamente a janela. Fui em direção a sala onde havia três homens sentados no sofá descansando. Um estava fumando. Nisto vi que minha mãe vinha com duas crianças de aproximadamente uns cinco anos, que seriam meus filhos. Entraram na casa e estes meus filhos foram correndo e começaram a brincar e a mexer no que havia em cima dos móveis. Então disse pra minha mãe que não dava pra morar ali, que tinha que me mudar o mais rápido possível. Ela disse que eu deveria mudar mesmo. Nisto veio chegando a Rita que parou na sala e sentou no sofá. Fui até ela. Ela disse que vinha trazer o dinheiro que me devia. Perguntei se tinha trago todo o dinheiro. Ela disse que não tinha contado, mas se eu não quisesse receber ela levaria de volta. Disse que queria sim, precisava do dinheiro. Ela então me deu um monte de nota de dois reais, cinco, dez e cem reais. Todas de papel. Era daquele jogo “Banco Imobiliário”. Peguei as notas embolando todas na mão. Fui até uma cômoda que tinha no outro cômodo, para contá-las. Ao colocá-las em cima da cômoda, algumas caíram atrás desta cômoda. Fiquei de pegar depois. Nisto meus filhos chegaram e disse que a Rita havia pedido para eu ir com ela até a casa dela, para trazer o carro de volta. Fui lá para fora e a Rita já estava no carro com meus filhos lá dentro. Este carro era da largura de um carro normal. Mas só tinha a parte da frente, aonde ia a Rita dirigindo e meus filhos ao lado. Não tinha banco de trás. Mas havia na frente dele uma espécie de cesto, tipo aqueles de bicicleta de carga. Este cesto ocupava toda a frente do carro. Foi ali que eu montei. A Rita saiu dirigindo por aquelas vielas e entrou na rua. Ela passava na frente dos carros e eu ficava caindo, de um lado ao outro, dentro do cesto. Reclamei com a Rita que ela não sabia dirigir. Ela então disse que tinha tirado carteira. Então fiquei pensando que não sabia dirigir carro de carga e não sabia como iria trazê-lo de volta.

terça-feira, 10 de julho de 2012

EM ALTA VELOCIDADE

ESTAVA DENTRO DE UM CARRO COM O CÂNDIDO. EU DIRIGIA. PASSAVA POR UMA RUA ESTREITA QUE ERA CALÇADA COM PEDRAS DE COR ALARANJADA. EU JÁ HAVIA PASSADO ALI ANTE. DEPOIS DE UMA CURVA ESTA RUA SUBIA UM POUCO E DEPOIS TINHA UMA DESCIDA FORTE. DEPOIS QUE FIZ A CURVA E COMECEI A DESCER, VI QUE ESTA DESCIDA NÃO ERA IGUAL A QUE EU TINHA PASSADO ANTES. A RUA DESCIA UM PAREDÃO TOTALMENTE EM LINHA RETA PARA BAIXO. ESTE PAREDÃO DEVERIA TER MAIS OU MENOS UM QUILOMETRO DE ALTURA. O CARRO FOI DESCENDO NUMA VELOCIDADE CADA VEZ MAIOR. MEU CORPO FOI SENDO JOGADO PARA TRÁS DE TÃO RÁPIDO QUE O CARRO IA. PERCEBI QUE AO CHEGAR LÁ EM BAIXO A GENTE SIMPLESMENTE IRIA SE DESMANCHAR TAMANHO SERIA O IMPACTO. QUANDO FUI APROXIMANDO DO FIM DA DESCIDA E JÁ SENTIDO O CORPO SE DESMANCHANDO, TIVE A CERTEZA QUE AQUELA RUA NÃO ERA ASSIM. ENTÃO, NO MOMENTO QUE O CARRO FOI TOCAR O CHÃO NA RUA QUE PASSAVA EM BAIXO DESTE PAREDÃO, VOLTEI PARA O INÍCIO DAQUELA ESTRADA, ANTES DA CURVA. FIZ NOVAMENTE A CURVA E VI QUE ALI ESTA O MECÂNICO QUE EU PAREI DA OUTRA VEZ, PARA CONSERTAR O CARRO. E ERA QUEM EU PROCURAVA NOVAMENTE, PARA CONSERTAR DE NOVO O CARRO. ENTÃO DISSE PARA O CÂNDIDO QUE SABIA QUE ALI NÃO EXISTIA AQUELA RUA DESCENDO AQUELE PAREDÃO.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

VIAJANDO A TRABALHO

Estava em uma casa. Havia quatro pessoas ali. Nisto chegou uma pessoa dizendo que tinha aparecido serviço para eu fazer em outra cidade. Esta pessoa trabalhava na mesma empresa que eu. Fui pegar o carro e esta pessoa disse que iria dirigindo. Disse que não, eu dirigia meu próprio carro. Entrei no carro e as quatro pessoas entraram também. O carro estava dentro de uma garagem bem larga. Dei marcha à ré fui virar o carro dentro da garagem mesmo. Pisei no freio porque ele tinha ido rápido demais e quase bateu na parede. Verei para aquelas pessoas e disse que estava só testando o freio. Sai dali por uma estrada que havia na porta da casa. Fui dirigindo até que cheguei à outra casa onde morava meu pai. Lá que ficava o equipamento para eu trabalhar. Parei o carro na porta e pedi ao meu para colocar o equipamento no porta malas. Sai andando por aquela estrada até onde ela cruzava com outra. Fui ali ler a placa de sinalização, para saber qual direção eu deveria seguir. Voltei até o carro e meu pai já tinha colocado o equipamento lá dentro. Saímos dali e eu disse para aquelas pessoas que já sabia qual caminho a gente ia seguir.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

A SACOLA DE PARAFUSOS E A PADARIA

Estava num local que parecia ser uma oficina mecânica, porém com vários cômodos em um corredor, e cada cômodo tinha várias peças de carro espalhadas pra todo lado. Vinha por este corredor, pulando as peças que estavam espalhadas por ali, carregando uma sacola grande, vermelha, cheia de parafusos e pregos, que eu iria vender no ferro velho. A sacola estava muito pesada. Quando fui chegando ao final deste corredor, havia um guichê, tipo estes de lotérica, onde atrás do vidro havia um casal. Eles vendiam queijo. Perguntei o preço e disseram que era dez reais o quilo. Havia um queijo branco e grande em cima do balcão deste guichê. Disse que queria um queijo e a moça pegou este que estava no balcão. Disse que só queria um quarto do queijo. Ela partiu o queijo ao meio e disse que ele era muito leve. Colocou na balança e disse que custariam dois reais e cinqüenta centavos. Dei uma nota de cinco reais e o moço achou rui. Ele queria cinco pratinhas de cinqüenta centavos. Disse que não tinha pratinha. Ele pegou a nota e me deu o troco com uma nota de dois reais e uma pratinha de cinqüenta centavos. Depois jogou no balcão, para eu pegar, várias pratinhas. Disse a ele que já tinha me dado o troco. A moça disse que aquelas pratinhas eram de um centavo e cinco centavos e que eles não queriam pratinhas daquele valor. Quando fui colocando as pratinhas na sacola onde estavam os parafusos para vender tudo no ferro velho, veio chegando um casal para comprar queijo também. Sai dali carregando com dificuldades aquela sacola e quando sai do corredor, a gente saia dentro da padaria do Milton no bairro esplanada. Passei pela padaria e lá fora sentado, estava o Candido me esperando com o meu filho no colo. Meu filho deveria ter uns quatro anos. Coloquei a sacola no chão, peguei meu filho e o Candido disse que o carro estava estacionando em baixo da árvore em frente à escola. Não havia canteiro central ali, apenas a larga avenida. O Candido tinha parado o carro na contra mão. Indo para o carro disse ao Candido que havia me esquecido de comprar o pão. Pergunte se ali na esplanada havia uma padaria. Ele disse que tinha uma na rua do bar. Lembrei que estava sem a sacola. Pedi ao Candido para ir pega-la para mim. Ele voltou, ficou procurando perto de onde ele estava sentado e nada viu. Entrou na padaria do Milton e depois voltou sem a sacola, dizendo que não tinha nada ali. Entreguei a ele o meu filho e fui procurar a sacola com os parafusos que eu iria vender. Entrei na padaria e fui de volta a corredor. Sai pulando as peças e pensei que tinha passado ali com a sacola e portando não poderia estar lá dentro. Voltei até o Candido e disse que alguém tinha pegado minha sacola. Chegando ao carro o Candido disse que precisa ir embora e que iria a pé. Ele disse que a Fabíola iria me levar. Entrei no carro com o meu filho no colo, e disse a Fabíola que precisava primeiro passar na padaria que tinha ali na rua do bar. Ele disse que sabia onde era. Virou o carro para dar meia volta só que ele foi para a contra mão, visto que o carro estava na contra mão já. Quando fez isto, o carro quase bateu em outro que vinha em sua mão certa. Então disse a ela porque estava dirigindo na contra mão. Ela disse que naquela rua ali não existia isto de mão e contra mão. Que qualquer um poderia dirigir em qualquer lugar da rua. Ela virou a rua do bar em direção a padaria.