OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Sítio
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sábado, 13 de setembro de 2014

OS PINTINHOS






Estava em um local que parecia ser um sítio.
Havia uma pequena construção coberta. Dentro dela havia um ninho de galinha com quatro ovos. Três ovos de tamanho normal e um era quatro vezes aproximadamente, maior que um ovo de galinha. Dois pintinhos nasceram e saíram correndo dali. Do ovo grande nasceram três pintinhos. Eram trigêmeos. O quarto ovo nasceu um pintinho que era pouco menor que a concha de uma colher de sopa. Além de super pequeno, era era da cor xadrez. Era preto e vermelho. Assim que nasceu saiu correndo também, tentando acompanhar os outro que tinha nascido. Eu corria atrás dos pintinhos tentando pegá-los para colocar de volta ao ninho, mas eles eram rápidos demais. Nem o pintinho xadrez eu conseguia pegar.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

SENTINDO FRIO NO CALOR

Estava em uma casa de campo. Havia várias pessoas ali e algumas crianças. Na frente da casa havia um fosso. Para passar por este fosso havia uma tábua larga de um metro de largura mais ou menos. Fui ajeitar esta tábua para passar pelo fosse e uma cobra coral que estava ali mordeu minha mãe. Depois que ela morde, pisei rapidamente nela, várias vezes. Mas ainda assim ela saiu se contorcendo e caiu dentro deste fosso. Minha mãe estava sentada em uma cadeira próximo dali. Fui correndo até ela, disse que uma cobra tinha me mordido e mostrei minha mãe. Minha mãe disse que não havia problemas que não era nada. Disse a ela que a cobra era coral. Ela então disse que ela não era venenosa. Sai dali e fui para um cômodo que ficava do lado de fora da casa. A Bete do Paulinho estava ali juntamente com outras pessoas. Eu ia ajudá-los em algo. Nisto comecei a sentir muito frio. Disse para a Bete que ia lá dentro de casa pegar uma blusa. Ela começou a rir dizendo que estava um calor danado. Mas eu estava sentido frio e fui buscar a blusa. Então lembrei que poderia ser o veneno da cobra fazendo efeito. Então imaginei que eu estava perdido e não dava tempo de fazer mais nada.


domingo, 27 de maio de 2012

NO SÍTIO ENSINANDO FILHO A DIRIGIR CARRO

ESTAVA NO QUE SERIA UM SÍTIO. ESTAVA DISTANTE DE UMA CERCA DE ARAME FARPADO QUE TINHA APROXIMADAMENTE UNS 6 METROS. ELA TINHA APENAS QUATRO MOURÕES. UM EM CADA EXTREMIDADE E DOIS NO MEIO, DISTANTE UM DO OUTRO APROXIMADAMENTE MEIO METRO. DEBRUÇADO EM UMA DAS EXTREMIDADES DESTA CERCA, LENDO UM JORNAL, ESTAVA MEU PAI. EU ESTAVA UM POUCO DISTANTE, JUNTAMENTE COM DOIS FILHOS MEUS. UMA MENINA QUE TINHA DEZ. ANOS E O MENINO QUE TINHA OITO ANOS. HAVIA DOIS CARROS MEUS ALI PARADOS. A MENINA ENTROU EM UM CARRO E SAIU DIRIGINDO NA DIREÇÃO OPOSTA DAQUELA CERCA ONDE ESTAVA MEU PAI LENDO JORNAL. O MENINO PEDIU PARA DIRIGIR O OUTRO CARRO. EU DEIXEI, PARA QUE ELE APRENDESSE TAMBÉM A DIRIGIR. ELE ENTROU NO CARRO E SAIU EM DISPARADA EM DIREÇÃO A CERCA ONDE MEU PAI ESTAVA. PASSOU RENTE AO MEU PAI QUE NEM OLHOU PARA O QUE ACONTECIA. SAI CORRENDO ATRÁS DELE, PULEI A CERCA ENTRE AQUELES DOIS MOURÕES QUE ESTAVA NO CENTRO E CORRI POR UMA TRILHA NO MATO, ONDE O MENINO DIRIGIA. CONSEGUI ALCANÇÁ-LO E GRITEI PARA ELE PISAR NO FREIO. ELE PISOU NO FREIO E O CARRO PAROU ENCOSTADO NO MOURÃO DE OUTRA CERCA QUE HAVIA ALI. ENTÃO DISSE A ESTE MEU FILHO DE OITO ANOS, QUE ERA FÁCIL DIRIGIR. ERA SÓ IR PISANDO NO FREIO QUE O CARRO NÃO CORRIA MUITO E PARAVA FACILMENTE. DISSE A ELE PARA TENTAR NOVAMENTE. ELE SAIU, DESTA VEZ BEM DEVAGAR E FOI DIRIGINDO DE VOLTA. NISTO VEIO A IARA E COMEÇOU A RECLAMAR PELO FATO DE EU ESTAR DEIXANDO MEU FILHO DE OITO ANOS DIRIGIR. DISSE A ELA QUE A NOSSA FILHA DE DEZ ANOS TAMBÉM ESTAVA DIRIGINDO. A IARA DISSE QUE DEZ ANOS NÃO TINHA PROBLEMAS, MAS OITO ANOS NÃO PODIA DIRIGIR AINDA.

domingo, 20 de maio de 2012

DESEQUILIBRANDO NO PENHASCO

ESTAVA NUM LOCAL QUE SERIA UM SÍTIO ONDE JÁ TINHA MORADO. ESTAVA COM O CANDIDO, O GERALDO E OUTRA PESSOA QUE NÃO SEI QUEM ERA. ESTE SÍTIO FICAVA AS MARGENS DO LAGO DE FURNAS. A GENTE ESTAVA ANDANDO CALMAMENTE E CONVERSANDO, QUANDO FUI ATÉ A BEIRADA DE UM GRANDE PAREDÃO, QUE DEVERIA TER UNS DEZ METROS DE ALTURA. LÁ EM BAIXO ESTAVA A ÁGUA. AO LADO DESTE PAREDÃO, HAVIA UMA RAMPA FEITA DE CIMENTO, PARA SE CHEGAR LÁ EM BAIXO. EU SENTEI NESTE PAREDÃO, COLOQUEI OS PÉS PARA BAIXO E FALEI PARA O CANDIDO E O GERALDO, QUE A IARA GOSTAVA DE SENTAR ALI E FICAR BATENDO OS PÉS NA ÁGUA. MAS A ÁGUA TINHA DESCIDO TANTO E ESTAVA LÁ NO FUNDO AGORA. QUANDO FUI LEVANTAR PARA SAIR DALI, MEU CORPO DESEQUILIBROU E FIZ DE CAIR LÁ EM BAIXO. FIQUEI SEGURANDO COM AS PONTAS DOS DEDOS, MAS NÃO CONSEGUIA VOLTAR, POIS MEU CORPO JÁ ESTAVA MAIS PRA FRENTE. ENTÃO GRITEI PARA O CANDIDO E O GERALDO ME AJUDAREM. ELES, QUE TINHAM CONTINUADO A CAMINHAR, ESTAVAM UM POUCO DISTANTE. ELES VOLTARAM CORRENDO. O GERALDO CHEGOU PRIMEIRO E DESCEU AQUELA RAMPA INDO LÁ EM BAIXO. PERGUNTEI A ELE O QUE ESTAVA FAZENDO. COMO ELE IRIA ME AJUDAR ESTANDO LÁ EM BAIXO. NO QUE ELE RESPONDEU:
__VOU EMPURRAR SEUS PÉS.
__VAI EMPURRAR MEUS PÉS COMO? VOCÊ ESTÁ A DEZ METROS MAIS BAIXO QUE EU.
__HA, EU PENSEI QUE DAVA.
NISTO O CANDIDO CHEGOU E ME PUXOU PELA GOLA DA CAMISA E DISSE:
__VOCÊS DOIS PARECEM DOIDOS.

domingo, 27 de novembro de 2011

Fim de semana no sítio - Eu não queira ir passar o final de semana no sítio, eu nem gostava do campo, mas o que aconteceu lá, mudou minha opinião














Eu não queira ir  passar o final de semana no sítio, eu nem gostava do campo, mas o que aconteceu lá, mudou minha opinião
Estava em um carro, juntamente com três pessoas, indo para um sítio. O sitio era do dono do carro. Havia outro carro que vinha atrás, com mais quatros pessoas. Era sexta feira e a gente ia ficar até domingo neste sitio. Eu não queria ir, porque não gosto de sitio, fazenda e similares. Gosto de cidade mesmo. Mas este colega meu, que ia comigo, tinha insistido para eu ir, que acabei indo. Chegando neste sitio, não vi nada alem de duas casas e muito mato. 


Já fiquei entediado só de imaginar como seria quando o sol se pusesse no horizonte, porque à noite no mato, eh um verdadeiro tédio. Nisto o dono do sito disse que eu dormiria na casa de baixo, juntamente com outra pessoa. Ele e outros cinco ficariam na casa de cima. Já imaginei que estava sendo discriminado. Jogado na casa de baixo, que era um casebre, enquanto os outros ficavam na casa principal. O dono do sitio disse que não tinha cama para todos na casa de cima, por isto dois ficariam na casa de baixo. Fiquei imaginando, -sobrou para o marmitão-
A casa de baixo deveria ter sido um antigo depósito. Só tinha um quarto e a cozinha. O banheiro ficava do lado de fora da casa. Sem sala, sem TV, Sem som, sem vídeo game, resumindo, era só um dormitório mesmo. A pessoa que foi comigo para este casa de baixo foi usar o banheiro e constatou que não tinha água. Foi falar com o dono do sítio. 


Ele foi até a roda d'água e disse que a bomba carneiro não estava mandando água, que deveria ter entrado ar na mangueira, mas ele só poderia consertar no outro dia, porque a noite era complicado. O bom era que a gente precisava ir pra casa só na hora de dormir. Até este momento a gente ficava com toda a turma na casa de cima ou andando pelo pomar em busca de alguma fruta.
A noite até foi tranquila, sem insetos, um friozinho até bom e acabou que dormi muito bem e só acordei quando vieram me chamar para o café da manha. Quando fui tomar café, o dono do sítio já tinha tirado o ar da mangueira e já tinha água na casa onde eu dormia. O caseiro do sítio e sua esposa já tinham feito pão de queijo, bolo, e biscoitos. 


Tinha queijo e frutas. O café da manhã estava muito bom, confesso. Não sou muito fã de sítio, mas confesso que tomar um café da manhã vendo apenas paisagens lá fora, tem um outro significado. Eh muito diferente que fazer isso na cidade. Pra quem gosta de tomar uma cerveja (eu não gosto de cerveja) o dia deve ser curto, porque ficam o dia todo na cerveja e no churrasco, ou dormindo.
E assim foi o sábado. Muita conversa, muita cerveja, muita comida, muito banhos na piscina natural formado pelo córrego que passa no sítio, gente tirando uma soneca pra todo lado, micos vindo roubar jabuticabas e vários pés de mexerica carregados e eu chupei muita mexericas. De tardinha vi algumas vacas passando próximo a casa central. Eu perguntei ao dono do sítio, só para puxar conversa mesmo, quem era o dono da fazenda onde as vacas estavam. 


Ele respondeu que era ele. Mas eu indaguei se ali não era um sítio. Ele disse que sim, mas foi comprando terras ao redor e hoje era dono de toda a terra em volta. Ele não quis desmanchar as casas porque foi ali que ele tinha começado a gostar de fazenda. Disse que tinha um casarão com vários cômodos na sede da fazenda, mas era ali que ele gostava de ficar com os amigos. Achei legal a atitude dele.  
Domingo não foi muito diferente, com churrasco, cervejas e apareceram ali algumas garotas para tomar banho na piscina natural. Eram as filhas do caseiro e suas amigas. Elas tinham o costumar de tomar banho ali. Fizemos amizades com elas e com isso alguns de nós passamos boa parte do domingo na piscina com as garotas. Foi muito legal e bem diferente do que eu imaginava. Acabei que gostando de estar ali no sítio naquele final de semana. E antes do sol se por, viemos embora com a promessa de que voltaríamos, era só nos convidar.


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quarta-feira, 10 de março de 2010

NO SÍTIO, ABRANÇADO A MULHER


Fui até o sítio da Jaqueline, que fica em Monsenhor João Alexandre. Lá, encontrei uma mulher, que estava vestida de longo. Então, como se já a conhecesse a muito tempo, a abracei pela cintura. Nisto chegaram algumas pessoas que começaram a rir, dizendo que eu namorava como antigamente. Este namoro de abraçar a cintura, já era. Então disse que não tinha nada melhor que abraçar uma mulher pela cintura. Nisto passei a mão na bunda da tal mulher. As tais pessoas disseram então que eu era quadrado e fora de moda. Então quis saber como era namorar modernamente. Eles disseram que não abraçasse a mulher, que só deveria ficar conversando sem encostar, quando estivesse na frente de outra pessoa. Abraçar só no quarto quando estivessem sozinhos. Então disse a eles que preferia ser quadrado. Nisto a mulher olhou para mim e disse que não namorava homem quadrado e fora de moda. Saiu e foi embora com as tais pessoas.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

NO FUTURO, DE ENCONTRO COM O PASSADO

Estava descendo uma ladeira, que não sei onde era. Estava junto com o Fernando. Nisto passou a Nathália abraçada com um rapaz de cor negra, que deveria ter uns 13 anos. Reclamei com a Nathália, dizendo que ela tinha 19 anos e não podia namorar alguém de 13 anos. Mas ela não deu ouvidos ao que eu falava e continuo abraçada ao rapaz e fui indo na nossa frente. Estava meio escuro e havia neblina. Ela sumiu na neblina. Continuei andando com o Fernando, até que chegamos numa rua que cruzava aquela ladeira. Fui para a direita e o Fernando foi para a esquerda. Sai andando até que percebi que estava numa estrada de terra, que seguia por entre uma mata. Andando um pouco cheguei num sítio onde havia uma grande casa, com varando em toda sua volta e várias pessoas conversando e bebendo cerveja. Dentre as pessoas que estava lá, uma estava sentada na cadeira, não bebia nada e também nada dizia. Fui aproximando aos poucos daquelas pessoas, quando vi que a pessoa que estava sentada ali, era eu mesmo. Fiquei assustado e imaginando como poderia ter dois eu. Então imaginei que eu poderia ter voltado no tempo e estava encontrando comigo mesmo. E que eu estava parado, sentado naquela cadeira sem fazer nada, porque dois de mim não podiam se mexer no mesmo tempo. Eu só voltaria a me mexer, quando eu voltasse para o futuro, de onde tinha vindo.