OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : DINHEIRO
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quarta-feira, 6 de junho de 2018

A PARTILHA DOS 400 REAIS




A PARTILHA DOS 400 REAIS
Estava juntamente com várias pessoas em um passeio perto de uma praça da cidade. Nisto chegou o Sr. Ary e meu deu 400 reais. Eram duas notas de cem reais e quatro notas de cinquenta reais. Ele me disse que era para repartir entre os herdeiros dele, pois aqueles 400 reais era os bens que ele tinha guardado. Peguei os 400 reais e perguntei se era para dividir somente entre os filhos. Ele ficou pensando até que uma pessoa que estava ali disse que não era para dividir todo o dinheiro, só a metade dele. O Sr. Ary então pegou as quatro notas de cinquenta e perguntou a quem deveria dar os 200 reais então. Muitas pessoas começaram a falar ao mesmo tempo. Uma pessoa pegou o dinheiro com o Sr. Ary e disse o que deveria ser feito com os 200 reais. Outra pessoa não concordou, pegou o dinheiro na mão desta pessoa e disse o que ele achava que deveria ser feito com o dinheiro. Assim, o dinheiro foi passando de mão em mão. Todos discutiam o que fazer com o dinheiro até que uma mulher pegou o dinheiro, colocou na bolsa dela e foi embora. O Sr. Ary então me disse que era para distribuir os 400 reais mesmo entre os herdeiros. Então eu disse que uma mulher colocou os 200 reais na bolsa e foi embora. o Sr. Ary então mandou que eu dividisse apenas os 200 reais que tinham sobrado

domingo, 17 de agosto de 2014

A PARREIRA, A CAIXINHA E AS SEMENTES






Estava em um local que ficava no quintal de uma casa.
Havia ali uma armação feita de bambu que estava a uns três metros do chão e deveria ter uns três metros por três metros. Em cima desta armação de bambu havia três caixas pequenas de madeira, quadradas, devendo pedir uns vinte centímetros de comprimento, largura e altura. Esta caixa não tinha tampa. Elas ficavam nas duas pontas da armação de bambu e uma no meio desta. Um pouco abaixo desta armação de bambu havia uma prateleira que ocupava toda a extensão desta armação de bambu. Em cima desta prateleira havia toalhas de papel exatamente em baixo das caixas que tinha em cima da armação de bambu. Eu tinha nas mãos uma vara com um bico tipo de bule na ponta. 
Eu colocava este bico na boca das pequenas que estava em cima da armação de bambu. Apertava um gatinho que tinha nesta vara próximo a  minha mão, fazendo com que uma semente, parecida com semente de uva, caísse dentro desta caixa. Depois, esta semente caia na toalha de papel que tinha abaixo desta. Ia fazendo isto de caixa em caixa. Nisto começaram a chegar pessoas para trabalhar em uma firma que tinha pouco a frente do quintal desta casa. As pessoas passavam ali e colocavam moedas e cédulas de dinheiro dentro destas caixas, pensando ser caixinhas de natal, para depois dividir entre eles. Eram muitas pessoas que passavam ali para o trabalho e assim colocaram muito dinheiro. Fiquei pensando como eles colocam o dinheiro sem saber se as caixas eram para isto ou não. Deveria ter muito dinheiro ali.

sábado, 12 de julho de 2014

A CAMISA DO CLUBE DE FUTEBOL









Estava num local, que parecia um descampado. Eu estava ao lado de um muro que tinha aproximadamente uns 3 metros de altura. E acima do muro havia uma cerca de arames que ia tão alto que eu não conseguia ver. Este muro tinha alguns intervalos que, no lugar do muro, tinha a tal cerca de arames, que ia de cima a baixo. Havia uma pessoa comigo, que não sei quem era. Eu usava uma camisa de algum clube de futebol, com um escudo no peito. Não sei qual clube era. Do outro lado do muro, havia dois homens que queria minha camisa. Eles me olhavam por esta cerca de arames. Eu corri bem rápido, acompanhando este muro, e eles me acompanhavam também. Eu voltei para onde eu estava e eles continuavam me olhando. Então eu tirei a camisa e pulei no alto do muro, segurando na cerca que tinha acima dele. Os dois homens também pularam e agarraram a camisa. Eu segurava de um lado e eles do outro. Então eu disse que daria a camisa a eles. Eu subi uma rampa e em cima estava a Rita. Ela segurava uma varinha na mão e ficava riscando o chão. Eu vi duas bacias num canto e toda cheia de teia de aranha. Havia vários fios da teia, que parecia uma corda. Então eu disse para a Rita que não tinha como tirar as bacias, porque as teias estavam muito fortes. Ela riu e disse que depois limpava a casa. Ela então me disse que precisa de um dinheiro. Eu disse que se ela estivesse dito antes, eu teria arrumado, mas eu tinha gastado o dinheiro com outra coisa.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O ARMÁRIO E O BOBO DE CAMARÃO


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

NOS GALPÕES DA RFFS/A

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Estava andando em uma rua, quando entrei no que seria o galpão das oficinas da RFFS/A. As locomotivas que estavam em todas as linhas deste galpão, que deveriam ser umas seis, ficavam quase rentes a parede onde a gente tinha que passar. Passei sem muitas dificuldades e cheguei a um corredor que deveria ter uns 20 metros de comprimento por um metro largura. Estava carregando nas mãos, dois canecos de louça com água. Fui por este corredor até que cheguei a um espaço aberto que deveria ter uns 10 metros por quatro metros. Ali funcionava o caixa da locadora onde eu pagava o aluguel do apartamento. Havia algumas pessoas ali e uma mulher estava conversando ao telefone. Fui até a menina do caixa e perguntei se ali a gente podia fazer saques com o cartão da Caixa Econômica Federal. Ela disse que não, mas poderia conversar com a gerente e se ela me autorizasse poderia fazer o saque. A gerente era a mulher que falava ao telefone. Bebi a água dos dois canecos. Fui indo embora quando a moça do caixa pediu que esperasse porque a gerente iria me atender logo. Mas ela estava demorando e então fui saindo lentamente e fui embora. Na rua, lembrei que eu tinha feito uma transferência de 400 reais de minha conta para minha conta. E com isto, o dinheiro poderia ter sumido da minha conta. Então voltei para o galpão da Rede ferroviária, para ir até a menina do caixa da locadora, ver se meu dinheiro estava na conta. Quando passei pelas locomotivas que estavam quase rente a parede, o último antes do corredor era um guindaste. A lança deste guindaste estava ao lado deste corredor. O homem que estava no guindaste, estava cantando e à medida que cantava, ele balançava a lança do guindaste ao ritmo da musica que cantava. Gritei para este homem, para ele parar de balançar a lança, para eu passar, mas ele não ouvia. Então, com medo de ser esmagado pela lança, na hora em que fosse passar, desisti e fui embora dali. 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

RESOLUÇÃO DO BANCO CENTRAL

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Estava dentro do supermercado da Avenida Vinte e Hum de Abril. Estava comprando uma lata de tinta pequena. Destas de 3,5 litros. Fui pagar em um caixa que tinha lá no meio do supermercado, junto as mercadorias. Tirei as moedas do bolso para pagar a tinta. Eram moedas de um real, cinqüenta centavos, vinte e cinco centavos, dez e cinco centavos. O total era quatro reais e vinte e cinco centavos, que era o preço da tinta. Quando dei as moedas a moça do caixa, ela disse que não podia pagar só em moedas, uma parte teria que ser em cédula. Achei aquilo estranho e disse que não conhecia nenhuma lei falando disto. Ela disse que era uma resolução do Banco central. Eu não acreditei. A moça do caixa então procurou e pegou um livrinho e começou a ler a resolução do Banco Central que determinava aquilo. Não estava prestando atenção em nada que ela falava. Assim que ela terminou, peguei a lata de tinta e disse que ia reclamar com o gerente. Antes passar para o lado de fora dos caixas da linha de frente, deixei a lata de tinta em cima de um banquinho que tinha perto de onde uma mulher estava passando pano no chão do supermercado. Olhei para ver se via o gerente, mas só vi sentado por ali alguns funcionários que eram embaladores. Decidi ir perguntar ao cara que estava pintando a casa da minha mãe, se aquilo era verdade. Quando cheguei na casa da minha mãe, entrando no alpendre, fui pegar as moedas no meu bolso, mas as deixei cair. então fui pegá-las rapidamente antes que alguém as pegasse. Nisto o Marcelo, ao ouvir o barulho das moedas caindo, veio da porta da casa da Gláucia, onde ele estava conversando, para pegar as moedas. O Ricardo veio vindo de dentro da casa da mamãe para também pegar as moedas. Fui pegando as moedas rapidamente, para que eles não as pegasse. Peguei primeiro as de um real e depois fui pegando as de cinqüenta centavos, assim se os dois pegasse alguma moeda, seria as de menor valor. Mas consegui pegar todas elas antes que o Marcelo e o Ricardo pegasse alguma. Perguntei pelo pintor, porque queria uma informação sobre uma resolução do Banco central. O Marcelo disse que ele já tinha terminado o serviço e tinha ido embora.


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A ENTREGA

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Estava em uma cidade juntamente com outras quatro pessoas.  Estava do outro lado da rua. Atravessamos a rua e entramos em uma loja. Fiquei olhando a loja quando percebi que as pessoas que estavam comigo, três homens e uma mulher, já tinham ido para o carro. O carro era um carroça, sem cavalos e que andava na velocidade de carro. Quando fui saindo da loja eles já estavam saindo com a carroça cheia de caixas. Vendo eles indo embora pensei que não teria problemas, que eles se virassem por lá. mas eles pararam a carroça e voltaram, dizendo que não podiam ir sem mim, porque só eu saberia fazer o serviço. os três homens estavam em pé no canto da carroça que estava cheia de caixas. a mulher também estava em um canto e em pé. Eles havia colocado as caixas de modo que no meio da carroça ficasse como uma cadeira para a tal mulher assentar. Mas ela não queria sentar ali. Então pulei em cima da carroça e sentei neste local, dizendo já que ninguém queria, eu iria ali. A carroça saiu velozmente e rapidamente chegamos na cidade de Perdigão. Paramos numa rua que era elevada. Havia outra rua com um desnível de uns dois metros. Achei tudo aquilo muito bonito e fiquei lastimando não ter trazido minha câmera para tirar fotos da cidade. Nisto chegou um homem meio gordo que seria o dono da empresa onde a gente trabalhava. Ele mandou que a gente colocasse as caixas ao lado da porta do promotor público que tinha logo depois daquela rua de baixo. Era como se fosse um camelódromo e no final deste estava a sala deste promotor. Depois que colocamos as caixas ali, aquelas pessoas que estavam comigo saíram de volta para a carroça. Mas eu fui ver dentro da sala deste promotor. Chegando na porta ouvi nosso chefe conversando com o promotor. Ele dizia ao promotor que no primeiro caso ele não podia solicitar novas peças, mas no segundo caso não teria problemas. O promotor dizia que teria que solicitar duas novas peças do primeiro caso, pois seria a prova de que ele tinha feito as alterações que foram exigidas pela justiça. Então este nosso chefe fez um geste com as mãos, aquele quando nos referimos a dinheiro, dizendo ao promotor que havia dado a ele uma boa grana, justamente para ele não solicitar novas peças, pois ele não tinha feito alteração nenhuma. Com receio de que eles me vissem ali e desse problemas para mim, sai e fui embora para a carroça também, onde já estavam os outros colegas de trabalho.


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

APLICAÇÕES NO BANCO ITAÚ

-->Estava vindo na Avenida primeiro de junho em direção a Rua Goiás. Vinha vindo do lado esquerdo. Vinha para ir ao banco Itaú, para aplicar o dinheiro que eu tinha no bolso. O valor era menor que vinte reais. Eu havia ouvido na TV que aplicações inferiores a vinte reais não eram viáveis e por isto os bancos não faziam. Mas eu sabia que o Itaú aplicava qualquer valor que estivesse na conta, automaticamente. Então estava indo para a agência para depositar os 12 reais que tinha no bolso. Quando cheguei a frente ao camelódromo, fiquei de gatinho e atravessei a Avenida Primeiro de Junho, de gatinho. Quando cheguei do outro lado algumas pessoas passavam. Então fiquei pensando se a gente atravessa a rua era de gatinho mesmo ou de pé. Eu não me lembrava de como se atravessa a rua. Mas acreditei que fosse de gatinho porque ninguém disse nada me vendo atravessar assim. Já no outro lado da avenida, procurei pela agencia do banco Itaú. Ao lado da Casa da Manteiga estava a agencia. Ela tinha um metro de largura por dois de profundidade aproximadamente. De um lado desta agencia era só parede. Do outro lado havia na parede uma grande onde o caixa ficava atrás dela e conseqüentemente fora deste cômodo de dois por um metro. Entreguei a ele os doze reais e pedi para depositar em minha cota. Ele pegou o dinheiro me deu o recibo e sai dali. Fui indo embora para casa tentando imaginar quanto seria meu rendimento diário e quanto daria de lucro no final do mês.