OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : floresta
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domingo, 22 de setembro de 2013

O BURACO DA ESTRADA


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

ADMIRANDO A ALTA MONTANHA


sexta-feira, 19 de julho de 2013

O BANHEIRO DE VIDRO NO MEIO DA FLORESTA


domingo, 15 de julho de 2012

O PORTAL DO TEMPO

Estava em uma grande avenida. Era noite. Não havia casas. Apenas a grande avenida toda iluminada. Alguns carros passavam em ambos os sentidos nesta avenida. Estava na porta de um bar, onde quatro pessoas jogavam baralho do lado de fora deste bar. Estava sentado em uma cadeira, de frente para o encosto, observando aquelas pessoas jogarem baralho. Pouco acima de onde eu estava, tinha um ônibus estacionado na contra mão. Aquele ônibus era o que eu dirigia. Nisto este ônibus saiu de onde estava, foi para sua mão de direção e seguiu pela avenida. Disse para aquelas pessoas que estava jogando baralho que aquele era meu ônibus, que ele sempre saia na hora certa e passava para me buscar, pois eu era o motorista. Disse que o ônibus era ensinado. Atravessei a rua para pegar o ônibus, mas ele passou por mim. Gritei para ele parar, mas ele prosseguiu. Não havia ninguém dirigindo, visto que eu era o motorista. Continuei correndo atrás do ônibus pedindo para ele parar. Mas ele não parava de jeito nenhum. Ao chegar a um cruzamento com outra grande avenida, eu não consegui parar e bati com a cara na lateral de outro ônibus que passava nesta outra avenida. Nisto fiquei enlambuzado de óleo de motor de carro. A lateral deste ônibus tinha uns cinco centímetros de óleo em toda ela. Não sei como ele não escorria. O ônibus parou quando eu bati e cai no chão, cheio der óleo. Pedi uma carona ao motorista deste ônibus, pois queria perseguir meu ônibus que tinha virado nesta avenida e seguido em frente. Ele recusou dizendo que eu iria sujar todo o ônibus. Nisto o Fernando chegou perto de mim e disse que sabia de um atalho pela floresta. Segui o Fernando e ele entrou por entre as árvores que tinham na beira desta avenida. Andando por entre estas árvores ele chegou num pequeno portão, que deveria ter um metro quadrado. Agachamos e passamos por este pequeno portão. Do outro lado era as árvores da avenida em que eu estava vendo as pessoas jogarem baralho. Fui fechar o portão, dizendo ao Fernando que ninguém poderia descobrir aquela passagem secreta que encurtava caminhos. Ele disse que não precisava, pois ela só aparecia na presença dele. Sai na avenida em que estava anteriormente e pude ver o ônibus no mesmo local que estava perto das pessoas que jogavam baralho. Daí fiquei pensando se eu realmente tinha corrido atrás do ônibus ou tinha passado por aquele portão do tempo que o Fernando era o guardião.

domingo, 24 de junho de 2012

O TAMANHO DO PÉ

ESTAVA NO QUE SERIA UM CAMPO ABERTO PRÓXIMO A UMA FLORESTA. ESTAVA NO QUE SERIA UMA CASA DE UM SÍTIO. ESTAVA DO LADO DE FORA DESTA CASA, TIRANDO MEDIDA PARA SABER QUAL ERA O NÚMERO DE SAPATO QUE EU CALÇAVA. COLOQUEI OS PÉS EM UMA PEÇA QUE BRANCA E TRANSPARENTE FEITA DE PLÁSTICO FINO. NA FRENTE ERA IGUAL A UM SAPATO. A PARTE DE TRÁS ERA COMPRIDA E PARECIA UM CHINELO COM VÁRIOS NÚMEROS MARCADOS. ONDE O CALCANHAR DA GENTE FICASSE ESTE SERIA O NÚMERO QUE A GENTE CALÇAVA. COLOQUEI AQUELAS PEÇAS E NÃO OLHEI QUAL SERIA MEU NÚMERO, MAS SAI ANDANDO COM AQUELAS PEÇAS COMO SE FOSSEM SAPATOS.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

VOANDO SOBRE A FLORESTA - OS SONHOS QUE SONHEI

Estava dentro de um carro no banco de trás. Este carro ia por uma estrada de terra que margeava uma floresta. Eu estava com a cabeça de fora. Havia na beira desta estrada um homem com uma criança. Esta criança deveria ter uns 10 anos. Quando fui passando por eles, minha cabeça bateu na cabeça desta criança. Comecei a sentir uma dor muito forte na cabeça. O tal homem que estava com a criança veio correndo atrás do carro gritando que nos pegaria. O motorista do carro parou o carro e saiu correndo. Entrou em outro carro que tinha ali e saiu velozmente por aquela estrada. Com o tal homem se aproximando dizendo que ia acertar as contas comigo, desci do carro e sai correndo pelo meio da floresta. O tal homem entrou na floresta atrás de mim. Minha cabeça doía muito e o homem se aproximava. Então dei um pulo e sai voando. Voava por sobre as árvores. Olhava para baixo para ver se via o tal homem, mas só via as copas das árvores e fios da rede elétrica. Fiquei sobrevoando ali, mas não conseguia me afastar muito. Nisto comecei a descer ali mesmo no meio daquela floresta. Olhei por todos os lados para ver se o tal homem vinha, mas não via ninguém. Então sair correndo floresta adentro.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

CARRO NA ÁRVORE

Estava andando ao lado de uma floresta. Era numa pequena estrada. Havia carros pequenos que passavam por ali. Estes carros subiam nas árvores como se fosse gente, ou bicho, sei lá. Eles vinham por esta estrada e depois subiam rodeando o tronco até chegar ao que seria uma plataforma feita de madeira. Tipo uma casa de árvore, só que sem telhado e parede. Vi vários carros nestas plataformas, como se estivessem descansando. Fui andando por esta estrada, imaginando que os tais carros fossem inteligentes.

sábado, 14 de janeiro de 2012

NA TRILHA A NOITE SEGUINDO PROCISSÃO



Estava indo por uma trilha, em uma mata meio fechada. Era noite, mas já estava por amanhecer. Seguia com muitas pessoas, o que seria uma procissão. Fomos por esta mata, subindo um morro. Lá em cima, no final desta procissão, havia uma igreja, aonde as pessoas iam se aglomerando. Chegando lá, eu precisava voltar. Mas como ainda não tinha amanhecido fiquei na duvida se deveria voltar pela trilha que viemos ou por uma estrada que tinha no pé do morro e contornava todo ele. Só que esta estrada, tornava o caminho mais longo. Como já estava por amanhecer, decidi ir pela trilha que havia vindo. Fui indo embora, com muito medo, pois estava sozinho. Depois de andar um pouco, cheguei a uma casa. Entrei ali rapidamente, com medo do que poderia ter naquele mato. Dentro da casa não havia nenhum móvel. Fiquei ali, pensando em dormir, mas temia que alguém pudesse entrar ali com eu dormindo. Decidi ir embora então. Continuei na trilha e o dia começou a amanhecer e eu já não tinha mais medo de estar ali. Chegando ao bairro que ficava no pé do morro, entrei por uma rua com canteiro central. Estava indo pelo canteiro central, quando vi neste canteiro, um cachorro gigante. Ele deveria ter um metro de altura e seu corpo deveria ter uns dois metros de comprimento. Fiquei com medo do cachorro e fui para um dos lados da rua, quando vi que o dono do cachorro estava ali com ele. O dono era menor que o cachorro. Fui passando, olhando de fininho, imaginando que se o cachorro quisesse me pegar, eu estava perdido

AS CENAS DA VIDA ESTÃO AQUI - CLIK 

sexta-feira, 18 de junho de 2010

A ESCADA DA PRAIA E A FLORESTA


Estava indo por uma rua, em direção ao que seria minha casa. Quando cheguei num certo local, a rua estava interditada. Então decidi ir por uma rua lateral. Só que esta rua lateral, era bem estreita, deveria ter uns dois metros de largura. Ele tinha casa de um só lado e não cruzava com outra rua do lado direito, só do esquerdo. Indo por ela, cheguei numa esquina onde havia um prédio que deveria ter uns 10 andares. Esta rua terminava ali. Para continuar, agente tinha que descer uma ribanceira que era bem íngreme. Em frente a este prédio tinha uma mulher. Quando passava por este prédio, uma moça, que deveria ter uns 15 anos, saiu lá de dentro e veio falar comigo. Era a filha desta mulher que estava em frente ao prédio. A tal moça, pediu para eu trazer minha filha até o apartamento dela ali, para as duas conversarem e serem amigas. Disse que levaria sim. e fui indo para o que seria minha casa, descendo aquela ribanceira, onde já havia um caminho por onde as pessoas descia por ali. Fiquei imaginando que se eu caísse ali, iria rolando até lá em baixo e chegaria lá todo quebrado. Mas fui até me baixo sem problemas. Quando cheguei lá em baixo, vi uma escada que levava até o tal prédio daquela moça. Mas ela era usada só pelos moradores daquele edifício, pois ela ia dali até dentro da portaria do prédio. Perto da escada, já vi aquela moça, que tinha descido pela escada e chegado lá em baixo antes de mim, que tive que descer aquela ribanceira com todas as dificuldades. Fiquei pensando por ela não me chamou para descer pela s escadas. Ela então me perguntou se era possível conter o estrago que as ondas do mar estavam fazendo ali. Pois a escada já estava sendo destruída pelas ondas, que cada vez\ mais ia destruído as margens. Olhei e vi que tinha um mar ali mesmo. As ondas estavam batendo nas escadas e já destruía a estrutura dela. Disse que era possível sim, bastava fazer um paredão de concreto para impedir que as ondas batessem na escada. Nisto chegou um homem dizendo que o mar sempre ia avançando terra adentro e que não adiantava fazer nada. Eu concordei com ele, dizendo que na cidade de Nova Viçosa, na Bahia, havia destruído tudo, inclusive as casas que tinha a beira mar. E hoje o mar tinha encoberto tudo. Contei que na praia dos pescadores lá, o rio tinha sido tomado pelo mar, mas corria assim mesmo, dentro do mar. E que as pessoas ficavam nas casas, até elas caírem, pois não queriam ir embora. Contei que quando caíram várias casas ao mesmo tempo, nós vimos uma mulher sendo levada por este rio que corria na praia, juntamente com os móveis da casa dela. Ela pedia socorro, mas não podemos fazer nada, pois já estávamos salvando as outras pessoas. Depois sai dali e fui para o que seria minha casa, que ficava ali perto. Cheguei à minha casa, ao entrar no portão, vi o que seria o meu filho, que deveria ter uns 2 anos. Peguei-o no colo, mas ele reclamou, dizendo que queria ficar no chão. Perguntei se ele preferia o chão que o colo do pai. Ele disse que preferia o chão. Coloquei-o no chão e vi o que seria minha filha. Ela deveria ter uns 10 anos. Então disse a ela que a moça do prédio, queria que ela fosse lá, para as duas serem amigas. Ela então disse que não queria ser amiga daquela moça. Deixei meus filhos ali e fui para dentro da casa. Da minha casa, eu não via o mar que existia ali. Via uma floresta. O mar só se via daquela escada de acesso ao prédio. Mesmo minha casa, ficando apenas uns 10 metros da escada.