OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Arena
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domingo, 26 de outubro de 2014

NA ARENA DOS GLADIADORES






Estava dirigindo o carro por uma rodovia onde tinha muitos altos e baixos.
Num certo momento quando acabei de subir o morro dei direto em uma bifurcação em Y. A da direita subia novamente um morro e a da esquerda descia. Fui pela da esquerda e percebi que tinha ido na direção errada. Estava fazendo uma viagem muito longa e eu levaria alguns dias para chegar, e errar o caminho iria só demorar mais ainda. O Chiquinho estava comigo. Nisto vi algumas pessoas ali e percebi que estava em uma espécie de arena como as do época da Roma antiga onde lutavam os gladiadores.
Havia vários carros estacionados em vários locais espalhados por ali. Parei o carro entre dois outros e sai andando procurando onde seria a saída daquele local. Não conseguia falar com ninguém para pedir informação, parecia que as pessoas não me viam naquele local. Voltei para pegar o carro e não o encontrei lá. Fui andando procurando por ele quando vi o Chiquinho sentado em uma das escadarias daquela arena. Perguntei a ele sobre o carro e ele disse que o tinha colocado em outro local. Perguntei onde seria, mas ele não dizia. Reclamei dizendo que tinha uma viagem longa pra fazer e não podia demorar. Mas ele dizia que não iria embora tão cedo daquele local. Continuei andando procurando o carro, mas não o encontrava de jeito nenhum
Nisto cheguei em um local onde havia uma aglomeração de pessoas. Fui olhar o que era e vi uma mulher saindo de casa com o Fernando, que tinha uns dois anos e estava todo agasalhado como se estivesse muito frio. O Fernando sentou em um carrinho de puxar, para que esta mulher o levasse. Mas a tal mulher o deixou ali e veio até uma máquina que estava próxima da gente. Esta máquina tinha mãos robóticas. Esta mulher começou a usar esta maquina, fazendo que que as mãos robóticas pegasse uma pequena seringa com agulha e aplicasse uma injeção em uma criança que estava ali sentada. Depois ela saiu e foi embora. Eu fui tentar encontrar o carro para poder seguir viagem.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

PRESO NAS GRADES DA ARENA, VOANDO


Estava dentro do que seria uma arena. Parecia um estádio de futebol, porém a arena era tipo estas de rodeio. Ao redor desta arena, havia seis saídas, que estavam fechadas com uma grade. Do lado de fora destas grandes havia pessoas, sendo que em uma delas, havia vários personagens de desenhos animados, querendo entrar. Na que ficava do lado oposto, havia um homem vestido de preto, que queria entrar, para me pegar. Dentro desta arena estávamos eu e outro homem, que estava vestido de branco. Ele tentava me pegar, mas eu ficava voando de um lado ao outro. Eu Batia nestas grades que fechavam as saídas, tentando sair, como um pássaro faz, quando é colocado em uma gaiola. O tal homem que estava dentro da arena comigo e tentava me pegar, ficava correndo de um lado ao outro atrás de mim. Fiquei assim um tempo, até que fui bater na grande onde estavam os personagens de desenhos animados. Quando bati naquela grade, eles disseram que queria sair, que era para eu abrir o portão. Fiquei sem entender como eles sairiam se já estavam do outro lado e se abrisse o portão, eles entrariam. Depois fui bater na grade onde estava o homem vestido de preto. Ele enfiou a mão pela grade, tentando me pegar. Nisto vi que ele estava voando também. Ele então disse que estava com o outro sapato e queria os dois. Disse que era o sapato que eu usava que fazia a gente voar, e cada um de nós estava usando um pé do sapato, mas ele queria os dois. Consegui me livrar dele e continuei batendo nas grades, tentando sair. E sempre correndo atrás de mim, o tal homem de branco. Parei no ar, voando, e perguntei ao homem de branco de que lado ele estava. Ele disse que estava tentando pegar o sapato para entregar ao homem de preto, que estava do lado de fora.

terça-feira, 23 de março de 2010

BOM OU RUIM?


Estava num local, onde parecia ser uma arena antiga. Era todo cercado de pedra. Havia algumas pessoas ali. No centro tinha uma mulher vestida de branco, sentada à mesa. Fui até ela. Então ela me disse que tiraria um pouco de sangue do meu dedo, para analisar se eu era bom ou ruim. Questionei sobre como isto seria possível. Ela apenas disse que tudo estava no sangue. Então ela furou meu dedo com uma agulha e retirou uma gota do sangue. Depois saiu dali, dizendo que iria analisar para saber o quanto eu era bom ou ruim. Enquanto esperava, subi na parede de pedra, fiquei lá em cima, quando alguém lá em baixo, começou a atirar algo para mim. Mas não conseguia mandar até a altura em que eu estava. Depois de tentar um pouco, ele conseguiu mandar até mim. Era um bicho planta. Era como se fosse uma árvore em miniatura, que andava. Deveria ter uns 5 centímetros de altura só. Achei aquilo engraçado, pois a tal árvore em miniatura, tinha olhos, orelha e boca. Ficava fazendo um barulho muito esquisito. Sai correndo pelas paredes de pedra e a tal árvore saiu correndo atrás de mim. Quando parei cansado. Ela parou também. Dei um pulo de cima daquela parede de pedra, a tal árvore pulou atrás. Só que ao bater no chão, ela ficou fincada. Nisto seus olhos, orelha e boca sumiram, ficando a mesma, como uma árvore comum. E era a única que havia naquela arena, que parecia ser feita toda de pedra. Nisto a tal mulher de branco chegou e veio me dizer, que aquela pequena árvore que estava ali, tinha sido plantada a mais de cem mil anos e ainda estava jovem. Questionei como isto seria possível. Ela disse que naquela época, as árvores andavam como a gente, e quando o homem apareceu na terra, matava as árvores, até que veio um homem e enterrou uma árvore, para que ela não andasse mais. Aquela árvore então começou a produzir sementes de toda espécie de árvore, que não andava, apenas ficavam fincadas, e assim espalhou por todo o mundo. A tal mulher de branco então me perguntou:
__O que este tal homem fez, foi uma coisa ruim? Ao enterrar a árvore para que ela não andasse?
__Ou foi uma coisa boa, ao permitir que elas sobrevivessem e se espalhassem pelo mundo todo?