OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : jaqueline
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

VOLTANDO NO TEMPO


Estava chegando à Nova Viçosa, na Bahia, só que era por volta de 1950. Não havia nenhuma casa. Só um imenso terreno de terra batida. Eu, a Jaqueline, o Sr. Ary e um menino por volta de 12 anos. A gente estava em uma barraca. Várias pessoas iam chegando, parando o carro ao lado, desciam do carro e começavam a dançar. Eram assim que elas demarcavam seus lotes, onde iam construir suas casas. Foi só chegando gente de todo tipo, tinha até chinês, Todos na frente do lote dançando e todos com um carro, só nós que estávamos em uma barraca. Então disse para a Jaqueline que era melhor estar na barraca mesmo, pois se chovesse a gente não molhava. 


Depois pensei e disse que dentro do carro também não chovia. Lá fora, vi um pouco distante um barzinho, que já estava cheio de gente e era o único local que se vendia alguma coisa. Então sai para ir até lá comprar um doce. Nisto vi este menino de 12 anos escovando os dentes numa pia que tinha ali, no meio daquele terreno de terra batida. Perguntei a Jaqueline quem era ele. Ela disse que era o futuro namorado da Iara, que não era eu. Então disse a Jaqueline que ela podia tirar um retrato meu ali, para no futuro eles verem e saber que era eu. 


Ela disse que não adiantaria, pois estava ali comigo e saberia. Então disse a ela para a gente voltar no passado, ela tira uma foto minha e no futuro ficariam perguntando quem seria eu. Mas ela disse que não iria para o passado comigo.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O ARMÁRIO E O BOBO DE CAMARÃO


domingo, 8 de setembro de 2013

RINDO MUITO COM A GOSTOSA DA JAQUELINE


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

NO SUPERMERCADO COM A GOSTOSA DA JAQUELINE DE NOVO

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Estava dentro do supermercado abc da Avenida 21 de abril. Estava carregando a cesta com algumas compras. Quando cheguei perto de um caixa, vi a gostosa da Jaqueline em outro. Ela usava um short muito curto. Nisto ela disse que não queria que ninguém olhasse para ela enquanto ele estivesse com aquele short. Ela saiu para ir trocar o short. Eu disse que ia olhar assim mesmo e fiquei olhando ela ir trocar o short. Ela foi para trás do balcão do guarda volumes e colocou uma bermuda comprida e voltou para o caixa onde ela estava. Nisto o Mirando chegou carregando uma sacola grande com carne temperada para fazer churrasco. Ele pegou um carrinho e colocou esta sacola dentro, porque estava muito pesada. Aproveitei e coloquei as compras que eu carregava no cesto, dentro do carrinho também. Fomos passar no caixa. Nisto vi que a sacola com a carne de churrasco do Miranda, havia tombado e a carne estava caindo. Falei para ele o que estava acontecendo e fui passar minhas compras. Fiquei pensando que talvez o dinheiro que eu tinha na carteira não desse para pagar porque eu havia gasto com outra coisa. Achava que o dinheiro que eu tinha na conta era pouco para pagar com o cartão de débito. Mas fui passando assim mesmo. Após passar quatro mercadorias, olhei para a tela onde registra os valores e já mostrava que já estava em 327 reais. Assustei com o valor e perguntei a moça do caixa se não havia nada errado. Ela disse que uma mercadoria tinha passado com o valor errado, mas no final ela descontaria o erro. Continuei passando as compras acreditando que meu dinheiro não daria para pagar.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A JAQUELINE NO ELEVADOR


Estava num local onde havia um elevador. Havia apenas a estrutura de ferro que segurava o elevador. Subi nesta estrutura, juntamente com outra pessoa. Depois de subir um pouco, o elevador veio vindo devagar e parou pouco acima de nós. Subimos rapidamente e pedia a pessoa que vinha comigo para entrar no elevador, para que ele não saísse do lugar. Quando chegamos à altura do elevador, esta pessoa que estava comigo entrou no elevador. Pedi a ele para ficar parado na porta, porque assim ele não fechava e ele não sairia dali. Nisto vi que eram dois elevadores, um em cima do outro. E em cima do segundo, estava a Jaqueline. Falei para ela tomar cuidado, porque poderia cair dali. Ela disse que estava tudo bem, já estava acostumada a andar de elevador em cima dele.

quarta-feira, 10 de março de 2010

NO SÍTIO, ABRANÇADO A MULHER


Fui até o sítio da Jaqueline, que fica em Monsenhor João Alexandre. Lá, encontrei uma mulher, que estava vestida de longo. Então, como se já a conhecesse a muito tempo, a abracei pela cintura. Nisto chegaram algumas pessoas que começaram a rir, dizendo que eu namorava como antigamente. Este namoro de abraçar a cintura, já era. Então disse que não tinha nada melhor que abraçar uma mulher pela cintura. Nisto passei a mão na bunda da tal mulher. As tais pessoas disseram então que eu era quadrado e fora de moda. Então quis saber como era namorar modernamente. Eles disseram que não abraçasse a mulher, que só deveria ficar conversando sem encostar, quando estivesse na frente de outra pessoa. Abraçar só no quarto quando estivessem sozinhos. Então disse a eles que preferia ser quadrado. Nisto a mulher olhou para mim e disse que não namorava homem quadrado e fora de moda. Saiu e foi embora com as tais pessoas.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

BUSCANDO O APARTAMENTO, PELA 2ª VEZ

ESTAVA INDO POR UMA RUA, ESTAVA ANOITECENDO. IA PARA UM APARTAMENTO QUE EU TINHA NA SIDIL. ESTAVA INDO SÓ PARA TOMAR UM BANHO. NUMA DAS RUAS VI O ZIQUINHO E A FERNANDA ANDANDO DE BICICLETA. FIQUEI PENSANDO PORQUE ESTARIA ANDANDO ALI SOZINHOS SE AINDA ERAM CRIANÇAS. NISTO VI A JAQUELINE. MÃE DELES, E OUTRA PESSOA, ANDANDO DE BICICLETA LOGO ATRÁS. CONTINUEI ANDANDO PARA O APARTAMENTO, QUANDO PERCEBI QUE NÃO O ENCONTRAVA. ENTÃO FIQUEI ME QUESTIONANDO, PORQUE EU TINHA SEGUIDO POR OUTRA RUA, POIS SÓ CONSEGUIA ACHAR O PRÉDIO ONDE MORAVA, SEGUINDO PELO CAMINHO QUE EU SABIA. SAI ANDANDO TENTANDO VER O PRÉDIO, MAS NÃO ACHAVA MESMO. NISTO, NUMA DAS RUAS, VI DOIS ELEFANTES ALARANJADOS BRIGANDO. ELES ESTAVAM AGACHADOS E COMA S TROMBAS ENROLADAS. DEPOIS ELES TENTAVAM SAIR E COMEÇAVAM A GRITAR (AQUELE GRITO DE ELEFANTE) E SAIAM ROLANDO, SEM SOLTAR AS TROMBAS. FIQUEI COM MEDO DE ELES RESOLVEREM VIR EM MINHA DIREÇÃO, E FUI LADO SAINDO DALI, ALGUMAS PESSOAS QUE VINHAM TAMBÉM SAIAM DAQUELA RUA. QUANDO FUI POR OUTRA RUA, VI OUTROS DOIS BRIGANDO TAMBÉM, E FUI VENDO VÁRIOS DELES BRIGANDO. VOLTEI RAPIDAMENTE DE ONDE EU VIM. FUI TENTANDO ACHAR O PRÉDIO, MAS NÃO CONSEGUIA VÊ-LO. VI UMA ESCOLA E LEMBREI QUE MORAVA ALI POR PERTO. AS RUAS ALI TINHAM APENAS DOIS QUARTEIRÕES. CHEGANDO NUMA RUA, PENSEI SER ELA A QUE EU MORAVA. FUI INDO, QUANDO ACABEI SAINDO DENTRO DA CASA DE UMA PESSOA. VOLTEI RAPIDAMENTE, PARA ELE NÃO ME VIR. FIQUEI IMAGINANDO COMO AQUELAS RUAS PODIAM PASSAR DENTRO DAS CASAS. TENTEI OUTRA RUA E ESTA PASSAVA DENTRO DA SALA DE UMA CASA. TENTEI PASSAR, MAS A PORTA ESTAVA FECHADA. FIQUEI TENTANDO ENTENDER PORQUE TINHA IDO POR OUTRO CAMINHO. ENTÃO DECIDI IR ATÉ A RUA GOIÁS, QUE DALI EU VERIA O PRÉDIO E SABERIA CHEGAR ATÉ ELE. NA RUA GOIÁS, VI QUE ESTAVA MUITO LONGE DA CINCAL, POIS EU MORAVA NA RUA DA CINCAL. FUI ANDANDO PELA RUA GOIÁS, SEMPRE TENTANDO VER O PRÉDIO QUE EU QUERIA. NISTO ENCONTREI COM UMA CRIANÇA QUE VEIO ME ABRAÇAR. ELA SERIA MEU SOBRINHO. (MAS NUNCA A VI) ESTAVA COM O ROSTO E O BRAÇO CHEIO DE PINTAS VERMELHAS. PERGUNTEI SE ERA GRIPE SUÍNA. ELA DISSE QUE ERA CATAPORA. ENTÃO DISSE A ELA QUE NÃO TINHA PROBLEMAS ME ABRAÇAR, PORQUE EU JÁ TIVE CATAPORA. ELA ME PERGUNTOU PELO GLAUBINHO. DISSE QUE PENSEI ESTAR COM ELA. ELA DISSE QUE NÃO, POIS TODOS ESTAVAM COM MEDO DE FICAR ALI. DISSE QUE O GLAUBINHO TAMBÉM ESTAVA COM CATAPORA. CONTINUEI ANDANDO, SÓ QUE FUI IMITANDO ESTAR DE MOTO. (FAZENDO AQUELE BARULHO DE MOTO COM A BOCA, QUANDO A GENTE BRINCA ASSIM). FUI CORRENDO E FAZENDO TAL BARULHO. AS PESSOAS QUE PASSAVAM POR MIM, FICAVAM RINDO DE ME VER FAZENDO ISTO. FUI FAZENDO ISTO, ATÉ QUE ENCONTREI COM UMA MENINA, QUE ME PAROU PERGUNTANDO O QUE EU FAZIA. NISTO VI AO LONGE, O PRÉDIO ONDE EU MORAVA, VI QUE ESTAVA NA RUA CERTA E DECIDI IR ATÉ MEU APARTAMENTO.
AI LEMBREI QUE JA TINHA FEITO TUDO ISTO ANTES, QUE EU APENAS REPETIA O QUE JA TINHA FEITO ANTES.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Os cem reais e a Jaqueline - Começou uma chuva muito forte e alagoa toda a rua que ficou parecendo um rio. Nisto chegou a Jaqueline
















Começou uma chuva muito forte e alagoa toda a rua que ficou parecendo um rio. Nisto chegou a Jaqueline
Estava no bairro esplanada. Na rua da casa da minha mãe. Nisto começou a chover muito forte, todos saíram correndo. Mas a enxurrada virou um rio na rua. Uns bichos grandes que passavam neste rio tentavam morder a gente, que estava nadando, tentando chegar às grades das casas.


Tinha duas pessoas jogando baralho. Eu fui até o caixa para pagar algo. O homem do caixa disse que eram 20 reais. Quando abri a carteira ele tirou o dinheiro de dentro dela. Ele pegou duas notas de cem reais e deixou cair uma de vinte. Eu então disse: __O companheiro, olha direito ai! Ele então me devolveu as duas notas de 100 reais e pegou a de 20 reais que tinha caído. Nisto eu fui para trás de um tapume e vi um rolo grande de fios elétricos. Então eu disse para uma pessoa que estava ali, que era só ligar, porque com certeza estava tudo funcionando.

Nisto veio a Jaqueline. Eu então pedi para ela assinar o cheque que ela tinha me passado, porque tinha se esquecido de assiná-lo. Enquanto ela assinava, fiquei olhando-a, porque ela tinha feito lipoaspiração e colocado silicone. Eu queria ver ser tinha ficado melhor mesmo. Depois ela assinou o cheque e saiu. Então fiquei pensando se ela não estivesse ali também, como eu pagaria as compras com um cheque sem assinatura. Depois eu fui para um local, onde tinha um papagaio. Eu tentei pegá-lo e ele tentou me bicar. Fui embora dali.

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domingo, 7 de setembro de 2008

BATENDO CARRO NA POEIRA

Estava num local, que não sei bem onde era. Havia duas pessoas do meu lado. Nisto eu sai correndo e estava neste caminho, sentado, o Henrique, marido da Jaqueline. Eu e ele não nos falamos. Quando eu passei por ele, ele me cumprimentou e disse que eu estava certo no que fazia. Mas ai, já não era o Henrique e sim, o Vitinho, meu irmão mais velho. Eu não disse nada, passei por ele e continuei andando. Depois peguei  um carro e sai por umas ruas que não sei onde ficam. Parecia um bairro que estava sendo formado, pois não havia casas, apenas as ruas. Eu dirigia indo de uma rua à outra. Fazia muita poeira, pois eu corria bastante. Nisto, ao entrar na poeira que eu mesmo tinha feito, não vi nada e o carro saiu da rua e bateu numa árvore que tinha no terreno ali. Sai lá de dentro rindo, não tinha sentido nada. Não havia ninguém por perto.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

BIAL NA PERNA DE PAU


Estava na rua em frente à casa da minha mãe. Havia uma mulher no alto de uma perna de pau, presa apenas a sua perna esquerda. O apresentador Pedro Bial estava com a outra perna de pau presa a sua perna direita. Elas tinham uns 3 metros de altura. E preso, amarrado na cintura dos dois, havia uma bambu de uns 4 metros, que fazia os dois ficaram separados. Amarrado no meio deste bambu estava eu. Eu segurava o muro da casa da minha mãe para não cair. O Pedro Bial ria muito e dizia que não era para eu ter medo. Eles tentavam-me puxar. Até que conseguiram e ficaram equilibrando nas pernas de pau, e eu preso ao meio. Eles tentaram andar e saíram meio que cambaleando, pois tinha que andar juntos senão Caiam. Eles saíram andando sem jeito e eu pedindo para parar. O Pedro Bial ria muito. Depois Fui para uma casa, que não sei onde era. Havia uma mesa comprida que fazia várias curvas para um lado e outro. Esta mesa tinha uns 50 centímetros de altura. Eu peguei uma tigela e fui pegar algo para comer. Uma mulher colocou nesta tigela bastante feijão com muito caldo. Sai andando com cuidado, mas derramava o feijão, pois não conseguia equilibrar a tigela. Entrei numa outra sala, e a Jaqueline estava sentada à mesa. Ela então me disse que era para eu pegar um pedaço da carne que estava no prato dela. Eu disse que não queria. Ela insistiu dizendo que tinha muita carne ali.

domingo, 6 de janeiro de 2008

A ÁRVORE DOS OBJETOS

Estava em baixo de uma árvore, juntamente com um homem, que ficava mexendo em um objeto no qual segurava. Esta árvore tinha três coisas penduradas. Eram do tamanho de uma manga, mas não era fruta. Estes três objetos estavam embrulhados num papel de pão. Eu sabia que aqueles objetos eram meus. Nisto chegou a Jaqueline e este homem pediu a ela para colher os três objetos. Eu então fui saindo sem que a Jaqueline me visse. Quando eu caminhava, a Jaqueline já estava me esperando um pouco a frente. Ela então me perguntou porque eu não disse que aqueles objetos eram meus. Eu disse que era para ela não ficar com raiva e dizer coisas que se arrependeria depois, por isto não tinha dito. Então eu a chamei para ir ate uma outra árvore, onde estavam tudo que ela tinha me dado, porque eu iria devolver tudo para ela.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

BATENDO O CARRO NA ÁRVORE

ESTAVA NUM LOCAL, QUE NÃO SEI BEM ONDE ERA. HAVIAM DUAS PESSOA DO MEU LADO. NISTO EU SAI CORRENDO E ESTAVA NESTE CAMINHO, SENTADO, O HENRIQUE, MARIDO DA JAQUELINE. EU E ELE NÃO NOS FALAMOS. QUANDO EU PASSEI POR ELE, ELE ME CUMPRIMENTOU E DISSE QUE EU ESTAVA CERTO NO QUE FAZIA. MAS AI, JÁ NÃO ERA O HENRIQUE E SIM, O VITINHO, MEU IRMÃO MAIS VELHO. EU NÃO DISSE NADA, PASSEI POR ELE E CONTINUEI ANDANDO. PEGUEI UM CARRO QUE ESTAVA ALI E SAI DIRIGINDO POR UMAS RUAS QUE NÃO SEI ONDE FICAM. PARECIA UM BAIRRO QUE ESTAVA SENDO FORMADO, POIS NÃO HAVIAM CASAS, APENAS AS RUAS. EU DIRIGIA INDO DE UMA RUA A OUTRA. FAZIA MUITA POEIRA POIS EU CORRIA BASTANTE. NISTO, AO ENTRAR NA POEIRA QUE EU MESMO TINHA FEITO, NÃO VI NADA E O CARRO SAIU DA RUA E BATEU NUMA ÁRVORE QUE TINHA NO TERRENO ALI. EU SAI LÁ DE DENTRO RINDO, NÃO TINHA SENTIDO NADA. NÃO HAVIA NINGUÉM POR PERTO.