ESTAVA
DENTRO DE UM ÔNIBUS. ESTE ÔNIBUS TINHA PORTA DOS DOIS LADOS. OS BANCOS DESTE
ÔNIBUS ERAM SEMPRE EM TRÊS E FICAVAM SEMPRE DE LADO. ESTAVA SENTANDO EM UM
DESTES BANCOS COM UMA PESSOA AO MEU LADO. PERCEBI QUE O ÔNIBUS IA EM SENTIDO
CONTRÁRIO AO QUE ESTAVA VIRADO O MOTORISTA. COMO SE ELE ESTIVESSE DIRIGINDO DE
RÉ. OLHEI PARA O OUTRO LADO E VI OUTRO MOTORISTA. ENTÃO PERCEBI QUE ESTE ÔNIBUS
TINHA DUAS FRENTES E PODERIA IR PARA QUALQUER LADO. O ÔNIBUS PAROU E UMA PESSOA
DESCEU PELA PORTA QUE TINHA AO MEU LADO. NISTO OUTRA PESSOA DESCEU, MAS SUBIU
NOVAMENTE COM UM PRATO DE PLÁSTICO COM RESTO DE COMIDA DENTRO. ELE OLHOU PARA
MIM E DISSE QUE ERA COMIDA BOA QUE TINHAM JOGADO FORA, MAS ELE IRIA APROVEITAR.
E SAIU COMENDO O QUE ESTAVA NO PRATO. EU PRECISAVA IR PARA ALGUM LUGAR QUE NÃO
LEMBRAVA MAIS ONDE ERA. NEM SABIA ONDE IRIA DESCER. MAS SABIA QUE O ÔNIBUS
ESTAVA INDO POR UM CAMINHO QUE EU NÃO CONHECIA E NEM ERA O QUE EU QUERIA.
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domingo, 25 de novembro de 2012
SEM DESTINO
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SONHOS
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
Continental Divide Trail, Teton National Forest, Moran, WY 83013, EUA
domingo, 15 de julho de 2012
O PORTAL DO TEMPO
Estava em uma grande avenida. Era noite. Não havia casas.
Apenas a grande avenida toda iluminada. Alguns carros passavam em ambos os
sentidos nesta avenida. Estava na porta de um bar, onde quatro pessoas jogavam
baralho do lado de fora deste bar. Estava sentado em uma cadeira, de frente
para o encosto, observando aquelas pessoas jogarem baralho. Pouco acima de onde
eu estava, tinha um ônibus estacionado na contra mão. Aquele ônibus era o que
eu dirigia. Nisto este ônibus saiu de onde estava, foi para sua mão de direção
e seguiu pela avenida. Disse para aquelas pessoas que estava jogando baralho
que aquele era meu ônibus, que ele sempre saia na hora certa e passava para me
buscar, pois eu era o motorista. Disse que o ônibus era ensinado. Atravessei a
rua para pegar o ônibus, mas ele passou por mim. Gritei para ele parar, mas ele
prosseguiu. Não havia ninguém dirigindo, visto que eu era o motorista. Continuei
correndo atrás do ônibus pedindo para ele parar. Mas ele não parava de jeito nenhum.
Ao chegar a um cruzamento com outra grande avenida, eu não consegui parar e bati
com a cara na lateral de outro ônibus que passava nesta outra avenida. Nisto
fiquei enlambuzado de óleo de motor de carro. A lateral deste ônibus tinha uns cinco
centímetros de óleo em toda ela. Não sei como ele não escorria. O ônibus parou
quando eu bati e cai no chão, cheio der óleo. Pedi uma carona ao motorista
deste ônibus, pois queria perseguir meu ônibus que tinha virado nesta avenida e
seguido em frente. Ele recusou dizendo que eu iria sujar todo o ônibus. Nisto o
Fernando chegou perto de mim e disse que sabia de um atalho pela floresta. Segui
o Fernando e ele entrou por entre as árvores que tinham na beira desta avenida.
Andando por entre estas árvores ele chegou num pequeno portão, que deveria ter
um metro quadrado. Agachamos e passamos por este pequeno portão. Do outro lado
era as árvores da avenida em que eu estava vendo as pessoas jogarem baralho.
Fui fechar o portão, dizendo ao Fernando que ninguém poderia descobrir aquela
passagem secreta que encurtava caminhos. Ele disse que não precisava, pois ela
só aparecia na presença dele. Sai na avenida em que estava anteriormente e pude
ver o ônibus no mesmo local que estava perto das pessoas que jogavam baralho.
Daí fiquei pensando se eu realmente tinha corrido atrás do ônibus ou tinha
passado por aquele portão do tempo que o Fernando era o guardião.
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Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
Big Powder River East Rd, Broadus, MT 59317, EUA
domingo, 20 de maio de 2012
PASSAT VELHO NO PASTO
ESTAVA
EM UM LOCAL QUE PARECIA SER UMA FAZENDA. ESTAVA PARADO NO MEIO DO QUE SERIA UM
PASTO. CONVERSAVA COM UMA PESSOA QUE NÃO LEMBRO QUEM ERA. NISTO VEIO CHEGANDO O
SEGUIDINHO DIRIGINDO UM PASSAT BEM VELHO. ELE VINHA PELO MEIO DESTE PASTO.
QUANDO ELE PAROU E DESCEU DO CARRO, PERGUNTEI O QUE ELE FAZIA COM O CARRO ALI.
ELE DISSE QUE TINHA IDO BUSCAR A GENTE. PEDI ENTÃO A ELE QUE DESSE MARCHA A RÉ
NO CARRO E PARASSE ELE NA ESTRADA QUE PASSAVA AO LADO. QUANDO ELE FOI DANDO
MARCHA A RÉ, ELE PASSOU POR CIMA DE UMA MÁQUINA DE PODAR GRAMA. GRITEI COM ELE
PARA PARAR. MAS ELE PASSOU POR CIMA E DEPOIS PULOU DE DENTRO DO CARRO. COMO O
PASTO ERA UM POUCO ÍNGREME, O CARRO SAIU DESCENDO ESTE MORRO E FOI PARAR DENTRO
DE UMA LAGOA QUE TINHA LÁ EM BAIXO. PERGUNTEI A ELE:
__PORQUE
VOCÊ PULOU DO CARRO E DEIXOU-O ANDANDO SOZINHO?
__HÁ,
EU NÃO SEI DIRIGIR.
__E
PORQUE ENTÃO ESTAVA DIRIGINDO?
__HÁ,
PORQUE EU QUIS.
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Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
3900 Rd, Independence, KS 67301, EUA
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
PONTE BRAZIL / PARIS
Estava dentro de um ônibus com destino a Cida de Paris. Havia uma ponte que atravessava o oceano, ligando o Brasil até a Europa. O ônibus estava nesta ponte, bem no meio. A gente podia ver pela janela do ônibus, os golfinhos pulando. Eles acompanhavam a gente por um bom tempo. Depois a gente via os tubarões. Fiquei pensando que se o motorista perdesse a direção, a gente cairia no mar e seria um caos. O mar, por onde a ponte passava, não era agitado. A água ficava parada como numa poça. Nisto alguém gritou que já estava vendo a cidade de Paris. Olhei e não via nada além da ponte e do mar. Então conclui que aquela pessoa tinha a visão além do alcance.
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
Montgomery St, Newark, NJ 07103, USA
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
TENTANDO ESTACIONAR O CARRO NA PORTA DO ABC
Estava na Rua Sergipe, ao lado do ABC da Vinte e hum. Estava dentro de um carro sem capô. Estava no banco do passageiro, aguardando o Gueds que tinha saído para ir ao ABC. Nisto veio um carro em minha direção. Então percebi que o Gueds tinha parado o carro no meio da rua. Então fui para o banco do motorista para estacionar o caro. Só que fui tentar estacioná-lo do lado esquerdo, na contramão. Fui vagarosamente, tentando ficar o mais próximo possível do passeio. Mas não estava conseguindo estacionar como eu queria. Na tentativa de estacionar, fui indo até atravessar a Rua do Fórum. Continuei tentando. Mas o carro sempre ficava a uns 50 centímetros do passeio. Mas eu queria a roda encostada neste. Como não estava conseguindo, fiz um balão para voltar. E fui tentando do outro lado, também na contramão. Do outro lado, havia vários sacos de lixo, destes pretos. Havia uma mulher sentada em cima, fumando um charuto. Quando eu passei por esta mulher, tentando estacionar, passou também uma menina. Esta tal mulher pediu dinheiro a menina. A menina mandou a mulher ir trabalhar. A mulher respondeu dizendo que a menina era obrigada a dar dinheiro ela. Nisto acelerei o carro, para sair dali, com medo da tal mulher.
sábado, 28 de maio de 2011
O BALANÇO DO BAÚ
Estava vindo com o Nathan por uma rua. Ele dizia que a gente teria que fazer a medição de poluição em 7 chaminés. Chegamos num local onde estava um caminhão com carroceria tipo baú. Subimos em cima da cabine deste caminho e ficamos segurando na antena do mesmo, que ficava presa na carroceria. O Nathan amarrava alguma coisa ali. Nisto a carroceria do caminhão, começou a balançar para frente e para trás. Ela balançava e passava por cima da cabine do caminhão. O caminhão tinha teto solar. Eu via o motorista e uma mulher ao seu lado conversando, toda vez que a carroceria passava em cima desta cabine. Nisto o motorista arrancou com o caminhão e freou bruscamente. A carroceria então ficou balançando mais forte ainda e quase atingia os fios elétricos da rua. Eu gritei com o motorista para parar de fazer aquilo. Ele parou. Mas a cabine ainda continuava indo para frente e para trás, como se estivesse presa por um elástico. Ela foi parando lentamente. O Nathan então me disse que as 7 medições que a gente iria fazer, seria paga em dólares. Eu disse que havia empresa que cobrava mais barato que a gente e era em reais. Ele então pediu para eu falar baixo, pois o motorista do caminhão era o dono da empresa. Continuamos agarrados a antena do caminhão que balançava de um lado a outro.
sábado, 6 de junho de 2009
BATIDA DE CARRO E ÔNIBUS
Estava dirigindo um carro esportivo e conversível. Nisto veio um ônibus em sentido contrário. Eu dirigia no meio da rua e o ônibus também vinha no meio da rua. Pisei no freio parei o carro. O ônibus veio freando e foi parando devagar e quando parou, chegou a encostar-se ao meu carro e fazendo um pequeno barulho. Sai do carro xingando, dizendo que tinha amassado meu carro e que queria outro. O motorista do ônibus veio dizendo que se encostou à placa e que não tinha acontecido nada. Nisto comecei a rir, dizendo que eu estava brincando e só dizendo aquilo para assustá-lo.
sábado, 23 de agosto de 2008
NA CONTRA MÃO
Estava andando em uma rodovia. Vinham no sentido contrário ao que eu estava e no acostamento e na contra mão, alguns caminhões. Eu fiquei pensando o que aqueles caminhões faziam andando na contra mão, se a pista do outro lado não tinha nada de errado com ela. Depois passou por mim um caminhão guindaste. O motorista me disse que estava indo rebocar os carros que estavam na contra mão.
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