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domingo, 21 de fevereiro de 2021

HOLGER DANSKE / HOLGER, O DINAMARQUÊS

Holger o dinamarquês, é uma figura lendária na cultura dinamarquesa. Se a Dinamarca se encontrar em apuros, ele vai acordar e defendê-la!


Explorar as criptas e catacumbas do Castelo de Kronborg é uma grande experiência. Escondido no porão do castelo, você vai conhecer o dinamarquês Holger (Holger Dansk), uma imponente estátua de pedra. Holger o dinamarquês, é uma figura lendária na cultura dinamarquesa. Se a Dinamarca se encontrar em apuros, ele vai acordar e defendê-la!
HOLGER DANSKE, OU HOLGER, O DINAMARQUÊS, É UM HERÓI LENDÁRIO DA DINAMARCA.
A PRIMEIRA REFERÊNCIA QUE TEMOS SOBRE A SUA EXISTÊNCIA APARECE EM ANTIGOS POEMAS FRANCESES, DE MEADOS DO SÉCULO XI.
DE ACORDO COM A LENDA, ERA FILHO DE GODOFREDO, REI DA DINAMARCA. O SEU FILHO FOI MORTO POR CARLOS, O JOVEM, FILHO DE CARLOS MAGNO; EM BUSCA DE VINGANÇA, PROCUROU-O E MATOU-O.



SÓ POR POUCO O IMPEDIRAM DE MATAR O PRÓPRIO CARLOS MAGNO. RESISTIU A CARLOS MAGNO DURANTE SETE ANOS, MAS FEZ A PAZ PARA LUTAR AO LADO DELE CONTRA OS SARRACENOS. DURANTE ESSA BATALHA MATOU O GIGANTE BREHUS.
OS BARALHOS DE CARTAS FRANCESES REPRESENTAM O HOLGER DANSKE NO VALETE DE ESPADAS
ESTE CONTO PODE TER ALGO DE HISTÓRICO, UMA VEZ QUE FONTES DINAMARQUESAS INDICAM QUE POR VOLTA DO ANO 800, NO AUGE DO IMPÉRIO DE CARLOS MAGNO, UM REI DINAMARQUÊS CHAMADO GODOFREDO EMPREENDEU COM SUCESSO UMA GUERRA CONTRA A EXPANSÃO DOS FRANCOS PARA A FRÍSIA E PARA SCHLESWIG DURANTE LONGOS ANOS. APÓS UM IMPASSE PROLONGADO, A PAZ FOI DECLARADA ENTRE AMBOS.
TAL COMO BARBAROSSA E O REI ARTUR, NA LENDA DINAMARQUESA HOLGER TORNA-SE UM REI NA MONTANHA; DIZ-SE QUE MORA NO CASTELO DE KRONBORG, COM A SUA BARBA CRESCIDA ATÉ AO CHÃO, DORMINDO LÁ ATÉ QUANDO A DINAMARCA SE ENCONTRAR EM PERIGO. NESSA ALTURA, ELE LEVANTAR-SE-Á E LIBERTARÁ O PAÍS.
A Dinamarca evoca a história e o maior herói da nação em sua camisa da seleção
NO CASTELO DE KRONBORG, EM HELSINGOR, EXISTE UMA ESTÁTUA REPRESENTANDO O HOLGER DANSKE. A TRADIÇÃO DIZ QUE A ESTÁTUA GANHARÁ VIDA QUANDO A DINAMARCA SE ENCONTRAR EM GRANDE PERIGO E O HOLGER DANSKE SALVARÁ A NAÇÃO.


Fonte dos textos e fotos: Wikipédia / viagemeturismo.abril.com.br / Thymonthy Becker / uol.com.br / Divulgação /

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domingo, 15 de julho de 2012

O PORTAL DO TEMPO

Estava em uma grande avenida. Era noite. Não havia casas. Apenas a grande avenida toda iluminada. Alguns carros passavam em ambos os sentidos nesta avenida. Estava na porta de um bar, onde quatro pessoas jogavam baralho do lado de fora deste bar. Estava sentado em uma cadeira, de frente para o encosto, observando aquelas pessoas jogarem baralho. Pouco acima de onde eu estava, tinha um ônibus estacionado na contra mão. Aquele ônibus era o que eu dirigia. Nisto este ônibus saiu de onde estava, foi para sua mão de direção e seguiu pela avenida. Disse para aquelas pessoas que estava jogando baralho que aquele era meu ônibus, que ele sempre saia na hora certa e passava para me buscar, pois eu era o motorista. Disse que o ônibus era ensinado. Atravessei a rua para pegar o ônibus, mas ele passou por mim. Gritei para ele parar, mas ele prosseguiu. Não havia ninguém dirigindo, visto que eu era o motorista. Continuei correndo atrás do ônibus pedindo para ele parar. Mas ele não parava de jeito nenhum. Ao chegar a um cruzamento com outra grande avenida, eu não consegui parar e bati com a cara na lateral de outro ônibus que passava nesta outra avenida. Nisto fiquei enlambuzado de óleo de motor de carro. A lateral deste ônibus tinha uns cinco centímetros de óleo em toda ela. Não sei como ele não escorria. O ônibus parou quando eu bati e cai no chão, cheio der óleo. Pedi uma carona ao motorista deste ônibus, pois queria perseguir meu ônibus que tinha virado nesta avenida e seguido em frente. Ele recusou dizendo que eu iria sujar todo o ônibus. Nisto o Fernando chegou perto de mim e disse que sabia de um atalho pela floresta. Segui o Fernando e ele entrou por entre as árvores que tinham na beira desta avenida. Andando por entre estas árvores ele chegou num pequeno portão, que deveria ter um metro quadrado. Agachamos e passamos por este pequeno portão. Do outro lado era as árvores da avenida em que eu estava vendo as pessoas jogarem baralho. Fui fechar o portão, dizendo ao Fernando que ninguém poderia descobrir aquela passagem secreta que encurtava caminhos. Ele disse que não precisava, pois ela só aparecia na presença dele. Sai na avenida em que estava anteriormente e pude ver o ônibus no mesmo local que estava perto das pessoas que jogavam baralho. Daí fiquei pensando se eu realmente tinha corrido atrás do ônibus ou tinha passado por aquele portão do tempo que o Fernando era o guardião.