OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : portal do tempo
Mostrando postagens com marcador portal do tempo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador portal do tempo. Mostrar todas as postagens

domingo, 15 de julho de 2012

O PORTAL DO TEMPO

Estava em uma grande avenida. Era noite. Não havia casas. Apenas a grande avenida toda iluminada. Alguns carros passavam em ambos os sentidos nesta avenida. Estava na porta de um bar, onde quatro pessoas jogavam baralho do lado de fora deste bar. Estava sentado em uma cadeira, de frente para o encosto, observando aquelas pessoas jogarem baralho. Pouco acima de onde eu estava, tinha um ônibus estacionado na contra mão. Aquele ônibus era o que eu dirigia. Nisto este ônibus saiu de onde estava, foi para sua mão de direção e seguiu pela avenida. Disse para aquelas pessoas que estava jogando baralho que aquele era meu ônibus, que ele sempre saia na hora certa e passava para me buscar, pois eu era o motorista. Disse que o ônibus era ensinado. Atravessei a rua para pegar o ônibus, mas ele passou por mim. Gritei para ele parar, mas ele prosseguiu. Não havia ninguém dirigindo, visto que eu era o motorista. Continuei correndo atrás do ônibus pedindo para ele parar. Mas ele não parava de jeito nenhum. Ao chegar a um cruzamento com outra grande avenida, eu não consegui parar e bati com a cara na lateral de outro ônibus que passava nesta outra avenida. Nisto fiquei enlambuzado de óleo de motor de carro. A lateral deste ônibus tinha uns cinco centímetros de óleo em toda ela. Não sei como ele não escorria. O ônibus parou quando eu bati e cai no chão, cheio der óleo. Pedi uma carona ao motorista deste ônibus, pois queria perseguir meu ônibus que tinha virado nesta avenida e seguido em frente. Ele recusou dizendo que eu iria sujar todo o ônibus. Nisto o Fernando chegou perto de mim e disse que sabia de um atalho pela floresta. Segui o Fernando e ele entrou por entre as árvores que tinham na beira desta avenida. Andando por entre estas árvores ele chegou num pequeno portão, que deveria ter um metro quadrado. Agachamos e passamos por este pequeno portão. Do outro lado era as árvores da avenida em que eu estava vendo as pessoas jogarem baralho. Fui fechar o portão, dizendo ao Fernando que ninguém poderia descobrir aquela passagem secreta que encurtava caminhos. Ele disse que não precisava, pois ela só aparecia na presença dele. Sai na avenida em que estava anteriormente e pude ver o ônibus no mesmo local que estava perto das pessoas que jogavam baralho. Daí fiquei pensando se eu realmente tinha corrido atrás do ônibus ou tinha passado por aquele portão do tempo que o Fernando era o guardião.

terça-feira, 10 de abril de 2012

O PORTAL DO RIO

Estava vindo de bicicleta por uma rodovia. Carregava alguém no quadro. Não fazia muito esforça para subir os morros e a bicicleta ia a uma velocidade até alta. Quando cheguei ao topo de um morro e fui começar a descer, vi que havia algumas pessoas trabalhando na rodovia. Dois homens correram para sair da minha frente, mas acabei acertando a perna de um destes homens. Ambos pularam no meio do mato que tinha na beira da rodovia. Então pedalei mais forte e fui muito mais rápido ainda, julgando que o tal homem que eu tinha acertado com a bicicleta estaria vindo correndo atrás de mim para me pegar. Fui pedalando por esta rodovia até que do alto de um morro vi um rio que passava do lado da rodovia, só que bem abaixo desta. Embora a estrada continuasse, havia outra estrada de chão, que descia em direção ao rio e saia do outro lado do rio. Pelas marcas da estrada, ela era usada de ambos os lados. Então virei à bicicleta e desci por esta estrada de terra. Quando fui para entrar com a bicicleta no rio, ela saiu na estrada do outro lado, como se ali tivesse um portal que saia do outro lado. Continuei pedalando e só ai eu olhei para trás para ver o tal homem que me seguia. Foi então que percebi que não havia ninguém correndo atrás de mim.