Estava em uma grande avenida. Era noite. Não havia casas.
Apenas a grande avenida toda iluminada. Alguns carros passavam em ambos os
sentidos nesta avenida. Estava na porta de um bar, onde quatro pessoas jogavam
baralho do lado de fora deste bar. Estava sentado em uma cadeira, de frente
para o encosto, observando aquelas pessoas jogarem baralho. Pouco acima de onde
eu estava, tinha um ônibus estacionado na contra mão. Aquele ônibus era o que
eu dirigia. Nisto este ônibus saiu de onde estava, foi para sua mão de direção
e seguiu pela avenida. Disse para aquelas pessoas que estava jogando baralho
que aquele era meu ônibus, que ele sempre saia na hora certa e passava para me
buscar, pois eu era o motorista. Disse que o ônibus era ensinado. Atravessei a
rua para pegar o ônibus, mas ele passou por mim. Gritei para ele parar, mas ele
prosseguiu. Não havia ninguém dirigindo, visto que eu era o motorista. Continuei
correndo atrás do ônibus pedindo para ele parar. Mas ele não parava de jeito nenhum.
Ao chegar a um cruzamento com outra grande avenida, eu não consegui parar e bati
com a cara na lateral de outro ônibus que passava nesta outra avenida. Nisto
fiquei enlambuzado de óleo de motor de carro. A lateral deste ônibus tinha uns cinco
centímetros de óleo em toda ela. Não sei como ele não escorria. O ônibus parou
quando eu bati e cai no chão, cheio der óleo. Pedi uma carona ao motorista
deste ônibus, pois queria perseguir meu ônibus que tinha virado nesta avenida e
seguido em frente. Ele recusou dizendo que eu iria sujar todo o ônibus. Nisto o
Fernando chegou perto de mim e disse que sabia de um atalho pela floresta. Segui
o Fernando e ele entrou por entre as árvores que tinham na beira desta avenida.
Andando por entre estas árvores ele chegou num pequeno portão, que deveria ter
um metro quadrado. Agachamos e passamos por este pequeno portão. Do outro lado
era as árvores da avenida em que eu estava vendo as pessoas jogarem baralho.
Fui fechar o portão, dizendo ao Fernando que ninguém poderia descobrir aquela
passagem secreta que encurtava caminhos. Ele disse que não precisava, pois ela
só aparecia na presença dele. Sai na avenida em que estava anteriormente e pude
ver o ônibus no mesmo local que estava perto das pessoas que jogavam baralho.
Daí fiquei pensando se eu realmente tinha corrido atrás do ônibus ou tinha
passado por aquele portão do tempo que o Fernando era o guardião.
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domingo, 15 de julho de 2012
O PORTAL DO TEMPO
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Big Powder River East Rd, Broadus, MT 59317, EUA
terça-feira, 10 de abril de 2012
O PORTAL DO RIO
Estava
vindo de bicicleta por uma rodovia. Carregava alguém no quadro. Não fazia muito
esforça para subir os morros e a bicicleta ia a uma velocidade até alta. Quando
cheguei ao topo de um morro e fui começar a descer, vi que havia algumas
pessoas trabalhando na rodovia. Dois homens correram para sair da minha frente,
mas acabei acertando a perna de um destes homens. Ambos pularam no meio do mato
que tinha na beira da rodovia. Então pedalei mais forte e fui muito mais rápido
ainda, julgando que o tal homem que eu tinha acertado com a bicicleta estaria vindo
correndo atrás de mim para me pegar. Fui pedalando por esta rodovia até que do
alto de um morro vi um rio que passava do lado da rodovia, só que bem abaixo desta.
Embora a estrada continuasse, havia outra estrada de chão, que descia em
direção ao rio e saia do outro lado do rio. Pelas marcas da estrada, ela era
usada de ambos os lados. Então virei à bicicleta e desci por esta estrada de
terra. Quando fui para entrar com a bicicleta no rio, ela saiu na estrada do
outro lado, como se ali tivesse um portal que saia do outro lado. Continuei pedalando
e só ai eu olhei para trás para ver o tal homem que me seguia. Foi então que percebi
que não havia ninguém correndo atrás de mim.
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State Route 3001, Montrose, PA 18801, EUA
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