Estava vindo com o Nathan por uma rua. Ele dizia que a gente teria que fazer a medição de poluição em 7 chaminés. Chegamos num local onde estava um caminhão com carroceria tipo baú. Subimos em cima da cabine deste caminho e ficamos segurando na antena do mesmo, que ficava presa na carroceria. O Nathan amarrava alguma coisa ali. Nisto a carroceria do caminhão, começou a balançar para frente e para trás. Ela balançava e passava por cima da cabine do caminhão. O caminhão tinha teto solar. Eu via o motorista e uma mulher ao seu lado conversando, toda vez que a carroceria passava em cima desta cabine. Nisto o motorista arrancou com o caminhão e freou bruscamente. A carroceria então ficou balançando mais forte ainda e quase atingia os fios elétricos da rua. Eu gritei com o motorista para parar de fazer aquilo. Ele parou. Mas a cabine ainda continuava indo para frente e para trás, como se estivesse presa por um elástico. Ela foi parando lentamente. O Nathan então me disse que as 7 medições que a gente iria fazer, seria paga em dólares. Eu disse que havia empresa que cobrava mais barato que a gente e era em reais. Ele então pediu para eu falar baixo, pois o motorista do caminhão era o dono da empresa. Continuamos agarrados a antena do caminhão que balançava de um lado a outro.
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sábado, 28 de maio de 2011
domingo, 8 de novembro de 2009
BALANÇANDO COM OS CACHORROS OLHANDO
Estava numa rua estreita. Deveria ter uns 5 metros de rua só. O calçamento era pedra. Estava na varanda da casa e segurava uma tubulação que sustentava esta tubulação. Segurava coma mão direita, deixando o corpo caindo. Como ficam as crianças. Segurando com uma mão e balançando o corpo. Perto de mim tinha um cachorro amarelo, pequeno, que ficava me olhando. Tipo aqueles que latem muito. Nisto passou uma pessoa e perguntou se podia deixar o cachorro dela vir brincar com o meu. Disse que não tinha problemas. Havia uma mulher perto de mim, sentada na beira do passeio. Continuei balançando naquela varanda, quando vi que vinha correndo um cachorro igual ao que estava perto de mim, só que este era preto. Ele veio, pulou no meu braço que eu balançava. Ficou agarrado na manga da camisa. Então disse a ele que era para brincar com o outro cachorro e não comigo. O cachorro então pulou e ficou ao lado do que me olhava. Então disse para a tal mulher que estava sentada ali, que se a gente deixar o cachorro brincar com a gente, o cachorro gosta e nunca mais vai embora. E continuava segurando a tubulação, balançando o corpo.
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