Estava vindo com o Nathan por uma rua. Ele dizia que a gente teria que fazer a medição de poluição em 7 chaminés. Chegamos num local onde estava um caminhão com carroceria tipo baú. Subimos em cima da cabine deste caminho e ficamos segurando na antena do mesmo, que ficava presa na carroceria. O Nathan amarrava alguma coisa ali. Nisto a carroceria do caminhão, começou a balançar para frente e para trás. Ela balançava e passava por cima da cabine do caminhão. O caminhão tinha teto solar. Eu via o motorista e uma mulher ao seu lado conversando, toda vez que a carroceria passava em cima desta cabine. Nisto o motorista arrancou com o caminhão e freou bruscamente. A carroceria então ficou balançando mais forte ainda e quase atingia os fios elétricos da rua. Eu gritei com o motorista para parar de fazer aquilo. Ele parou. Mas a cabine ainda continuava indo para frente e para trás, como se estivesse presa por um elástico. Ela foi parando lentamente. O Nathan então me disse que as 7 medições que a gente iria fazer, seria paga em dólares. Eu disse que havia empresa que cobrava mais barato que a gente e era em reais. Ele então pediu para eu falar baixo, pois o motorista do caminhão era o dono da empresa. Continuamos agarrados a antena do caminhão que balançava de um lado a outro.
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sábado, 28 de maio de 2011
domingo, 18 de abril de 2010
A QUEBRA DA COLUNA
Estava num galpão da RFFS/A. estava no local onde eles faziam a revisão nas locomotivas. Estava parada ali uma locomotiva GE. Disse para uma pessoa que estava do meu lado, que eles só reparavam ali as locomotivas GE, porque as locomotivas GM eram menores e ao serem deitadas, cairiam. Nisto eles foram deitar a GE. Ao deitar, ela encosta-se a duas grandes colunas de concreto que havia ali, para segurá-la mesmo. Fiquei pensando na hipótese daquela coluna quebrar e a locomotiva vir a cair. Como eu estava entre as colunas, ela cairia em cima de mim. Quando fui andando, a coluna quebrou e a locomotiva caiu em cima de mim. Só que caiu a cabine, que estava com a janela aberta. Nisto fiquei apenas com as pernas presas, o resto do meu corpo, ficou dentro da cabine. Comecei a gritar por socorro. Nisto chegaram algumas pessoas me olhando dentro da cabine. Então disse a elas para me tirarem logo dali, porque o peso da locomotiva em minhas pernas, já estava me incomodando.
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