OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Onibus
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domingo, 25 de novembro de 2012

SEM DESTINO

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ESTAVA DENTRO DE UM ÔNIBUS. ESTE ÔNIBUS TINHA PORTA DOS DOIS LADOS. OS BANCOS DESTE ÔNIBUS ERAM SEMPRE EM TRÊS E FICAVAM SEMPRE DE LADO. ESTAVA SENTANDO EM UM DESTES BANCOS COM UMA PESSOA AO MEU LADO. PERCEBI QUE O ÔNIBUS IA EM SENTIDO CONTRÁRIO AO QUE ESTAVA VIRADO O MOTORISTA. COMO SE ELE ESTIVESSE DIRIGINDO DE RÉ. OLHEI PARA O OUTRO LADO E VI OUTRO MOTORISTA. ENTÃO PERCEBI QUE ESTE ÔNIBUS TINHA DUAS FRENTES E PODERIA IR PARA QUALQUER LADO. O ÔNIBUS PAROU E UMA PESSOA DESCEU PELA PORTA QUE TINHA AO MEU LADO. NISTO OUTRA PESSOA DESCEU, MAS SUBIU NOVAMENTE COM UM PRATO DE PLÁSTICO COM RESTO DE COMIDA DENTRO. ELE OLHOU PARA MIM E DISSE QUE ERA COMIDA BOA QUE TINHAM JOGADO FORA, MAS ELE IRIA APROVEITAR. E SAIU COMENDO O QUE ESTAVA NO PRATO. EU PRECISAVA IR PARA ALGUM LUGAR QUE NÃO LEMBRAVA MAIS ONDE ERA. NEM SABIA ONDE IRIA DESCER. MAS SABIA QUE O ÔNIBUS ESTAVA INDO POR UM CAMINHO QUE EU NÃO CONHECIA E NEM ERA O QUE EU QUERIA.

domingo, 15 de julho de 2012

O PORTAL DO TEMPO

Estava em uma grande avenida. Era noite. Não havia casas. Apenas a grande avenida toda iluminada. Alguns carros passavam em ambos os sentidos nesta avenida. Estava na porta de um bar, onde quatro pessoas jogavam baralho do lado de fora deste bar. Estava sentado em uma cadeira, de frente para o encosto, observando aquelas pessoas jogarem baralho. Pouco acima de onde eu estava, tinha um ônibus estacionado na contra mão. Aquele ônibus era o que eu dirigia. Nisto este ônibus saiu de onde estava, foi para sua mão de direção e seguiu pela avenida. Disse para aquelas pessoas que estava jogando baralho que aquele era meu ônibus, que ele sempre saia na hora certa e passava para me buscar, pois eu era o motorista. Disse que o ônibus era ensinado. Atravessei a rua para pegar o ônibus, mas ele passou por mim. Gritei para ele parar, mas ele prosseguiu. Não havia ninguém dirigindo, visto que eu era o motorista. Continuei correndo atrás do ônibus pedindo para ele parar. Mas ele não parava de jeito nenhum. Ao chegar a um cruzamento com outra grande avenida, eu não consegui parar e bati com a cara na lateral de outro ônibus que passava nesta outra avenida. Nisto fiquei enlambuzado de óleo de motor de carro. A lateral deste ônibus tinha uns cinco centímetros de óleo em toda ela. Não sei como ele não escorria. O ônibus parou quando eu bati e cai no chão, cheio der óleo. Pedi uma carona ao motorista deste ônibus, pois queria perseguir meu ônibus que tinha virado nesta avenida e seguido em frente. Ele recusou dizendo que eu iria sujar todo o ônibus. Nisto o Fernando chegou perto de mim e disse que sabia de um atalho pela floresta. Segui o Fernando e ele entrou por entre as árvores que tinham na beira desta avenida. Andando por entre estas árvores ele chegou num pequeno portão, que deveria ter um metro quadrado. Agachamos e passamos por este pequeno portão. Do outro lado era as árvores da avenida em que eu estava vendo as pessoas jogarem baralho. Fui fechar o portão, dizendo ao Fernando que ninguém poderia descobrir aquela passagem secreta que encurtava caminhos. Ele disse que não precisava, pois ela só aparecia na presença dele. Sai na avenida em que estava anteriormente e pude ver o ônibus no mesmo local que estava perto das pessoas que jogavam baralho. Daí fiquei pensando se eu realmente tinha corrido atrás do ônibus ou tinha passado por aquele portão do tempo que o Fernando era o guardião.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

EM CIMA DO ONIBUS

Estavanuma rua muito larga. Estava bem no ponto mais baixo da rua. De um lado elasubia lentamente. Do outro, havia um plano de uns 50 metros e depois a rua sedividia em duas, numa bifurcação em “Y”. e logo depois, ambas subiam. Sendo queuma das bifurcações subia muito, fazendo um grande pico e depois descia. Havia algumaspessoas ali nesta rua. Havia um ônibus parado pouco a minha frente. Entrei nesteônibus e fui em direção a bifurcação. Abri a volta o máximo que podia, parafazer o retorno deste ônibus. Quando consegui fazer o retorno, desci do ônibus.Ao descer, o ônibus sai andando, visto não ter puxado o freio de mãos. Sai correndoatrás do ônibus, segurei o mesmo pelo pára-choque traseiro, para poder Pará-lo.Mas não estava conseguindo. Nisto o ônibus, ao começar a subir a rua, voltou. Subiem cima dele. De cima fui o vendo voltar lentamente, depois acelerou muito efoi em direção aquela rua que tinha uma subida bem íngreme. Ele foi velozmente,eu em cima sem poder fazer nada. Ele subiu aquela rua íngreme e ao término dasubida, ele passou direto, ficando no ar. Depois desceu de uma vez só. Quando eledesceu, eu fiquei no ar e fui descendo rodopiando e cai novamente em cima do ônibus.Não sei como, mas não me machuquei. O ônibus então voltou para o mesmo lugaronde estava antes de eu tentar dirigi-lo.

terça-feira, 19 de julho de 2011

SONHANDO NO ONIBUS, COM AS DIVIDAS A PAGAR


Estava dentro de um ônibus, cujos bancos, não tinham encosto. Estava carregando uma imensa sacola, que estava entre meus pés. Ao meu lado tinha um homem sentado e do outro lado, na outra fileira de acento, estava uma mulher. Havia outras pessoas ali. Este ônibus seguia por uma estrada com uma curva muito grande que elevava ao alto de um morro, onde ficava a cidade. De onde eu estava, podia ver a cidade no alto morro, onde a gente iria parar. Eu já tinha feito aquele trajeto outras vezes. Não sei por que e nem aonde ia, mas sempre voltava naquele ônibus. Nisto a pessoa que estava ao meu lado, leu dentro da minha sacola, num bolso da camisa que estava bem em cima da sacola, o nome da firma que eu trabalhava. Então ele disse que estava precisando dos meus serviços, mas tinha ficado sabendo que eu não estava mais trabalhando. Disse a ele que tinha parado por três meses, mas já estava de volta ao trabalho, que era só ele ligar para a firma, que eu iria lá fazer o serviço. Nisto olhei pela janela e vi a estrada, fazendo a longa curva, subindo em direção a cidade que eu queria ir. O ônibus então me sacolejou e acordei. Então percebi que estava dormindo. Fiquei meio assustado com o sonho. Então ao ver a cidade que fica no topo do morro chegando, fui imaginando que deveria pagar um dos três empréstimos que tinha feito ali. Que o mais barato deveria ficar em torno de mil reais. Estava indo naquela cidade, justamente para tentar liquidar um dos empréstimos, porque as prestações estavam altas demais.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

NA SALA DO ONIBUS

Estava sentado na beira de uma estrada, segurando três envelopes grandes. Um branco e dois amarelos. De repente levantei rapidamente, pois teria que pegar o ônibus quer passava a uns 100 metros de onde eu estava. Quando fui indo, vi outras pessoas indo na mesma direção. Nisto vi o ônibus vindo e comentei com alguém que ia pegá-lo também, que o ônibus nunca atrasava. Numa parte da estrada onde ela simulava uma rotatória muito grande, o ônibus parou. Entramos no ônibus e lá dentro, parecia uma sala grande. Sentei numa cadeira que parecia àquelas cadeiras de escola, com um suporte do lado direito, para agente escrever. Coloquei ali os envelopes. No centro do que seria esta sala dentro do ônibus, havia um cano que servia como suporte. Nisto uma das mulheres que subiu ali, começou a dançar neste poste. Fiquei pensando se o ônibus iria me levar onde eu precisava ir.

sábado, 5 de março de 2011

USANDO BANHEIRO COM PORTA ABERTA


Estava dentro de um ônibus. Este ônibus andava por umas ruas estreitas, cheia de curvas. Eu esperava este ônibus, atravessar uma ponte e ir até o local onde eu iria descer. Mas o ônibus nunca atravessava esta ponte. Depois de ficar andando muito tempo dentro o ônibus, ele parou. O motorista foi conversar com uma mulher que estava sentada lá na frente, perto dele. Eu estava sentado atrás. Então fui falar com o motorista. Falei que estava ali dentro do ônibus, querendo ir para o outro lado da ponte. Disse que estava ali desde as 10 horas, e já era meio dia. O motorista se assustou e disse se ninguém tinha me levado até La. Disse que não, pois ainda estava ali dentro do ônibus. Então ele saiu novamente com o ônibus e foi me levar do outro lado da ponte. Chegando onde eu queria, desci do ônibus e fui até o que seria uma loja. Entrei nesta loja, mas me deu vontade de ir ao banheiro. Sabia que ao lado da loja tinha um banheiro cuja porta ficava para o passeio da rua. Fui até ele, vi que a porta estava meio encostada, mas não fechada. Entrei assim mesmo e lá dentro estava o Grilo e outra pessoa. Disse que queria usar o banheiro. O Grilo então disse que tinha acabado de colocar o vaso e estavam mesmo querendo alguém para testá-lo. O vaso estava meio de lado e muito baixo em relação aos que são colocados normalmente. Pedi a ele que fechasse a porta, pois eu iria usar o vaso. Ele perguntou se eu não importava de usar com a porta aberta. Disse que não. Tirei a roupa toda, sentei no vaso meio de lado, olhando pela porta, vendo as pessoas que passavam no passeio. Falei para o grilo que era muito difícil usar o vaso daquele jeito, pois a gente ficava escorregando dele. Então dei descarga e saiu água pra todo lado. Disse ao Grilo que o serviço tinha que ser feito novamente. Vesti minha roupa e fui indo embora.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

INDO DE ÓNIBUS PARA O PARAISO



Estava numa estrada de terra, num local que seria um ponto de ônibus. Havia cinco pessoas ali também. Entre elas, meu pai. Nisto chegou dois homens que só tinha corpo da cintura para cima. Eles vinham andando com as mãos. O corpo deles, da cintura até o peito, estavam dentro do que seria uma garrafa de coca cola de dois litros, onde tinha cortado a parte da tampa, deixando o fundo preservado. Quando eles andavam, o fundo da garrafa batia no chão e eles, com as mãos, iam para frente. Fazendo um movimento, que fazem as pessoas que andam de muletas. A gente estava esperando o ônibus para ir para o paraíso. Paraíso deveria ser um bairro. Nisto chegou o ônibus. Ele parou do outro lado do ponto, naquela estrada de terra. O ônibus só tinha o piso e uma lateral direita, assim mesmo, cortada pela metade. Dentro do que seria o ônibus, havia apenas quatro bancos. Dois na frente e dois atrás. E os da frente, estavam virados para os de trás. O ônibus tinha o tamanho da metade de um ônibus convencional. Entramos naquele ônibus, que só tinha o piso e meu pai sentou num dos bancos de trás. Eu fiquei em pé. Nisto coloquei a mão no bolso de trás e percebi que não tinha trago a carteira. Disse ao meu pai que tinha esquecido a carteira, mas que não tinha problemas, lá eu me virava. Aquela “sucata” que seria o ônibus saiu por aquela estrada. A estrada era sempre reta e não via nenhuma curva. Fiquei perguntando quando chegaríamos ao tal paraíso. Ninguém respondia. Depois de muito andar naquela estrada de terra, sempre em linha reta, o ônibus parou no que seria um ponto. Os dois homens que tinha só metade do corpo e estavam com parte dele dentro de uma garrafa de coca cola, desceram. Ao descerem, eles pegaram uma garrafinha de água, cada um. Eles jogaram água no corpo deles, na parte da boca da garrafa. A água os fazia saírem de dentro da garrafa. Eles saíram e a cintura deles voltou a ficar do tamanho normal. Depois eles colocavam água na cintura para entrar na garrafa novamente. Ao ver aqueles homens com só meio corpo, foi me dando “nojo”. Então decidi ir a pé até o paraíso. Alguém disse que estava longe ainda. Mas eu decidi ir assim mesmo. E fui indo a pé.