OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : caminhão
Mostrando postagens com marcador caminhão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador caminhão. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

OS TRENS CARRETAS


Estava em um local com várias pessoas. Parecia ser uma estação de trem. Mas os trens tinham a forma de carretas. Mas andavam nos trilhos. Havia muitos destes trens ali e muitas linhas de trens que se espalhavam pelo local. Eu andava de mãos dadas com uma mulher e, juntamente com aquelas pessoas, queria sair dali e não estava conseguindo. Nisto chegou o Sr. Ary, que seria o maquinista e disse ter conseguido um trem que levaria a gente dali, pois a linha que ele estava esse encontrava livre. Fomos até este trem, que também tinha forma de carreta. Entramos no que seria a carroceria e o Dr. Ary saiu com este trem. Depois de andar um pouco neste trem, chegamos num local parecido com o anterior. Muitas linhas se cruzando e muitos trens ali parados. Não conseguimos passar. Desci deste trem e fui procurar outro que estivesse com caminho livre, para poder sair dali o mais rápido possível. Fui puxando esta mulher pelas mãos, pedindo a ela que andasse mais depressa, porque a gente tinha que sair dali imediatamente. Percorrendo no meio destes trens em forma de carreta, encontrei um que estava do outro lado e a linha totalmente livre. Voltei para buscar o Sr. Ary, para que ele pudesse conduzir o trem e nós pudéssemos ir embora. Não encontrava o Sr. Ary e nem as outras pessoas. Havia um trem que estava tombado de lado com o que seria a carroceria voltada para uma parede. Com dificuldades entrei nesta carroceria, com aquela mulher e ficamos ali escondidos, já que não íamos conseguir sair a tempo.



quinta-feira, 26 de julho de 2012

DIRIGINDO LENTAMENTE


ESTAVA DIRIGINDO UM CARRO NUMA RUA COM CANTEIRO CENTRAL. NISTO PASSOU UM CAMINHÃO MUITO RÁPIDO POR MIM. ACHEI QUE ESTAVA LENTO DEMAIS, POIS ATÉ CAMINHÃO ESTAVA PASSANDO POR MIM E DECIDI ACELERAR O CARRO. FUI DIRIGINDO MUITO RAPIDAMENTE. MAS A RUA ERA CHEIA DE FISSURAS, CONHECIDAS COMO “COSTELA DE ADÃO”. O CARRO FICOU TREMENDO MUITO E EU NÃO CONSEGUIA DIRIGIR DIREITO. NISTO PASSARAM POR MIM OUTROS TRÊS CARROS SENDO QUE EM UM DELES, O MOTORISTA COLOCOU A CABEÇA PARA FORA E ME CHAMOU DE MOLENGA. TENTEI ACELERAR PARA ALCANÇÁ-LOS, MAS PERCEBI QUE ESTAVA INDO NA DIREÇÃO ERRADA. NO PRIMEIRO RETORNO QUE HAVIA NO CANTEIRO, VIREI O CARRO FUI EMBORA.

domingo, 15 de julho de 2012

O PORTAL DO TEMPO

Estava em uma grande avenida. Era noite. Não havia casas. Apenas a grande avenida toda iluminada. Alguns carros passavam em ambos os sentidos nesta avenida. Estava na porta de um bar, onde quatro pessoas jogavam baralho do lado de fora deste bar. Estava sentado em uma cadeira, de frente para o encosto, observando aquelas pessoas jogarem baralho. Pouco acima de onde eu estava, tinha um ônibus estacionado na contra mão. Aquele ônibus era o que eu dirigia. Nisto este ônibus saiu de onde estava, foi para sua mão de direção e seguiu pela avenida. Disse para aquelas pessoas que estava jogando baralho que aquele era meu ônibus, que ele sempre saia na hora certa e passava para me buscar, pois eu era o motorista. Disse que o ônibus era ensinado. Atravessei a rua para pegar o ônibus, mas ele passou por mim. Gritei para ele parar, mas ele prosseguiu. Não havia ninguém dirigindo, visto que eu era o motorista. Continuei correndo atrás do ônibus pedindo para ele parar. Mas ele não parava de jeito nenhum. Ao chegar a um cruzamento com outra grande avenida, eu não consegui parar e bati com a cara na lateral de outro ônibus que passava nesta outra avenida. Nisto fiquei enlambuzado de óleo de motor de carro. A lateral deste ônibus tinha uns cinco centímetros de óleo em toda ela. Não sei como ele não escorria. O ônibus parou quando eu bati e cai no chão, cheio der óleo. Pedi uma carona ao motorista deste ônibus, pois queria perseguir meu ônibus que tinha virado nesta avenida e seguido em frente. Ele recusou dizendo que eu iria sujar todo o ônibus. Nisto o Fernando chegou perto de mim e disse que sabia de um atalho pela floresta. Segui o Fernando e ele entrou por entre as árvores que tinham na beira desta avenida. Andando por entre estas árvores ele chegou num pequeno portão, que deveria ter um metro quadrado. Agachamos e passamos por este pequeno portão. Do outro lado era as árvores da avenida em que eu estava vendo as pessoas jogarem baralho. Fui fechar o portão, dizendo ao Fernando que ninguém poderia descobrir aquela passagem secreta que encurtava caminhos. Ele disse que não precisava, pois ela só aparecia na presença dele. Sai na avenida em que estava anteriormente e pude ver o ônibus no mesmo local que estava perto das pessoas que jogavam baralho. Daí fiquei pensando se eu realmente tinha corrido atrás do ônibus ou tinha passado por aquele portão do tempo que o Fernando era o guardião.

domingo, 17 de junho de 2012

ACIDENTE COM CAMINMHÃO NA BR 135

UM ACIDENTE COM UM CAMINHÃO DA "AURORA" ALIMENTOS, ACONTECEU NESTA SEXTA FEIRA (15/06/2012) NA BR 135, PRÓXIMO A CIDADE DE BUENÓPOLIS NO INTERIOR DAS MINAS GERAIS.
VEJA AS IMAGENS DO CAMINHÃO.
foto - Thymonthy Becker
foto - Thymonthy Becker
foto - Thymonthy Becker
foto - Thymonthy Becker
 O INSTANTE QUE PASSA

sexta-feira, 1 de junho de 2012

NO VAI-E-VEM DAS ESTRADAS

ESTAVA NUM LOCAL AFASTADO DA CIDADE. HAVIA VÁRIAS ESTRADAS NA FORMA DE COCHO. ELAS TINHAM UNS 20 METROS DE COMPRIMENTO E MAIS OU MENOS UM METRO DE LARGURA E UNS CINQÜENTA CENTÍMETROS DE FUNDURA. ESTAS ESTRADAS EM FORMA DE COCHO ESTAVAM SEMPRE SUBINDO E DESCENDO. NÃO HAVIA EM LINHA RETA. EU DIRIGIA POR ESTA ESTRADA EM FORMA DE COCHO, SÓ QUE NÃO TINHA CARRO. SIMULAVA ESTAR DIRIGINDO E FAZENDO O BARULHO DO MOTOR COM A BOCA E MOVIMENTANDO AS MÃOS COMO SE ESTIVESSE AO VOLANTE. DESCIA POR ESTA ESTRADA QUE AO FINAL DA DESCIDA, FAZIA UMA RÁPIDA CURVA E SUBIA NOVAMENTE. LÁ EM BAIXO ELA ENCONTRAVA COM OUTRA ESTRADA DE IGUAL FORMA, ASSIM A GENTE PODERIA MUDAR DE ESTRADA SE QUISESSE. AO TERMINAR DE DESCER, RESOLVI MUDAR DE ESTRADA E SUBIR NA OUTRA. NISTO VINHA UM CAMINHÃO DESCENDO A ESTRADA AO LADO. O CAMINHÃO ERA FININHO E COMPRIDO, PARA CABER NAQUELE COCHO. FIZ SINAL PARA ELE ESPERAR EU PASSAR. ELE FREOU E EU PASSEI E FUI SUBINDO A ESTRADA, SIMULANDO ESTAR DIRIGINDO. NÃO PRECISAVA FAZER FORÇA PARA SUBIR. A ESTRADA LEVAVA A GENTE PARA CIMA, COMO SE FOSSE UMA ESTEIRA ROLANDO. MAS ELA NÃO MOVIMENTAVA. APENAS A GENTE IA SUBINDO QUERENDO OU NÃO. DEPOIS DE FAZER A CURVA LÁ EM CIMA, FUI DESCENDO NOVAMENTE ATÉ CHEGAR EM BAIXO E SUBIR DE NOVO. ESTAVA VIAJANDO PARA O RIO DE JANEIRO E TINHA QUE IR NAQUELA ESTRADA FAZENDO AQUELE VAI E VEM.

domingo, 15 de janeiro de 2012

VIDA DE CAMINHONEIRO

VIDA DE CAMINHONEIRO NÃO EH FÁCIL.
VEJA O QUE PRECISAM FAZER, QUANDO UM RIO TRANSBORDA E FAZ DA RODOVIA, SEU LEITO.
(Todas as fotos são propriedade de Thymonthy Becker)
 UNS SE ARRISCAM E OUTROS NÃO.
 NÃO PODENDO SE DAR AO LUXO DE ESPERAR AS ÁGUAS RETROCEDEREM, SE ARRISCAM EM MEIO AS ÁGUAS.
E OLHA QUE TRAS JUNTO ALGUMAS PESSOAS ENTRE A CABINE E A CARROCERIA.
NO FINAL, VENCEM A NATUREZA. DESTA VEZ VENCERAM.

VEJA O VÍDEO DESTA ATRAVESSIA. - CLIK AQUI.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

CAMINHÃO NO CURRAL VIA CONTROLE REMOTO

Estava dentro de um local, que parecia ser umcurral havia uma parte fechada com paredes de mais ou menos um metro de altura.Para entrar neste local havia uma abertura na parede, que deveria ter uns 4metros. Estava na entrada deste local cercado, com um controle remoto detelevisão nas mãos. Havia uma fila de caminhões a minha frente. Eles deveriamentrar neste local fechado, para abastecerem de algo, que não sei o que seria.Usava o controle da televisão, para controlar os caminhões até dentro destecercado. Na lateral direita deste cercado, havia uma vala comprida, que deveriater uns 3 metros de largura por cinco de comprimento. Eu controlava o caminhão,desviando desta valeta e fazendo o mesmo chegar em baixo de um equipamento, queabastecia a carroceria do caminhão. Usando o controle remoto, coloquei e tireitrês caminhões. O quarto caminhão era um pouco menor, tinha a carroceria todaquebrada e tinha três pessoas dentro desta carroceria. Dois homens e umamulher. Manobrei o caminhão, deixando-o no local para abastecer. Depois vireipara conversar com alguém que estava do meu lado. Nisto ouvi alguém gritandodentro daquele cercado onde abastecia. O caminhão estava em movimento, emdireção a parede do cercado. Fiquei apertando rapidamente e desesperadamente,as teclas do controle remoto, tentando encontrar a tecla de parar. Quando ocaminhão ia bater na parede, acertei a tecla e ele parou. Por ter apertadovarias teclas, uma delas foi à marcha a ré. Nisto o caminhão começou a voltar eeu não conseguia fazê-lo parar. Ele veio de ré e caiu naquela vala, com as trêspessoas dentro da carroceria. A carroceria quebrou toda. Acionando a tecla docontrole remoto para ele ir para frente, consegui tirá-lo de dentro daquelavala. Mas ele não podia mais abastecer. As três pessoas desceram da carroceria.A mulher ficou falando que a culpa era minha e que eu deveria pagar pelosestragos. Um dos homens que também estava dentro da carroceria, e era o donocaminhão, disse que não era minha culpa, pois a carroceria já estava velha equebrando mesmo. A mulher discordava. Disse para a pessoa que estava do meulado, que o dono do caminhão estava tentando me eximir de uma culpa que eraminha.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

NO CAMINHÃO CONVERSÍVEL

Estava numa sala grande, onde havia vários bezerros de tamanho grande. Eles estavam deitados. Eu assistia TV. Deveria ter uns 5 bezerros. Nisto levantei para ir dormir. Mas um bezerro preto, estava deitado em cima de meu cobertor, que também era preto. Fiquei puxando o cobertor, mas não conseguia tirá-lo debaixo do bezerro e ele também não acordava de jeito nenhum. Cheguei à porta e gritei por alguém, para vir me ajudar. Mas ninguém apareceu. Fui para dentro de uma casa, onde havia várias pessoas. Havia três amigos do Fernando com suas namoradas. O Fernando também estava com a dele. Nisto eles pediram a Iara, se podiam ficar no quarto sozinhos. A Iara deixou que os três amigos fossem, mas não deixou o Fernando ir. O Fernando veio falar comigo, dizendo que queria ficar no quarto com a namorada. Disse a ele que quem mandava era a mãe dele e eu não podia fazer nada.

domingo, 3 de maio de 2009

ANDANDO DE CAMINHÃO

Estava na carroceria de um caminhão. Este ia por uma estrada. Estava sentado lá trás, bem encostado na cabine. Então percebi que a estrada não ia ficando para trás, mas sim, vinha em nossa direção. Daí, percebi que o caminhão estava indo era de marcha à ré. Mas a velocidade ia aumentando muito. Nisto chegou num abismo e o caminhão caiu nele. A medida que o caminhão foi caindo,fui imaginando meu fim

quinta-feira, 5 de março de 2009

PASSANDO PELO TÚNEL

Estava num local, que seria um vagão de trem. Só que ele estava passando por um túnel. Não conseguia ver praticamente nada. Depois de um tempo, passando o túnel, vi que estava era na carroceria de um caminhão. Havia muitas pessoas comigo ali. Parecia mesmo um pau de arara. Depois de andar um pouco o caminhão parou e todos nós descemos. Então o motorista disse que a partir dali, a gente tinha que ir a pé. Saímos andando não sei para onde.

domingo, 11 de maio de 2008

DESCENDO O MORRO

Eu estava dirigindo um carro numa pequena estrada. O Fernando, meu filho, estava ao meu lado. Nisto eu tentei subi um morro bem íngreme, de uns 10 metros. Havia um portão no final deste morro. O portão não abril e o carro começou a voltar. Eu então voltei para esta estrada, que era em círculo, para tentar novamente. Nisto vi que um caminhão ia em direção a este portão. Eu então fui bem atrás do caminhão, pois assim que ele passasse, eu aproveitava e entrava também. Quando o caminhão aproximou do portão, ele virou para trás. O morro era tão elevado que ele passou por cima de mim e foi cair lá em baixo. Meu carro começou a voltar novamente como havia uma pedra, eu pensei que ele iria parar nesta pedra. Mas ele passou por cima da pedra e continuou descendo.

sábado, 27 de outubro de 2007

OS DARDOS DO EXÉRCITO

Estava dentro de um quarto, que tinha uma porta e uma janela. Era noite. Eu saí para fora deste quarto, que logo após a porta, tinha um pequeno jardim e um portão de lata. Quando fui abrir o portão, vi que estava chegando lá fora um caminhâo, tipo estes que o exército usa. Estava todo pintado tipo camuflagem. Eu então voltei para dentro do quarto, pulei a janela. Nisto vi pela sombra do portão, por entre as plantas do jardim, que ele estava sendo aberto. Então, pouca a minha frente, caiu dois homens. Então percebi que os homens que vieram no caminhão tinham levado eles. Mas não ouvi barulho nenhum. Daí eu fui para o outro lado, tentando escapar. Dei de cara com dois homens, vestidos com roupa do exercito, que tinham nas mãos um lança dardos, tipo aqueles que os índios usam. Eles então atiraram os dardos em mim. Eram uns cinco dardos, que pegaram no meu rosto e pescoço. Eu, não sei como, sabia que os dardos eram envenenados e que eu ia morrer. Então pensei, já que vou morrer não adianta me debater, e cai no chão.