OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : marcha a ré
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domingo, 20 de maio de 2012

PASSAT VELHO NO PASTO

ESTAVA EM UM LOCAL QUE PARECIA SER UMA FAZENDA. ESTAVA PARADO NO MEIO DO QUE SERIA UM PASTO. CONVERSAVA COM UMA PESSOA QUE NÃO LEMBRO QUEM ERA. NISTO VEIO CHEGANDO O SEGUIDINHO DIRIGINDO UM PASSAT BEM VELHO. ELE VINHA PELO MEIO DESTE PASTO. QUANDO ELE PAROU E DESCEU DO CARRO, PERGUNTEI O QUE ELE FAZIA COM O CARRO ALI. ELE DISSE QUE TINHA IDO BUSCAR A GENTE. PEDI ENTÃO A ELE QUE DESSE MARCHA A RÉ NO CARRO E PARASSE ELE NA ESTRADA QUE PASSAVA AO LADO. QUANDO ELE FOI DANDO MARCHA A RÉ, ELE PASSOU POR CIMA DE UMA MÁQUINA DE PODAR GRAMA. GRITEI COM ELE PARA PARAR. MAS ELE PASSOU POR CIMA E DEPOIS PULOU DE DENTRO DO CARRO. COMO O PASTO ERA UM POUCO ÍNGREME, O CARRO SAIU DESCENDO ESTE MORRO E FOI PARAR DENTRO DE UMA LAGOA QUE TINHA LÁ EM BAIXO. PERGUNTEI A ELE:
__PORQUE VOCÊ PULOU DO CARRO E DEIXOU-O ANDANDO SOZINHO?
__HÁ, EU NÃO SEI DIRIGIR.
__E PORQUE ENTÃO ESTAVA DIRIGINDO?
__HÁ, PORQUE EU QUIS.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

SUBINDO COM O CARRO DE MARCHA A RÉ


Estava de carro, dirigindo. Estavam no carro, ao meu lado, o Gueds, e no banco de trás, o Alex, gerente da firma onde trabalho. Entrei no pátio de uma empresa. Havia uma pequena rampa de cimento, nesta rampa havia algumas peças, parecidas comas de carro, espalhadas. Virei o carro para subir a tal rampa, de ré. Fui com cuidado, desviando das Peças, evitando esbarrar nelas ou cair da rampa. Quando passei pela rampa, virei o carro novamente e segue em frente. O Gueds então me perguntou por que eu subi a rampa de ré, e não fui de frente que seria mais fácil. Disse que tinha aprendido a subir rampa, sempre dirigindo de ré. Ele então me perguntou em qual auto-escola eu tinha aprendido. Disse a ele que tinha sido na auto-escola “DE RÈ”.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

NO FUSCA COM A FABÍULA

Estava dentro de um fusca. Quem dirigia era a Fabíula. Só que o banco da frente, onde ela dirigia, era virado para o banco de trás, onde eu estava sentado. Estava meio escuro e havia muitos carros passando. Eu tinha pressa de chegar, não sei bem onde. Nisto a Fabíula fez que ia estacionar. Então fiquei pensando que ela iria parar novamente e eu não chegaria nunca. Mas ela só fazia que ia estacionar mas não estacionava. Fez isto várias vezes. Até que ela desceu a Rua Minas Gerais e num local onde havia duas entradas de garagem para carro, e ambas estavam abertas, ela entrou com o fusca na primeira desta garagem. Só que parou o carro em cima do passeio, não entrando na garagem. Desceu e foi para dentro daquele terreno. Então fiquei olhando, pois poderia vir um guarda de trânsito e quer multar a gente. Mas não via pessoas nenhuma, só carros passando na Rua Minas Gerais. Nisto veio uma mulher idosa, dirigindo um fusca também, de dentro daquele terreno, e passou pelo portão da garagem, que era à conta do fusca, de marcha à ré, e muito rapidamente, sem bater em nada. Fiquei pensando: puxa. Esta velha é craque no volante. Resolvi descer do carro e entrei naquele terreno. A Fabíula estava logo ali, juntamente com a Sara, ao lado de um tanque de lavar roupas. Ela então me disse que só iria lavar aquelas roupas e que depois a gente iria embora. Então fiquei pensando que se pudesse eu iria embora a pé.

domingo, 27 de julho de 2008

AVENTURA COM LUCIANO RUCK

Estava dentro de um carro, que era da empresa do Henrique. Era uma ruazinha estreita e de terra batida. Havia um carro parado atravessado nesta rua e quase não dava para eu passar. Tinha uma mulher parada encostada na traseira deste carro parado, segurando algo nas mãos. Eu vim de marcha a ré, por aquela ruazinha e quando passei pelo carro, esbarrei um pouco nele. Ele deslocou um pouco em direção ao outro lado. Depois eu estava no mesmo local e fiz a manobra novamente. Vindo de ré esbarrando no carro. Na tercei vez, o carro encostou do outro lado. A mulher sempre ia junto com o carro. Quando olhei o carro do outro lado, a mulher estava era rezando. Nisto chegou à minha janela o apresentador da rede Globo, Luciano Ruck. Ele perguntou para onde eu estava indo. Ele segurava um microfone e falava ao microfone. Eu então disse que ia naquela ruazinha. Ele foi ao meu lado. Nisto vi alguns meninos brincando. Tinha um buraco bem grande na rua ao lado de um poste que estava no meio da rua. Eu tentei passar com o carro entre o poste e o buraco. Então o Luciano Ruck me perguntou se era aquela rua mesmo que eu deveria estar. Olhei e vi que estava na rua errada. Sai procurando a rua. O Luciano ficava na janela do carro do lado de fora. Não sei como ele me acompanhava. Nisto chequei numa praça e vi uma igreja um pouco adiante. Então eu disse que não sabia onde eu estava e que tinha que sair procurando a tal rua. Sai andando numa rua, dando a mão ao Ziquinho, que tinha três anos. Nisto veio a meu lado três meninos. Só que estes meninos eram desenhos de crianças que acompanhava eu e o Ziquinho. Eu olhei e disse ao Ziquinho que era alguma filmagem que estava fazendo ali. Fui para um corredor de uma casa, tipo um alpendre. Havia três crianças, tentado tirar uma água com barro que estava ali. Elas me pediram para ajudar. Eu fui ajudar e ficava tentando tirar o barro. Nisto vi que a mãe das crianças tinha chegado. Eu olhei e vi que era a mulher que recentemente mudou para o apartamento 402 aqui do meu prédio. Ela é conhecida como uma mulher muita brava. Eu cheguei perto dela e disse que estava ajudando. Esperei que ela fosse xingar. Mas ela nada disse. Fui ate um carro, na esquina de uma rua do bairro Porto Velho. Eu o parei no meio da rua. Estava esperando algo, que não sei o que era. Nisto fui chamado ao antigo bar do Mário. Fui lá e quando voltei não vi o carro. Sai perguntando onde ele estava para algumas pessoas que vi por ali. Então me disseram que um homem queria passar com o carro e o meu estava no caminho e ele levou o carro. Fui ate este homem. Que ficava logo ali adiante. Ele estava na portaria de uma empresa, que ficava bem fundo desta portaria, bem distante mesmo e descendo uma ribanceira. Ele então me disse que tinha que atender 35 pacientes, que isto demorava e meu carro estava atrapalhando. Nisto ele pegou o celular e ficou falando com uma pessoa que estava lá na empresa, onde ele tinha deixando meu carro. Ele falava, mas não deixava ir lá buscar. Depois ele ficou falando algo que não entendi direito. Sai e fiquei sentado a beira de um balcão, onde estava do outro lado o amigo do Fernando, o Júlio e uma mulher. Eu dizia que tinha arrumado um emprego, onde eu só faria o que tinha combinado. Eu tinha falado com o chefe mesmo. Eu seria só estoquista. Falei também que um amigo meu tinha arrumado emprego na Drogasil e lá eles o mandavam fazer de tudo. E não só o combinado. A tal mulher disse que era assim mesmo que faziam. Nisto chegou alguém conversando com a tal mulher e eu fiquei falando com o Júlio, que a Vanuza, minha irmã, tinha me dado a casa dela de presente