OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : contra mão
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domingo, 11 de agosto de 2013

NA CONTRA MÃO


sexta-feira, 8 de junho de 2012

A SACOLA DE PARAFUSOS E A PADARIA

Estava num local que parecia ser uma oficina mecânica, porém com vários cômodos em um corredor, e cada cômodo tinha várias peças de carro espalhadas pra todo lado. Vinha por este corredor, pulando as peças que estavam espalhadas por ali, carregando uma sacola grande, vermelha, cheia de parafusos e pregos, que eu iria vender no ferro velho. A sacola estava muito pesada. Quando fui chegando ao final deste corredor, havia um guichê, tipo estes de lotérica, onde atrás do vidro havia um casal. Eles vendiam queijo. Perguntei o preço e disseram que era dez reais o quilo. Havia um queijo branco e grande em cima do balcão deste guichê. Disse que queria um queijo e a moça pegou este que estava no balcão. Disse que só queria um quarto do queijo. Ela partiu o queijo ao meio e disse que ele era muito leve. Colocou na balança e disse que custariam dois reais e cinqüenta centavos. Dei uma nota de cinco reais e o moço achou rui. Ele queria cinco pratinhas de cinqüenta centavos. Disse que não tinha pratinha. Ele pegou a nota e me deu o troco com uma nota de dois reais e uma pratinha de cinqüenta centavos. Depois jogou no balcão, para eu pegar, várias pratinhas. Disse a ele que já tinha me dado o troco. A moça disse que aquelas pratinhas eram de um centavo e cinco centavos e que eles não queriam pratinhas daquele valor. Quando fui colocando as pratinhas na sacola onde estavam os parafusos para vender tudo no ferro velho, veio chegando um casal para comprar queijo também. Sai dali carregando com dificuldades aquela sacola e quando sai do corredor, a gente saia dentro da padaria do Milton no bairro esplanada. Passei pela padaria e lá fora sentado, estava o Candido me esperando com o meu filho no colo. Meu filho deveria ter uns quatro anos. Coloquei a sacola no chão, peguei meu filho e o Candido disse que o carro estava estacionando em baixo da árvore em frente à escola. Não havia canteiro central ali, apenas a larga avenida. O Candido tinha parado o carro na contra mão. Indo para o carro disse ao Candido que havia me esquecido de comprar o pão. Pergunte se ali na esplanada havia uma padaria. Ele disse que tinha uma na rua do bar. Lembrei que estava sem a sacola. Pedi ao Candido para ir pega-la para mim. Ele voltou, ficou procurando perto de onde ele estava sentado e nada viu. Entrou na padaria do Milton e depois voltou sem a sacola, dizendo que não tinha nada ali. Entreguei a ele o meu filho e fui procurar a sacola com os parafusos que eu iria vender. Entrei na padaria e fui de volta a corredor. Sai pulando as peças e pensei que tinha passado ali com a sacola e portando não poderia estar lá dentro. Voltei até o Candido e disse que alguém tinha pegado minha sacola. Chegando ao carro o Candido disse que precisa ir embora e que iria a pé. Ele disse que a Fabíola iria me levar. Entrei no carro com o meu filho no colo, e disse a Fabíola que precisava primeiro passar na padaria que tinha ali na rua do bar. Ele disse que sabia onde era. Virou o carro para dar meia volta só que ele foi para a contra mão, visto que o carro estava na contra mão já. Quando fez isto, o carro quase bateu em outro que vinha em sua mão certa. Então disse a ela porque estava dirigindo na contra mão. Ela disse que naquela rua ali não existia isto de mão e contra mão. Que qualquer um poderia dirigir em qualquer lugar da rua. Ela virou a rua do bar em direção a padaria.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

ANDANDO COM CARRO NA PAREDE


Era noite. Estava no que seria o chassi de um carro tipo bugre. Havia somente o chassi e eu dirigia agachado. Fui indo por um local, até que terminou a rua. Mas eu continuei dirigindo e subi que este carro na parede e depois continuei andando por cima dela. Depois de andar um pouco, desci da parede, sempre dirigindo e a uma velocidade média. Eu já tinha feito isto várias vezes. Depois que descia, ia para uma espécie de terreno e saia do outro lado. Só que desta vez, eles havia cercado os fundos e laterais do terreno, com muro. Não pode passar. Voltei dirigindo o carro e uma pessoa me mostrou uma ruazinha, dizendo que aquele era o caminho e aquela ruazinha sempre existiu. Nunca tinha visto ela. Entrei por esta ruazinha e realmente sai no local onde queria. Depois entrei numa rua, que era dividida por um canteiro central. Só que entrei na contra mão. Sai dirigindo e desviando de alguns carros que vinham. Cheguei então no ponto de partida.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

NO CARRO, TODO "BREADO", DIRIGINDO DO BANCO DE TRÁS

Estava dentro de um carro que parecia ser um Passat velho. Estava no banco de trás e o carro ia sozinho por uma rua que parecia ser uma estrada. Nisto fui soltar um “pum” e me sujei todo. Fiquei pensando como iria descer quando chegasse à casa para onde estava indo. Nisto soltei outro “pum” e ai acabei de sujar todo e também o carro. Nisto vi que o carro tinha parado de dirigir sozinho. Então, do banco de trás, peguei o volante e fui tentando dirigir, estando todo “breado”. O freio de mão estava no volante. Eu dirigia e freava ao mesmo tempo, mas o carro estava correndo demais. O sol estava batendo no meu rosto e não me deixava ver direito. Vi que vinha uma criança de bicicleta. Pouco antes de passar por mim, o menino na bicicleta resolveu voltar e deu a volta indo na contra mão. Quase que bati nele. Foi por pouco. Fiquei satisfeito por não ter batido na bicicleta, quando veio um carro na contra mão e tive que desviar rapidamente. Joguei o carro para um canto e o volante, não sei como, bateu numa árvore. Isto fez com que o carro diminuísse a velocidade. Mas ainda assim continuava correndo. Eu, todo sujo e dirigindo em pé no banco de trás. Nisto vi um cruzamento. Então lembrei que eu precisava atravessar aquele cruzamento, pois onde eu queria ir, ficava do outro lado do cruzamento. Vinham dois carros na outra pista em sentidos contrários. Como não conseguia parar o carro, então fiquei torcendo para que ele atravessasse sem bater. Foi a conta de eu passar e os dois passaram logo em seguida. Nisto sai subindo um morro e o carro foi perdendo velocidade. Quando chegou ao alto do morro, ele parou. Pude ver então que estava no pátio de uma siderurgia. Então percebi que tinha entrado no cruzamento errado. Não podia descer do carro porque estava todo “sujo”. Nisto ouvi um forte barulho. Olhei para os lados para ver de onde via o barulho. Mas não vi nada e nem ninguém.

sábado, 22 de agosto de 2009

CARRO DE BOI NA CONTRA-MÃO

Havia um corredor largo, comprido e no meio dele, fechado por todos os lados e fundo. Como se fosse uma caixa d’água vazia. Estava lá dentro eu, uma mulher e a Rita. Tentava sair dali, mas não consegui pular, porque era alto e eu segurava um celular. Nisto, a mulher que mexia numa caixinha, perguntou por um celular. Disse que outra mulher estava usando, mas tinha deixado ele ali. Ela então encontrou o celular e disse que ia embora. Nisto já me vi neste corredor, fora daquela caixa. Peguei o Fernando, que estava com cinco anos e saímos dali. Saímos na Rua Minas Gerais e fomos em direção a Primeiro de junho, pois morava ali na esquina. Quando saímos, vimos várias pessoas falando ao mesmo tempo. Elas reclamavam de algo. Vi que era por causa de um carro de boi, puxado por uns 12 bois, que iam subindo a Rua Minas Gerais, na contra mão. A Rua Minas Gerais só desce. Então pensei que aquele boiadeiro estava doido. Continuei pelo passeio, até que este estava todo cercado por uma lona preta, devido alguma construção que estava fazendo ali. Dei a mão ao Fernando, para irmos pela rua. Então pensei que aquela rua estava ficando uma bagunça.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

NO SANTUÁRIO REZANDO,

Vinha subindo a Avenida 21 de abril, logo depois que atravessei a Rua Minas Gerais, vi os carros parado esperando o sinal abrir. Como ali é mão única para quem desce, vi três carros subindo a avenida, na contra mão. Fiquei pensando que poderia ser alguém de fora e não sabia que era contra mão. Tinha um carro, inclusive, aguardando o sinal abrir em cima do passeio. Segui em frente e vi que havia alguns policiais parado na esquina da Avenida 21 com a Rua São Paulo. Mas os policiais não pararam os carros que passavam na contra mão. Subi a rampa que da acesso ao Santuário e entrei na igreja. Havia bastante gente lá dentro sentada nos bancos. Parei ali logo na entrada central, havia umas 3 pessoas por ali. Fiquei onde costumo parar mesmo. Comecei a rezar como faço todos os dias ao passar ali de manhã, antes de sair para o trabalho. Depois pensei que aquele dia era sábado e não precisa rezar. Nem sábado nem domingo, só de segunda a sexta, estava bom. Nisto um homem que estava ali, me jogou no chão. Cai de rosto no chão. Ele então segurou minha cabeça, impedindo que eu levantasse. O que ele dizia, não lembro mais. Fiquei preocupado com o mico que estava pagando ali. Com esforço, consegui me levantar. Quando fui saindo, este homem me segurou pelo braço. Dei um empurrão nele, ele caiu de costas. Fui indo embora. Desci a rampa do Santuário, até a Avenida 21 de Abril, de volta de onde vim. Vi os guardas na esquina. Mas não tinha nenhum carro ali. Atravesse a 21 e fui indo embora. Quando atravesse a Rua Minas Gerais, em direção a Rua Goiás, a 21 daquele lado estava meio escuro. Cismei que vinha alguém me seguindo. Atravessei para o outro lado, onde estava mais claro. Quase chegando à Rua Goiás, uma pessoa passou por mim. Mesmo sem ver o rosto, voltei para o outro lado da rua. Parei em frente à sorveteria. Olhei e não vi ninguém na rua. Estava tudo deserto.

sábado, 23 de agosto de 2008

NA CONTRA MÃO

Estava andando em uma rodovia. Vinham no sentido contrário ao que eu estava e no acostamento e na contra mão, alguns caminhões. Eu fiquei pensando o que aqueles caminhões faziam andando na contra mão, se a pista do outro lado não tinha nada de errado com ela. Depois passou por mim um caminhão guindaste. O motorista me disse que estava indo rebocar os carros que estavam na contra mão.