ESTAVA
DENTRO DE UM GRANDE NAVIO. ESTE NAVIO NAVEGAVA POR UM MAR QUE FICAVA NO BAIRRO
ESPLANADA. ESTAVA NA PROA DO NAVIO ONDE O TONHÃO ESTAVA DEITADO EM UMA CADEIRA
TIPO PRAIA. EU ANDAVA DE UM LADO PARA OUTRO PORQUE TERIA QUE DESCER QUANDO
CHEGASSE AO CABO DA BOA ESPERANÇA. NISTO O NAVIO PAROU PERTO DE ALGUMAS GRANDES
PEDRAS. EU DESCI PORQUE ALI ERA ONDE EU QUERIA FICAR. O NAVIO FOI EMBORA. DAQUELAS
PEDRAS EU PODIA VER A CASA DA MINHA MÃE, NO BAIRRO ESPLANADA. ERA PARA ONDE EU
QUERIA IR. AS PEDRAS FICAVAM NA BEIRA DESTA PRAIA. ATRAVESSEI A PRAIA E FOI PARA
CASA DA MINHA MÃE QUE FICAVA LOGO DEPOIS.
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domingo, 23 de setembro de 2012
NA PRAIA DO BAIRRO ESPLANADA
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sexta-feira, 7 de setembro de 2012
TREINAMENTO OBRIGATÓRIA
Estava
dentro de uma fábrica trabalhando. Esta empresa seria a Fited. Só que ela estava no bairro Esplanada, na
altura de onde esta a escola aproximadamente. Havia aproximadamente umas cem
pessoas trabalhando ali. Nisto chegaram os que seriam os diretores e seus
familiares. Eram umas 50 pessoas. Então peguei um cobertor azul e fui para onde
seria a área para tomar café, que ficava fora da empresa. Alguns funcionários
estavam indo comigo. Quando fomos sair pela porta lateral que dava acesso para
fora da empresa onde a gente tomava café, vimos que um dos diretores estava
cercando esta porta com arame farpado. Fomos impedidos de sair dali. Fiquei
indignado porque estava fazendo aquilo. Nisto vi que todos os funcionários
estavam indo em direção a saída principal. Então entendi que tinha mudado o
local de tomar café. Fui seguindo todos os funcionários, carregando cobertor
azul e um pacote de embrulho, onde estaria o que eu iria comer com café. Quando
fui saindo na porta, juntamente com outras pessoas, vi que havia cerca de arame
farpado desde a porta. Eram duas cercas, fazendo um corredor. As pessoas iam
por este corredor e eu fiquei pensando se eles tinham autorização para fechar a
rua com cerca. Imaginei que a prefeitura não estava sabendo daquilo. Andando
por aquele corredor de cerca de arame farpado, vi uma faixa onde dizia sobre um
treinamento que a Fited estaria fazendo. Este corredor de cerca lavava a gente
até onde seria o treinamento, que era onde esta o Sesef. A cerca era para
impedir que a gente não fosse ao treinamento. Então disse para uma pessoa que
estava andando ao meu lado, que se soubesse que haveria treinamento, não teria
trago o cobertor azul. Entrando no Sesef, fui direto para a cozinha, para onde
todos estavam indo. Chegando lá, os diretores e familiares já haviam tomado
todo o café. Então fiquei dizendo que eles tinham obrigado a gente a ir ao
treinamento e ainda não deixaram café para a gente tomar.
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terça-feira, 19 de junho de 2012
A CESTA COM TALCO E PIRULITO
Vinha por uma rua
carregando uma cesta de presente. Era para levar para casa da minha mãe. Quando
cheguei ao bairro esplanada, fui pelo canto da linha. O canto da linha era mais
ou menos um metro acima da rua. Fui carregando a cesta até que cheguei a frente
à casa da tia Alzira. Cheguei ali, desci do canto da linha e fui até a casa da
tia Alzira. Lá dentro estavam a Paula, a Fabíola e outra pessoa, sentada em
volta de uma pequena mesa. Havia algumas crianças brincando ali. Quando fui chegando
perto desta pequena mesa, alguém tirou da cesta que eu carregava algo que
parecia um secador de cabelo. Ao puxar o gatilho que faz o secador de cabelo
funcionar, este atirou talco em todos nós. Então disse que aquilo era uma
vasilha de talco em forma de secador de cabelo e que eu tinha trago para a
Paula. Entreguei-o para a Paula. Como as crianças que estavam ali começaram a
chorar, joguei para elas os pirulitos e balas que estavam naquela cesta. Acabou
que a cesta ficou vazia. Fiquei arrependido de ter passado ali na casa da tia
Alzira, visto que estava levando a cesta para o aniversário da minha mãe.
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
ENGEQUISA NO BAIRRO ESPLANADA
Estava indo de carro para a
Engequisa, empresa onde trabalho. Só que ela ficava no Bairro esplanada. Na última
rua do ultimo quarteirão. Ficava na esquina deste quarteirão, que só tinha ela.
De ambos os lados era as matas ciliares do Rio Itapecerica. Tinha a porta da
frente virada para uma rua e a entrada do carro pela outra rua. Ambas as ruas
eram estreitas. Fui chegando com o carro do outro lado da rua, visto que do
lado da empresa, não se podia estacionar. Mas não estava encontrando vagas. Quando
fui passando em frente a Engequisa, vi que lá dentro o Nathan estava sentado a
mesa e em pé estava o Alex, conversando com dois policiais. Fiquei pensando o porquê
daqueles dois policiais ali. Como não encontrei lugar para estacionar, tive que
manobrar o carro, para voltar e estacionar na rua da entrada para o carro. Quando
terminei de fazer isto e fui voltando, vi que os dois policiais já iam bem
distante. Eles saíram da Engequisa e eu não tinha percebido. Parei o carro em
frente à porta de entrada do carro. Sai do carro e fui ver o que estava
acontecendo. Perguntei para o Alex, mas ele disse que não era nada demais.
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terça-feira, 25 de maio de 2010
A CORRIDA NA NOITE
Era noite. Estava bem escuro. Eu ia pela Rua Minas Gerais, em direção a Rua Rio Grande do Sul. Em frente à antiga Fadom, havia dois homens, que pareciam estar bêbados. Um tentava segurar o outro. Passei rapidamente por eles e virei na Rua Rio Grande do Sul, em direção a Rua Goiás. Nisto percebi que eles começaram a me seguir. Fui indo rapidamente, pois sabia que estando bêbados, eles não conseguiriam me acompanhar. Mas eles viam rapidamente, não sei como. Então comecei a correr rapidamente. Tanto que meus pés não tocavam mais o chão. Ia como que deslizando a uns 20 centímetros do chão. Ainda assim, eles me seguiam. Cruzei a Rua Goiás velozmente, torcendo para que não viesse nenhum carro, evitando assim que eu fosse atingindo por ele. Depois cruzei a Rua Pernambuco. Mas os tais homens continuavam atrás de mim. Embora eu fosse velozmente, não sabia como eles conseguiam-me acompanhar. Quando fui chegando à Rua Sergipe, virei à esquerda, em direção ao bairro esplanada. Ao virar, parei. Nisto eles vieram rapidamente, um atrás do outro. Ao virarem também, eu calcei o primeiro, que veio a cair. Nisto o segundo, acabou caindo, atropelando o primeiro que estava caído. Pois ele não conseguiu parar antes. Deixei os dois caídos ali e fui correndo em direção ao bairro esplanada.
domingo, 13 de dezembro de 2009
ALTA VELOCIDADE
Estava dentro de um carro, ao lado de alguém que dirigia este carro. Eu não me via, não via o carro nem a pessoa que dirigia. Via somente a rua por onde o carro passava. Como se fosse uma imagem de uma câmara de vídeo filmando o percurso que o carro fazia. A gente estava na rua do bairro esplanada, que dá acesso a pinte do centro. Nisto o carro veio vindo da direção da padaria do Milton, para a ponte do dentro. Parou em frente à Rua Mestre Rangel. Veio um carro em alta velocidade, da Rua Mestre Rangel, e virou na rua da ponte. Depois ele virou a direita, numa rua que o levava de volta a Rua Mestre Rangel. Mas aquele procedimento era proibido. Fiquei pensando que os motoristas não respeitavam nenhum sinal. Nisto o carro que eu estava, foi indo em direção a ponte, depois deu meia volta e foi em alta velocidade, em direção a padaria do Milton. A distância de onde eu estava até a padaria, é de apenas um quarteirão, e há casas dos dois lados desta rua, que é estreita. Mas quando olhei para o lado direito, não havia casas, e sim uma floresta, e logo abaixo da gente, um grande abismo. Eu não conseguia entender porque o carro corria tanto e nunca chega à praça onde ficava a padaria. Mas ele continuava aumentado à velocidade e eu torcendo para que chegasse logo e assim não corria o risco de cair no abismo. Continuava vendo somente a rua, que parecia passar numa velocidade muito alta. Via o abismo e as casas do outro lado. Enfim, o carro chegou à rua da praça, onde estava a padaria do Milton. Como eu não me via no carro, não tinha como descer. Nisto o carro voltou para o lugar de onde saímos. Isto vagarosamente. Eu via as casas dos dois lados da rua. Parou no mesmo local. Onde fiquei pensando que ia começar tudo de novo. E que aquilo não estava acontecendo, eu via apenas um filme muitas vezes.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
DANDO PULOS DE 10 METROS DE ALTURA
Estava vindo do centro da cidade, para o bairro Esplanada. Só que vinha pulando meio que em câmara lenta. Só que o pulo era super alto e em pé. Eu subia uns 10 metros de altura, em pé e descia lentamente até tocar o chão e subir novamente. Depois que atravessei a linha do trem pulando, vi o Cândido, meu irmão, ali na rua da casa da minha mãe. Ele pegou uma pedra muito grande, com dificuldade, e quando eu fui chegando ao chão, ele jogou a pedra em mim. A pedra não me acertou. Ele estava tentando me acertar, para eu parar de pular. Mas continuei dando pulos altos e indo lentamente em direção a casa da minha mãe. Nisto o Cândido pegou novamente a pedra e atirou em mim quando eu chegava ao chão, do pulo. Novamente ele errou. Eu não conseguia parar e ia pulando em câmara lenta para mim.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
NA RUA A NOITE, CORRENDO COM BONÉ NO ROSTO
ESTAVA INDO POR UMA RUA DO PORTO VELHO. ERA NOITE E EU ANDAVA MUITO RAPIDAMENTE. NISTO DOIS HOMENS ME PARARAM PARA PERGUNTAR ALGO. PERCEBI QUE OS DOIS ESTAVAM BÊBADOS. ENTÃO CONTINUEI ANDANDO E PERCEBI QUE ESTAVA RESPIRANDO COM DIFICULDADES. ENTÃO VI QUE ESTAVA USANDO MEU BONÉ, COMO SE FOSSE AQUELAS MÁSCARAS QUE ESTÃO USANDO CONTRA A GRIPE “A”. CONTINUANDO RAPIDAMENTE, TIREI O BONÉ DO ROSTO E COLOQUEI NA CABEÇA. NISTO JÁ ESTAVA NO ESPLANADA, QUANDO AQUELES DOIS HOMENS CHEGARA CORRENDO E ME JOGARAM NO CHÃO, DIZENDO QUE QUERIA UM INFORMAÇÃO. COMO JÁ ESTAVA PERTO DA CASA DA MINHA MÃE, SAI RAPIDAMENTE DE GATINHO MESMO. MAS ELES PUXARAM MINHA PERNA E DISSERAM QUE PRECISAVAM DE UMA INFORMAÇÃO. ENTÃO FUI OUVI-LOS E ELES ME PERGUNTARAM ONDE MORAVA O ANTONIO MARIA. ENTÃO DISSE A ELES QUE O ANTONIO ERA MEU IRMÃO E MINHA MÃE MORAVA ALI PERTINHO, ONDE A GENTE MORAVA.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
MULHER DIRIGINDO CARRETA
Estava chegando à casa da minha mãe. Minha mãe vinha logo atrás de mim. Só que ela parecia ter uns 40 anos. Nisto uma mulher aproximou de minha mãe e perguntou como fazia para ir com a carreta que dirigia para a Avenida 1º de junho. Minha mãe disse não saber. Então parei e disse que sabia como fazer. A tal mulher perguntou se eu não queria levar a carreta até onde ela precisava ir. Disse que não sabia dirigir carretas. Fui explicando a ela como fazer. Disse que deveria seguir em frente, virar na próxima esquina a direita, e antes de chegar na praça, havia um local para ônibus virar, e ela poderia virar a carreta lá, pois teria que voltar para o centro. Disse que ela passaria naquela rua de volta, e quando chegasse à Rua Pernambuco, deveria virar a direita e a próxima seria a 1º de Junho. Depois que ela saiu, fiquei pensando que seria mais fácil se estivesse mandado ela pela ponte do Esplanada.
domingo, 8 de março de 2009
TELHADOS DE ZINCO
Estava no bairro esplanada, na rua da praça. Havia casas de um lado só, e todas eram cobertas com folhas de zinco. Todas tinham uma entrada para este telhado de zinco, que ficava mais ou menos no meio do telhado, e era um quadrado de uns 50x50. Nisto veio um carro pipa, com o prefeito jogando água nos telhados destas casas. Em algumas casas, havia homens nos telhados, que começaram a descer depressa para não molharem. Havia também um padre no telhado da igreja, que também era de zinco. O padre estava neste quadrado, só com parte do corpo para fora. Ele não desceu e ficou olhando o prefeito jogar água.
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
ANDANDO NA RUA DO MEIO
Estava indo pela rua do meio, do bairro esplanada. Nisto vi que numa casa da esquina, na varanda desta casa, que ocupava toda sua frente, era a loja da “Ricardo Eletro”. Bem em frente, na outra casa, funcionava a loja do “Magazine Luiza”. Eu fiquei pensando como eles podiam montar a loja ali, se o bairro esplanada era tão pequeno e conseqüentemente poucos moradores. E como montavam uma em frente à outra. As duas lojas estavam vazias. Na loja do “Ricardo Eletro”, havia um homem amarrando enfeites de carnaval. Eu continuei andando pela rua do meio.
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domingo, 18 de janeiro de 2009
ANDANDO NO AR
Eu caminhava, não sei onde. Estava totalmente escuro. Eu não via absolutamente nada. Mas continuava andando como se estivesse numa rua qualquer. De repente eu fui subindo como se estivesse levitando. Eu ia subindo no ar. Mas continuava movimentando os pés como se estivesse andando na rua. Fui assim até chegar no bairro esplanada, na casa da minha mãe. Quando quiz entrar na casa da minha mãe, não conseguia colocar o pés no chão, para poder entrar na porta.
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sábado, 29 de novembro de 2008
MUITO DINHEIRO NO BOLSO
Estava numa sala grande, onde havia várias pessoas. Esta sala ficava onde é hoje o escritório da FCA no bairro esplanada. A gente estava ali para receber um dinheiro. Era um acerto, mas não lembro de que. Quando chegou a minha vez, o homem que estava sentado à mesa perguntou meu sobrenome de família. Eu disse que era Cortez. Então ele começou a conversar com uma mulher que estava ali, dizendo que conhecia minha família. Nisto eu fui tirar a carteira do bolso, para pegar minha CI e vi que estava sem a carteira, Então lembrei que eu estava deitado na cama na casa da minha mãe, que fica ali perto, e ela deve ter caído do meu bolso e eu não tinha visto. Eu queria pedir alguém que estava ali, se ia até a casa da minha mãe pegar a carteira, para eu não perder meu lugar. Mas o tal homem da mesa, disse que não precisava, pois ele conhecia minha família e sabia que era eu mesmo. Então ele me deu um cheque no valor de onze mil reais. Eu fui guardar o cheque dentro de uma pasta grande que eu carregava. Fui esconder o cheque entre os papeis e vi que ali tinha oitocentos reais em dinheiro. Era uma nota de quinhentos reais e três de cem reais. Então fiquei pensando como aquele dinheiro apareceu ali. Nisto olhei para as pessoas que estavam ali e vi meu irmão, o Ricardo. Então percebi que foi ele quem trouxe o dinheiro para mim.
sábado, 11 de outubro de 2008
PASSANDO ROUPAS NO CANTO DA LINHA
Estava numa casa, que ficava no bairro Esplanada. Eu e mais algumas pessoas. A gente estava almoçando. Nisto saímos para o canto da linha, e fomos de carro. Mas era só atravessar a rua. Levamos uma mesa e alguém disse que a Vanessa (que não imagino quem seja) levaria o resto. Eu então disse que iria passar roupas ali, usando aquela mesa. Havia dois homens, que eram gêmeos. Eles ficaram de trazer a roupa, mas iam colocar no carro. Então eles vieram de carro. Só atravessaram a rua, porque a gente estava do outro lado da rua, no canto da linha. Eu pedi para parar o carro perto da mesa, porque assim ficava mais fácil para mim.
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