OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : tonhão
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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

A BOLA AZUL

-->ESTAVA EM UMA RUA QUE ERA TODA DE GRAMA. EM AMBOS O LADOS DESTA RUA HAVIA VÁRIAS BARRACAS DE COMÉRCIO. TIPO UM CAMELÓDROMO. TINHA QUE IR ATÉ A ÚLTIMA BARRACA, ONDE ESTAVA O TONHÃO, MEU IRMÃO. DEVERIA PEGAR COM ELE UMA BOLA AZUL, PARECIDA COM ESTAS BOLAS DE SINUCA. CHEGUEI À BARRACA DELE E PEDI A TAL BOLA AZUL. ELE ESTAVA COM A BOLA NA MÃO, JOGANDO-A PARA CIMA E PEGANDO NOVAMENTE. NO QUE EU PEDI A BOLA, ELE FICOU “BRAVO” E COMEÇOU A ME CHINGAR. DISSE QUE IRIA ME CHUTAR DALI SE EU NÃO SAÍSSE CORRENDO E FOSSE EMBORA. ENTÃO ELE PULOU PARA FORA DA BARRACA E VEIO CORRENDO ATRÁS DE MIM, DIZENDO QUE IRIA ME CHUTAR PRA LONGE DALI. DEPOIS DE CORRER TODA AQUELA RUA, VI QUE ELE NÃO ME SEGUIA MAIS. CONTINUEI ANDANDO, OLHANDO PARA TRÁS PARA VER SE ELE ESTAVA VOLTANDO E FUI EMBORA.


domingo, 23 de setembro de 2012

NA PRAIA DO BAIRRO ESPLANADA

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ESTAVA DENTRO DE UM GRANDE NAVIO. ESTE NAVIO NAVEGAVA POR UM MAR QUE FICAVA NO BAIRRO ESPLANADA. ESTAVA NA PROA DO NAVIO ONDE O TONHÃO ESTAVA DEITADO EM UMA CADEIRA TIPO PRAIA. EU ANDAVA DE UM LADO PARA OUTRO PORQUE TERIA QUE DESCER QUANDO CHEGASSE AO CABO DA BOA ESPERANÇA. NISTO O NAVIO PAROU PERTO DE ALGUMAS GRANDES PEDRAS. EU DESCI PORQUE ALI ERA ONDE EU QUERIA FICAR. O NAVIO FOI EMBORA. DAQUELAS PEDRAS EU PODIA VER A CASA DA MINHA MÃE, NO BAIRRO ESPLANADA. ERA PARA ONDE EU QUERIA IR. AS PEDRAS FICAVAM NA BEIRA DESTA PRAIA. ATRAVESSEI A PRAIA E FOI PARA CASA DA MINHA MÃE QUE FICAVA LOGO DEPOIS.

domingo, 30 de novembro de 2008

O FENO, A BICICLETA E O BONÉ

 Estava numa casa, que tinha uma rampa para acesso ao andar de cima, parecido com rampa do hospital são João de Deus. Eu desci esta rampa e cheguei num quarto, onde havia vários pedaços de capim, daqueles de feno, espalhado. Nisto vi que tinha aberto a balança. Esta balança era do tipo que fica no chão, para pesar grandes volumes. Eu então encostei esta balança num canto do quarto da Nathalia. O Fernando ficava descendo e subindo a rampa o tempo todo. Eu subi a rampa novamente e lá em cima vi a balança que eu tinha acabado de montar lá em baixo. Só que ela estava quebrada. Eu então fui arrumar a balança e chingando o Fernando, dizendo ter sido ele que a quebrou. Depois fui para um local, que parecia uma casa de sítio. Nisto minha mãe me pediu para ir comprar um guaraná para ela. Eu disse que iria, mas precisava do carrinho. Então o Ricardo foi montando o carrinho, que parecia um patinete. Então sai procurando meu boné. Eu não conseguia achar o boné e dizia que só iria se fosse de boné. Minha mãe disse que era ali na Avenida Antonio Olimpio de Morais e não era longe. Quando voltei para pegar o carrinho, vi que era uma bicicleta para crianças. Então eu disse que não iria naquela bicicleta tão pequena. Minha mãe disse que era para eu ir empurrando a bicicleta. Quando fui sair, vi que estava sem o boné. Então entrei num cômodo para procurá-lo e vi ali jogando baralho, meu pai, o Tonhão, o Vitinho e o Ricardo. Eu falei que eles tinham escondido meu boné e eu o queria para sair. Eles riram muito e juraram que não tinha sido eles. Sai procurando o boné num corredor grande e largo que tinha trás desta casa. Havia algo comprido no meio deste corredor, que o dividia em dois. Fui até o final e quando fui voltando, vi várias galinhas. De cada um dos lados deste corredor, vinha um galo muito grande, do tamanho de um peru. Eles vinham correndo em minha direção. Eu fiquei com medo deles me atacarem e corri em direção a eles, para assustá-los. E assim sai do outro lado. Os dois galos se encontrar e começaram a brigar. Eu fiquei vendo aquela briga até que eles pararam. Sai e fui embora dali.

domingo, 29 de junho de 2008

CHUVA COM VENTO MUITO FORTE


Estava escuro. Eu vinha pela Rua Rio de Janeiro, quando encontrei com o Tonhão, meu irmão, vindo da Antonio Olimpio. Nós no cumprimentamos rapidamente, com um aperto de mão. Ele disse que não me via a muito tempo, mas em tom de ironia, pois tinha nos visto no dia anterior. Eu segurava um pedaço de papel e duas moedas de cinco centavos nas mãos. Eu segurei tudo com uma das mãos, para cumprimentá-lo. Continuei descendo a Rua Rio de Janeiro, quando começou a fazer um barulho de pingos de chuva, muito forte. Eu corri, ventava muito. O vento me segurava. Então eu pensei que podia voar e não seria problema o vento. Nisto sai voando e tentando entrar na casa que seria minha, em frente ao estrela do oeste clube. Mas o vento não deixava eu entrar. Nisto eu já me vi voando no bairro esplanada. Eu fui empurrado pelo vento de encontro a umas plantas que tinham plantado em cima de um muro na casa do engenheiro. Então bati nas plantas e cai.