OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Corredor
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terça-feira, 20 de novembro de 2012

O CIENTISTA E A CRIANÇA

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Estava dentro de uma casa. Esta casa era feita de um largo corredor. Os quartos não tinham paredes na frente e nem portas. Era como se fosse um único quarto e o que os dividiam eram as camas. Meu quarto era o último no final deste corredor. Mas eu estava procurando o banheiro desta casa. Ficava no início deste corredor. Quando encontrei o banheiro, estava com a porta fechada. Bati na porta. Minha mãe gritou lá de dentro que não ia demorar em sair. Voltei até meu quarto e vi  nele uma pilha de bugigangas que nem eu sabia o que era.  Ao lado deste meu quarto, havia o quarto de um cientista. Ele estava com um menino que deveria ter um ano a dois no máximo. Então disse a este cientista para não deixar o menino mexer nas minhas coisas. Este cientista saiu dizendo que o menino o estava ajudando. O menino ficou sentado ali, procurando algo em uma pilha de pequenas peças de equipamento eletrônico. Ao sair para ir tomar banho, disse para aquele menino que não mexesse nas minhas coisas. Mas ele parecia nem entender o que eu dizia. Fui indo para o banheiro tomar banho. Quando cheguei à porta do banheiro percebi que estava sem tolha e,  a roupa para trocar após o banho. Voltei para meu quarto. No meio do caminho até meu quarto, havia uma pequena mesa onde este cientista estava sentado e montando algum equipamento. Ao lado dele aquele menino lhe entregava uma peça de equipamento eletrônico. Fiquei pensando como uma criança que não tinha nem dois anos poderia saber qual peça o cientista estava pedindo. Então conclui que o cientista deve ter treinado aquele menino para saber tudo de eletrônico.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

TREINAMENTO OBRIGATÓRIA

Estava dentro de uma fábrica trabalhando. Esta empresa seria a Fited.  Só que ela estava no bairro Esplanada, na altura de onde esta a escola aproximadamente. Havia aproximadamente umas cem pessoas trabalhando ali. Nisto chegaram os que seriam os diretores e seus familiares. Eram umas 50 pessoas. Então peguei um cobertor azul e fui para onde seria a área para tomar café, que ficava fora da empresa. Alguns funcionários estavam indo comigo. Quando fomos sair pela porta lateral que dava acesso para fora da empresa onde a gente tomava café, vimos que um dos diretores estava cercando esta porta com arame farpado. Fomos impedidos de sair dali. Fiquei indignado porque estava fazendo aquilo. Nisto vi que todos os funcionários estavam indo em direção a saída principal. Então entendi que tinha mudado o local de tomar café. Fui seguindo todos os funcionários, carregando cobertor azul e um pacote de embrulho, onde estaria o que eu iria comer com café. Quando fui saindo na porta, juntamente com outras pessoas, vi que havia cerca de arame farpado desde a porta. Eram duas cercas, fazendo um corredor. As pessoas iam por este corredor e eu fiquei pensando se eles tinham autorização para fechar a rua com cerca. Imaginei que a prefeitura não estava sabendo daquilo. Andando por aquele corredor de cerca de arame farpado, vi uma faixa onde dizia sobre um treinamento que a Fited estaria fazendo. Este corredor de cerca lavava a gente até onde seria o treinamento, que era onde esta o Sesef. A cerca era para impedir que a gente não fosse ao treinamento. Então disse para uma pessoa que estava andando ao meu lado, que se soubesse que haveria treinamento, não teria trago o cobertor azul. Entrando no Sesef, fui direto para a cozinha, para onde todos estavam indo. Chegando lá, os diretores e familiares já haviam tomado todo o café. Então fiquei dizendo que eles tinham obrigado a gente a ir ao treinamento e ainda não deixaram café para a gente tomar.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

O SUMIÇO DO CELULAR NO VAGÃO DO TREM

ESTAVA DENTRO DO QUE SERIA UM VAGÃO DE TREM. ALI ERA MINHA CASA. ESTE VAGÃO ESTAVA SEMPRE ENGATADO NUMA COMPOSIÇÃO QUE VIAJAVA PRA TODO LADO. NISTO MINHA CASA, QUE ERA O VAGÃO, IA JUNTO COM O TREM. ESTE VAGÃO TINHA TRÊS CÔMODOS QUE ERAM A SALA, COZINHA E O QUARTO. ESTAVA DEITADO EM MINHA CAMA, COBERTO ATÉ O NARIZ, DEIXANDO APENAS OS OLHOS DE FORA. ACORDEI COM O BARULHO DO FERNANDO E A POLYANA CHEGANDO PARA ME VISITAREM. ELES FALAVAM ALTO. CONTINUEI DEITADO E ELES ENTRARAM NO MEU QUARTO E O FERNANDO DISSE QUE SABIA QUE EU ESTARIA DORMINDO. FIQUEI COM VONTADE DE RIR, POIS FINGIA ESTAR DORMINDO.  NISTO CHEGOU PELO CORREDOR QUE LIGAVA MEU QUARTO A OUTRO VAGÃO, A HUDICÉIA COM SEU FILHO QUE DEVERIA TER UNS DOIS ANOS. NO MEIO DO MEU QUARTO DENTRO DESTE VAGÃO, HAVIA UMA COLUNA DE APROXIMADAMENTE UM METRO E MEIO DE ALTURA. ERA UMA COLUNA TIPO ROMANA. A HUDICÉIA COLOCOU SEU FILHO ALI EM CIMA. NISTO ENTÃO FIZ QUE ACORDEI. VISTO JÁ ESTAR RINDO DE PENSAREM QUE EU ESTAVA DORMINDO. ACORDEI PERGUNTANDO ONDE ESTARIA MEU CELULAR. SAI PROCURANDO POR ELE E DESCI AQUELE CORREDOR QUE LEVA ATÉ OUTRO VAGÃO. NESTE CORRENDO ENCONTREI COM OUTRO FILHO MEU QUE DEVERIA TER UNS QUINZE ANOS. ELE FOI ME AJUDAR A PROCURAR O CELULAR. SAÍMOS EM OUTRO VAGÃO, ONDE MORAVA OUTRA PESSOA. COMO NÃO CONSEGUIA ACHAR O CELULAR, FUI VOLTANDO. DO CORREDOR OUVIA O FERNANDO CONVERSANDO. DISSE PARA MEU OUTRO FILHO QUE DEVERIA VOLTAR LOGO, PORQUE AS PESSOAS ALI TINHAM IDO ME VISITAR E EU TINHA DEIXADO ELES SOZINHOS ALI. VOLTAMOS PARA MEU VAGÃO CASA, PASSEI PELO FILHO DA HUDICÉIA QUE ESTAVA SENTADO ALI, BRINQUEI COM ELE E VOLTEI PARA MINHA HÁ CAMA. DEITEI E ME COBRE DEIXANDO APENAS OS OLHOS DE FORA.

domingo, 23 de outubro de 2011

O MISTÉRIO DA LUVA DESAPARECIDA


Ia por um galpão coberto, comprido e estreito.Usava duas luvas de eletricista. Ao sair numa porta lateral deste galpão,entrei num corredor largo e descoberto. Logo a frente tinha um grande espaçoque funcionava como uma feira livre. Vi então várias locais vendendojabuticabas. Fiquei chateado por não ter ido ali antes, pois as jabuticabas jáestavam acabando. Nisto percebi que estava usando somente uma luva. Tinhaperdido a da mão direita. Tentei imaginar como isto poderia ser possível, seestava usando a luva. Voltei para o galpão, tentando encontrar a luva no chão.Fui até o bebedouro, onde tinha bebido água. Então lembrei que usava as luvasquando vi as jabuticabas. Voltei para o que seria a feira e ao sair do galpãopara o corredor, vi o Negão, que trabalhou comigo na rede. Perguntei se eletinha visto minha luva. Ele me mostrou várias luvas. Disse que tinha que seruma de eletricista, porque elas eram mais maleáveis e a gente podia escrever,usando as luvas. Ele ficou procurando dentro de um barril cortado no meio.Tirou várias luvas de lá. Nisto percebi que tinha perdido a outra luva também.Voltei para o bebedouro, para ver se a tinha deixado lá. Mas não estava. Fiqueichamando pelo negão, para ele tentar descobrir o que estava acontecendo. Nistouma pessoa que passava perto de mim perguntou quem seria este negão. Deu-meconta que as pessoas ali não conheciam ele como Negão, e sim, pelo nome delemesmo, que era Clovis.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

DESCARRILAMENTO DE TRENS NO ESCRITÓRIO


Estava num local, que era um prédio de dois andares. Era escritório de uma empresa, sendo que o andar de baixo era apenas um corredor. Este prédio de escritório ficava ao lado de duas linhas de trem. A parede deste escritório, que era virada para linha de trem, era quase toda de vidro. Somente um metro de altura do piso, era parede de tijolos. Este escritório era bem comprido, deveria ter uns 20 metros de comprimento e apenas três metros de largura. Olhando nesta janela de vidro, vi que vinham dois trens, puxando vários vagões, sendo que eles iam em sentido contrario. O primeiro foi passando, e depois que ele estava quase acabando de passar, foi chegando o outro no sentido contrario. O ultimo vagão do primeiro trem a passar, era um vagão prancha, que tinha em cima um guindaste. Este vagão com o guindaste, pouco antes de passar por onde eu estava descarrilou. Vi o vagão descarrilando e indo em direção aos vagões do outro trem. Ao bater no vagão do outro trem, fez com que estes descarrilassem também. Sai correndo dali, gritei pelo Fernando e Nathalia, dizendo que eram para eles saírem dali rapidamente. Desci as escadas para o corredor de baixo. Uma pessoa veio correndo comigo. Corri pelo corredor até o outro lado, temendo que algum vagão pudesse atingir este escritório onde agente estava. Ao chegar ao final do corredor, subi por este lado, para a parte de cima do escritório, visto que tinha escada de acesso dos dois lados. Pela janela de vidro, vi um vagão entrando na parte do escritório onde eu estava anteriormente e sai correndo. Fiquei imaginando se o Fernando e a Nathalia já tinha saído de lá. Vendo pela parede de vidro, vi que os vagões já vinham mais lentamente, mas mesmo assim descarrilando todos, até que um bateu e entrou neste escritório, em baixo de onde eu estava. Sai correndo para ir para baixo ver se alguém tinha machucada. O vagão estava com a metade dentro do escritório. Passei pelo vagão, para procurar a Nathalia e o Fernando. Ao passar pelo vagão, vi uma vassoura encostada ali, peguei a mesma. Entre o vagão que tinha batido de um lado e o que bateu do outro, naquele corredor, estava várias pessoas que saíram correndo, inclusive a Nathalia e o Fernando. Fiquei batendo com a vassoura na bunda deles, dizendo que eu mandei sair correndo e eles tinham que sair rapidamente, porque poderiam ter sido atingidos pelo vagão. A Nathalia ficou dizendo que estava tudo bem, que eles saíram correndo e estavam a salvos.