OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : navio
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

OPERAÇÃO: LUANA PIOVANI DE VOLTA

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--> Estava em uma casa que era um navio. Era um navio em forma de casa. A sala deste navio era bem grande. Sentado num sofá estava o Fernando jogando vídeo game com outra pessoa. Nisto passamos eu e a Nathalia. A Nathalia vinha da escola, pois estava com a camisa da escola. Passamos na frente do Fernando e fomos para um guarda roupa que tinha num canto daquela sala. A Nathalia colocou os cadernos dela ali e o celular. Depois saiu. Peguei o celular dela e fui fazer ligação. Mas ficava olhando para que ela não me visse usando o celular dela, quando voltasse. Fiquei andando naquela sala de um lado a outro. Naquela mesma sala estavam os Pingüins de Madagascar. Eles eram quem comandavam o navio. O pingüim "Capitão" reclamou do fato de eu estar andando de um lado para outro. Dizia alguma coisa para o Kobalski e depois dava ordens para o Rico e o Recruta. Nisto a Nathalia veio vindo e corri até o guarda roupas para colocar o celular dela de volta sem que ela percebesse. Foi a conta de fazer isto. Perguntei por que ela tinha voltado. Ela disse que tinha esquecido os presentes. Pegou duas caixinhas de presente dentro do guarda roupas e saiu novamente. Então o pingüim Capitão disse aos outros pingüins para ficarem vigiando, pois a Luana Piovani iria fazer saltos ornamentais pulando do navio. Ele não queria que nada desse errado. A Luana Piovani passou pela sala de biquíni vermelho e subiu na janela da casa e pulou no mar. O pingüim Capitão então disse: __Vamos homens, operação Luana de volta.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

NA PLATAFORMA DO NAVIO

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--> Estava no que seria um navio. Estava na plataforma dele juntamente com várias pessoas e muitas crianças. Perto de mim havia uma mulher com uma criança que deveria ter uns cinco anos. Esta criança queria que sua mãe comprasse algo para ela, dizendo que os juros eram de apenas 7,5%. A mãe dizia que teria que ver os preços de outros lugares, pois parecia ser um juro muito alto. A criança insistia muito. Então peguei esta criança nos braços, encaixei as pernas dela na minha barriga, de modo que ela ficasse de frente para mim e sai cantando e dançando desajeitadamente pela plataforma do navio. A criança ria muito. Nisto as outras pessoas pegaram as crianças como eu tinha feito e saíram dançando também com suas crianças. Na verdade eu só ficava balançando a criança de um lado para outro e ia arrastando os pés. Mas somente eu cantava uma música muito antiga. Quando vi estavam todos dançando com uma criança nos braços.

domingo, 23 de setembro de 2012

NA PRAIA DO BAIRRO ESPLANADA

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ESTAVA DENTRO DE UM GRANDE NAVIO. ESTE NAVIO NAVEGAVA POR UM MAR QUE FICAVA NO BAIRRO ESPLANADA. ESTAVA NA PROA DO NAVIO ONDE O TONHÃO ESTAVA DEITADO EM UMA CADEIRA TIPO PRAIA. EU ANDAVA DE UM LADO PARA OUTRO PORQUE TERIA QUE DESCER QUANDO CHEGASSE AO CABO DA BOA ESPERANÇA. NISTO O NAVIO PAROU PERTO DE ALGUMAS GRANDES PEDRAS. EU DESCI PORQUE ALI ERA ONDE EU QUERIA FICAR. O NAVIO FOI EMBORA. DAQUELAS PEDRAS EU PODIA VER A CASA DA MINHA MÃE, NO BAIRRO ESPLANADA. ERA PARA ONDE EU QUERIA IR. AS PEDRAS FICAVAM NA BEIRA DESTA PRAIA. ATRAVESSEI A PRAIA E FOI PARA CASA DA MINHA MÃE QUE FICAVA LOGO DEPOIS.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

O PODER DO LÍQUIDO AZUL


Estava dentro de uma cabine, toda de vidro, que deveria ser de um navio. Olhava por este vidro, para a praia. Nisto veio um barco grande, que chegando à praia, não parou. Continuou pela areia, como se esta fosse água. Voltei para dentro deste navio, onde a Polyana e o Fernando estavam sentados num canto. Cheguei junto a eles e disse para a Polyana, que iria pagar os três mil reais que devia a ela. Eu teria que pagar mil reais por dia, mas iria pagar tudo de uma vez. Contei o dinheiro, que havia muitas notas de cem reais. Mas não dava os três mil. Então a Polyana disse que me devia 980 reais, que iria me pagar. Ela me deu os 980 reais. Juntei tudo e continuava não dando os três mil reais. Então dei a ela dois mil reais e pedi ao Fernando que fosse ao banco retirar mil reais para mim. Ele pegou um pedaço de papel para anotar a senha. Disse a ele para anotar num canto, para que ninguém desconfiasse que fosse senha. Dei a ele o cartão e disse a senha. (falei os numero reais de minha senha). Ele então disse que faltavam as letras. Passei para ele as letras. (dei também as letras reais de minha conta). Fui até outro canto daquele navio, onde havia um grande quadro, todo feito de uma tela de malha bem pequena. Vi um pequeno bastão, parecido que aquele usado no vídeo game Nintendo DS. Só que um pouco maior. Fiquei brincando com ele, quando alguém disse que aquilo era do vídeo game e não podia por a mão. Então coloquei o mesmo, enfiado, naquela tela fininha daquele quadro. Fiquei pensando que seria fácil achá-lo ali, caso alguém precisasse. Nisto veio dois guardas do navio, arrastando um homem algemado, e junto um menino que deveria ter uns 8 anos. Um dos guardas disse que aquele tal homem tinha muitos poderes e só não conseguia usá-los, se estivesse perto de uma criança. Entraram com eles num compartimento. Nisto vi uma pequena bacia com uma água azul. Comecei a lavar minhas mãos ali, porque tinha pegado em dinheiro. Minas mãos ficaram azuis. Chegou alguém e disse que eu não poderia fazer aquilo, porque aquela água era que impedia o ataque daqueles homens que tinham poderes. Ouvi uma explosão dentro daquela porta onde entraram. Nisto o tal homem algemado sai de dentro, com o rosto transformado como de um vampiro. Veio na minha direção. Estendi a mão, tentando afastá-lo. Ele se assustou e saiu. O liquido azul de minha mão, não deixava ele se aproximar. Ele ia em direção outras pessoas. Todas que ele tocava, ficava igual a ele. Corri até aquele quadro de tela, pequei aquele bastão de vídeo game e segurei firme na minha mão. Veio outro tentando me atacar. Estendi a mão na frente dele, e com o bastão, perfurei o peito dele várias vezes. Fiz isto com outros três. Mas como aumentava cada vez mais as pessoas que queria me atacar, corri ate a saída daquele navio e pulei no mar, para ir até a praia e fugir. Quando fiz isto, percebi que estava em alto mar. Nisto o navio foi indo embora, me deixando ali na água, sem saber o que fazer.

terça-feira, 13 de abril de 2010

O FIM DO MUNDO, NO BANHEIRO PÚBLICO


Estava no passeio de uma rua, quando um navio muito grande, veio arrebentando tudo que estava em sua frente. Destruindo, casas, edifício e arrancando o asfalto das ruas. Algumas pessoas gritavam que era o mundo que estava acabando aos poucos. Nisto o navio veio e parou próximo de onde eu estava. Deixando para trás de si tudo destruído. Depois que o navio parou, entrei numa porta que havia ao meu lado, era um banheiro publico bem grande e todo azulejado de amarelo. Quis ir ao banheiro, e fui olhar se havia algum disponível. Fui olhando um por um e fui vendo que todos, eram bem pequenos, coma porta a meia altura e o vaso sanitário ficava bem defronte a porta. Só havia um, que era maior, e o vaso ficava escondido, então pensei em usar este. Nisto veio correndo, o Lucas, que trabalha comigo na Ecos, entrou no banheiro e disse que usaria aquele. Sai dali, voltei para onde estava o navio, esperando o banheiro ficar desocupado.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

O NAVIO ANCORADO

Estava na varanda de uma casa, onde havia um parapeito feito de tubos. Nisto olhei para baixo e vi um navio. Então chamei algumas pessoas que estavam ali, para vir ver. Então disse a elas, que parecia que o navio estava longe no mar. Mas se a gente olhasse com calma, veria que ele estava bem ali, na beira da praia, nos fundos da casa. Então todos saíram para ir até o navio. Fui também. Só que para chegar até ele, tinha uma floresta para a gente atravessar. Fui andando pela floresta até que vi o navio. Algumas pessoas já estavam entrando lá dentro. Quando fui entrar, a porta do navio se fechou, deixando apenas eu de fora. Então disse: “não queira ir mesmo”

segunda-feira, 5 de maio de 2008

ME AFOGANDO NO MAR

Eu estava num local, que parecia ser a rua do “meio”, do bairro esplanada. No rio ao lado, que parecia um braço de mar muito agitado, havia um pequeno navio e algumas pessoas no mar se afogando. Nisto estas pessoas se agarraram numa peça do barco que estava dentro do mar. Esta peça era triangular e a parte mais larga que estava dentro do mar. À ponta do triângulo, era presa no barco. Havia uns 10 cabos de aço, amarrados na parte de baixo do triangulo e se juntavam nesta ponta. As pessoas que se afogavam se agarraram nestes cabos de aço e começaram a gritar. Alguém do barco acionou uma alavanca o triângulo foi subindo levando todos para dentro do barco. Nisto chegou perto de mim um homem e nós saímos andando pela rua do meio. Ele me disse que eu podia rezar de voz alta ou em silencio, que eu fizesse do jeito que achasse melhor. Ele foi rezando de voz alta e eu de voz baixa. A gente rezava o “Pai Nosso” ou a “Ave Maria”, não me lembro bem. Nisto eu pensei em ir para a primeira rua. De repente me vi dentro de uma canoa, num mar. O mar estava muito agitando, mas a canoa não se mexia. Nisto vi um barco mais longe de onde eu estava. Ele balançava muito. Algumas pessoas gritavam desesperadas pedindo ajuda, Estas pessoas se agarraram num triângulo parecido com o do barco anterior. Elas gritavam ate que alguém veio ver o que era e acionou novamente a tal alavanca e começou a puxá-los para dentro do mar. Nisto eu fiquei com falta de ar, fazia força para respirar e não conseguia. Eu fiquei meio desesperado dentro da canoa e disse que tinha que sair dali.