OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : policiais
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

ENGEQUISA NO BAIRRO ESPLANADA


Estava indo de carro para a Engequisa, empresa onde trabalho. Só que ela ficava no Bairro esplanada. Na última rua do ultimo quarteirão. Ficava na esquina deste quarteirão, que só tinha ela. De ambos os lados era as matas ciliares do Rio Itapecerica. Tinha a porta da frente virada para uma rua e a entrada do carro pela outra rua. Ambas as ruas eram estreitas. Fui chegando com o carro do outro lado da rua, visto que do lado da empresa, não se podia estacionar. Mas não estava encontrando vagas. Quando fui passando em frente a Engequisa, vi que lá dentro o Nathan estava sentado a mesa e em pé estava o Alex, conversando com dois policiais. Fiquei pensando o porquê daqueles dois policiais ali. Como não encontrei lugar para estacionar, tive que manobrar o carro, para voltar e estacionar na rua da entrada para o carro. Quando terminei de fazer isto e fui voltando, vi que os dois policiais já iam bem distante. Eles saíram da Engequisa e eu não tinha percebido. Parei o carro em frente à porta de entrada do carro. Sai do carro e fui ver o que estava acontecendo. Perguntei para o Alex, mas ele disse que não era nada demais.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

TELETRANSPORTANDO CARRO PARA FLORESTA AMAZÔNICA

Estava dentro de um carro, em frente a um local, que estava cercado com muro alto, formando um quadrando grande. No centro deste cercado, tinha uma casa também quadrada. Eu tinha que entrar ali para pegar um baú com jóias. Entrei pelo portão. Lá dentro tinha muitas mulheres, todas policiais, só que elas usavam mini saia, e tinha era uma marreta, com um cabo de um metro aproximadamente, em vez de cassetete. Quando entrei, a policial chefe veio em minha direção e chamando as outras. Então disse a ela, que eu fazia parte do combinado. Então ela saiu correndo ao meu lado, me pedindo para segui-la. Fomos rodando em volta daquela casa, e quando mais rodava, mais a gente descia. Até que chegamos num local, em baixo da casa, onde havia um armário com a porta de vidro. Lá dentro estavam as jóias. Esta policial chefa saiu. Tentei quebrar o vidro com o pé, mas não consegui. Nisto chegaram às outras policiais com objetivo de me acertar as marretas. Fiquei na frente do armário, quando elas deram as marretadas, sai da frente, para que assim as marretadas quebrassem o vidro do armário. Mas as marretas bateram. O vidro não quebrou e ela ainda, com o impacto, jogou as policiais no chão. Então tentei abrir pela tranca do armário e vi que estava aberta. Pensei então como fui burro em não olhar isto primeiro. Peguei as jóias, sai correndo dali e fui para o carro. Então desejei que o carro fosse para o meio da floresta amazônica, num local de mata fechada, mas que coubesse o carro. Nisto fui para no meio da floresta. Então desejei que a gasolina fosse parar num tanque de qualquer carro da cidade de Manaus, que tivesse pouca gasolina. Desejei também que o óleo do motor e de freio fosse também para outro carro que estivesse precisando. Pensei que assim, não estaria poluindo a floresta amazônica. Depois fiquei pensando que, quando eles encontrassem o carro ali, os cientistas ficariam por entender como ele chegou ali. Então os imaginei dizendo que antes do Brasil ser descoberto, já tinha civilização aqui, que tinha inventado o carro, ou era coisa de outro planeta.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

NO SANTUÁRIO REZANDO,

Vinha subindo a Avenida 21 de abril, logo depois que atravessei a Rua Minas Gerais, vi os carros parado esperando o sinal abrir. Como ali é mão única para quem desce, vi três carros subindo a avenida, na contra mão. Fiquei pensando que poderia ser alguém de fora e não sabia que era contra mão. Tinha um carro, inclusive, aguardando o sinal abrir em cima do passeio. Segui em frente e vi que havia alguns policiais parado na esquina da Avenida 21 com a Rua São Paulo. Mas os policiais não pararam os carros que passavam na contra mão. Subi a rampa que da acesso ao Santuário e entrei na igreja. Havia bastante gente lá dentro sentada nos bancos. Parei ali logo na entrada central, havia umas 3 pessoas por ali. Fiquei onde costumo parar mesmo. Comecei a rezar como faço todos os dias ao passar ali de manhã, antes de sair para o trabalho. Depois pensei que aquele dia era sábado e não precisa rezar. Nem sábado nem domingo, só de segunda a sexta, estava bom. Nisto um homem que estava ali, me jogou no chão. Cai de rosto no chão. Ele então segurou minha cabeça, impedindo que eu levantasse. O que ele dizia, não lembro mais. Fiquei preocupado com o mico que estava pagando ali. Com esforço, consegui me levantar. Quando fui saindo, este homem me segurou pelo braço. Dei um empurrão nele, ele caiu de costas. Fui indo embora. Desci a rampa do Santuário, até a Avenida 21 de Abril, de volta de onde vim. Vi os guardas na esquina. Mas não tinha nenhum carro ali. Atravesse a 21 e fui indo embora. Quando atravesse a Rua Minas Gerais, em direção a Rua Goiás, a 21 daquele lado estava meio escuro. Cismei que vinha alguém me seguindo. Atravessei para o outro lado, onde estava mais claro. Quase chegando à Rua Goiás, uma pessoa passou por mim. Mesmo sem ver o rosto, voltei para o outro lado da rua. Parei em frente à sorveteria. Olhei e não vi ninguém na rua. Estava tudo deserto.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

ACERTANDO AS CONTAS

Estava num local, onde parecia ser um grande pátio. Estava anoitecendo. Nisto chegou duas crianças chorando perto de mim, dizendo que queriam colo. Peguei as duas no colo e sai andando, até chegar numa pequena escada onde sentei. Nisto disse a uma delas, que tinha que tomar o remédio. Tirei um envelope com remédio do bolso para dar a criança. Nisto chegou um homem e uma mulher perto de mim, O tal homem disse que precisou tomar aquele remédio e não tinha encontrado, Disse a ele que tinha encontrado no porão. Coloquei as duas crianças no chão, quando veio uma mulher, japonesa, chorando em minha direção. Fui ao encontro dela. Ela vestia um blusão de pele, parecendo àqueles usados no Alaska, ou locais que cai neve. Sai com ela, andando, entramos num corredor, que ficava naquele grande pátio, e era feito de tela. Aquelas usadas para fazer galinheiro. Vim andando com ela, quando vieram cinco homens, todos vestidos iguais a ninja. Todos de preto. Pegaram esta mulher e levaram para um cercado que tinha no final deste corredor, que era bem largo. O cercado era feito de cortinas. Ficaram lá dentro. Eu tentava olhar, mas não conseguia ver o que estava acontecendo. Nisto saiu um destes ninjas e veio até mim, dizer que eu não podia ficar com aquela mulher, porque eu não era oriental. Fui indo embora pelo corredor, quando cheguei no pátio, que era imenso. Havia ali uma máquina muito grande, parecida com uma caldeira imensa. Havia uma esteira rolante que ficava constantemente jogando entulhos dentro desta maquina, e sai um liquido do outro lado. Nisto dois homens chegaram até mim, dizendo que era para eu ligar o cabo da televisão ali num pequeno motor que fazia parte daquela imensa máquina. Este pequeno motor era uma espécie de compressor. Ficava apenas jogando ar. Eles disseram para eu ligar ao cabo da TV ali, pois assim eu teria todos os canais de TV para ver. Pois a TV a cabo funcionava a ar comprimido. Fiquei imaginando como fazer aqui, até que veio um caminhão, deste fora de estrada, abrindo uma rua no meio deste pátio, perto desta grande máquina. Ele na verdade, ligou uma rua que havia de um lado e continuava do outro lado deste grande pátio. Entrei então por esta rua e via algumas pessoas sentadas à mesa, comendo e bebendo. Era o refeitório da empresa. Havia uma faixa pendurada na porta. Como estava meio escuro, aproximei para conseguir ler. Dizia que a gente tinha que devolver tudo em 15 dias. (não sei o que seria este tudo). Nisto tive vontade de ir ao banheiro. Então não quis ir ao banheiro do refeitório e fui no banheiro dos trabalhadores. Para entrar neste banheiro, tinha uma pequena escada de uns 5 degraus, pois o banheiro ficava um pouco elevado. Quando abri a porta, vi vários homens brigando, sendo que alguns deles estavam vestidos como ninja. Voltei e vi dois policiais parados abaixo desta escada. Eles também estavam vestidos de preto. Então disse a eles que estava havendo uma briga no banheiro. Abri a porta e ele viu a briga. Eles entram no banheiro e começaram a brigar também. Entrei e subi uma escada tipo caracol, que me levava na parte de cima. Quando cheguei lá, veio um homem e disse que riria brigar comigo, para acertar nossas contas. Disse q ele que nem o conhecia e não iria brigar. Nisto ele começou pulando igual à ninja e bateu os pés no meu peito, me mando longe. Então comecei a descer a escada novamente. Ele foi descendo, pulando igual um ninja, se agarrando na parede. Quando chegamos lá em baixo, disse a ele que a policia estava ali. Ele olhou para os policiais e disse que a gente iria brigar em outra ocasião. Ele foi embora, sai do banheiro e fui indo por aquela rua aberta pelo caminhão. Então fiquei pensando como estaria aquela máquina gigante que tinha ali. Fui até aquela máquina. O caminhão estava retirando ela do lugar. Então pensei que a TV a cabo não funcionaria, pois a maquina tinha parado de funcionar.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

O NASCIMENTO DOS ALIENÍGENAS

Eu estava no terraço de um prédio. Havia vários canteiros lá em cima, e debaixo da terra, estavam sendo formados alienígenas. Eu estava perto de um. Nisto, nos outros canteiros começaram a nascerem os alienígenas, que mais pareciam dragões com cabeça de gente. O que estava nascendo perto de mim, apareceu somente à cabeça de gente e ele me perguntou como fazia para ficar bem forte muito rápido. Eu disse que era só misturar leite com chocolate. Mas o que dava mesmo energia era o chocolate. Ele então nasceu e não me atacou. Eu então imaginei que fosse porque eu havia lhe dito como ficar forte. Estes bichos saíram voando e foram para a rua perto do prédio. Nisto eu já estava ali naquela rua. Havia muitos policiais e pessoas correndo pra todo lado, sendo atacadas por estes bichos que voavam. Nisto, o que tinha nascido perto de mim, veio me perguntar novamente o que teria de comer. Eu disse que bastava chocolate e ele teria muita energia.
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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

ABORDAGEM POLICIAL


Estava indo por uma rua, quando cheguei numa praça. Havia alguns policiais lá. Um fez sinal para eu parar, como se faz para carro. Eu parei. Então ele me disse que eu tinha que responder a 20 perguntas, que era para saber se eu era criminoso. Havia uma mesa redonda com cadeiras em volta, e tinha duas pessoas sentadas já respondendo a estas perguntas. Eu sentei. Nisto o policial chegou e disse que tinha que me revistar. Eu levantei e quando percebi, estava em outro local, parecendo os fundos de um restaurante. Eu estava com as mãos para cima e o policial me revistando.

domingo, 5 de outubro de 2008

CARRINHO DE MÃO NO PEDÁGIO

Estava deitado num banco, tipo este de praça. Nisto veio um carrinho de mão, deste de pedreiro e aproximou-se de mim. Ele andava sozinho e fazia movimentos como se pudesse ver. Ele ficou tentado me tirar do banco onde eu estava. Eu fiquei em pé no banco e o carrinho foi embora. Eu sabia que aquele carrinho era do Bart Simpson (do desenho da TV). Sai dali e fui até uma lanchonete, que ficava num local onde não havia nada. Eu queria saber da moça que atendia, se eu podia comprar três sanduíches para pagar com o cartão, só no dia 11. A moça ia de um lado a outro, mas não me atendia. Nisto chegou a Nathalia me pendido também um sanduíche. Depois apareceram umas quatro pessoas. A moça foi atendê-los, mas não vinham falar comigo. Os sanduíches eram para eu levar para o trabalho. Fui embora dali e encontrei o Gueds. Chegamos numa cidade a trabalho. Ficamos num hotel que parecia uma casa destas da roça, onde a terra era batida. Saímos dali e fomos numa casa vizinha. Nisto uma mulher chegou perto de mim e começou a me abraçar e beijar. Deitamos no sofá. Isto na sala e na frente dos pais dela. Eu fiquei a beijando até que ela começou a tirar a roupa. Eu me recusei a tirar a roupa na frente dos pais dela. Ela disse que eles não importavam com isto. Mas eu não quis. Então saímos dali para um quarto. Então pensei que aquilo poderia ser um golpe para ela me processar e pedir indenização. Decidi ir embora. Ela pegava terra no chão e jogava em mim e xingava muito. Quando cheguei ao hotel, que era ali do lado, o Gueds já estava lá, sentado numa escada. Pedi a ele para irmos embora logo, senão eu poderia ter problemas com a tal mulher. Ela continuava atrás de mim e me jogando terra. Fui indo embora, atravessando a rodovia, em direção a um pedágio que tinha ali. Era a Rita que tomava conta do pedágio. Veio um carro da polícia e mandou-me sair da pista. Eu segui andando pela lateral e vi a cancela do pedágio fechando. Quando ela fechava, não cobrava pedágio. Ela abria aleatoriamente. Mas um carro passou com a cancela fechada, na pista onde se pagava o pedágio, e não na outra. Eu pensei que a Rita nem teria visto mesmo, pois ela é muito desligada. Nisto, indo por trás do pedágio, cheguei num pequeno galpão Lá tinha um fogão e uma pequena caldeira. Tinha umas quatro pessoas lá dentro. Eu perguntei onde era ali. Um homem me disse que era o Bairro, Santos Dumont. Eu então disse que o bairro, Santos Dumont, ficava do outro lado da cidade. Ele disse que ali também era, Santos Dumont. Ele disse que o bairro era muito pobre e ninguém tinha nada. A água quente para tomar banho vinha dali e a comida de todos do bairro também, A energia não tinha. Nisto veio uma pessoa da empreiteira da rodovia, levando um carrinho de massa de concreto, que eram para aumentar o fogão, e assim eles fariam mais comida. Ele colocava a massa dentro de um saco plástico e o tal homem colocava esta dentro da estrutura do fogão, fazendo assim os buracos do fogão a lenha. Nisto chegou um colega meu, que trabalhou comigo na Rede Ferroviária. Ele entregou algo para um menino, que deveria ser o filho dele. Disse que era para ajudar na casa. Eu fiquei pensando que aquele colega meu, tinha aposentado e ganhava muito bem, e como ele foi para ali, onde tudo era tão pobre. Nisto dei thyal para o pessoal e fui para a cabine de pedágio, pois eu precisava falar com a Rita. Desci um morro bem forte e fui para a cabine, pelo outro lado.