Estava
em uma casa de campo. Havia várias pessoas ali e algumas crianças. Na frente da
casa havia um fosso. Para passar por este fosso havia uma tábua larga de um
metro de largura mais ou menos. Fui ajeitar esta tábua para passar pelo fosse e
uma cobra coral que estava ali mordeu minha mãe. Depois que ela morde, pisei
rapidamente nela, várias vezes. Mas ainda assim ela saiu se contorcendo e caiu
dentro deste fosso. Minha mãe estava sentada em uma cadeira próximo dali. Fui
correndo até ela, disse que uma cobra tinha me mordido e mostrei minha mãe. Minha
mãe disse que não havia problemas que não era nada. Disse a ela que a cobra era
coral. Ela então disse que ela não era venenosa. Sai dali e fui para um cômodo
que ficava do lado de fora da casa. A Bete do Paulinho estava ali juntamente
com outras pessoas. Eu ia ajudá-los em algo. Nisto comecei a sentir muito frio.
Disse para a Bete que ia lá dentro de casa pegar uma blusa. Ela começou a rir
dizendo que estava um calor danado. Mas eu estava sentido frio e fui buscar a
blusa. Então lembrei que poderia ser o veneno da cobra fazendo efeito. Então
imaginei que eu estava perdido e não dava tempo de fazer mais nada.
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quinta-feira, 11 de outubro de 2012
SENTINDO FRIO NO CALOR
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Unnamed Rd, Monongahela National Forest, White Sulphur Springs, WV 24986, EUA
domingo, 15 de julho de 2012
NO GRANDE LAGO
Estava no que seria um
campo no meio da mata. Havia uma casa e um grande lago. Tudo em volta era
gramado e tinha algumas árvores. Estava dentro de um barco que estava no meio
deste lago, com dois bombeiros e mais duas pessoas. Dentro do barco estava
minha mãe, que estava embalsamada. Ela estava enrolada em faixas e com uma
corda amarrada na cintura. Os bombeiros iriam jogá-la naquele lago, que este
era o costume. Eles a jogaram e foram dando corda, que deveria ter uns dez metros.
Mas ai um gritou que ela estava respirando. Eles então a puxaram para dentro do
barco. No barco tiraram as faixas e a levaram para aquela casa. Perguntei aos bombeiros
como aquilo era possível, se ela estava cheia de formol. Eles disseram que isto
podia acontecer e que o formol seria aos poucos sendo eliminado do corpo. Na cama
minha mãe disse que ninguém iria comer o bolo até que ela ficasse boa. Sai para
fora e lá estavam alguns de meus irmãos. Eles queriam comer o bolo. Então disse
a eles para distraírem minha mãe, peguei uma espátula e disse que partiria o bolo.
Fomos para dentro e meus irmãos ficaram conversando com minha mãe, enquanto eu
fui em direção ao bolo, sem que ela mi visse. Mas ela gritou me perguntando o
que eu fazia perto do bolo. Eu disse que nada. Ela então mandou sair de lá,
pois não queria que partissem o bolo.
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
ARMÁRIO DE HOSPITAL
Estava num local, que seria o
quarto de um hospital. Minha mãe estava em pé perto da porta. Estava ao lado da
enfermeira. Na nossa frente havia um armário, bem estreito, com uma única porta
de vidro. Dentro deste armário, havia várias pequenas prateleiras. Em cada
prateleira havia um órgão do corpo humano. Todos de feitos de plásticos. Havia um
coração, um fígado, dois rins, o baço. A enfermeira dizia para mim que teria
que tirar o coração da minha mãe. Que não daria mais para ela ficar com ele. Minha
mãe então disse que podia tirar que não tinha problema. Que ela já sabia que
isto teria que Sr feito. A enfermeira então abriu o armário e tirou o coração
lá de dentro. Ao retirar o coração, que seria o da minha mãe, minha mãe caiu
não chão. A enfermeira virou para mim e disse que o que estava feito, estava
feito, que não tinha mais volta.
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7463 Sparta Rd, Fredericktown, OH 43019, USA
terça-feira, 8 de setembro de 2009
NA RUA A NOITE, CORRENDO COM BONÉ NO ROSTO
ESTAVA INDO POR UMA RUA DO PORTO VELHO. ERA NOITE E EU ANDAVA MUITO RAPIDAMENTE. NISTO DOIS HOMENS ME PARARAM PARA PERGUNTAR ALGO. PERCEBI QUE OS DOIS ESTAVAM BÊBADOS. ENTÃO CONTINUEI ANDANDO E PERCEBI QUE ESTAVA RESPIRANDO COM DIFICULDADES. ENTÃO VI QUE ESTAVA USANDO MEU BONÉ, COMO SE FOSSE AQUELAS MÁSCARAS QUE ESTÃO USANDO CONTRA A GRIPE “A”. CONTINUANDO RAPIDAMENTE, TIREI O BONÉ DO ROSTO E COLOQUEI NA CABEÇA. NISTO JÁ ESTAVA NO ESPLANADA, QUANDO AQUELES DOIS HOMENS CHEGARA CORRENDO E ME JOGARAM NO CHÃO, DIZENDO QUE QUERIA UM INFORMAÇÃO. COMO JÁ ESTAVA PERTO DA CASA DA MINHA MÃE, SAI RAPIDAMENTE DE GATINHO MESMO. MAS ELES PUXARAM MINHA PERNA E DISSERAM QUE PRECISAVAM DE UMA INFORMAÇÃO. ENTÃO FUI OUVI-LOS E ELES ME PERGUNTARAM ONDE MORAVA O ANTONIO MARIA. ENTÃO DISSE A ELES QUE O ANTONIO ERA MEU IRMÃO E MINHA MÃE MORAVA ALI PERTINHO, ONDE A GENTE MORAVA.
domingo, 12 de outubro de 2008
O PÁSSARO E A MAÇA
Eu estava num local cheio de árvores, Havia um pássaro voando por entre estas árvores. Este pássaro tinha o tamanho de uma criança de uns dois anos. Ele voava com uma maça no bico e cantava uma musica que não lembro qual era. Nisto eu peguei um arco e flecha, e atirei em direção a este pássaro. A flecha pegou na maça, arrancando-a do bico dele e trouxe a maça ate mim. Eu peguei a maça para comê-la. Nisto o tal pássaro desceu e começou a me xingar, por eu ter pego a maça. Só que ele xingava cantando também. Nisto chegou uma mulher que seria minha mãe. (na verdade era uma pessoa que nunca vi). Ela começou a gritar comigo, me mandando devolver a maça ao pássaro. Eu devolvi. Nisto chegou outras três mulheres e as quatro começaram a dançar o “cam cam”
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
ANDANDO NA RUA ESBURACADA
Estava na rua da casa da minha mãe. Era noite. A rua estava sendo reformada. Não havia asfalto. Eram muitos buracos e muita terra por todo lado, que ia da casa da minha mãe ate a linha da rede ferroviária. Eu andava por entre estes montes de terra. Perto da linha havia um homem num trator. Ele estava pendurado no trator e começou a me xingar por estar andando ali.
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