-->Vinha
por uma rua carregando alguma coisa embrulhada em uma sacola. Passei por algumas
pessoas que iam ao mesmo sentido que eu. Quando cruzei com um rapaz que vinha
no sentido contrário, ele me parou oferecendo uma sacola para eu colocar o que
carregava nas mãos. Mostrei a ele que eu já estava com sacola, só que havia
feito ela de embrulho. Ele insistiu, mas eu não quis. Ele então veio me
seguindo. Nisto veio outro rapaz e começou a nos seguir. Quando cheguei à casa
da mamãe e entrei, os dois entraram também. Fiquei pensando o que os dois
estavam querendo ali. Eles entraram como se fosse de casa. Entreguei o embrulho
para a mamãe e fui para um quartinho que tinha a porta virada para o alpendre.
Os dois entraram comigo lá. O chão do quartinho estava cheio de lama, isto
porque o piso era de terra e havia caído água lá. Um destes rapaz depois de
pisar nesta lama, sentou na minha cama e colocou os pés na parede. O quartinho
tinha três metros de comprimento por dois de largura. Nisto chegou o Ricardo e
reclamou com ele o fato dele estar sujando a parede. Ele então tirou a camisa e
foi limpar a parede. O outro rapaz veio ajudar a limpar a parede. Minha mãe
chegou ali e me entregou algo, depois disse que o almoço estava pronto e que
era para a gente ir almoçar.
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domingo, 28 de outubro de 2012
CORRENDO ATRÁS
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1625 Beck Hollow Ln, Marion, VA 24354, EUA
sábado, 22 de setembro de 2012
TRANSPORTE HOLOGRÁFICO PARA SÃO PAULO
-->
Estava dentro as casa da minha mãe. Estava na
hora do almoço e eu tinha ido almoçar. Havia muita falação, pois meus 17 irmãos
estavam na casa e todos falavam quase que ao mesmo tempo. Eu trabalhava na Rede
ferroviária que ficava quase em frente a minha casa. Olhei para o relógio e vi
que faltavam quinze minutos para sete da manhã. Eu teria que estar no serviço
às sete horas. O horário do meu almoço era de seis da manhã às sete da manhã.
Meu pai estava deitado numa rede que tinha no quartinho onde eu dormia. Ele
balançava na rede e sorria de algo. Minha mãe estava no fogão cozinhado algo.
Meus irmãos andavam de um lado para outro, a maioria também indo para o
serviço. Olhei para o relógio novamente e vi que faltavam dez minutos para sete
horas. Fui até o quartinho onde eu dormia e meu pai estava, pedi a benção a
ele. Passei pela minha mãe, pedi a benção também e fui indo embora. Quando cheguei
no alpendre de nossa casa, vi que no alto deste alpendre, perto do telhado, do
lado de dentro, havia uma imagem holográfica do mapa de são Paulo. Esta imagem
refletia várias cores e ficava meio que balançando. Cheguei em baixo desta
imagem para ver melhor e saber como ela aparecia ali. Nisto a imagem me puxou
para dentro dela. Fiquei dentro da imagem virtual e não conseguia sair. Nisto a
imagem foi desaparecendo comigo e me deixando cair numa praça imensa que não
sabia qual era. Perguntei a um homem que
passava que lugar era aquele. Ele disse que era São Paulo. Fiquei meio
desesperado me perguntando como conseguiria chegar ao serviço às sete horas, se
estava tão longe de casa.
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National Forest Development Road 144, Mackay, ID 83251, EUA
domingo, 5 de agosto de 2012
DEBAIXO DA ESCADA
Estava
em uma casa. Junto comigo havia algumas pessoas, dentre elas a minha mãe, o
Candido, o Ricardo, a Fabíula, a Marília e a Nathalia. A gente procurava pela Iara que estava
desaparecida há uma semana. Mas a gente só procurava ali na casa. Na cozinha a
gente conversava. Eu falava do sumiço da Iara, quando a Marília disse saber
onde ela estava. Perguntei onde e ela disse que era debaixo do telhado. Nesta
casa, para acesso ao sótão, havia duas escadas. Era como nas casas norte americana,
a gente puxava uma corda para descer a escada para subir ao sótão. Havia duas
destas escadas, uma ao lado da outra. Então imaginei que estando a Iara debaixo
do telhado, só podia estar ali. Puxei a primeira escada para baixo, mas não
havia nada. Quando puxei a segunda, vi a Iara ali com os pés e mãos amarrados e
com a boca amordaçada. Ela estava ali já tinha mais de uma semana. Tirei a Iara
de lá, que já saiu reclamando pela demora de alguém ter indo salvá-la. Disse
que o Ricardo era quem tinha amarrado ela ali. Fiquei chateado com o Ricardo e
fui reclamar com a mamãe do que El tinha feito. A mamãe estava na pia cortando
verduras. Mas a mamãe disse que não via nada de mais no que o Ricardo tinha
feito. Fui reclamar com o Ricardo, estava bravo com ele. ele simplesmente disse
que ela tinha desobedecido ele e por isto ele a tinha prendido para que ela
aprendesse a obedecê-lo. Voltei até a mamãe para reclamar do Ricardo e disse
que ela já tinha feito isto com a Fabíula. Deixava presa lá e soltava só para
ela ir trabalhar e na volta do serviço a prendia novamente. Nisto o Candido
chegou apoiando o Ricardo, dizendo que a Fabíula merecia o que ele fez e a iara
também. Sai chingando todo mundo porque ninguém se importava com nada que o Ricardo
fazia.
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Unnamed Rd, Lewis & Clark National Forest, Choteau, MT 59422, EUA
domingo, 15 de julho de 2012
NO GRANDE LAGO
Estava no que seria um
campo no meio da mata. Havia uma casa e um grande lago. Tudo em volta era
gramado e tinha algumas árvores. Estava dentro de um barco que estava no meio
deste lago, com dois bombeiros e mais duas pessoas. Dentro do barco estava
minha mãe, que estava embalsamada. Ela estava enrolada em faixas e com uma
corda amarrada na cintura. Os bombeiros iriam jogá-la naquele lago, que este
era o costume. Eles a jogaram e foram dando corda, que deveria ter uns dez metros.
Mas ai um gritou que ela estava respirando. Eles então a puxaram para dentro do
barco. No barco tiraram as faixas e a levaram para aquela casa. Perguntei aos bombeiros
como aquilo era possível, se ela estava cheia de formol. Eles disseram que isto
podia acontecer e que o formol seria aos poucos sendo eliminado do corpo. Na cama
minha mãe disse que ninguém iria comer o bolo até que ela ficasse boa. Sai para
fora e lá estavam alguns de meus irmãos. Eles queriam comer o bolo. Então disse
a eles para distraírem minha mãe, peguei uma espátula e disse que partiria o bolo.
Fomos para dentro e meus irmãos ficaram conversando com minha mãe, enquanto eu
fui em direção ao bolo, sem que ela mi visse. Mas ela gritou me perguntando o
que eu fazia perto do bolo. Eu disse que nada. Ela então mandou sair de lá,
pois não queria que partissem o bolo.
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Gallatin Rd, Yellowstone National Park, West Yellowstone, MT 59758, EUA
terça-feira, 19 de junho de 2012
A CESTA COM TALCO E PIRULITO
Vinha por uma rua
carregando uma cesta de presente. Era para levar para casa da minha mãe. Quando
cheguei ao bairro esplanada, fui pelo canto da linha. O canto da linha era mais
ou menos um metro acima da rua. Fui carregando a cesta até que cheguei a frente
à casa da tia Alzira. Cheguei ali, desci do canto da linha e fui até a casa da
tia Alzira. Lá dentro estavam a Paula, a Fabíola e outra pessoa, sentada em
volta de uma pequena mesa. Havia algumas crianças brincando ali. Quando fui chegando
perto desta pequena mesa, alguém tirou da cesta que eu carregava algo que
parecia um secador de cabelo. Ao puxar o gatilho que faz o secador de cabelo
funcionar, este atirou talco em todos nós. Então disse que aquilo era uma
vasilha de talco em forma de secador de cabelo e que eu tinha trago para a
Paula. Entreguei-o para a Paula. Como as crianças que estavam ali começaram a
chorar, joguei para elas os pirulitos e balas que estavam naquela cesta. Acabou
que a cesta ficou vazia. Fiquei arrependido de ter passado ali na casa da tia
Alzira, visto que estava levando a cesta para o aniversário da minha mãe.
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terça-feira, 24 de abril de 2012
ANDANDO EM VOLTA DA MÃE - OS SONHOS QUE SONHEI
Estava
vindo de carro por uma rua de pedras. Parei quando algumas crianças brincavam
nesta rua. Fui andando até que cheguei ao que seria uma pequena praça que tinha
no meio desta rua. Ali estava minha mãe. Ela usava uma bengala e andava
mancando. Fiquei andando em volta dela e batendo a mão em algumas coisas que
estavam penduradas por fios de linha. Eram bolinhas de natal e outras pequenas
coisas. Eu batia nestas coisas e elas ficavam balançando. A mamãe então disse
que eu tinha bicho carpinteiro no corpo. Não ficava sossegado.
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3900 Rd, Independence, KS 67301, EUA
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