OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Mamãe
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domingo, 28 de outubro de 2012

CORRENDO ATRÁS

-->Vinha por uma rua carregando alguma coisa embrulhada em uma sacola. Passei por algumas pessoas que iam ao mesmo sentido que eu. Quando cruzei com um rapaz que vinha no sentido contrário, ele me parou oferecendo uma sacola para eu colocar o que carregava nas mãos. Mostrei a ele que eu já estava com sacola, só que havia feito ela de embrulho. Ele insistiu, mas eu não quis. Ele então veio me seguindo. Nisto veio outro rapaz e começou a nos seguir. Quando cheguei à casa da mamãe e entrei, os dois entraram também. Fiquei pensando o que os dois estavam querendo ali. Eles entraram como se fosse de casa. Entreguei o embrulho para a mamãe e fui para um quartinho que tinha a porta virada para o alpendre. Os dois entraram comigo lá. O chão do quartinho estava cheio de lama, isto porque o piso era de terra e havia caído água lá. Um destes rapaz depois de pisar nesta lama, sentou na minha cama e colocou os pés na parede. O quartinho tinha três metros de comprimento por dois de largura. Nisto chegou o Ricardo e reclamou com ele o fato dele estar sujando a parede. Ele então tirou a camisa e foi limpar a parede. O outro rapaz veio ajudar a limpar a parede. Minha mãe chegou ali e me entregou algo, depois disse que o almoço estava pronto e que era para a gente ir almoçar.


sábado, 22 de setembro de 2012

TRANSPORTE HOLOGRÁFICO PARA SÃO PAULO

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Estava dentro as casa da minha mãe. Estava na hora do almoço e eu tinha ido almoçar. Havia muita falação, pois meus 17 irmãos estavam na casa e todos falavam quase que ao mesmo tempo. Eu trabalhava na Rede ferroviária que ficava quase em frente a minha casa. Olhei para o relógio e vi que faltavam quinze minutos para sete da manhã. Eu teria que estar no serviço às sete horas. O horário do meu almoço era de seis da manhã às sete da manhã. Meu pai estava deitado numa rede que tinha no quartinho onde eu dormia. Ele balançava na rede e sorria de algo. Minha mãe estava no fogão cozinhado algo. Meus irmãos andavam de um lado para outro, a maioria também indo para o serviço. Olhei para o relógio novamente e vi que faltavam dez minutos para sete horas. Fui até o quartinho onde eu dormia e meu pai estava, pedi a benção a ele. Passei pela minha mãe, pedi a benção também e fui indo embora. Quando cheguei no alpendre de nossa casa, vi que no alto deste alpendre, perto do telhado, do lado de dentro, havia uma imagem holográfica do mapa de são Paulo. Esta imagem refletia várias cores e ficava meio que balançando. Cheguei em baixo desta imagem para ver melhor e saber como ela aparecia ali. Nisto a imagem me puxou para dentro dela. Fiquei dentro da imagem virtual e não conseguia sair. Nisto a imagem foi desaparecendo comigo e me deixando cair numa praça imensa que não sabia qual era.  Perguntei a um homem que passava que lugar era aquele. Ele disse que era São Paulo. Fiquei meio desesperado me perguntando como conseguiria chegar ao serviço às sete horas, se estava tão longe de casa.

domingo, 5 de agosto de 2012

DEBAIXO DA ESCADA

Estava em uma casa. Junto comigo havia algumas pessoas, dentre elas a minha mãe, o Candido, o Ricardo, a Fabíula, a Marília e a Nathalia.   A gente procurava pela Iara que estava desaparecida há uma semana. Mas a gente só procurava ali na casa. Na cozinha a gente conversava. Eu falava do sumiço da Iara, quando a Marília disse saber onde ela estava. Perguntei onde e ela disse que era debaixo do telhado. Nesta casa, para acesso ao sótão, havia duas escadas. Era como nas casas norte americana, a gente puxava uma corda para descer a escada para subir ao sótão. Havia duas destas escadas, uma ao lado da outra. Então imaginei que estando a Iara debaixo do telhado, só podia estar ali. Puxei a primeira escada para baixo, mas não havia nada. Quando puxei a segunda, vi a Iara ali com os pés e mãos amarrados e com a boca amordaçada. Ela estava ali já tinha mais de uma semana. Tirei a Iara de lá, que já saiu reclamando pela demora de alguém ter indo salvá-la. Disse que o Ricardo era quem tinha amarrado ela ali. Fiquei chateado com o Ricardo e fui reclamar com a mamãe do que El tinha feito. A mamãe estava na pia cortando verduras. Mas a mamãe disse que não via nada de mais no que o Ricardo tinha feito. Fui reclamar com o Ricardo, estava bravo com ele. ele simplesmente disse que ela tinha desobedecido ele e por isto ele a tinha prendido para que ela aprendesse a obedecê-lo. Voltei até a mamãe para reclamar do Ricardo e disse que ela já tinha feito isto com a Fabíula. Deixava presa lá e soltava só para ela ir trabalhar e na volta do serviço a prendia novamente. Nisto o Candido chegou apoiando o Ricardo, dizendo que a Fabíula merecia o que ele fez e a iara também. Sai chingando todo mundo porque ninguém se importava com nada que o Ricardo fazia.

domingo, 15 de julho de 2012

NO GRANDE LAGO

Estava no que seria um campo no meio da mata. Havia uma casa e um grande lago. Tudo em volta era gramado e tinha algumas árvores. Estava dentro de um barco que estava no meio deste lago, com dois bombeiros e mais duas pessoas. Dentro do barco estava minha mãe, que estava embalsamada. Ela estava enrolada em faixas e com uma corda amarrada na cintura. Os bombeiros iriam jogá-la naquele lago, que este era o costume. Eles a jogaram e foram dando corda, que deveria ter uns dez metros. Mas ai um gritou que ela estava respirando. Eles então a puxaram para dentro do barco. No barco tiraram as faixas e a levaram para aquela casa. Perguntei aos bombeiros como aquilo era possível, se ela estava cheia de formol. Eles disseram que isto podia acontecer e que o formol seria aos poucos sendo eliminado do corpo. Na cama minha mãe disse que ninguém iria comer o bolo até que ela ficasse boa. Sai para fora e lá estavam alguns de meus irmãos. Eles queriam comer o bolo. Então disse a eles para distraírem minha mãe, peguei uma espátula e disse que partiria o bolo. Fomos para dentro e meus irmãos ficaram conversando com minha mãe, enquanto eu fui em direção ao bolo, sem que ela mi visse. Mas ela gritou me perguntando o que eu fazia perto do bolo. Eu disse que nada. Ela então mandou sair de lá, pois não queria que partissem o bolo.

terça-feira, 19 de junho de 2012

A CESTA COM TALCO E PIRULITO

Vinha por uma rua carregando uma cesta de presente. Era para levar para casa da minha mãe. Quando cheguei ao bairro esplanada, fui pelo canto da linha. O canto da linha era mais ou menos um metro acima da rua. Fui carregando a cesta até que cheguei a frente à casa da tia Alzira. Cheguei ali, desci do canto da linha e fui até a casa da tia Alzira. Lá dentro estavam a Paula, a Fabíola e outra pessoa, sentada em volta de uma pequena mesa. Havia algumas crianças brincando ali. Quando fui chegando perto desta pequena mesa, alguém tirou da cesta que eu carregava algo que parecia um secador de cabelo. Ao puxar o gatilho que faz o secador de cabelo funcionar, este atirou talco em todos nós. Então disse que aquilo era uma vasilha de talco em forma de secador de cabelo e que eu tinha trago para a Paula. Entreguei-o para a Paula. Como as crianças que estavam ali começaram a chorar, joguei para elas os pirulitos e balas que estavam naquela cesta. Acabou que a cesta ficou vazia. Fiquei arrependido de ter passado ali na casa da tia Alzira, visto que estava levando a cesta para o aniversário da minha mãe.

terça-feira, 24 de abril de 2012

ANDANDO EM VOLTA DA MÃE - OS SONHOS QUE SONHEI

Estava vindo de carro por uma rua de pedras. Parei quando algumas crianças brincavam nesta rua. Fui andando até que cheguei ao que seria uma pequena praça que tinha no meio desta rua. Ali estava minha mãe. Ela usava uma bengala e andava mancando. Fiquei andando em volta dela e batendo a mão em algumas coisas que estavam penduradas por fios de linha. Eram bolinhas de natal e outras pequenas coisas. Eu batia nestas coisas e elas ficavam balançando. A mamãe então disse que eu tinha bicho carpinteiro no corpo. Não ficava sossegado.