OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : mãe
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terça-feira, 19 de junho de 2012

A CESTA COM TALCO E PIRULITO

Vinha por uma rua carregando uma cesta de presente. Era para levar para casa da minha mãe. Quando cheguei ao bairro esplanada, fui pelo canto da linha. O canto da linha era mais ou menos um metro acima da rua. Fui carregando a cesta até que cheguei a frente à casa da tia Alzira. Cheguei ali, desci do canto da linha e fui até a casa da tia Alzira. Lá dentro estavam a Paula, a Fabíola e outra pessoa, sentada em volta de uma pequena mesa. Havia algumas crianças brincando ali. Quando fui chegando perto desta pequena mesa, alguém tirou da cesta que eu carregava algo que parecia um secador de cabelo. Ao puxar o gatilho que faz o secador de cabelo funcionar, este atirou talco em todos nós. Então disse que aquilo era uma vasilha de talco em forma de secador de cabelo e que eu tinha trago para a Paula. Entreguei-o para a Paula. Como as crianças que estavam ali começaram a chorar, joguei para elas os pirulitos e balas que estavam naquela cesta. Acabou que a cesta ficou vazia. Fiquei arrependido de ter passado ali na casa da tia Alzira, visto que estava levando a cesta para o aniversário da minha mãe.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

ARMÁRIO DE HOSPITAL

Estava num local, que seria o quarto de um hospital. Minha mãe estava em pé perto da porta. Estava ao lado da enfermeira. Na nossa frente havia um armário, bem estreito, com uma única porta de vidro. Dentro deste armário, havia várias pequenas prateleiras. Em cada prateleira havia um órgão do corpo humano. Todos de feitos de plásticos. Havia um coração, um fígado, dois rins, o baço. A enfermeira dizia para mim que teria que tirar o coração da minha mãe. Que não daria mais para ela ficar com ele. Minha mãe então disse que podia tirar que não tinha problema. Que ela já sabia que isto teria que Sr feito. A enfermeira então abriu o armário e tirou o coração lá de dentro. Ao retirar o coração, que seria o da minha mãe, minha mãe caiu não chão. A enfermeira virou para mim e disse que o que estava feito, estava feito, que não tinha mais volta.

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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

MULHER DIRIGINDO CARRETA

Estava chegando à casa da minha mãe. Minha mãe vinha logo atrás de mim. Só que ela parecia ter uns 40 anos. Nisto uma mulher aproximou de minha mãe e perguntou como fazia para ir com a carreta que dirigia para a Avenida 1º de junho. Minha mãe disse não saber. Então parei e disse que sabia como fazer. A tal mulher perguntou se eu não queria levar a carreta até onde ela precisava ir. Disse que não sabia dirigir carretas. Fui explicando a ela como fazer. Disse que deveria seguir em frente, virar na próxima esquina a direita, e antes de chegar na praça, havia um local para ônibus virar, e ela poderia virar a carreta lá, pois teria que voltar para o centro. Disse que ela passaria naquela rua de volta, e quando chegasse à Rua Pernambuco, deveria virar a direita e a próxima seria a 1º de Junho. Depois que ela saiu, fiquei pensando que seria mais fácil se estivesse mandado ela pela ponte do Esplanada.

sábado, 20 de junho de 2009

VOANDO ACIMA DA CASA DA MINHA MÃE

Estava na porta da casa da minha mãe. Havia várias pessoas, saindo da Rede. Nisto sai correndo e dei um grande pulo, tentando voar. Mas cai logo adiante. Corri novamente e dei outro pulo, fui mais longe um pouco, mas cai logo depois. Depois corri no sentido contrário que vinha os trabalhadores da rede, passei no meio deles correndo e dei outro pulo. Nisto senti meu corpo arrepiando e sai voando. Fiquei voando bem acima da casa da minha mãe. Ficava olhando as pessoas andando lá em baixo. Eu ia de um lado ao outro, mas sempre por ali. Nisto senti meu corpo arrepiando novamente e fui descendo, mesmo sem querer. Depois fui caindo rapidamente, mas quando me aproximei do chão, me corpo arrepiou de novo, e terminei de descer, muito lentamente, como se fosse em câmera lenta. Então quis voar novamente. Fiquei correndo de um lado a outro. Mas meu corpo não arrepiava e eu não conseguia voar.

terça-feira, 8 de julho de 2008

O CAFÉ QUADRADO


Estava na porta da casa da minha mãe. Eu tinha um quadrado de ferro, que tinha uma divisão que o dividia em quatro. Ele devia ter um metro quadrado por 5 centímetros de altura. Havia um pano forrando um deles. Havia várias pessoas sentadas por ali também. Nisto eu entrei no jardim da casa da minha mãe, e havia pessoas ali fazendo café. Uma mulher me ofereceu café, Eu disse que queria forte. Ela me deu uma vasilha grande cheia de café. Eu peguei este café e fui jogando no quadrado que tinha um pano forrando. Depois eu fiquei pensando que seria muito difícil para eu beber naquele quadrado.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

SER PAI / SE MÃE

Estava num local, parecendo um quarto, mas sem paredes. Nisto passaram duas crianças engatinhando. Logo depois veio a Rita dizendo que eu não servia para ser o pai delas. Então eu ia dizer que ela também não era a mãe. Mas lembrei que ela tinha adotado as crianças e isto a fazia a mãe verdadeira.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

OS ESBARRÕES NA RUA

Estava andando na rua da casa da minha mãe. Eu estava usando calça jeans branca, camisa branca de malha e tênis branco também. Nisto, o filho do Hugo Torres, passou por mim e me esbarrou, me empurrando para fora do passeio. Eu voltei para o passeio, mas ele nem olhou para trás, nisto veio outro ferroviário e me empurrou também. Então eu atravessei a rua para o outro lado.