OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Canto da linha
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terça-feira, 19 de junho de 2012

A CESTA COM TALCO E PIRULITO

Vinha por uma rua carregando uma cesta de presente. Era para levar para casa da minha mãe. Quando cheguei ao bairro esplanada, fui pelo canto da linha. O canto da linha era mais ou menos um metro acima da rua. Fui carregando a cesta até que cheguei a frente à casa da tia Alzira. Cheguei ali, desci do canto da linha e fui até a casa da tia Alzira. Lá dentro estavam a Paula, a Fabíola e outra pessoa, sentada em volta de uma pequena mesa. Havia algumas crianças brincando ali. Quando fui chegando perto desta pequena mesa, alguém tirou da cesta que eu carregava algo que parecia um secador de cabelo. Ao puxar o gatilho que faz o secador de cabelo funcionar, este atirou talco em todos nós. Então disse que aquilo era uma vasilha de talco em forma de secador de cabelo e que eu tinha trago para a Paula. Entreguei-o para a Paula. Como as crianças que estavam ali começaram a chorar, joguei para elas os pirulitos e balas que estavam naquela cesta. Acabou que a cesta ficou vazia. Fiquei arrependido de ter passado ali na casa da tia Alzira, visto que estava levando a cesta para o aniversário da minha mãe.

domingo, 14 de março de 2010

AS PILASTRAS NO CANTO DA LINHA


Estava no canto da linha (passeio que tem do outro lado da rua da casa da minha mãe, rente ao muro da ferrovia). Havia ali uma construção, linear ao muro. Estava anoitecendo. Eu estava sentado em cima de uma coluna de concreto, de 20 x 20 centímetros. Havia outras colunas, todas com alguém em cima. A gente estava ali, porque não conseguia descer. Esta coluna balançava, porque era alta. Eu segurava o mais que podia para não cair. A noite foi passando e ninguém chegava para tirar a gente. Então disse para os que estavam próximos de mim, que a gente iria passar a noite todo ali. Nisto chegou um homem com um carrinho, amarrou uma corda na coluna em que eu estava em cima e saiu puxando o carrinho e arrastando toda a construção. Ele começou a correr muito e a gente ia se segurando para não cair. Até que chegou numa loja, que ficava no meio de um descampado. Quando parou, a coluna em que eu estava caiu recostando na parede da construção. Então desci e entrei na loja. Lá dentro, o homem que estava atrás do balcão, disse que não precisava construir nada, pois o Mazinho havia dito que bastava colocar um tudo de 200mm e estaria tudo pronto.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

LEVANDO UMA CRIANÇA NUM CARRINHO DE PEDREIRO,

Eu chegava à porta da casa da minha mãe, no bairro esplanada, vindo da direção do 48. No portão estavam a minha mãe e um irmão meu. Minha mãe me disse então, que a Iara tinha acabado de sair levando uma criança num carrinho de pedreiro, para o hospital, pois a pele de sua mão tinha arrancado toda. Disse que o Jorge tinha ido atrás dela. Eu vi o Jorge indo pelo passeio, mas estava correndo em câmara lenta. Então eu decidi ir atrás. Sai correndo pelo passeio do canto da linha, comendo um pão de sal e olhando para a direita e ficava pensando como eu não precisava olhar para frente para acertar o caminho. Então percebi que eu estava muito lento também e decidi correr o mais rápido que eu podia. Sai em disparada, mas tinha que desviar das árvores do passeio, que eram laranjeiras e estavam cheias de espinhos. Eu fazia muita força e corria muito, depois ia bem devagar. Nisto cheguei à Iara, que estava com um carrinho de pedreiro, cheio de peças de carro. Ao lado dela estava a Regina. Eu continuava comendo o pão de sal.

sábado, 11 de outubro de 2008

PASSANDO ROUPAS NO CANTO DA LINHA


Estava numa casa, que ficava no bairro Esplanada. Eu e mais algumas pessoas. A gente estava almoçando. Nisto saímos para o canto da linha, e fomos de carro. Mas era só atravessar a rua. Levamos uma mesa e alguém disse que a Vanessa (que não imagino quem seja) levaria o resto. Eu então disse que iria passar roupas ali, usando aquela mesa. Havia dois homens, que eram gêmeos. Eles ficaram de trazer a roupa, mas iam colocar no carro. Então eles vieram de carro. Só atravessaram a rua, porque a gente estava do outro lado da rua, no canto da linha. Eu pedi para parar o carro perto da mesa, porque assim ficava mais fácil para mim.