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sábado, 9 de maio de 2009
CORRENDO NAS POÇAS D'ÁGUA
Estava com o Israel em uma rua descalça, cheia de buracos e muita poça d’água. Vieram alguns carros muito rápidos, passando pelas poças d’água e espirrando água para todo lado. Eu e o Israel saímos correndo, para evitar que os carros espirrassem água na gente. Corríamos muito, mas mesmo assim eles passavam e jogavam água na gente. Nisto paramos a beira de um barranco, um pouco afastado da rua, e ficamos vendo os carros passarem nas poças de água.
domingo, 8 de março de 2009
TELHADOS DE ZINCO
Estava no bairro esplanada, na rua da praça. Havia casas de um lado só, e todas eram cobertas com folhas de zinco. Todas tinham uma entrada para este telhado de zinco, que ficava mais ou menos no meio do telhado, e era um quadrado de uns 50x50. Nisto veio um carro pipa, com o prefeito jogando água nos telhados destas casas. Em algumas casas, havia homens nos telhados, que começaram a descer depressa para não molharem. Havia também um padre no telhado da igreja, que também era de zinco. O padre estava neste quadrado, só com parte do corpo para fora. Ele não desceu e ficou olhando o prefeito jogar água.
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terça-feira, 9 de setembro de 2008
ATAQUE DAS VACAS NA LOJA DE ROUPA
Eu estava no centro da cidade. Havia algumas pessoas andando para um lado e outra. Nisto vieram correndo algumas vacas. Elas começaram a atacar as lojas de roupas. As pessoas começaram a fechar as lojas, mas as vacas derrubavam as portas e batiam com a cabeça nas prateleiras derrubando as roupas. Sai correndo dali, fugindo das vacas. Nisto cheguei à minha casa e fui ate a cozinha. Havia algumas vasilhas em cima da pedra da pia. Então vi que três mosquitos andavam por entre as vasilhas. Eu então bati neles para matá-los. Mas eu não os vi para onde foram. Depois vi os três andando novamente. Eu peguei um copo com água para jogar neles. Quando joguei a água, parecia que eu tinha jogado um balde grande, de água. A água bateu na parede, encheu a pia e a quantidade foi tanta, que retornou e molhou meus pés.
domingo, 25 de maio de 2008
REBOCANDO A PAREDE
Eu estava numa espécie de empresa. Mas não tinha nada lá. Só uma parede que deveria ter uns 6 metros de altura por uns 10 de comprimento. Alguém estava rebocando aquela parede. Havia outra parede pequena, de uns dois metros por dois, na lateral desta grande. Quando a pessoas acabou de rebocar, eu peguei uma mangueira e molhei o reboque, que era para ele não trincar. Depois eu vi que o reboque estava escorregando da parede. Depois ouvimos um barulho e o reboque começou a cair todo de uma vez. Eu corri e me escondi atrás daquela parede pequena. Fez um barulho e o reboque caiu todo. Espirrou um pouco na minha cabeça, Eu comecei a limpar a cabeça com uma toalha e fui conversando com o Cris. Eu disse a ele que tinha que chapiscar a parede antes, para depois rebocar. Pedi a ele que liberasse a verba, para eu chapiscar a parede. Ele dizia que não. Eu disse então para ele liberar a metade neste mês que estava acabando e a outra metade no mês seguinte, Ele dizia que não ia liberar verba nenhuma. Nisto ele se transformou numa pequena pedra de uns 2 centímetros quadrados e saiu pulando. Eu olhei e pendei que deveria ser muito bom poder ser transformar em qualquer coisa que quisesse. Nisto ele foi pulando e parou debaixo de uma plantinha que tinha ali. Eu fiquei pensando se alguém bicho poderia atacar ele na forma de pedra.
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