OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : VOANDO
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sexta-feira, 18 de julho de 2014

O ESCUDO INVISÍVEL






Era noite. Estava numa praça. Eu estava num parapeito e abaixo deste, estavam deitados a Antonieta e o marido dela, o Petrônio. Eu pulava sobre eles, dava e volta e depois pulava novamente. Quando fui pular a terceira vez, pensei que eles penderiam achar ruim e dei volta.

Subi novamente no parapeito, dei um pulo e saí voando pela rua Pernambuco em direção à Esplanada. Eu voava baixo, quase tocando o chão. Vi que passei por uma pessoa que ia andando com as mãos no bolso, como quem sentia frio. Fui voando até a casa da minha mãe. Eu tentei entrar na casa da minha mãe, mas não conseguia. Parecia que havia um escudo invisível que me impedia de entrar na casa da minha mãe. então resolvi voltar a pé. fui subindo a Rua Pernambuco, qunanod fui passando pela pessoa que vi com as mãos no bolso. Ela comentou que tinha visto uma pessoa voando. Disse que era impossível alguém voar. Mas esta pessoa insistia em dizer que tinha visto alguém voando ali. Continuei meu caminho, prometendo a mim mesmo, tomar mais cuidado quando estiver voando, para que ninguém veja.

sábado, 12 de julho de 2014

CACHORRO LATINDO PARA MIM







Eu estava no alto de um morro. Então saí correndo tentado voar. Eu corria, pulava, mas não conseguia voar. Depois de tentar algumas vezes, eu saí voando. Eu fui bem alto e fiquei com os braços abertos, como se estivesse plainando no ar. Lá de cima, eu vi um cachorrinho, no alto do morro onde eu estava. Ele olhava para mim e latia muito. Eu fiquei admirado de ver o morro lá de cima. Eu não via nenhuma casa nem cidade, apenas o morro, muitas árvores e o cachorrinho que latia para mim.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

PARA VOAR EH SÓ SENTAR.


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

FLUTUANDO NA CADEIRA DE LONA

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Estava em uma rua larga e toda asfaltada. Havia inúmeras pessoas nesta rua. Na beira do passeio havia uma cadeira feita de lona. Tinha encosto, assento e até apoio para os braços. Tinham também, amarrado nos dois braços, duas tiras de lona. Sentei nesta cadeira e imediatamente estas duas tiras de lona subiram como se estivessem amarradas num guindaste. Ao subirem e ficarem esticadas, a cadeira saiu do chão e começou a se deslocar no ar comigo sentado nela. Ela foi se deslocando a uma altura de meio metro mais ou menos. Fui passando pelas pessoas e elas não se davam conta de que eu flutuava na cadeira. Nisto algumas pessoas então viram o que estava acontecendo e apontaram para mim, dizendo que eu voava com cadeira. Balancei então esta cadeira, para ver se ela ia mais rápido. Ela foi subindo mais alto. Quanto mais eu balançava, mais ela subia. Assim pude me afastar das pessoas que gritavam apontando para mim. Mas a cadeira foi descendo novamente em outro ponto da rua que estava vazia. Ao chegar à altura de meio metro mais ou menos, ela continuou flutuando em direção aquelas pessoas. Fui passando por entre estas pessoas que não se davam conta de que estava flutuando. Nisto o assento da cadeira começou a rasgar. Foi rasgando rapidamente até que se rompeu. Ao se romper, fiquei de pé para não cair sentado. Ao sair da cadeira ela parou de flutuar e caiu no chão. Sai andando por entre aquelas pessoas como se nada tivesse acontecido.


domingo, 19 de agosto de 2012

OS PODERES DO FUTURO


Estava em um corredor comprido e largo. O teto deste corredor era arredondado. Eu fugia de três pessoas. Uma mulher e dois homens. Eles já estavam me alcançando que cheguei ao final deste corredor e passei por uma porta. Ao passar pela porta entrei num local que parecia ser uma grande cúpula. Como esta cúpula era muito alta, usei meu poder de voar. Dei um pulo e sai voando. Mas eu conseguia voar só por alguns instantes e lago descia. A mulher que me seguia era muito rápida e conseguia me acompanhar correndo. Quando fui descendo esta mulher pulou em mim e ficou batendo com os pés na minha barriga como fazem os lutadores de karatê. Ao adquirir novamente forças, peguei os pés da mulher, a joguei longe e num salto voei novamente. Mas como sempre acontecia, não conseguia por muito tempo e descia outra vez. Nisto a mulher já vinha correndo atrás de mim novamente. Então gritei para ela que era impossível me vencer, que era para ela desistir. Ao chegar ao chão à mulher veio novamente me dando golpes de karatê. Quando adquiri força outra vez, sai voando e desta vez em direção ao corredor. Ao passar pela porta, os dois homens estavam com uma rede armada ali, só esperando eu tentar sair. Quando bati na rede e caí, os dois homens enrolaram a rede em mim e eu não conseguia escapar de lá. Nisto chegou a mulher, ficou de pé perto de mim que estava no chão enrolado na rede e disse que eu teria que aprender muito até conseguir vencê-la. Mandou os dois homens me carregarem e fomos saindo daquele corredor. Ela na frente e eu sendo carregado, enrolado na rede, pelos dois homens. Quando saímos do outro lado do corredor, vi uma cidade futurista. A cidade ficava no alto de pilastras com designe de varias formas. Ao pé de cada pilastra havia o que seria elevadores. Mas não havia nada físico. Ao encostarmos-nos a uma destas pilastras, a gente começava a subir. Era como se fossemos flutuando ou puxado por alguma força invisível. Chegando lá em cima, na cidade, a tal mulher mandou que estes dois homens me jogassem dentro de uma esfera que deveria ter uns dois metros de diâmetro. Quando me jogou lá dentro, a mulher disse que agora eu iria voltar para minha época e nunca mais deveria ultrapassar a barreira que separa o presente do futuro. Disse que eu não poderia viver no futuro. Que viver no futuro era só para os que tinham grandes poderes. Que o poder meu de voar por alguns instantes não representava nada.

sábado, 7 de julho de 2012

PERSEGUIDO PELO BOI - OS SONHOS QUE SONHEI

Eu estava num local, que não sei onde era. Então sai correndo, dei um pulo e sai voando. Eu fazia muita força para ir o mais alto possível, mas quase não subia muito. Bati nos fios de alta tensão e voltei ao chão. Fiz isto umas três vezes, e sempre batia nos fios. Depois olhei bem, esforcei para sair voando, fechei os olhos e fui voando. Eu fazia muita força para ir o mais alto que podia. Ventava muito. Voando um bom tempo, imaginei já estar bem alto no céu. Abri os olhos e vi que ainda estava bem baixinho. Nisto vi a Nathália lá em baixo e um boi vinha correndo na direção dela. Eu a peguei pelos ombros e tentei sair voando. Mas não conseguia subir muito, O tal boi saiu correndo atrás de mim, Eu desviava dele, voando e segurando a Nathália pelos ombros, para que o boi não a pegasse. Depois a deixei em cima de um passeio e não vi mais o boi. Fui voando para minha casa.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

VOANDO SOBRE A FLORESTA - OS SONHOS QUE SONHEI

Estava dentro de um carro no banco de trás. Este carro ia por uma estrada de terra que margeava uma floresta. Eu estava com a cabeça de fora. Havia na beira desta estrada um homem com uma criança. Esta criança deveria ter uns 10 anos. Quando fui passando por eles, minha cabeça bateu na cabeça desta criança. Comecei a sentir uma dor muito forte na cabeça. O tal homem que estava com a criança veio correndo atrás do carro gritando que nos pegaria. O motorista do carro parou o carro e saiu correndo. Entrou em outro carro que tinha ali e saiu velozmente por aquela estrada. Com o tal homem se aproximando dizendo que ia acertar as contas comigo, desci do carro e sai correndo pelo meio da floresta. O tal homem entrou na floresta atrás de mim. Minha cabeça doía muito e o homem se aproximava. Então dei um pulo e sai voando. Voava por sobre as árvores. Olhava para baixo para ver se via o tal homem, mas só via as copas das árvores e fios da rede elétrica. Fiquei sobrevoando ali, mas não conseguia me afastar muito. Nisto comecei a descer ali mesmo no meio daquela floresta. Olhei por todos os lados para ver se o tal homem vinha, mas não via ninguém. Então sair correndo floresta adentro.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

CORRENDO NA MATA

Estava no que seria uma mata. Havia algumas pessoas correndo atrás de mim. Eu corria o mais que podia, mas as pessoas já estavam quase me alcançando. Nisto o Fernando veio voando e passou por mim. Depois veio em minha direção. Peguei nos pés dele e dei um giro de 360 graus. Ao fazer isto, o Fernando foi derrubando todas as pessoas que estavam já próximas de mim. Joguei-o para cima e quando ele veio descendo novamente, peguei nos pés dele e fiz a mesma coisa, derrubando todas as outras pessoas que me seguia. Depois de deixar todos no chão, joguei novamente o Fernando para cima. Ele saiu voando e fui indo embora.