OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : hospital
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domingo, 13 de julho de 2014

ABRINDO PORTAS







Estava anoitecendo.
Estava na esquina da rua Rio Grande do Sul com a Pernambuco. Do outro lado da esquina havia três pessoas, uma em cada porta de três lojas que estavam fechadas. Estas três pessoas colocavam uma chave na fechadura na porta e depois colocavam uma ima parecida com um uma bolacha. Este ima fazia a chave girar e abria a porta. Eles não tiravam nada de dentro da loja. Apenas faziam elas abrirem, depois fechava e abriam novamente. Eu então fiquei pensando se chamava a policia. Havia um orelhão ali perto de mim. Mas depois pensei que ate a policia chegar, eles já teriam ido embora. Então fui embora para minha casa, que era ali perto. Mas não fui para minha casa, fui para um local, tipo um cômodo. Estava eu e o Israel, irmão da Iara. A gente ia medir a qualidade do ar no hospital São João de Deus. Nisto chegou o Doutor Elair chamando um de nós, para mostrar o que deveríamos fazer. O Israel foi e eu fiquei desembrulhando o equipamento. Depois eles voltaram e o doutor Elair veio falar comigo. Eu fiquei pensando o que o Israel estava fazendo ali, pois nós dois não trabalhamos na mesma empresa.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

OBSERVANDO A IRMÃ DULCE


--> Estava num local que parecia uma escola pública. Mas funcionava ali um hospital. estava juntamente com uma outra pessoa, sentado em um banco que havia no final do corredor bem junto a entrada do pátio desta escola. Eu ia visitar alguém. Quando vi o Ricardo saindo e caminhando por aquele pátio, eu e esta outra pessoa fomos fazer a visita. Atravessamos o pátio e entramos no que seria o quarto onde a gente ia fazer a visita, mas era como uma sala de aula. Entramos e saímos no mesmo instante. Nem vi quem estava ali. voltamos para onde a gente estava e vi o Ricardo voltando. Imaginei que ele pudesse achar rui o fato da gente nem ter esperado ele voltar e já ter saído. Fui por aquele corredor até onde seria a recepção. Ali tinha uma mulher com uma criança de colo e duas outras crianças que deveriam ter cinco e oito anos aproximadamente. O rapaz da recepção disse que só ela podia entrar, pois não era permitido entrada de crianças. Deu a ela um crachá. Mas ela disse que não tinha com quem deixar as crianças. O rapaz disse que não existia crachá para crianças. Depois ele disse que elas podiam entrar, mas disse que se a irmã Dulce aparecesse no quarto onde eles estivesse para fazer a coleta, era para ela fingir com estava com dor no pé. Então este rapaz segurou o pé dele e começou a gritar como se estivesse doendo. Ele fazia aquilo para a tal mulher saber como deveria fazer. Então ele disse que fazendo aquilo a irmã Dulce saberia que voce tinha ido ali fazer fisioterapia, e neste caso poderia entrar com os filhos. A fisioterapeuta era a própria irmã Dulce, mas ela não tinha hora certa para fazer isto, então os pacientes tinham que ficar esperando. Então a tal mulher fui com os filhos em direção aquele pátio onde após atravessá-lo tinha os quartos com os acamados. Nisto ouvi alguém resmungando. Olhei e vi que havia um quarto ao lado desta recepção. estava com a porta aberta. Então vi a Irmã Dulce tentando sentar em uma cama. Ela estava muito velha. Uma mulher tentava ajudá-la, mas ela não queria ser ajudada. Ela dizia algumas palavras que eu não entendia. Ou era porque ela estava velha demais ou dizia em outra língua. mas ela dizia olhando para mim, que a observava. Depois imaginei que ela estivesse era mesmo me chingando. Fiquei pensando então que deveria ter feito alguma coisa que não devia,

domingo, 19 de agosto de 2012

ESPERANDO O PAPAI ACORDAR


ESTAVA CHEGANDO AO QUE SERIA UM HOSPITAL. AO ENTRAR, TINHA ERA UMA COBERTA DE TELHA DE AMIANTO, COM UMA PAREDE ATRÁS E ABERTA DOS OUTROS LADOS. DEBAIXO DESTA COBERTA HAVIA UMA MESA DE ARDÓSIA QUE DEVERIA TER UNS CINCO METROS DE COMPRIMENTO POR DOIS DE LARGURA. DE AMBOS OS LADOS MAIORES DESTA MESA, HAVIA DOIS BANCOS DO MESMO COMPRIMENTO. UM DE CADA LADO. EM CIMA DA MESA, DEITADO NA POSIÇÃO DA LARGURA DA MESA, HAVIA UM PACIENTE COBERTO. NO BANCO ENCOSTADO NA PAREDE HAVIA TRÊS ENFERMEIRAS. UMA FAZIA BORDADO. AS OUTRAS DUAS CONVERSAVAM. NO BANCO DE FRENTE ESTA O RICARDO COM A CABEÇA RECOSTADA NA MESA. FUI CHEGANDO TRAZENDO NA MÃO ESQUERDA UM MAÇO DE FLORES COM UMAS CINCO FLORES. NA MÃO DIREITA TRAZIA UM BOLO DE CHOCOLATE COM UMA VELA EM CIMA. O RICARDO AO VER-ME PERGUNTOU O QUE EU FAZIA ALI. DISSE QUE O PAPAI IRIA ACORDAR E EU ESTAVA ALI PARA ENTREGAR A ELE AS FLORES E O BOLO. O RICARDO DISSE QUE O PAPAI NÃO IRIA ACORDAR. ELE CONTINUAVA DORMINDO. ENTÃO DISSE QUE O JORGINHO HAVIA-ME DITO QUE ELE IA ACORDAR NAQUELE DIA. O RICARDO DISSE QUE ALI SÓ PODIA FICAR UMA PESSOA E QUE EU DEVERIA IR EMBORA, PORQUE A ENFERMEIRA IRA RECLAMAR DE EU ESTAR ALI. DISSE QUE NINGUÉM RECLAMOU E QUE EU FICARIA ALI ATÉ O PAPAI ACORDAR, PORQUE O JORGINHO NUNCA ERRAVA.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

NA SACADA COM A PAULA


Estava do lado de fora do que seria um hospital. Estava numa sacada. A Paula estava lá também. Nisto pergunte a Paula o que ela fazia todos os dias ale. Ela disse que estava ali com o André. Depois disse que não era da minha conta o que ela fazia ali. Sai dali e fui andando pela rua até que cheguei à loja katuxa. Dentro desta loja estava meu pai e mais algumas pessoas. Ele então disse que era para eu entrar na laja e aproveitar uma promoção que estava acontecendo. Respondi dizendo que eu lá queria saber de promoção. Nem queria comprar sapato. Sai e fui embora dali.

domingo, 2 de outubro de 2011

A CAIXINHA, A MADAME E O LABORATÓRIO


Estava num local, que deveria ser um hospital. Seguravanas mãos uma caixinha de sapatos, que continha dentro, o material para fazerexames. Não sabendo onde era o laboratório, deixei a caixinha em um canto e saiprocurando alguém para me informar. Nisto vi uma senhora muito bem vestida,andando calmamente. Ela se dirigiu a um guarda que vinha chegando, dizendo queestava indo ao laboratório. Fui até ela e perguntei se podia segui-la, poisqueria ir ao laboratório também, mas não sabia onde ficava. Ela me olhou decima a baixo e virando, com o nariz empinado, disse “sim”. Disse a ela que iriapegar minha caixinha com exames e á voltava. Quando voltei, não vi o guarda enem a senhora. Olhei e vi que ela já estava em um corredor, cujo acesso era umaporta larga, mas que estava a uns 4 metros acima de onde a gente estava. Fiqueitentando imaginar como ela teria chegado ali. Mas fui tentar ir até La também.Subi por uma paredinha que tinha na lateral e fui andando por um beiral de uns20 centímetros que tinha ali. Deixei a caixinha na beira deste beiral e fui comdificuldade, temendo cair, até a porta larga do corredor. Chegando à porta,tive dificuldades para pegar a caixinha, mas consegui. Fui andando por aquelecorredor, até que vi a placa dizendo onde era o laboratório. Chegando lá, oatendente disse que o medico já tinha ido embora, que não tinha mais como fazerexames. Mas ele mesmo disse que outro medico estaria vindo. Nisto ele memostrou este outro medico e pediu que eu fosse até ele. Fui correndo paraalcançar o medico e deparei com uma rede de nylon, que haviam colocado naquelecorredor, depois que passei. Fiquei tentando passar, mas não estavaconseguindo. Até que achei um buraco nesta rede e passei. Alcancei o medico efui entregar a ele a caixinha com o material para fazer exames. Ele disse queera para eu deixar a caixinha no laboratório, que ele pegaria depois.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

O CORREDORES DO HOSPITAL

Estava entrando em um hospital. Havia várias pessoas passando pelos corredores, que eram bem largos e compridos. Bem no meio destes corredores, cruzava outro corredor do mesmo tamanho e largura. E neste corredor que cruzava, no meio dele, cruzava outro e assim sucessivamente. Assim, era um emaranhado de corredores. Passando por um destes corredores, encontrei uma pessoa que estava toda engessada, só ficando o rosto de fora. Esta pessoa perguntou-me aonde ia. Disse que estava indo me internar. Ela então disse que eu tinha que passar pela portaria e fazer a ficha de internação. Disse que não precisava, pois sabia onde era o quarto. E sai andando pelos corredores, até que cheguei ao quarto de número 14. Entrei, deitei na cama e fiquei aguardando alguém me atender.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

LEVANDO UMA CRIANÇA NUM CARRINHO DE PEDREIRO,

Eu chegava à porta da casa da minha mãe, no bairro esplanada, vindo da direção do 48. No portão estavam a minha mãe e um irmão meu. Minha mãe me disse então, que a Iara tinha acabado de sair levando uma criança num carrinho de pedreiro, para o hospital, pois a pele de sua mão tinha arrancado toda. Disse que o Jorge tinha ido atrás dela. Eu vi o Jorge indo pelo passeio, mas estava correndo em câmara lenta. Então eu decidi ir atrás. Sai correndo pelo passeio do canto da linha, comendo um pão de sal e olhando para a direita e ficava pensando como eu não precisava olhar para frente para acertar o caminho. Então percebi que eu estava muito lento também e decidi correr o mais rápido que eu podia. Sai em disparada, mas tinha que desviar das árvores do passeio, que eram laranjeiras e estavam cheias de espinhos. Eu fazia muita força e corria muito, depois ia bem devagar. Nisto cheguei à Iara, que estava com um carrinho de pedreiro, cheio de peças de carro. Ao lado dela estava a Regina. Eu continuava comendo o pão de sal.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

A GALINHA, A BICICLETA E O HOSPITAL

 Eu estava na Rua Goiás com Avenida primeiro de Junho. Alguém serrou um pedaço de uma cama e me deu para sapecar uma galainha que tinham matado e já depenada. Quando a coloquei sobre o fogo para sapecá-la, ela ficou batendo assas e tentou voar. Então eu disse que a galinha não estava morta ainda. Nisto apareceram várias pessoas e tentaram colocar a mão na minha boca. Eu então fiquei mordendo a mão destas pessoas. Fui para Avenida Getúlio Vargas, dirigindo um carro prata, e queria ir ao Hospital São João de Deus. Quando passei perto do primeiro posto, uma pessoa gritou perguntando se podia morar comigo por seis meses. Eu acelerei o carro e quando vi estava na Rua Oeste de Minas, que dá acesso ao bairro Niterói. Tentei frear quando cheguei a João Notíni, para virar a direita, indo para o hospital, mas o freio não pegou. Eu virei assim mesmo e sai na frente da caminhonete que vinha na João Notini. Quase batemos. Continuei acelerando e quando vi estava numa rua estreita. Então percebi que era uma rua do bairro Niterói. Depois vi a frente, peças de carro e pneus espalhados. Então mirei para passar entre eles. Quando passei, esbarrei num pneu que saiu rolando. Então percebi que eu estava numa bicicleta e em cima do passeio. Então imaginei que se o dono das peças achasse ruim, diria que passeio não é para colocar as peças. Continuei na bicicleta até a entrada do Hospital São João de Deus, que estava diferente do que é realmente. Fiz força para pedalar e vi que o pneu da frente estava furado. Fui empurrando a bicicleta e pensando como faria, pois não tinha trago às ferramentas para trocar o pneu. Depois sabia que tinha que levar a bicicleta para o meu irmão Ricardo. Então pensei em ir empurrando a bicicleta pela rua de trás do hospital, que leva ao bairro Porto velho. Quando percebi estava na garagem da casa da Dona Judit. Fiquei me perguntando o que eu fazia ali. Então decidi que iria parar ali e depois levaria a bicicleta para meu irmão. Quando fui encostar a bicicleta na parede, ele já era uma bicicleta desta de fazer acrobacia, a roda da frente era pequenininha e a de trás bem grandona. Então sai carregando a bicicleta para dentro da casa da dona Judit.

sábado, 6 de outubro de 2007

ABRINDO AS PORTAS

Estava na esquina da rua Rio Grande do Sul com a Pernambuco. Do outro lado da esqüina, havia três pessoas, uma em cada porta de três lojas, que estavam fechadas. Estas três pessoas colocavam uma chave na fechadura da porta e depois colocavam uma ima parecida com um uma bolacha. Este ima fazia a chave girar e abria a porta. Eles não tiravam nada de dentro da loja. Apenas faziam elas abrirem, depois fechava e abriam novamente. Eu então fiquei pensando se chamava a policia. Havia um orelhão ali perto de mim. Mas depois pensei que ate a policia chegar, eles já teriam ido embora. Então fui embora para minha casa, que era ali perto. Mas não fui para minha casa, fui para um local, tipo um cômodo. Estava eu e o Israel, irmão da Iara. A gente ia medir a qualidade do ar no hospital São João de Deus. Nisto chegou o Doutor Elair chamando um de nós, para mostrar o que deveríamos fazer. O Israel foi e eu fiquei desembrulhando o equipamento. Depois eles voltaram e o doutor Elair veio falar comigo. Eu fiquei pensando o que o Israel estava fazendo ali, pois nós dois não trabalhamos na mesma empresa.