OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : esplanada
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

O SOLFWARE DE RASTREAMENTO

--> ESTAVA DENTRO DE UMA SALA COM ALGUMAS PESSOAS. ESTAVA TENTANDO
DESFAZER UMA CONFIGURAÇÃO QUE TINHAM FEITO EM UMA TV, PARA RASTREAR AS RESPOSTAS DE UM VESTIBULAR. TENTEI DE TODAS AS MANEIRAS, MAS NÃO CONSEGUI ENCONTRAR ONDE HAVIA INSTALADO O SOFTWARE. SAI DAQUELE LOCAL E QUANDO ESTAVA CHEGANDO PERTO DA LINHA DE ACESSO AO BAIRRO ESPLANADA, ENCONTREI COM O DEUSDETE. ELE ESTAVA PASSANDO ALGUMAS MALAS DE UM CARRO BRANCO PARA UM VERMELHO. PAREI PERTO DELE E DISSE QUE NÃO TINHA CONSEGUIDO ANULAR O SOFTWARE NA TV. ELE RESPONDEU QUE FOI BOM, ASSIM TODOS PASSARIAM NO VESTIBULAR. AGACHEI ATRÁS DE UMA GRADE DE PROTEÇÃO A ÁRVORE QUE HAVIA SIDO PLANTADA E FIQUEI DIZENDO QUE NÃO ESTAVA CERTO, POIS ASSIM SÓ AQUELES IRIAM TIRAR NOTA MÁXIMA. ENQUANTO EU FALAVA, ELE ENTROU NO CARRO VERMELHO E SAIU SEM FALAR NADA. FIQUEI RECLAMANDO DO FATO DE TER ME DEIXADO FALANDO SOZINHO E FUI EM DIREÇÃO A CASA DA MINHA MÃE NO BAIRRO ESPLANADA. DEPOIS QUE ATRAVESSEI A LINHA E ENTREI NA RUA DA CASA DA MINHA MÃE, VI TRES MOÇOS QUE ESTAVA DANÇANDO E RODOPIANDO. UM FOI PARA O LADO DA RUA EM QUE TINHA CASAS E OS OUTROS DOIS FICARAM NO PASSEIO DA OFICINA, ONDE EU ESTAVA. FIQUEI CISMADO COM OS TRES E RESOLVI VOLTAR. QUANDO FUI VOLTANDO UM DELES VEIO RODOPIANDO ATÉ PERTO DE MIM E DISSE QUE IRIA PEGAR MINHA CARTEIRA. DISSE A ELE QUE NÃO IA DE JEITO NENHUM. SAÍMOS EMPURRANDO UM AO OUTRO. ELE NÃO PARAVA DE RODOPIAR E DANÇAR. APROVEITEI E SAI CORRENDO EM DIREÇÃO AO CENTRO DA CIDADE. ELE VEIO CORRENDO ATRÁS DE MIM. MAS AO ATRAVESSAR  A LINHA, ELE PAROU E VOLTOU RODOPIANDO.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

NATAL 2011 / A CEIA NA CASA DA FAMILIA CORTEZ

ASSISTA O VÍDEO COM A CEIA DE NATAL 2011, QUE ACONTECEU NA CASA DA FAMILIA CORTEZ, NO BAIRRO ESPLANADA


terça-feira, 24 de maio de 2011

EM BUSCA DO APARTAMENTO, TENTANDO VOAR


Estava vindo correndo na rua da casa da minha mãe. Estava usando um short preto de lycra que eu uso para dormir. Estava sem camisa, pois trazia a mesma enrolada na mão. Eu corria muito, mas não conseguia ir rapidamente. Era como se corre com uma pessoa num jogo de vídeo game. Eu fazia um esforço danado, mas ia lentamente. Quando cheguei perto da casa da minha mãe, vi várias pessoas ali. Então percebi que tinha esquecido a chave da casa que eu tinha comprado ali perto da casa da minha mãe. Eu queria descansar, mas não tinha como entrar. Fiquei indignado por ter saído cedo para descansar e ter esquecido a chave. Percebi então que não tinha trago também à chave do outro apartamento que eu tinha comprado ali no bairro esplanada. Vi que só estava com a chave do meu apartamento onde moro. Sai assim mesmo em direção ao apartamento do bairro esplanada. Corria mais ia devagar. Perto do portão da oficina da rede, havia várias pessoas. Chegando ali e já cansando, decidi tentar voar, para ir mais rápido. Não tinha certeza se conseguiria, mas tentei assim mesmo. Dei um pulo e com dificuldades também, sai voando. Mas a corrente de vento me impedia de ir para frente. Eu fiquei a uns 5 metros do chão. Tentava ir adiante, mas não conseguia, até que o vento foi me empurrando para baixo. Eu fui em direção aos fios de alta tensão que tinha ali. Cheguei a tocar as mãos em um deles, para tentar me desviar. Mas vi que todos estavam encapados. O vento acabou por me colocar de volta ao chão.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A CASA Nº 01

PRIMEIRA CASA CONSTRUIDA PELA  "EFOM" (ESTRADA DE FERRO OESTE DE MINAS) DEPOIS CHAMADA DE "RMV" (REDE MINEIRA DE VIAÇÃO) ERA A DE NÚMERO 01.
FICA NO BAIRRO ESPLANADA EM DIVINÓPOLIS/MG. MANTÉM A FACHADA ORIGINAL
TIREI ESTA FOTO EM 2008
(todas as imagens são propriedade de "Thymonthy Becker")

domingo, 19 de setembro de 2010

DELEGADO SEM MEMÓRIA



Vinha andando pela beira do rio, no bairro Porto velho. Havia um terreno grande nesta margem. No meio deste terreno, havia um caminho por onde as pessoas passagens, para se evitar dar a volta neste grande terreno. Quando andava por este caminho, ouvi gritos. Percebi então que a policia vinha correndo por este caminho. Então, sai correndo imaginando que a policia queria me pegar. Depois que atravessei o terreno, corri em direção ao rio e pulei dentro do rio, para atravessá-lo. Nisto os policiais também pularam no rio. Fiquei imaginando o que eu teria feito para eles me perseguirem. Sai do outro lado do rio, no bairro Esplanada. Eles continuavam atrás de mim. Resolvi então parar e perguntar por que eles estavam me seguindo. Eles pararam e disseram que eu tinha dito para eles me seguirem. Que eles estavam apenas obedecendo ordem minha. Perguntei por quê. Eles disseram que eu era o delegado. Disse que não me lembrava de nada. Disseram que eu tinha perdido a Memória, quando caí de uma árvore. Que isto tinha acontecido a mais de um ano. E desde então, eles continuavam me seguindo.

domingo, 13 de junho de 2010

A RUA VIRTUAL


Era noite. Eu descia a Avenida Antonio Olimpio de Morais, em direção ao bairro Esplanada, onde estaria minha casa. Vi apenas duas pessoas indo na mesma direção que eu. Eu sabia que era perigoso, à noite, na travessia da linha do trem, que separa o bairro do dentro. Mas lembrei quem sempre ao passar por ali, havia alguém passando também. O que dava mais segurança. E acreditava que estaria alguém passando naquele momento também. Carregava uma pasta, porque vinha de um curso que estava fazendo. Quando cheguei à Rua Pernambuco, lembrei que eu tinha que ir à Avenida Antonio Olimpio de Morais, que ficava na Rua Rio Grande do Sul. Então virei na Rua Pernambuco, subindo em direção onde eu queria ir. Estava do lado direito da rua, quando vi um pouco a frente, um homem que deveria ter mais de dois metros de altura. Sabia que aquele homem era um morador de rua, que sempre abordava a gente, pedindo dinheiro, ou algo para comer. Estava passando muitos carros na rua. Assim que vi aquele homem, atravessei para o outro lado, passando por entre os carros, que tiveram que frear para não me atropelar. Mas o tal homem, me vendo, atravessou também. Chegando do outro lado, e vendo que ele me seguia, voltei para o lado direito da rua novamente. Ele foi voltando também. Nisto, do meio da rua, voltei novamente para o outro lado. Ainda assim, ele me seguiu e me abordou pedindo dinheiro. Disse a ele que não tinha. Ele me pediu comida. Disse a ele que não tinha nada. Ele então parou e ficou falando sobre o meu futuro. Eu não entendi direito, mas ele falou algo sobre mulher e filhos. Fui indo até chegar à Rua Rio Grande do Sul, aonde virei à direita. Logo que verei, havia um pequeno beco em forma de “U”. Entrei neste beco, o qual me retornava de volta a rua. Só que passando por este beco em forma de “U”, a gente saia na Avenida Antonio Olimpio de Morais, virtual. Era uma rua estreita, toda iluminada e cheia de gente, com todas as lojas abertas. Entrei numa destas lojas e alguém que estava atrás de um balcão, foi logo me dizendo que havia muitas pessoas me procurando. Então uma mulher que estava com ele, disse que era algo sobre o recebimento de um processo judicial. Disse a eles, que iria deixar meu telefone, porque quando alguém me procurasse, era para dar o numero do meu telefone, porque eles deveriam preencher um documento, para depois receber o dinheiro. Nisto fui tirando umas filhas de dentro de minha pasta, procurando o tal documento para mostrar para aquele atende. Nisto a tal mulher, pegou uma das folhas, pensando ser o tal documento e começou a preenchê-lo. Decidi não dizer nada, sobre não ser aquele documento. Até que ela veio me entregando à folha preenchida, perguntando se estava faltando algum dado. Li o nome dela, endereço e vi que faltava o CPF. Pedi a ela que colocasse e depois que ela preencheu, guardei em minha pasta. Fui até o tal homem e passei o numero do meu telefone, para que pudesse pedir a quem me procurasse ligar para mim. Passe o numero real de meu celular, que é 9......3. Sai dali, entrei novamente naquele beco em “U” e sai na Rua Rio Grande do Sul. Dali, fui indo embora para minha casa.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

LEVANDO UMA CRIANÇA NUM CARRINHO DE PEDREIRO,

Eu chegava à porta da casa da minha mãe, no bairro esplanada, vindo da direção do 48. No portão estavam a minha mãe e um irmão meu. Minha mãe me disse então, que a Iara tinha acabado de sair levando uma criança num carrinho de pedreiro, para o hospital, pois a pele de sua mão tinha arrancado toda. Disse que o Jorge tinha ido atrás dela. Eu vi o Jorge indo pelo passeio, mas estava correndo em câmara lenta. Então eu decidi ir atrás. Sai correndo pelo passeio do canto da linha, comendo um pão de sal e olhando para a direita e ficava pensando como eu não precisava olhar para frente para acertar o caminho. Então percebi que eu estava muito lento também e decidi correr o mais rápido que eu podia. Sai em disparada, mas tinha que desviar das árvores do passeio, que eram laranjeiras e estavam cheias de espinhos. Eu fazia muita força e corria muito, depois ia bem devagar. Nisto cheguei à Iara, que estava com um carrinho de pedreiro, cheio de peças de carro. Ao lado dela estava a Regina. Eu continuava comendo o pão de sal.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

SEM CAMISA, LEVANDO A FITA DE GAME

Estava no meio de uma rua, sem camisa. Eu então disse a uma pessoa que estava perto de mim, que eu precisava entregar uma fita de vídeo game que eu havia alugado. Mas estava sem camisa e já estava quase na hora da loja fechar, se eu deixasse para outro dia, teria que pagar multa. Depois eu pensei e resolvi ir sem camisa mesmo, dizendo que não tinha problema nenhum. Sai correndo, até que cheguei num local, onde entrei numa casinha pequena que só tinha um quarto. Ali coloquei uma camisa sem manga. Saí correndo novamente para o centro da cidade, quando dei por mim, estava no bairro esplanada, em frente à casa da minha mãe. A tal loja que eu queria, ficava bem em frente à casa da minha mãe. Ela ficava dentro da rede Ferroviária, onde tinha sido o posto do banco Nacional. Mas ela estava fechada e o dono vinha andando pela rua, trazendo vários mapas enrolados, quase caindo. Eu mostrei a fita para ele, meio de longe. Ele então voltou para abrir a loja novamente. Eu cheguei perto dele com a fita na mão. Ele me mandou colocar ela no bolso, porque podia aparecer algum policial e iria dar problemas. Ele abriu este portão lateral e entramos. Alguns funcionários da ferrovia começaram a entrar por ali também. Ele abriu a loja e não vi quase nada lá dentro. Estava meio escuro e então perguntei onde estavam as fitas, porque eu queria alugar outra. Ele me mostrou uma mesa velha. Ela estava em cima de algumas fitas empilhadas. Em baixo desta mesa que estavam às fitas. Só que elas estariam dentro de potes, tipo estes de sorvete de dois litros da Kibon. Eu peguei um pote deste, a mesa quase caiu. Nisto chegaram alguns caras para alugar fita também. Eu abri o pote e lá dentro tinha era Bombril. Eu então falei para o dono, que não havia fitas ali, só Bombril. Ele retirou o pacote de Bombril lá de dentro, procurando a fita e nada de encontrá-la.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

PULAR PARA VOAR E CAIR LENTAMENTE

Eu estava na esplanada, na rua da casa da minha mãe. Em frente a casa dela. Eu saí correndo, dava um pulo, tentando sair voando. Eu fiz isto diversas vezes. Algumas vezes eu ia quase que conseguindo mais caia novamente. Eu sabia que para eu voar, eu tinha que arrepiar o corpo todo, na ora em que pulasse. Quando meu corpo arrepiou, eu saí voando. Eu vi os funcionários da rede ferroviária saindo, vi algumas pessoas jogando bola. Eu voava por ali mesmo. Ninguém se importava de eu estar voando, nem olhava para mim. De repente eu comecei a cair e fui caindo muito rápido. Quando fui chegando perto do chão, cai em câmara lenta. Em pé.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Os cem reais e a Jaqueline - Começou uma chuva muito forte e alagoa toda a rua que ficou parecendo um rio. Nisto chegou a Jaqueline
















Começou uma chuva muito forte e alagoa toda a rua que ficou parecendo um rio. Nisto chegou a Jaqueline
Estava no bairro esplanada. Na rua da casa da minha mãe. Nisto começou a chover muito forte, todos saíram correndo. Mas a enxurrada virou um rio na rua. Uns bichos grandes que passavam neste rio tentavam morder a gente, que estava nadando, tentando chegar às grades das casas.


Tinha duas pessoas jogando baralho. Eu fui até o caixa para pagar algo. O homem do caixa disse que eram 20 reais. Quando abri a carteira ele tirou o dinheiro de dentro dela. Ele pegou duas notas de cem reais e deixou cair uma de vinte. Eu então disse: __O companheiro, olha direito ai! Ele então me devolveu as duas notas de 100 reais e pegou a de 20 reais que tinha caído. Nisto eu fui para trás de um tapume e vi um rolo grande de fios elétricos. Então eu disse para uma pessoa que estava ali, que era só ligar, porque com certeza estava tudo funcionando.

Nisto veio a Jaqueline. Eu então pedi para ela assinar o cheque que ela tinha me passado, porque tinha se esquecido de assiná-lo. Enquanto ela assinava, fiquei olhando-a, porque ela tinha feito lipoaspiração e colocado silicone. Eu queria ver ser tinha ficado melhor mesmo. Depois ela assinou o cheque e saiu. Então fiquei pensando se ela não estivesse ali também, como eu pagaria as compras com um cheque sem assinatura. Depois eu fui para um local, onde tinha um papagaio. Eu tentei pegá-lo e ele tentou me bicar. Fui embora dali.

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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

EM CIMA DE UM ÔNIBUS, DESTE BEM ANTIGO.

Estava em cima de um ônibus, deste bem antigo. Ele estava parado em cima dos trilhos da ferrovia que divide o Centro da Esplanada. Em cima deste ônibus tinha uma grade alta de proteção, contornando todo ele. Eu estava pendurado, balançando nesta grade. Não passava carro e nem pessoas. Nisto a Rita chegou com uma criança de uns dois anos. Ela me deu um envelope e disse que era o dinheiro que ela estava me devendo. Eu disse que nem lembrava mais daquele dinheiro que seria para eu pagar o aluguel. Nisto o ônibus começou a andar, saindo de cima dos trilhos. Eu disse para a Rita que aquele ônibus andava no sentido contrário, que ele iria pela Rua Sergipe e passava em frente à casa dela, na Rua Mato grosso. (Na verdade, ela mora no Porto Velho). Nisto a criança desceu do ônibus e começou correndo, subindo a Avenida Antonio Olímpio. A Rita desceu e foi atrás dela. O ônibus fez a manobra e parou naquela ruazinha que vai dar em baixo da ponte que liga o bairro Esplanada ao centro. O Motorista desceu e disse que só iria sair no horário correto. Eu continuei pendurado na grade, em cima do ônibus, balançando.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

ENTÃO VI UMA MULHER DE VESTIDO LONGO E VERMELHO

 Eu estava no bairro esplanada. Só que numa espécie de praça bem grande e redonda, onde não havia nada e o chão estava coberto de folhas. Eu estava de bruço neste chão e andava muito rápido, usando apenas as pontas dos dedos das mãos e dos pés. Era bem rápido mesmo. Eu ia de um lado a outro em segundos. Depois eu olhava para cima, via onde não tivesse fios de eletricidade e dava um pulo, tentando voar. Mas eu subia só uns cinco metros e caia novamente no chão. Continuava andando daquele jeito. Nisto vi minha avó, mão de minha mãe. Fui até ela. Ela começou a me bater com o cabo do guarda chuva que carregava nas mãos. Eu a peguei pelos pés e joguei-a para cima, para que ela voasse. Ela deve ter ido a uns 10 metros de altura e desceu lentamente onde eu estava. Eu fui tentar jogá-la novamente e ela começou a me bater novamente, com o guarda chuva. Sai dali e fui embora. Andei um pouco e pude ver o sol se ponto no horizonte. Então vi uma mulher de vestido longo e vermelho. Ela jogava os cabelos de um alado a outro do pescoço. Eu fui até lá para vê-la de perto. Quando cheguei perto, vi que era um holograma de uma mulher. Tinha ela do tamanho natural, e várias outras pequenininhas, como se fossem retratos.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

VOANDO NO ESPLANADA

Eu estava na esplanada, na rua da casa da minha mãe. Em frente a casa dela. Eu saí correndo, dava um pulo, tentando sair voando. Eu fiz isto diversas vezes. Algumas vezes eu ia quase que conseguindo mais caia novamente. Eu sabia que para eu voar, eu tinha que arrepiar o corpo todo, na ora em que pulasse. Quando meu corpo arrepiou, eu saí voando. Eu vi os funcionários da rede ferroviária saindo, vi algumas pessoas jogando bola. Eu voava por ali mesmo. Ninguém se importava de eu estar voando, nem olhava para mim. De repente eu comecei a cair e fui caindo muito rápido. Quando fui chegando perto do chão, cai em câmara lenta. Em pé.