--> Estava num local que
parecia uma escola pública. Mas funcionava ali um hospital. estava juntamente
com uma outra pessoa, sentado em um banco que havia no final do corredor bem
junto a entrada do pátio desta escola. Eu ia visitar alguém. Quando vi o
Ricardo saindo e caminhando por aquele pátio, eu e esta outra pessoa fomos
fazer a visita. Atravessamos o pátio e entramos no que seria o quarto onde a
gente ia fazer a visita, mas era como uma sala de aula. Entramos e saímos no
mesmo instante. Nem vi quem estava ali. voltamos para onde a gente estava e vi
o Ricardo voltando. Imaginei que ele pudesse achar rui o fato da gente nem ter
esperado ele voltar e já ter saído. Fui por aquele corredor até onde seria a
recepção. Ali tinha uma mulher com uma criança de colo e duas outras crianças
que deveriam ter cinco e oito anos aproximadamente. O rapaz da recepção disse
que só ela podia entrar, pois não era permitido entrada de crianças. Deu a ela
um crachá. Mas ela disse que não tinha com quem deixar as crianças. O rapaz
disse que não existia crachá para crianças. Depois ele disse que elas podiam
entrar, mas disse que se a irmã Dulce aparecesse no quarto onde eles estivesse
para fazer a coleta, era para ela fingir com estava com dor no pé. Então este
rapaz segurou o pé dele e começou a gritar como se estivesse doendo. Ele fazia
aquilo para a tal mulher saber como deveria fazer. Então ele disse que fazendo
aquilo a irmã Dulce saberia que voce tinha ido ali fazer fisioterapia, e neste
caso poderia entrar com os filhos. A fisioterapeuta era a própria irmã Dulce,
mas ela não tinha hora certa para fazer isto, então os pacientes tinham que
ficar esperando. Então a tal mulher fui com os filhos em direção aquele pátio
onde após atravessá-lo tinha os quartos com os acamados. Nisto ouvi alguém
resmungando. Olhei e vi que havia um quarto ao lado desta recepção. estava com
a porta aberta. Então vi a Irmã Dulce tentando sentar em uma cama. Ela estava
muito velha. Uma mulher tentava ajudá-la, mas ela não queria ser ajudada. Ela
dizia algumas palavras que eu não entendia. Ou era porque ela estava velha
demais ou dizia em outra língua. mas ela dizia olhando para mim, que a
observava. Depois imaginei que ela estivesse era mesmo me chingando. Fiquei pensando
então que deveria ter feito alguma coisa que não devia,
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sexta-feira, 2 de novembro de 2012
OBSERVANDO A IRMÃ DULCE
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segunda-feira, 8 de outubro de 2012
BLOGANDO NO APARTAMENTO
-->
ESTAVA NA MINHA CASA. ESTAVA NO COMPUTADOR.
NISTO OUVI AS VOZES DA REGINA E DA BETE QUE VINHA SUBINDO AS ESCADAS ATÉ MEU
APARTAMENTO. ENTÃO FUI ATÉ A PORTA E A DEIXEI A ENTREABERTA, PARA QUE ELAS
PUDESSEM ENTRAR. ELAS CHEGARAM E ENTRARAM E JÁ DIZIAM ESTAR CANSADA POR TER SUBIDO
AS ESCADAS ATÉ O ANDAR EM QUE EU MORAVA. FORAM ATÉ ONDE EU ESTAVA NO COMPUTADOR
E PERGUNTARAM O QUE EU ESTAVA FAZENDO. DISSE QUE ESTAVA BLOGANDO. PERGUNTARAM
SOBRE O QUE. DISSE QUE ERA SOBRE O QUE EU TINHA SONHADO A NOITE. PERGUNTAR QUE
SONHO ERA ESTE. DISSE QUE TINHA SONHADO QUE AS DUAS TINHAM VINDO ATÉ MEU
APARTAMENTO PERGUNTAR O QUE EU TINHA SONHADO A NOITE.
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
VIAGEM PARA O JAPÃO
Estava no que seria um aeroporto. Conversava com alguém, dizendo que antes de viajar para o Japão, a gente deveria primeiro marcar com as empresa de lá, que a gente ia fazer visitas. Que não ia adiantar ir lá sem dizer nada, se depois eles não pudessem atender a gente. Mas a pessoa insistia que a gente deveria ir e lá resolveria tudo. Enquanto a gente discutia, o avião passou sobrevoando a gente em direção ao Japão.
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1000 Hyde St, Whitney Point, NY 13862, USA
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