OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : correndo lentamente
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

LEVANDO UMA CRIANÇA NUM CARRINHO DE PEDREIRO,

Eu chegava à porta da casa da minha mãe, no bairro esplanada, vindo da direção do 48. No portão estavam a minha mãe e um irmão meu. Minha mãe me disse então, que a Iara tinha acabado de sair levando uma criança num carrinho de pedreiro, para o hospital, pois a pele de sua mão tinha arrancado toda. Disse que o Jorge tinha ido atrás dela. Eu vi o Jorge indo pelo passeio, mas estava correndo em câmara lenta. Então eu decidi ir atrás. Sai correndo pelo passeio do canto da linha, comendo um pão de sal e olhando para a direita e ficava pensando como eu não precisava olhar para frente para acertar o caminho. Então percebi que eu estava muito lento também e decidi correr o mais rápido que eu podia. Sai em disparada, mas tinha que desviar das árvores do passeio, que eram laranjeiras e estavam cheias de espinhos. Eu fazia muita força e corria muito, depois ia bem devagar. Nisto cheguei à Iara, que estava com um carrinho de pedreiro, cheio de peças de carro. Ao lado dela estava a Regina. Eu continuava comendo o pão de sal.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

COMENDO COUVE COM CAPIM

Eu estava com o Fernando na casa da Dona Judit. Mas só que a casa da Dona Judit ficava na casa da Dona Maria, no bairro Esplanada, e não no porto velho. Eu fazia algo na coberta do quintal da casa. Nisto o Fernando foi para dentro da casa e eu fiquei desembaraçando algo, que parecia um carregador do vídeo game Nintendo DS. Eu deixei este carregador cair e fiquei olhando se não tinha quebrado. Depois resolvi ir embora e quando passei em baixo da janela do quarto, ouvi a voz da dona Judit conversando com alguém. Eu não disse nada e fui embora. Nisto me vi chegando à casa da minha mãe, no bairro Esplanada também. Quando entrei na casa, lembrei que havia deixado o Fernando na casa da dona Judit. Voltei então para buscá-lo. Na porta da casa da minha mãe, encostado no muro, havia várias pequenas árvores que foram arrancadas pela raiz. Eu peguei uma destas pequenas árvores e fui comendo a raiz misturada com capim. Nisto senti um cheiro forte de couve. Olhei e vi que eu estava com um pé de couve nas mãos e comia as folhas. (Eu, na realidade, detesto couve e qualquer outra verdura) estava escuro e eu fiquei pensando que o Fernando poderia estar vindo sozinho e estar com medo. Havia várias pessoas andando na rua da minha mãe. Então corri, carregando o pé de couve e comendo suas folhas. Quando cheguei à esquina da FCA e virei em direção à praça dos ferroviários, não vi mais ninguém. Então fiquei com medo e sai correndo. Eu já não carregava mais o pé de couve. Por mais que eu tentasse corre, eu ia sempre devagar. Nisto vi minha sombra no chão, fazendo um esforça muito grande para correr e não conseguia. Eu fiquei com medo de ser assaltado e ao ouvi um barulho, olhei para trás e vinha três homens correndo em minha direção, um na frente e dois logo atrás. Eles gritaram que era um assalto. Eu levantei meu pé para bater no peito do primeiro que estava chegando e me arrepiei todo.