OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : crianças
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sábado, 14 de julho de 2018

A LUZ NA ESCURIDÃO (Primeiro Dia)




UM POSTE DE LUZ NA ESCURIDÃO - 38.690.........28.008 (E contando)
Aqui na Vila Operária onde moro e pertence a Rede Mineira de Viação, tem apenas uma rua, que liga a Catedral do Divino Espírito Santo até a Rede Mineira de Viação. As demais supostas ruas são apenas estradinhas passando em meio ao mato que sempre estão invadido essas ruas.
A vila eh pequena e a energia elétrica que usamos eh obtida pela usina da própria Rede Mineira de viação, construída no rio Itapecerica.
Os postes de luz são de trilhos da ferrovia, fincados no chão, bem no meio da rua que eh bem larga, assim iluminam os dois lados da rua, embora as lâmpadas sejam incandescentes e geralmente de 60 velas. Com isso, a iluminação da rua eh bem pouca mesmo.
As estradas de que falei e que são geralmente invadidas por matos, uma delas leva ate o Santuário de Santo Antônio, que fica bem distante desta rua principal, vai até a praça do Santuário que fica ao lado dele, e ate as Obras Sociais da Igreja, que fica bem no alto do morro, já bem distante. 
Nos finais de semana, as pessoas vão até a Praça do Santuário. Lá, os homens circulam pela praça no sentido do relógio, e as mulheres no sentido contrário. Esta eh forma de paquerar aqui. Era só flertar, pois pegar na mão não podia beijar seria uma ofensa grave, a não ser que ninguém estivesse olhando.
Meu pai, como a maioria das pessoas daqui, vai até esta praça ficar “rodando” em sua paquera.
Na volta, geralmente lá pelas 20 horas, 21 horas já eh considerado madrugada, ele vem por uma destas estradinhas, que traz até a Vila Operária, que eh onde moramos e está instalada a Rede mineira de Viação.
Nesta estradinha, pouco antes da entrada da Vila, tem um único poste de luz. 
Quando ele vem à noite, sozinho, sempre escuta passos que parece ser alguém o seguindo, e olhando para trás, jurava que via um vulto de homem, todo de preto. Ele andava o mais rápido possível, com medo, claro. Ao chegar debaixo deste poste de luz, ele para e espera para ver quem vinha o seguindo passar por ali. Porém, os passos não se faziam ouvir quando ele parava, e ninguém passava por ele. Depois, ele saia rapidamente até chegar a sua casa. 
Ele nos dizia, quando nos contava estas histórias, que aquele era o homem do saco, que pegava os meninos que ficassem na rua à noite ou desobedecesse a suas mães. 
Claro que depois de ouvir esta historia, sair à noite nem pensar, mesmo porque a gente era menino e os postes de luz no meio da rua estão lá para mostrar que meu pai não mentia. 
Ele contou uma vez, que já depois de casado, passando por este poste de luz, viu um volto e tinha certeza que era o tio dele, que ele tinha visto apenas em fotos, pois morava na Ilha da Madeira, em Portugal e nunca tinha vindo ao Brazil. 
Aconteceu que depois de alguns dias chegou um telegrama de Portugal, dizendo que este mesmo tio dele, tinha morrido naquela data em que ele afirmava tê-lo visto debaixo do poste de luz. 
A história de que havia um homem do saco que pegava as crianças desobedientes fez com que os meninos aqui da Vila Operária não saíssem a noite de jeito nenhum. E se saíssemos não íamos além da porta de nossa casa.
Meu pai conta muitas histórias pra gente, a maioria deixa a gente com medo. 
Eu nunca vi e nunca soube de nenhum outro menino que tenha visto esse homem do saco preto. 
Sei que aqui na Vila Operária tem um homem que anda com um saco nas costas e mora no porão da igrejinha que tem aqui na Vila. Mas ele anda eh durante o dia com esse saco, que não eh preto, nas costas e todas as pessoas daqui chama ele de "Toim Preto"

domingo, 8 de setembro de 2013

AS CRIANÇAS


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

OBSERVANDO A IRMÃ DULCE


--> Estava num local que parecia uma escola pública. Mas funcionava ali um hospital. estava juntamente com uma outra pessoa, sentado em um banco que havia no final do corredor bem junto a entrada do pátio desta escola. Eu ia visitar alguém. Quando vi o Ricardo saindo e caminhando por aquele pátio, eu e esta outra pessoa fomos fazer a visita. Atravessamos o pátio e entramos no que seria o quarto onde a gente ia fazer a visita, mas era como uma sala de aula. Entramos e saímos no mesmo instante. Nem vi quem estava ali. voltamos para onde a gente estava e vi o Ricardo voltando. Imaginei que ele pudesse achar rui o fato da gente nem ter esperado ele voltar e já ter saído. Fui por aquele corredor até onde seria a recepção. Ali tinha uma mulher com uma criança de colo e duas outras crianças que deveriam ter cinco e oito anos aproximadamente. O rapaz da recepção disse que só ela podia entrar, pois não era permitido entrada de crianças. Deu a ela um crachá. Mas ela disse que não tinha com quem deixar as crianças. O rapaz disse que não existia crachá para crianças. Depois ele disse que elas podiam entrar, mas disse que se a irmã Dulce aparecesse no quarto onde eles estivesse para fazer a coleta, era para ela fingir com estava com dor no pé. Então este rapaz segurou o pé dele e começou a gritar como se estivesse doendo. Ele fazia aquilo para a tal mulher saber como deveria fazer. Então ele disse que fazendo aquilo a irmã Dulce saberia que voce tinha ido ali fazer fisioterapia, e neste caso poderia entrar com os filhos. A fisioterapeuta era a própria irmã Dulce, mas ela não tinha hora certa para fazer isto, então os pacientes tinham que ficar esperando. Então a tal mulher fui com os filhos em direção aquele pátio onde após atravessá-lo tinha os quartos com os acamados. Nisto ouvi alguém resmungando. Olhei e vi que havia um quarto ao lado desta recepção. estava com a porta aberta. Então vi a Irmã Dulce tentando sentar em uma cama. Ela estava muito velha. Uma mulher tentava ajudá-la, mas ela não queria ser ajudada. Ela dizia algumas palavras que eu não entendia. Ou era porque ela estava velha demais ou dizia em outra língua. mas ela dizia olhando para mim, que a observava. Depois imaginei que ela estivesse era mesmo me chingando. Fiquei pensando então que deveria ter feito alguma coisa que não devia,

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

SENTINDO FRIO NO CALOR

Estava em uma casa de campo. Havia várias pessoas ali e algumas crianças. Na frente da casa havia um fosso. Para passar por este fosso havia uma tábua larga de um metro de largura mais ou menos. Fui ajeitar esta tábua para passar pelo fosse e uma cobra coral que estava ali mordeu minha mãe. Depois que ela morde, pisei rapidamente nela, várias vezes. Mas ainda assim ela saiu se contorcendo e caiu dentro deste fosso. Minha mãe estava sentada em uma cadeira próximo dali. Fui correndo até ela, disse que uma cobra tinha me mordido e mostrei minha mãe. Minha mãe disse que não havia problemas que não era nada. Disse a ela que a cobra era coral. Ela então disse que ela não era venenosa. Sai dali e fui para um cômodo que ficava do lado de fora da casa. A Bete do Paulinho estava ali juntamente com outras pessoas. Eu ia ajudá-los em algo. Nisto comecei a sentir muito frio. Disse para a Bete que ia lá dentro de casa pegar uma blusa. Ela começou a rir dizendo que estava um calor danado. Mas eu estava sentido frio e fui buscar a blusa. Então lembrei que poderia ser o veneno da cobra fazendo efeito. Então imaginei que eu estava perdido e não dava tempo de fazer mais nada.


domingo, 3 de junho de 2012

AS GALINHAS DA ROÇA

ESTAVA INDO PARA MINHA CASA, QUE ERA PARECIDA COM UMA CASA DE CAMPO POR FORA E DENTRO. QUANDO FUI APROXIMANDO DE MINHA CASA VI UMA CRIANÇA SENTADA NA PORTA. ESTA CRIANÇA HAVIA ABERTA A PORTINHA QUE TINHA NA PORTA. TIPO AQUELAS PARA ENTRAR E SAIR CACHORROS, MUITO COMUM EM CASAS AMERICANAS. QUANDO FUI ME APROXIMANDO A CRIANÇA SAIU CORRENDO. AO ENTRAR NA MINHA CASA, CUJO PISO ERA CIMENTO GROSSO E HAVIA SOMENTE UM CÔMODO COM FOGÃO, CAMA E UM ARMÁRIO, VI QUE TINHAM GALINHAS LÁ DENTRO. ELAS TERIAM ENTRADO PELA PORTINHA QUE A CRIANÇA HAVIA ABERTO OU MESMO A CRIANÇA AS COLOCOU LÁ DENTRO. FUI TENTAR EXPULSAR AS GALINHAS DALI, MAS ELAS NÃO SAIAM. ABRI A PORTA, PEGUEI UMA VASSOURA E CORRI ATRÁS DELAS. ERAM TRÊS GALINHAS PRETAS E QUATRO VERMELHAS. ELAS FORAM PARA DEBAIXO DE MINHA CAMA. FUI ATÉ LÁ E ELAS SAÍRAM CORRENDO PARA FORA DA MINHA CASA. FUI LÁ FORA VERIFICAR SE ESTAVAM TODAS LÁ E VI QUE AS TRÊS GALINHAS PRETA HAVIAM SUBIDO EM CIMA DA LAJE DA CASA E ESTAVAM INDO EM DIREÇÃO A CASA DO VISINHO. DESISTI DE TENTAR PEGÁ-LAS E DEIXEI QUE ELAS FOSSEM EMBORA. VOLTEI PARA DENTRO DA MINHA CASA.

terça-feira, 24 de abril de 2012

ANDANDO EM VOLTA DA MÃE - OS SONHOS QUE SONHEI

Estava vindo de carro por uma rua de pedras. Parei quando algumas crianças brincavam nesta rua. Fui andando até que cheguei ao que seria uma pequena praça que tinha no meio desta rua. Ali estava minha mãe. Ela usava uma bengala e andava mancando. Fiquei andando em volta dela e batendo a mão em algumas coisas que estavam penduradas por fios de linha. Eram bolinhas de natal e outras pequenas coisas. Eu batia nestas coisas e elas ficavam balançando. A mamãe então disse que eu tinha bicho carpinteiro no corpo. Não ficava sossegado.

domingo, 8 de abril de 2012

UMA IGREJA NO CAMINHO

Estava em um carro, num local que não sei onde era. Havia cinco pessoas dentro do carro, eram estudantes que eu teria que levar para uma escola. Dirigia por ruas estreitas que não conhecia. Depois de dirigir bastante tempo, cheguei a uma rua descalça que era a rua que eu procurava cuja escola ficava. Depois de dirigir um pouco, cheguei a uma grande igreja que estava bem no meio daquela rua. Esta igreja já estava com as paredes de pé e parte da abóboda que ela teria, já pronta. Mas as paredes estavam com lodo, o que indicava que a construção tinha sido abandonada. Desci do carro e fui para dentro desta igreja ver se a rua continuava do outro lado. Lá havia algumas pessoas passando. Do outro lado continuava a rua. Perguntei para uma pessoa ali, como eu fazia para passar de carro para o outro lado. A pessoa disse que não era possível. Aquele era o único caminho e que a gente só passava a pé. Disse que estava com crianças para levar para a escola que tinha naquela rua. Esta pessoa disse que era só ir a pé, porque não tinha outro jeito.

sábado, 3 de março de 2012

E A CASA CAIU

Estava na casa da Dona Judith. Ela estava dentro da casa juntamente com outras pessoas. Era uma casa simples. A frente era igual à casa que costumamos desenhar quando entramos para a escala. Quando cheguei na frente desta casa, vi que alguém tinha feito um buraco rente a parede da frente, para escoar uma água que vinha pela rua, que aliás, era descalça. Vendo aquilo, disse que a água poderia fazer com que a casa ca-ísse. Então gritei pela dona Judith, que chegou à janela. Pedi a ela que saísse rapidamente da casa, pois ela iria cair. Mas ela se recusou. Nisto a parede da frente começou a cari. Foi caindo devagar. Gritei com a dona Judith que saísse dali. Quando a parede foi afundando, ela saiu calmamente de dentro da janela e foi para onde eu estava. Eu estava apavorado, visto que tinha mais pessoas dentro da casa. Sabia que estavam ali quatro crianças.  A dona Judith estava super calma, não se importando com a casa dela que caía e com as pessoas lá dentro. Então ela me disse que não tinha mais ninguém lá dentro, nem as crianças, todos tinham saído antes. Fui para a lateral da casa, onde a parede ainda estava de pé. Nisto chegou o Sr. Ary. Disse a ele que deveríamos jogar aquela parede no chão, porque ela iria cair de qualquer jeito e poderia machucar alguém. Quando empurramos a parede e ela começou a cair, uma pessoa foi passando no passeio, em baixo desta parede. Foi a conta dele passar e parede caiu.

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