OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : orelhão
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domingo, 13 de julho de 2014

ABRINDO PORTAS







Estava anoitecendo.
Estava na esquina da rua Rio Grande do Sul com a Pernambuco. Do outro lado da esquina havia três pessoas, uma em cada porta de três lojas que estavam fechadas. Estas três pessoas colocavam uma chave na fechadura na porta e depois colocavam uma ima parecida com um uma bolacha. Este ima fazia a chave girar e abria a porta. Eles não tiravam nada de dentro da loja. Apenas faziam elas abrirem, depois fechava e abriam novamente. Eu então fiquei pensando se chamava a policia. Havia um orelhão ali perto de mim. Mas depois pensei que ate a policia chegar, eles já teriam ido embora. Então fui embora para minha casa, que era ali perto. Mas não fui para minha casa, fui para um local, tipo um cômodo. Estava eu e o Israel, irmão da Iara. A gente ia medir a qualidade do ar no hospital São João de Deus. Nisto chegou o Doutor Elair chamando um de nós, para mostrar o que deveríamos fazer. O Israel foi e eu fiquei desembrulhando o equipamento. Depois eles voltaram e o doutor Elair veio falar comigo. Eu fiquei pensando o que o Israel estava fazendo ali, pois nós dois não trabalhamos na mesma empresa.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

CONCEIÇÃO DA BARRA DE MINAS / MG - ORELHÃO PARA BICHOS

NÃO. NÃO EH O QUE VOCE ESTÁ PENSANDO.
ESTE ORELHÃO NÃO ESTÁ ABANDONADO NO MEIO DO MATO.
ELE FOI COLOCADO AI PROPOSITALMENTE.
EH QUE OS BICHOS, DE MADRUGADA, TAMBÉM FALAM AO TELEFONE.
AQUI, O DIREITO A LIBERDADE DE EXPRESSÃO EH RESPEITADO.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

VOZES NA MADRUGADA

Eu estava num local, que parecia um grande jardim na entrada de uma empresa. Era todo murado. Havia apenas o portão de entrada, mas não havia portão, só o vão deste. Eu estava ali dentro, usando apenas uma cueca boxer amarela. Era de madrugada. Eu ouvia vozes. Então fui até lá fora, ver se tinha alguém ali. Vi um orelhão do outro lado da rua, debaixo de um poste de luz, que era a única luz que havia ali. Eu segurava algo não mão, que parecia um papel dobrado. Tive a sensação que uma mulher estava perto do orelhão. Mas não a vi. Fiquei com medo de ter algum assaltante ali, e pensar que em minha mão tinha dinheiro. Sai andando na frente deste jardim, quando por traz do muro, vi que ao lado deste, tinha uma espécie de quadra de futebol de salão. Era dali que saía às vozes. Mas não vi ninguém. Imaginei que fossem as pessoas que estavam esperando o dia amanhecer para vir procurar emprego. Fiquei com medo de serem ladrões também. Então voltei para o jardim de onde estava. Quando passei pelo portão, não consegui andar. Cai de joelhos e fui andando de joelhos muito lentamente. Fui tentando me afastar o máximo do portão e me escondi atrás da primeira árvore que tinha ali.

sábado, 6 de outubro de 2007

ABRINDO AS PORTAS

Estava na esquina da rua Rio Grande do Sul com a Pernambuco. Do outro lado da esqüina, havia três pessoas, uma em cada porta de três lojas, que estavam fechadas. Estas três pessoas colocavam uma chave na fechadura da porta e depois colocavam uma ima parecida com um uma bolacha. Este ima fazia a chave girar e abria a porta. Eles não tiravam nada de dentro da loja. Apenas faziam elas abrirem, depois fechava e abriam novamente. Eu então fiquei pensando se chamava a policia. Havia um orelhão ali perto de mim. Mas depois pensei que ate a policia chegar, eles já teriam ido embora. Então fui embora para minha casa, que era ali perto. Mas não fui para minha casa, fui para um local, tipo um cômodo. Estava eu e o Israel, irmão da Iara. A gente ia medir a qualidade do ar no hospital São João de Deus. Nisto chegou o Doutor Elair chamando um de nós, para mostrar o que deveríamos fazer. O Israel foi e eu fiquei desembrulhando o equipamento. Depois eles voltaram e o doutor Elair veio falar comigo. Eu fiquei pensando o que o Israel estava fazendo ali, pois nós dois não trabalhamos na mesma empresa.