OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : enfermeira
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domingo, 19 de agosto de 2012

ESPERANDO O PAPAI ACORDAR


ESTAVA CHEGANDO AO QUE SERIA UM HOSPITAL. AO ENTRAR, TINHA ERA UMA COBERTA DE TELHA DE AMIANTO, COM UMA PAREDE ATRÁS E ABERTA DOS OUTROS LADOS. DEBAIXO DESTA COBERTA HAVIA UMA MESA DE ARDÓSIA QUE DEVERIA TER UNS CINCO METROS DE COMPRIMENTO POR DOIS DE LARGURA. DE AMBOS OS LADOS MAIORES DESTA MESA, HAVIA DOIS BANCOS DO MESMO COMPRIMENTO. UM DE CADA LADO. EM CIMA DA MESA, DEITADO NA POSIÇÃO DA LARGURA DA MESA, HAVIA UM PACIENTE COBERTO. NO BANCO ENCOSTADO NA PAREDE HAVIA TRÊS ENFERMEIRAS. UMA FAZIA BORDADO. AS OUTRAS DUAS CONVERSAVAM. NO BANCO DE FRENTE ESTA O RICARDO COM A CABEÇA RECOSTADA NA MESA. FUI CHEGANDO TRAZENDO NA MÃO ESQUERDA UM MAÇO DE FLORES COM UMAS CINCO FLORES. NA MÃO DIREITA TRAZIA UM BOLO DE CHOCOLATE COM UMA VELA EM CIMA. O RICARDO AO VER-ME PERGUNTOU O QUE EU FAZIA ALI. DISSE QUE O PAPAI IRIA ACORDAR E EU ESTAVA ALI PARA ENTREGAR A ELE AS FLORES E O BOLO. O RICARDO DISSE QUE O PAPAI NÃO IRIA ACORDAR. ELE CONTINUAVA DORMINDO. ENTÃO DISSE QUE O JORGINHO HAVIA-ME DITO QUE ELE IA ACORDAR NAQUELE DIA. O RICARDO DISSE QUE ALI SÓ PODIA FICAR UMA PESSOA E QUE EU DEVERIA IR EMBORA, PORQUE A ENFERMEIRA IRA RECLAMAR DE EU ESTAR ALI. DISSE QUE NINGUÉM RECLAMOU E QUE EU FICARIA ALI ATÉ O PAPAI ACORDAR, PORQUE O JORGINHO NUNCA ERRAVA.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

ARMÁRIO DE HOSPITAL

Estava num local, que seria o quarto de um hospital. Minha mãe estava em pé perto da porta. Estava ao lado da enfermeira. Na nossa frente havia um armário, bem estreito, com uma única porta de vidro. Dentro deste armário, havia várias pequenas prateleiras. Em cada prateleira havia um órgão do corpo humano. Todos de feitos de plásticos. Havia um coração, um fígado, dois rins, o baço. A enfermeira dizia para mim que teria que tirar o coração da minha mãe. Que não daria mais para ela ficar com ele. Minha mãe então disse que podia tirar que não tinha problema. Que ela já sabia que isto teria que Sr feito. A enfermeira então abriu o armário e tirou o coração lá de dentro. Ao retirar o coração, que seria o da minha mãe, minha mãe caiu não chão. A enfermeira virou para mim e disse que o que estava feito, estava feito, que não tinha mais volta.

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

MONTAGEM DA CHAMINÉ


Estava num local com o Candido e o Paulinho. Havia uma cerca de tela na nossa frente. Ela protegia a montagem de uma chaminé. Esta empresa onde se montava a chaminé ficava onde eh o supermercado Candidez da Avenida Vinte e hum de Abril. Tentava olhar como eles estavam montando a tal chaminé. Então disse para o Candido que eles estavam montando errado. A peça que eles tinham colocado era de qualidade ruim. Nisto veio uma mulher que estava acompanhando aquela montagem, me perguntar qual era o problema com a peça. Ela dizia que a peça tinha sido comprada pelo Fabrício. Que não existia outra no mercado. Disse que conhecia uma pessoa que fazia qualquer peça. Era só procurá-lo que ele faria a peça exatamente como se queria. Saímos dali e fomos para um local que seria o posto de saúde. Havia várias pessoas sentadas lá dentro. Uma enfermeira estava de pé na frente. Nisto o Candido começou a coçar a orelha, dizendo que tinha pulgas na orelha dele.  Fui saído de perto dele, com medo das pulgas pularem em mim. Ele continuava coçando a orelha com muita vontade. Fui me afastando, me aproximando daquela enfermeira. Disse à enfermeira que fizesse alguma coisa. Ela então disse que contra pulgas, nada podia fazer.