OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : paula
Mostrando postagens com marcador paula. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador paula. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

RÁDIO COMUNICADOR


domingo, 14 de outubro de 2012

NO RÍTMO DA MÚSICA

-->ESTAVA EM UM LOCAL NO CAMPO. ESTE LOCAL ERA TODO GRAMADO. ESTAVA DEITADO DE COSTAS NESTE GRAMADO JUNTAMENTE COM OUTRAS QUATRO PESSOAS. UMA ERA A PAULA MINHA IRMÃ. A PAULA ESTAVA CANTANDO UM RITMO DE UMA MÚSICA. EU ESTAVA COM UM BAMBU DESTES GIGANTES QUE DEVERIA TER UNS 10 METROS DE COMPRIMENTO. EU JOGAVA ESTE BAMBU PARA CIMA AO RITMO QUE A PAULA CANTAVA. MAS O BAMBU ERA GRANDE DEMAIS E EU NÃO ESTAVA CONSEGUINDO. ENTÃO SEM MUITO ESFORÇO, QUEBREI UM PEDAÇO DE APROXIMADAMENTE MEIO METRO DO BAMBU. MAS CONTINUOU DIFÍCIL PARA EU ACOMPANHAR O RITMO QUE A PAULA CANTAVA. FUI QUEBRANDO PEDAÇOS ATÉ QUE O BAMBU FICOU COM UNS CINCO METROS, QUANDO JOGUEI PARA CIMA ESTE BAMBU FOI PARA O LADO E LONGE DE ONDE EU ESTAVA. FUI ARRASTANDO PELO GRAMADO ATÉ ONDE ELE CAIU. QUANDO FUI PEGÁ-LO, ERA APENAS A FOLHA DE UMA PALMEIRA QUE AINDA ESTAVA PRESA AO PÉ QUE ESTAVA CAÍDO ALI. TENTEI ARRANCAR ESTA FOLHA PUXANDO A MESMA. MAS O PÉ VINHA JUNTO. DESISTI DE FICAR TENTANDO E VOLTEI PARA ONDE ESTAVA A PAULA E AS OUTRAS PESSOAS.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

NA SACADA COM A PAULA


Estava do lado de fora do que seria um hospital. Estava numa sacada. A Paula estava lá também. Nisto pergunte a Paula o que ela fazia todos os dias ale. Ela disse que estava ali com o André. Depois disse que não era da minha conta o que ela fazia ali. Sai dali e fui andando pela rua até que cheguei à loja katuxa. Dentro desta loja estava meu pai e mais algumas pessoas. Ele então disse que era para eu entrar na laja e aproveitar uma promoção que estava acontecendo. Respondi dizendo que eu lá queria saber de promoção. Nem queria comprar sapato. Sai e fui embora dali.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A TORRE

Estava num local, que parecia ser o pátio de umagrande empresa. Entrei num galpão, juntamente com a Paula, para encontrar comum homem, que me chamava para a gente consertar os canos de água, para podermosentão levar as caixas de água para cima. Havia vários encanamentos neste galpão.A gente foi olhando e vimos que um jogava água foram da boca de outro cano.Então vimos que era ali o problema. Colocamos de volta no lugar. Saímos eu e aPaula.  A Paula foi buscar uma caixad’água, destas de 250 litros. Ela a trazia na mão. Eu estava perto de umatorre, que deveria ter uns 20 metros de altura. Havia uma escada tipomarinheiro. Eu teria que subir com esta caixa d’água nesta torre. Subia com acaixa e entregava a Paula que já estava La em cima. A Paula posicionava a caixae descia novamente. Ela pegava outra e trazia para eu subir aquela escada comela. Já tinha subido com 15 caixas, quando resolvi ver as horas em meu celulare vi que eram 15h15min. Disse para pula que precisava ir que não continuariaali, pois estava demorando muito. Ela dizia que eu não podia ir, porqueprecisava de todas as caixas cheias. Fui assim mesmo. Cheguei ao carro que eutrabalhava, para preparar o equipamento, que já estava dentro dele. Eu só teriaque ajeitá-los ali. Havia uma vasilha de vidro, que tinha um pouco de areia deconstrução ali. Era quase nada. Joguei a areia no chão, quando apareceuimediatamente um funcionário desta empresa, dizendo que não podia jogarabsolutamente nada no chão da empresa. Mandou que eu pegasse a areia. O piso daempresa era de terra batida. A areia que joguei, nem era visível ali. Mesmoassim, peguei um pouco de terra e coloquei de volta na vasilha. Disse ao talhomem que só precisava da vasilha limpa. Nisto chegaram mais dois homens queficaram ali me vigiando. Um deles disse que eu poderia lavar a vasilha numtanque que tinha ali pertinho de onde que estava. Ele disse que não eracorreto, mas permitiria que eu lavasse lá. Fui lavar a tal vasilha. Só passeiágua para tirar a areia que tinha ali. Nisto o tal homem disse que não era paraeu balançar a vasilha para tirar o excesso de água, fora do tanque, porque nãoera permitido deixar cair pingos de água no chão. Sacudi a vasilha dentro dotanque e voltei para o carro. Nisto chegou uma mulher para me vigiar também.Estava em cima do carro ajeitando o equipamento, quando vi um homem sentado amesa, dizendo que não iria trabalhar no dia seguinte, porque seu ajudante tinhaficado doente. Então imaginei logo que teria que fazer tudo sozinho. Ia sobrarpra mim. Fiquei pensando quem iria comigo. Nisto vi o Arizinho. Então percebique o Arizinho iria ser meu ajudando. Acabei de ajeitar o equipamento, fechei ocarro e fui indo embora, com aquelas pessoas me seguindo, para ver se eujogaria algo no chão.

sábado, 24 de setembro de 2011

MARRETA DE ABENÇOAR


Estava indo com a Paula, Vanusa e outras pessoas,por uma estrada, em direção a uma casa que ficava num bairro bem distante docentro da cidade.  Este bairro quase nãotinha casa nenhuma. Chegamos à igreja deste bairro. Entramos na igreja por umaporta e fomos para sair pela outra. Assim cortava caminho. A Paula, Vanusa e asoutras pessoas saíram da igreja, mas eu resolvi ficar La dentro.  Fui para a lateral da igreja, num reservado,onde ficava o Santíssimo. Havia outras pessoas ali. Nisto o padre chegou nestereservado, pelo lado de dentro da igreja, e começou a distribuir as hóstiaspara as pessoas que estavam ali. Eu não comunguei. Depois de distribuir ashóstias, o padre ajoelhou no banco que tinha ali, só que do lado contrário,virado para as pessoas que estavam dentro da igreja e para mim. Ficando decostas para o Santíssimo. Nisto ele pegou uma marreta, parecida com a marretadaquele desenho “Thor”. Esta marreta era de madeira, mas banhada com cobre. O padrepediu para que eu me aproximasse. Aproximei dele, ele então deu uma marretadano meu joelho. A marretada foi de leve, só encostou-se ao meu joelho, naverdade. Ele então disse que eu já estava abençoado e podia ir embora. Fuisaindo dali, pela porta central, pensando em não ir encontrar com a Paula,visto que ela tinha ido embora e não tinha se importado de eu ter ficado paratrás. Fui contornando a igreja pelo lado de fora, quando passava na rua emfrente aquela porta lateral, vi o centro da cidade bem longe. Imaginei queteria que andar muito ate chegar à minha casa. Nisto vi que chovia no centro dacidade. Um homem que estava parado ali me disse que estava vindo, em nossadireção, aquela chuva, que ela era muito forte. Olhei então e vi que as nuvensde chuva vinham em alta velocidade para onde a gente estava. Mal vi esta e jácomeçou a chover muito fortemente. Sai correndo para dentro da igreja, já com atempestade caindo. Fiquei na porta da igreja olhando a tempestade.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

FAZENDO EMPRÉSTIMO NO BMG

Estava numa agencia do banco BMG. Estava com a Paula. Ela estava fazendo um empréstimo. Eu também já tinha estado lá, para verificar quanto eu podia tirar. A moça tinha pedido para eu voltar depois. Nisto, enquanto a Paulo fazia o empréstimo, veio uma moça e disse que iria fazer os cálculos de quanto eu podia tirar, naquele momento. Eu tentava dizer que era para não fazer na frente da minha irmã, sem que minha irmã me visse dizendo isto. Mas ela não entendeu meus gestos e foi fazendo os cálculos. Nisto outra funcionária do BMG foi atrás do computador e através de uma telinha, tipo de celular, disse que já estava ali o quanto eu podia tirar. Ela espantou e disse que era muito dinheiro. Eu fui olhar e estava lá 30.160,00. (trinta mil cento e sessenta reais) Eu fiquei rindo de ver aquela quantia e disse que daria mil reais para minha mãe.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------