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sábado, 14 de janeiro de 2012
NA TRILHA A NOITE SEGUINDO PROCISSÃO
Estava indo por uma trilha, em uma mata meio fechada. Era noite, mas já estava por amanhecer. Seguia com muitas pessoas, o que seria uma procissão. Fomos por esta mata, subindo um morro. Lá em cima, no final desta procissão, havia uma igreja, aonde as pessoas iam se aglomerando. Chegando lá, eu precisava voltar. Mas como ainda não tinha amanhecido fiquei na duvida se deveria voltar pela trilha que viemos ou por uma estrada que tinha no pé do morro e contornava todo ele. Só que esta estrada, tornava o caminho mais longo. Como já estava por amanhecer, decidi ir pela trilha que havia vindo. Fui indo embora, com muito medo, pois estava sozinho. Depois de andar um pouco, cheguei a uma casa. Entrei ali rapidamente, com medo do que poderia ter naquele mato. Dentro da casa não havia nenhum móvel. Fiquei ali, pensando em dormir, mas temia que alguém pudesse entrar ali com eu dormindo. Decidi ir embora então. Continuei na trilha e o dia começou a amanhecer e eu já não tinha mais medo de estar ali. Chegando ao bairro que ficava no pé do morro, entrei por uma rua com canteiro central. Estava indo pelo canteiro central, quando vi neste canteiro, um cachorro gigante. Ele deveria ter um metro de altura e seu corpo deveria ter uns dois metros de comprimento. Fiquei com medo do cachorro e fui para um dos lados da rua, quando vi que o dono do cachorro estava ali com ele. O dono era menor que o cachorro. Fui passando, olhando de fininho, imaginando que se o cachorro quisesse me pegar, eu estava perdido
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Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
1-77 East St, Belle Mead, NJ 08502, USA
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
NA SAIDA DA PONTE
Estava no que seria minha casa. Estava anoitecendo. Esta casa ficava na saída da ponte que liga o centro ao bairro porto velho. Ficava no lado do porto velho. Estava do lado de fora, segurando uma lamparina, visto ter acabado a energia. Então fiquei pensando que podia ter deixado a porta dos fundos aberta e que alguém poderia entrar lá. Fui fechar a tal porta. Fiquei com medo de encontrar alguém lá dentro. A casa era estreita, mas era muito comprida. Então decidi não olhar se as janelas estavam mesmo fechadas, com medo de ter alguém ali. Sai lá fora novamente e começou a chover. Nisto várias mulheres, tiraram a roupa, ficando de biquíni. Vários homens fizeram o mesmo, ficando somente de sunga. Estas pessoas então, debaixo daquela chuva, se atiraram no chão, na ponte, fazendo um protesto, contar não sei o que. Elas ficaram ali, deitadas de bruço, impedindo que qualquer carro viesse a passar. Nisto minha lanterna apagou, não conseguia ver mais nada, apenas ouvia o alvoroço das pessoas em seus protestos na saída da ponte.
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
212-226 18th Ave, Newark, NJ 07108, USA
terça-feira, 7 de julho de 2009
GRITOS E VÔO NO ESCURO
Estava saindo da Rede ferroviária. Eu e mais três pessoas. A rua estava totalmente escura. Então sai correndo o máximo que pude, pois estava com medo. Não sei de que. Quando fui chegando perto da esquina da travessa que leva até o pontilhão que liga o Bairro esplanada ao Porto velho, percebi um homem encostado na parede. Pensei ser um assaltante. Mas passei por ele tão rápido, que ele nem percebeu. Chegando à travessa, parei de correr, porque ali havia um poste de luz. A parti daí fui andando em direção ao pontilhão. Quando chegava ao pontilhão, já estava era de volta e com três pessoas ao meu lado. Quando vi que a Rua da Rede ferroviária estava totalmente escura, disse para uma daquelas pessoas que estavam ao meu lado, que não ia passar ali correndo, que iria voando. Nisto sai correndo o máximo que pude, comecei a gritar, dei um pulo enorme e sai voando rapidamente, rente ao chão, gritando muito, entrei na rua escura e fui em direção a Rede ferroviária.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
SARVETE NA LATA DE SARDINHA
Estava em uma casa, que seria a minha. O Fernando estava em um quarto e a Nathalia na cozinha. O Fernando estava vendo TV, sentado na cama deste quarto que ficava ao lado da cozinha. Passei pelo quarto, olhei o Fernando lá dentro e fui em direção da Nathalia que vinha com uma lata de sardinha cheia de sorvete, que tinha uma camada marrom em cima. Em cima de tudo uma colherzinha. Ela disse que o sorvete estava com gosto de rapadura. Eu disse que não tinha açúcar, por isto coloquei rapadura nele. Peguei o sorvete e disse que iria arrumá-lo. Desci uma escada e fui até a rua. Chegando à rua eu comecei a comer o que estava na lata de sardinha, só que não era sorvete e sim farofa de ovo. Fui comendo pensando em algo, que não lembro que era. Voltei a esta casa e quando percebi tinha comido quase toda a farofa. Entrei na casa e a Nathalia veio em minha direção. Disse a ela que tinha tirado tudo e só sobrou aquele pouquinho. Ela pegou. Nisto o Fernando disse que as portas do guarda roupa estavam abrindo e fechando sozinhas. Disse que isto não era possível. Nisto vi uma porta abrindo e fechando e vi outra abrindo. Então, com o pensamento desejei que a porta fechasse, dizendo que ali eu decidia tudo. Fiquei pensando na porta fechando e ela fechou. Fui até a cozinha pensando que ali eu mandava e não tinha fantasma nenhum que faria o que eu não quisesse.
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