OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : sacola
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domingo, 28 de outubro de 2012

CORRENDO ATRÁS

-->Vinha por uma rua carregando alguma coisa embrulhada em uma sacola. Passei por algumas pessoas que iam ao mesmo sentido que eu. Quando cruzei com um rapaz que vinha no sentido contrário, ele me parou oferecendo uma sacola para eu colocar o que carregava nas mãos. Mostrei a ele que eu já estava com sacola, só que havia feito ela de embrulho. Ele insistiu, mas eu não quis. Ele então veio me seguindo. Nisto veio outro rapaz e começou a nos seguir. Quando cheguei à casa da mamãe e entrei, os dois entraram também. Fiquei pensando o que os dois estavam querendo ali. Eles entraram como se fosse de casa. Entreguei o embrulho para a mamãe e fui para um quartinho que tinha a porta virada para o alpendre. Os dois entraram comigo lá. O chão do quartinho estava cheio de lama, isto porque o piso era de terra e havia caído água lá. Um destes rapaz depois de pisar nesta lama, sentou na minha cama e colocou os pés na parede. O quartinho tinha três metros de comprimento por dois de largura. Nisto chegou o Ricardo e reclamou com ele o fato dele estar sujando a parede. Ele então tirou a camisa e foi limpar a parede. O outro rapaz veio ajudar a limpar a parede. Minha mãe chegou ali e me entregou algo, depois disse que o almoço estava pronto e que era para a gente ir almoçar.


sexta-feira, 8 de junho de 2012

A SACOLA DE PARAFUSOS E A PADARIA

Estava num local que parecia ser uma oficina mecânica, porém com vários cômodos em um corredor, e cada cômodo tinha várias peças de carro espalhadas pra todo lado. Vinha por este corredor, pulando as peças que estavam espalhadas por ali, carregando uma sacola grande, vermelha, cheia de parafusos e pregos, que eu iria vender no ferro velho. A sacola estava muito pesada. Quando fui chegando ao final deste corredor, havia um guichê, tipo estes de lotérica, onde atrás do vidro havia um casal. Eles vendiam queijo. Perguntei o preço e disseram que era dez reais o quilo. Havia um queijo branco e grande em cima do balcão deste guichê. Disse que queria um queijo e a moça pegou este que estava no balcão. Disse que só queria um quarto do queijo. Ela partiu o queijo ao meio e disse que ele era muito leve. Colocou na balança e disse que custariam dois reais e cinqüenta centavos. Dei uma nota de cinco reais e o moço achou rui. Ele queria cinco pratinhas de cinqüenta centavos. Disse que não tinha pratinha. Ele pegou a nota e me deu o troco com uma nota de dois reais e uma pratinha de cinqüenta centavos. Depois jogou no balcão, para eu pegar, várias pratinhas. Disse a ele que já tinha me dado o troco. A moça disse que aquelas pratinhas eram de um centavo e cinco centavos e que eles não queriam pratinhas daquele valor. Quando fui colocando as pratinhas na sacola onde estavam os parafusos para vender tudo no ferro velho, veio chegando um casal para comprar queijo também. Sai dali carregando com dificuldades aquela sacola e quando sai do corredor, a gente saia dentro da padaria do Milton no bairro esplanada. Passei pela padaria e lá fora sentado, estava o Candido me esperando com o meu filho no colo. Meu filho deveria ter uns quatro anos. Coloquei a sacola no chão, peguei meu filho e o Candido disse que o carro estava estacionando em baixo da árvore em frente à escola. Não havia canteiro central ali, apenas a larga avenida. O Candido tinha parado o carro na contra mão. Indo para o carro disse ao Candido que havia me esquecido de comprar o pão. Pergunte se ali na esplanada havia uma padaria. Ele disse que tinha uma na rua do bar. Lembrei que estava sem a sacola. Pedi ao Candido para ir pega-la para mim. Ele voltou, ficou procurando perto de onde ele estava sentado e nada viu. Entrou na padaria do Milton e depois voltou sem a sacola, dizendo que não tinha nada ali. Entreguei a ele o meu filho e fui procurar a sacola com os parafusos que eu iria vender. Entrei na padaria e fui de volta a corredor. Sai pulando as peças e pensei que tinha passado ali com a sacola e portando não poderia estar lá dentro. Voltei até o Candido e disse que alguém tinha pegado minha sacola. Chegando ao carro o Candido disse que precisa ir embora e que iria a pé. Ele disse que a Fabíola iria me levar. Entrei no carro com o meu filho no colo, e disse a Fabíola que precisava primeiro passar na padaria que tinha ali na rua do bar. Ele disse que sabia onde era. Virou o carro para dar meia volta só que ele foi para a contra mão, visto que o carro estava na contra mão já. Quando fez isto, o carro quase bateu em outro que vinha em sua mão certa. Então disse a ela porque estava dirigindo na contra mão. Ela disse que naquela rua ali não existia isto de mão e contra mão. Que qualquer um poderia dirigir em qualquer lugar da rua. Ela virou a rua do bar em direção a padaria.

domingo, 4 de dezembro de 2011

ESQUISITO COM SACOLAS


Estava indo por uma rua, com quatro sacolas na não. Cheguei ao encontro da Rua Minas Gerais com Avenida primeiro de junho. Ali, tinha uma espécie de palanque, que deveria ter uns cinqüenta centímetros de altura. Parei ali com as sacolas nas mãos, e comecei a me perguntar por que tinha trago aquelas sacolas. Olhei dentro delas e vi que em uma estava o fone de ouvido do computador. Fiquei imaginando que o Fernando não tinha como ouvir som no computador e talvez ele estivesse me ligando no celular, mas eu poderia não estar com ele. Olhei em meu bolso e vi que o celular estava lá. Coloquei as sacolas em cima deste palanque e comecei a olhar tudo que tinha lá dentro. Havia algumas pessoas em cima daquele palanque conversando. Olhei minhas sacolas e não vi nada que me interessasse. Vi uma carreta vindo na Rua Minas Gerais. Imaginei que ela fosse passar por ali, em cima do palanque, que então era melhor eu sair dali logo. Mas ela tomou outro rumo. Peguei minhas sacolas para ir de volta para casa, e deixá-las lá. Nisto ouvi dois homens que conversavam em cima deste palanque, dizendo: “ele tem uma cara esquisita” “ele é muito esquisito”. Fiquei imaginando que eles estavam falando de mim. Imaginei meu rosto como era, e não vi nada de esquisito nele. Pensei que ao chegar à minha casa, iria olhar no espelho para ver se eu era esquisito mesmo.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

A SANDÁLIA FLUORESCENTE NO SUPERMERCADO ESCURO


Estava dentro de um carro, no lado do passageiro, não estava sentado no banco, estava encolhido na frente do banco. Não sei quem dirigia, porque estava muito escuro. Nisto o carro parou na porta de um supermercado, desci e fui ate´o guarda volumes. Estava muito escuro, pois não tinha energia. Neste guarda volume, a gente não guardava volumes, mas pegava sacolas para colocar o que a gente ia comprar. Peguei tres sacolas. Nisto, pela luz de uma vela que estava em cima do balcão, vi que a sandália tipo franciscano que eu estava usando, estava fluorescente. Fiquei imaginando como poderia ser aquilo, pois eu havia calçado um teniz. Sai pelo corredor escuro do supermercado, só olhando para meus pés, tentando entender o que havia ocorrido. Peguei algumas coisas nas prateleiras, até encher as tres sacolas. Fui para o caixa, que também tinha somente um vela acessa ali. Passei as tres sacolas. O supermercado cobrava por sacala cheia e não pelos produtos que a gente levava. O caixa me conrou 3 reais, um por cada sacola. Sai dali e fiquei parado em pé em frente a este supermercado, esperando o carro vir me buscar.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

BATIDA DE CARROS NA ESQUINA



Estava com o Fernando, andando numa rua do centro da cidade. Eu carregava uma sacola pesada em cada mão. Nisto o Fernando pediu para irmos até o final da Rua Minas Gerais, porque ele queria comprar uma moto. Nós fomos descendo a Rua Minas Gerais até que chegamos ao sinal, onde um carro bateu em outro. Nós passamos pelos carros batidos, e fomos até uma casa. Entramos nesta casa, demos a volta e quando fomos sair pelo outro lado, estava fechado. Havia uma mulher e um homem dentro de um quartinho, tipo uma guarita. Eu disse que queria sair, pois eu tinha pago os três reais. A tal mulher então disse que iria consultar se eu tinha pago mesmo.