OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : nathalia
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

ÍCONE SAINDO DO COMPUTADOR






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Estava num quarto de uma casa bem grande. Estava eu e a Nathalia. Eu estava sentado na frente de um computador e a Nathalia em pé ao meu lado. Eu mostrei a Nathalia um ícone na área de trabalho, que eu tinha criado, para minha empresa. Nisto a seta do mouse, na tela do computador, foi empurrando o ícone, sem que eu mexesse no mouse. Este ícone então saiu da tela o computador e foi para a parede deste quarto. A Nathalia ficou tentando pegá-lo mas não conseguia. Eu então fui tentar pegá-lo na parede, mas ele corria pela parede e eu não conseguia. Nisto eu vi pela porta entre aberta, lá na cozinha da casa, um aquecedor central, só que ele ficava de fora na parede e não embutido como é de costume. Então eu pensei que aquela era uma casa de ricos, por isto tinha aquecedor central. Então eu vi o ator da Rede globo, Francisco Cuoco, conversando com algumas pessoas. Então eu disse que aquela era a casa dele.

sábado, 26 de julho de 2014

DESLIZANDO DE BARRIGA NA EXPLOSÃO DA GALINHA






Estava na rua Rio de Janeiro, onde ela tem aqueles altos morros. Uma moto ia à minha frente e eu ia deslizando de barriga na rua, bem rápido. Eu descia o morro deslizando em alta velocidade e sua o outro pelo impulso da descida. Teve uma hora, que eu desviei de um buraco, fui para a contra mão e quase bati com um carro que vinha nos sentido contrario. Quando chegamos no final da rua, onde havia algo parecido com uma escola, eu já estava na garupa da moto. Havia muitos guardas lá. Eu perguntei ao motoqueiro porque o guarda não tinha parado a gente, visto nós não estarmos usando capacete. Nisto vi que ali era o batalhão de policia e o motoqueiro na verdade, era um guarda. Então percebi que era por isto que não tinham parado a gente. Havia um homem ao meu lado. Nisto chegou alguém e jogou várias bolinhas com um nome de pessoa em cada uma dela. Eu então falei que não seria assim, pois muito ali iam aposentar-se.

Então fu para um local, que tinha uma mata fechada. Nesta mata havia uma trilha que fazia um retângulo. Havia um homem com uma arma que queria me matar. Ele me mantinha preso numa das pontas deste retângulo. Eu então fugi deste local. Sai correndo, ele veio atrás de mim com esta arma. Ele apontou a arma para mim. Eu imaginei que iria morrer, cai no chão. Nisto quando ele foi atirar, uma galinha que passava perto dele explodiu, matando ele. Fui para minha casa e a Nathalia me entregou três envelopes da revista dela, dizendo que podiam ficar para mim.

sábado, 12 de julho de 2014

ÍCONE SAINDO DO COMPUTADOR






Estava num quarto de uma casa bem grande. Estava eu e a Nathalia. Eu estava sentado na frente de um computador e a Nathalia em pé ao meu lado. Eu mostrei a Nathalia um ícone na área de trabalho, que eu tinha criado, para minha empresa. Nisto a seta do mouse, na tela do computador, foi empurrando o ícone, sem que eu mexesse no mouse. Este ícone então saiu da tela o computador e foi para a parede deste quarto. A Nathalia ficou tentando pegá-lo mas não conseguia. Eu então fui tentar pegá-lo na parede, mas ele corria pela parede e eu não conseguia. Nisto eu vi pela porta entre aberta, lá na cozinha da casa, um aquecedor central, só que ele ficava de fora na parede e não embutido como é de costume. Então eu pensei que aquela era uma casa de ricos, por isto tinha aquecedor central.  Nisto vi o ator da Rede globo, Francisco Cuoco, conversando com algumas pessoas. Então eu disse que aquela era a casa dele.

ESCORREGANDO DE BUNDA







Estava em um local que parecia uma cozinha. Só que não tinha nenhum móvel lá

Havia várias caixinhas de ovos, e cada uma tinha quatro ovos. Eu peguei uma destas caixinhas e saí dali. Cheguei num local, peguei uma vasilha e quebrei os quatro ovos lá dentro. Depois fui para um outro local. Daí, eu percebi que um ovo ficou boiando nos demais. Eu olhei e vi que ele estava podre. Então eu fui voltando para o local onde tinha pegado os quatro ovos, para pegar outro. No caminho eu fiquei pensando que não tinha pagado os quatro primeiros ovos que tinha pegado. Então eu não podia pegar mais. Daí, eu fiquei pensando que eu pagaria depois, porque não tinha ninguém lá para receber. Fui para um local, que parecia um terreno sem construção nenhuma. Eu estava no alto de um pequeno morro e havia duas pessoas comigo. Estas duas pessoas desceram este morro, por um caminho que era bem difícil de desce, porque era quase um paredão. Eu então procurei outro local para desce. Fui caminhando ate que achei um aceso mais fácil e fui descendo por ele. Mesmo sendo mais fácil, eu escorreguei, cai e fui descendo escorregando de bunda. Cai num local bem grande, parecendo uma cozinha muito grande. Tinha uma mesa bem grande e sentada à mesa, havia várias mulheres. Elas falavam do trabalho voluntário que faziam para arrecadar dinheiro para os pobres. Elas vendiam rapadura. Elas estavam comendo alguma coisa. Eu fiquei pensando que elas nem me ofereceram algo para comer. Depois imaginei que deveria ser o jeito delas, de não oferecer nada a ninguém. Nisto veio a Nathalia e deu um cutucão nas minhas costas. Eu levei um susto e fiquei com as costas doendo. A Nathalia ficou rindo.

sábado, 17 de agosto de 2013

MULHERES ALIENÍGENAS


sábado, 7 de julho de 2012

PERSEGUIDO PELO BOI - OS SONHOS QUE SONHEI

Eu estava num local, que não sei onde era. Então sai correndo, dei um pulo e sai voando. Eu fazia muita força para ir o mais alto possível, mas quase não subia muito. Bati nos fios de alta tensão e voltei ao chão. Fiz isto umas três vezes, e sempre batia nos fios. Depois olhei bem, esforcei para sair voando, fechei os olhos e fui voando. Eu fazia muita força para ir o mais alto que podia. Ventava muito. Voando um bom tempo, imaginei já estar bem alto no céu. Abri os olhos e vi que ainda estava bem baixinho. Nisto vi a Nathália lá em baixo e um boi vinha correndo na direção dela. Eu a peguei pelos ombros e tentei sair voando. Mas não conseguia subir muito, O tal boi saiu correndo atrás de mim, Eu desviava dele, voando e segurando a Nathália pelos ombros, para que o boi não a pegasse. Depois a deixei em cima de um passeio e não vi mais o boi. Fui voando para minha casa.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

NATHÁLIA, A ARRAIA QUE QUERIA SER GENTE


NATHÁLIA ERA UMA ARRAIA, QUE PENSAVA DIFERENTE.
ENQUANTO TODAS BRINCAVAM, ELA QUERIA SER GENTE.

VIVIA O TEMPO SONHANDO, NÃO PARAVA DE PENSAR.
NO DIA EM QUE PODERIA NA TERRA FIRME PISAR.

EMBORA FOSSE BONITA, MUITO ELEGANTE AO NADAR.
NUNCA PARTICIPAVA DOS DESFILES DO MAR.

SEU SONHO ERA SER GENTE, QUERIA DEIXAR O MAR.
E ASSIM EM TERRA FIRME, PASSARIA A MORAR.

SONHANDO COMO SERIA, A VIDA FORA DO MAR.
SENTIR O VENTO SOPRANDO, VER OS PÁSSAROS VOAR.

UM DIA PARTIU NATHÁLIA, PARA NA TERRA MORAR.
DISSE ADEUS ÀS AMIGUINHAS, POIS NÃO IA MAIS VOLTAR.

CHEGANDO NATHÁLIA A PRAIA, LOGO, LOGO SE ENCANTOU.
COM A AREIA QUENTINHA, E O PÁSSARO QUE VOOU.

SENTIU O VENTO NO CORPO, SORRIU AO SOL QUE BRILHAVA.
PULAVA E SE ALEGRAVA, NA SUA NOVA MORADA.

A PEQUENA ARRAIA, ENTÃO DECIDIU IR PASSEAR.
PELAS RUAS DA CIDADE, LOGO PÔS-SE A CAMINHAR.

AO CHEGAR A UMA ESQUINA, UM GATINHO APARECEU.
E CORREU ATRÁS DELA, QUE RAPIDAMENTE FUGIU.

FUGINDO DO GATINHO, ENCONTROU UM CACHORRO.
QUE PARECEU TER PENSADO, FAZER DELA SEU ALMOÇO.

NATHÁLIA FUGIU DEPRESSA, TANTO DO CÃO COMO DO GATO.
EM SEGUIDA UM PELICANO, QUIS COLOCÁ-LA NO PAPO.

NÃO FOI MUITO FÁCIL, FUGIR DO PELICANO.
MAS NATHÁLIA CONSEGUIU, ESCONDER-SE EM UM CANO.

A ARRAIA VOLTOU A PRAIA, DEPRESSINHA, DEPRESSINHA.
MAS NÃO TEVE SOSSEGO, A FUGIR DAS CRIANÇINHAS.

NATHÁLIA NÃO ENTENDIA O QUE ESTAVA ACONTECENDO.
PORQUE NINGUÉM QUERIA, VÊ-LA NA TERRA VIVENDO.

DECIDIU ENTÃO NATHÁLIA, AO MAR DEVIA VOLTAR.
POIS AFINAL ENTENDEU, QUE ALI ERA SEU LUGAR.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

DESCARREGANDO GUSA LÍQUIDO


Estava no meu apartamento. Só que ele só tinha quartos. Não tinha sala, nem cozinha, nem copa ou banheiros. Eu estava deitado em minha cama, a Nathalia na cama dela e outra pessoa em outra cama. Ouvi um barulho e fui ate a janela ver o que seria. Era uma carreta que transportava ferro gusa liquido. Ela tentava entrar na garagem do nosso prédio. Fiquei olhando eles manobrarem até que a carreta entrou rapidamente. Fiquei imaginando com ela teria conseguido entrar ali daquele jeito. Depois lembrei que havia um portão de garagem para carretas, ao lado do nosso prédio. Voltei para minha cama, quando ouvi novos barulhos. Olhei e vi que saia muito vapor e labaredas de fogo, da área de iluminação do prédio. Ela vinha do primeiro andar, onde mora o dono da Divina Pizza. A carreta estava descarregando o ferro gusa liquido lá. Só que as labaredas de fogo atingiram meu edredom, com o qual eu me cobria. Ele começou a pegar fogo. Apaguei o fogo e fui para a janela da área de laminação. Vi que as pessoas dos outros apartamentos já estavam lá reclamando. Nisto alguma brasa que tinha ficado em meu edredom que eu ainda o mantinha enrolado em meu corpo, voltou a incendiá-lo. Ele pegou fogo rapidamente. Gritei para alguém puxá-lo. Alguém o puxou de mim, mas minha calça tinha começado a derreter com o calor do fogo. Ao puxarem o edredom, a calça foi esticando e arrebentou em alguns pedaços. As pessoas reclamavam do risco de incêndio no prédio. O dono da Divina pizza andava de um lado para outro, desesperado, pedindo para pararem o descarregamento imediatamente.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

DESCARRILAMENTO DE TRENS NO ESCRITÓRIO


Estava num local, que era um prédio de dois andares. Era escritório de uma empresa, sendo que o andar de baixo era apenas um corredor. Este prédio de escritório ficava ao lado de duas linhas de trem. A parede deste escritório, que era virada para linha de trem, era quase toda de vidro. Somente um metro de altura do piso, era parede de tijolos. Este escritório era bem comprido, deveria ter uns 20 metros de comprimento e apenas três metros de largura. Olhando nesta janela de vidro, vi que vinham dois trens, puxando vários vagões, sendo que eles iam em sentido contrario. O primeiro foi passando, e depois que ele estava quase acabando de passar, foi chegando o outro no sentido contrario. O ultimo vagão do primeiro trem a passar, era um vagão prancha, que tinha em cima um guindaste. Este vagão com o guindaste, pouco antes de passar por onde eu estava descarrilou. Vi o vagão descarrilando e indo em direção aos vagões do outro trem. Ao bater no vagão do outro trem, fez com que estes descarrilassem também. Sai correndo dali, gritei pelo Fernando e Nathalia, dizendo que eram para eles saírem dali rapidamente. Desci as escadas para o corredor de baixo. Uma pessoa veio correndo comigo. Corri pelo corredor até o outro lado, temendo que algum vagão pudesse atingir este escritório onde agente estava. Ao chegar ao final do corredor, subi por este lado, para a parte de cima do escritório, visto que tinha escada de acesso dos dois lados. Pela janela de vidro, vi um vagão entrando na parte do escritório onde eu estava anteriormente e sai correndo. Fiquei imaginando se o Fernando e a Nathalia já tinha saído de lá. Vendo pela parede de vidro, vi que os vagões já vinham mais lentamente, mas mesmo assim descarrilando todos, até que um bateu e entrou neste escritório, em baixo de onde eu estava. Sai correndo para ir para baixo ver se alguém tinha machucada. O vagão estava com a metade dentro do escritório. Passei pelo vagão, para procurar a Nathalia e o Fernando. Ao passar pelo vagão, vi uma vassoura encostada ali, peguei a mesma. Entre o vagão que tinha batido de um lado e o que bateu do outro, naquele corredor, estava várias pessoas que saíram correndo, inclusive a Nathalia e o Fernando. Fiquei batendo com a vassoura na bunda deles, dizendo que eu mandei sair correndo e eles tinham que sair rapidamente, porque poderiam ter sido atingidos pelo vagão. A Nathalia ficou dizendo que estava tudo bem, que eles saíram correndo e estavam a salvos.

sábado, 23 de julho de 2011

PERSEGUIÇÃO VERDE E VERMELHA


Estava em um cômodo de uma casa, juntamente com o Fernando, a Rita e mais duas pessoas. Nisto recebi um telefonema, em meu celular, da Nathalia, onde ela dizia que estava sendo perseguida por dois homens, que estavam dentro de um carro. Eu não conseguia ouvi-la direito, o som no celular saia misturado a outro. Então comecei a dizer para os que estavam ali, que tinha dois homens perseguindo a Nathalia. A Rita e o Fernando começaram a rir, dizendo que a Nathalia era bonita e muito boa, e por isto os homens estavam só paquerando. Eu não acreditava e ficava falando no celular com a Nathalia, sem entender direito o que ela dizia. Até que ela disse que estava chegando à casa do avo dela. Então a Rita mandou dizer a Nathalia, que o Ziquinho tinha ficado com a pele da cor verde, por ter comido couve. E a Fernandinha tinha ficado com a pele da cor vermelha, por ter comido beterraba. Não consegui dizer, pois a Nathalia já tinha desligado o celular.

(texto de propriedade de "Thymonthy Becker")