OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : sorvete
Mostrando postagens com marcador sorvete. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sorvete. Mostrar todas as postagens

sábado, 18 de agosto de 2012

TOMANDO SORVETE COM O ÔNIBUS PASSANDO


VINHA ANDANDO BEM NA BEIRA DE UM PASSEIO, RENTE A RUA. ESTAVA TOMANDO SORVETE EM UM COPO DE BOCA LARGA, GERALMENTE USADO PARA COLOCAR SORVETE MESMO OU CALDINHO DE FEIJÃO. FUI TOMANDO ESTE SORVETE NESTA BEIRINHA DO PASSEIO, SEMPRE OLHANDO PARA A VASINHA QUE EU SEGURAVA. RASPAVA A BEIRADA DESTE COPO, TIRANDO O SORVETE BEM AOS POUCOS E IA COMENDO. NÃO OLHAVA PARA FRENTE E NEM PARA OS LADOS, SOMENTE PARA DENTRO DA VASILHA DE SORVETE. UM ÔNIBUS PASSOU TAMBÉM RENTE AO PASSEIO, MUITO PRÓXIMO DE MIM. PASSOU LENTAMENTE ESPERANDO O SINAL QUE ESTAVA FECHADO, ABRIR. NISTO AS PESSOAS QUE ESTAVAM NO ÔNIBUS FICARAM PEDINDO PARA DAR UMA LABIDINHA EM MEU SORVETE. FIQUEI PENANDO COMIGO MESMO QUE EU NÃO OLHARIA PARA O ÔNIBUS E PARA NINGUÉM ALI DENTRO DELE. FUI PASSANDO BEM RENTE A JANELA DO ÔNIBUS, SEMPRE OLHANDO PARA DENTRO DA VASILHA DE SORVETE E IGNORANDO AS PESSOAS QUE ESTAVAM DENTRO DO ÔNIBUS.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

SORVETE NO BOTECO DO ANÉSIO



Ia pela Rua Rio de Janeiro, em direção a Praça do Santuário. Chegando a vinte e hum de abril, vi o boteco do Anésio, que ficava da esquina até no meio da rua. O boteco do Anésio era cercado apenas por um balcão parecido que estes de bar. Entrei no boteco e bem no meio deste havia um grande tabuleiro de madeira, que deveria ter uns 2 metros quadrados. Dentro dele, vários copinhos com sorvete. Ele já colocava as bolas de sorvete nos copinhos para facilitar a venda. Eu queria sorvete de coco. Havia vários copinhos com sorvete de coco. Todos com coco ralado jogados em cima. Pedi a ele dois copinhos. Eu queria ir embora, mas não gostava de andar tomando sorvete. Mas decidi ir assim mesmo.

VEJA AS CENAS DA VIDA - CLIK AQUI 

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

NO SANTUÁRIO REZANDO,

Vinha subindo a Avenida 21 de abril, logo depois que atravessei a Rua Minas Gerais, vi os carros parado esperando o sinal abrir. Como ali é mão única para quem desce, vi três carros subindo a avenida, na contra mão. Fiquei pensando que poderia ser alguém de fora e não sabia que era contra mão. Tinha um carro, inclusive, aguardando o sinal abrir em cima do passeio. Segui em frente e vi que havia alguns policiais parado na esquina da Avenida 21 com a Rua São Paulo. Mas os policiais não pararam os carros que passavam na contra mão. Subi a rampa que da acesso ao Santuário e entrei na igreja. Havia bastante gente lá dentro sentada nos bancos. Parei ali logo na entrada central, havia umas 3 pessoas por ali. Fiquei onde costumo parar mesmo. Comecei a rezar como faço todos os dias ao passar ali de manhã, antes de sair para o trabalho. Depois pensei que aquele dia era sábado e não precisa rezar. Nem sábado nem domingo, só de segunda a sexta, estava bom. Nisto um homem que estava ali, me jogou no chão. Cai de rosto no chão. Ele então segurou minha cabeça, impedindo que eu levantasse. O que ele dizia, não lembro mais. Fiquei preocupado com o mico que estava pagando ali. Com esforço, consegui me levantar. Quando fui saindo, este homem me segurou pelo braço. Dei um empurrão nele, ele caiu de costas. Fui indo embora. Desci a rampa do Santuário, até a Avenida 21 de Abril, de volta de onde vim. Vi os guardas na esquina. Mas não tinha nenhum carro ali. Atravesse a 21 e fui indo embora. Quando atravesse a Rua Minas Gerais, em direção a Rua Goiás, a 21 daquele lado estava meio escuro. Cismei que vinha alguém me seguindo. Atravessei para o outro lado, onde estava mais claro. Quase chegando à Rua Goiás, uma pessoa passou por mim. Mesmo sem ver o rosto, voltei para o outro lado da rua. Parei em frente à sorveteria. Olhei e não vi ninguém na rua. Estava tudo deserto.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

BOI E FOCA COM CARA CE CACHORRO E LÍNGUA DE CAVALO

Estava sentado no vão de uma janela, quando alguém gritou que tinha sorvete. Sai correndo. Cheguei numa cozinha e vi uma vasilha, Dentro dela tinha algumas folhas de árvore. Virei à vasilha de boca para baixo, para cair as folhas. Ficou no fundo, um pouco de sorvete. Então comecei a comê-lo. Nisto chegou duas crianças, querendo sorvete também. Disse a elas que tinha só um pouquinho e que só dava para mim. Fui para dentro de uma sala de uma casa. Do lado de fora havia um boi querendo entrar em alguma casa. Eu queria sair, mas ficava pensando se daria tempo de fechar a porta, caso o boi estivesse ali perto. Mas sai assim mesmo. Vi o boi um pouco adiante, com um homem o segurando pelo chifre. Sai andando, quando veio em minha direção uma foca, que tinha a cara de cachorro pastor alemão e uma língua de cavalo. A língua ficava do lado de fora da boca, porque era muito grande. Ele veio em minha direção e sai correndo para o outro lado.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

SARVETE NA LATA DE SARDINHA

Estava em uma casa, que seria a minha. O Fernando estava em um quarto e a Nathalia na cozinha. O Fernando estava vendo TV, sentado na cama deste quarto que ficava ao lado da cozinha. Passei pelo quarto, olhei o Fernando lá dentro e fui em direção da Nathalia que vinha com uma lata de sardinha cheia de sorvete, que tinha uma camada marrom em cima. Em cima de tudo uma colherzinha. Ela disse que o sorvete estava com gosto de rapadura. Eu disse que não tinha açúcar, por isto coloquei rapadura nele. Peguei o sorvete e disse que iria arrumá-lo. Desci uma escada e fui até a rua. Chegando à rua eu comecei a comer o que estava na lata de sardinha, só que não era sorvete e sim farofa de ovo. Fui comendo pensando em algo, que não lembro que era. Voltei a esta casa e quando percebi tinha comido quase toda a farofa. Entrei na casa e a Nathalia veio em minha direção. Disse a ela que tinha tirado tudo e só sobrou aquele pouquinho. Ela pegou. Nisto o Fernando disse que as portas do guarda roupa estavam abrindo e fechando sozinhas. Disse que isto não era possível. Nisto vi uma porta abrindo e fechando e vi outra abrindo. Então, com o pensamento desejei que a porta fechasse, dizendo que ali eu decidia tudo. Fiquei pensando na porta fechando e ela fechou. Fui até a cozinha pensando que ali eu mandava e não tinha fantasma nenhum que faria o que eu não quisesse.