Estava
em um local com várias pessoas. Parecia ser uma estação de trem. Mas os trens
tinham a forma de carretas. Mas andavam nos trilhos. Havia muitos destes trens
ali e muitas linhas de trens que se espalhavam pelo local. Eu andava de mãos
dadas com uma mulher e, juntamente com aquelas pessoas, queria sair dali e não
estava conseguindo. Nisto chegou o Sr. Ary, que seria o maquinista e disse ter
conseguido um trem que levaria a gente dali, pois a linha que ele estava esse
encontrava livre. Fomos até este trem, que também tinha forma de carreta. Entramos
no que seria a carroceria e o Dr. Ary saiu com este trem. Depois de andar um
pouco neste trem, chegamos num local parecido com o anterior. Muitas linhas se
cruzando e muitos trens ali parados. Não conseguimos passar. Desci deste trem e
fui procurar outro que estivesse com caminho livre, para poder sair dali o mais
rápido possível. Fui puxando esta mulher pelas mãos, pedindo a ela que andasse
mais depressa, porque a gente tinha que sair dali imediatamente. Percorrendo no
meio destes trens em forma de carreta, encontrei um que estava do outro lado e
a linha totalmente livre. Voltei para buscar o Sr. Ary, para que ele pudesse
conduzir o trem e nós pudéssemos ir embora. Não encontrava o Sr. Ary e nem as
outras pessoas. Havia um trem que estava tombado de lado com o que seria a
carroceria voltada para uma parede. Com dificuldades entrei nesta carroceria,
com aquela mulher e ficamos ali escondidos, já que não íamos conseguir sair a
tempo.
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012
OS TRENS CARRETAS
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Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
George Canyon Rd, Pendleton, OR 97801, EUA
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
DESCARREGANDO GUSA LÍQUIDO
Estava no meu apartamento. Só que ele só tinha quartos. Não tinha sala, nem cozinha, nem copa ou banheiros. Eu estava deitado em minha cama, a Nathalia na cama dela e outra pessoa em outra cama. Ouvi um barulho e fui ate a janela ver o que seria. Era uma carreta que transportava ferro gusa liquido. Ela tentava entrar na garagem do nosso prédio. Fiquei olhando eles manobrarem até que a carreta entrou rapidamente. Fiquei imaginando com ela teria conseguido entrar ali daquele jeito. Depois lembrei que havia um portão de garagem para carretas, ao lado do nosso prédio. Voltei para minha cama, quando ouvi novos barulhos. Olhei e vi que saia muito vapor e labaredas de fogo, da área de iluminação do prédio. Ela vinha do primeiro andar, onde mora o dono da Divina Pizza. A carreta estava descarregando o ferro gusa liquido lá. Só que as labaredas de fogo atingiram meu edredom, com o qual eu me cobria. Ele começou a pegar fogo. Apaguei o fogo e fui para a janela da área de laminação. Vi que as pessoas dos outros apartamentos já estavam lá reclamando. Nisto alguma brasa que tinha ficado em meu edredom que eu ainda o mantinha enrolado em meu corpo, voltou a incendiá-lo. Ele pegou fogo rapidamente. Gritei para alguém puxá-lo. Alguém o puxou de mim, mas minha calça tinha começado a derreter com o calor do fogo. Ao puxarem o edredom, a calça foi esticando e arrebentou em alguns pedaços. As pessoas reclamavam do risco de incêndio no prédio. O dono da Divina pizza andava de um lado para outro, desesperado, pedindo para pararem o descarregamento imediatamente.
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terça-feira, 20 de julho de 2010
EMPURRANDO PNEU DE TRATOR
Estava na Rua Goiás, na entrada da ponte que liga o centro ao bairro Porto Velho. Entrei na ponte, rolando com as mãos, um pneu de trator, que era mais alto que eu. Uma carreta vinha atrás, tentando me cortar, buzinando para eu sair da frente. Mas como o pneu era muito grande, não dava para a carreta passar por mim. Fui rolando o pneu muito lentamente, até que atravessei a ponte. Mas continuei na Rua Goiás. Como esta rua tem canteiro central, a carreta não conseguia me cortar. Chegando numa esquina, percebi que eu queria estar na esquina de baixo. Não entendi porque havia passado direto. Então, fui para o outro lado da rua e voltei empurrando o pneu. Chegando à esquina, deixei o pneu e fui andando até a Avenida 21 de Abril, esquina com a Rua Minas Gerais. Estava anoitecendo. Nesta esquina deveria ter aproximadamente umas 200 pessoas. Juntei-me a elas, fazendo uma manifestação, que não sei de que. Depois vieram vários taxis, passando na Avenida 21 de Abril. As pessoas ali foram entrando nestes taxis e indo para outro local, que eu também deveria ir. Depois que os taxis passaram, ficou apenas eu, uma mulher, uma criança e outra pessoa. A gente ficou na esquina, esperando algum taxi passar. Mas não passava nenhum. Depois passaram dois, só que na contra mão, visto que a Avenida 21 de Abril é mão única. Mas mesmo fazendo sinal, eles não pararam. Então saímos andando ali, procurando por um taxi que nos levasse até onde deveríamos ir. Nisto vimos um taxi à frente e fomos até La. O motorista era uma mulher, que estava em baixo do taxi. Ela disse que o taxi tinha dado problemas e ela não poderia levar a gente. Continuamos andando e vimos outro, que também estava sendo consertado. Então disse para aquela pessoa que estava comigo, que não iria mais, pois já eram mais de 19 horas, e eu teria que estar de volta às 21 horas. Então não compensava eu ir. Ele então disse que iria arrumar um taxi rapidinho, que era para eu esperar. E saiu a procura do taxi. Coloquei as duas mãos acima da minha cabeça, espreguiçando, e disse para a mulher que estava ali, que eu não ia esperar. Sai e fui indo embora.
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