Estava no ultimo vagão de um trem, que ia muito rapidamente. Só que ele estava indo circulando uma montanha muito alta, e sempre beirando o abismo desta montanha. A visão que eu tinha, era como se fosse uma câmera colocada bem acima deste trem, que vinha filmando o mesmo. Eu me via na janela do trem, olhando o abismo lá em baixo. Às vezes esta câmera dava um giro de 180 graus. Me via girando de lado. Como um dirigível que fica filmando um estádio de futebol, dando a volta em torno dele. Da janela do ultimo vagão, via o abismo lá em baixo e ficava imaginando que se o trem caísse provavelmente eu não sobreviveria. Depois vi parte do abismo, que tinha uma grande lagoa. Então imaginei que se o vagão em que eu estava que era o ultimo se soltasse da composição, eu iria cair dentro daquela lagoa, mas ai eu poderia sobreviver. E assim o trem continuava rapidamente, sempre na beira daquela montanha, em direção ao topo, e eu sentido sempre a imagem girando muito rapidamente. Este giro da imagem era como daquele game do Mario Kart. Onde um suposto fantasminha, fica em cima de uma pequena nuvem, filmando a corrida.
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
sexta-feira, 29 de maio de 2009
VAGÃO DE TREM NA GARAGEM
Estava numa casa onde havia várias pessoas. Havia uma garagem na lateral, onde tinha uma Belina estacionada. Nisto um homem tirou a Belina dali. Ai veio três homens empurrando um vagão de locomotiva, deste de passageiros, para colocar nesta garagem. Fui ajudar a empurrar este vagão. Após colocar ele na direção, demos um grande empurrão e ele foi garagem a adentro. Até que bateu na parede do fundo e fui voltando. Corremos para segurá-lo. E devagar o colocamos dentro da garagem. Nisto agachei perto de uma parede onde estava o Pulinho e a Bete. O Paulinho disse que meu irmão tinha mandado colocar o vagão ali, para que não colocassem mais a Belina na garagem dele. Então disse a ele, que meu irmão deveria falar com o dono da Belina, que não queria mais. Que eu não ficava “remoendo” por dentro por motivo nenhum. O que eu tinha que falar, falava logo e não deixava para depois. Sai dali e fui até uma casa, onde para entrar, tinha uma estreita passagem, descendo uma escada. Tinha um vaso de flores justamente nesta entrada. Comecei a reclamar de quem teria colocado aquele vaso ali, justamente onde eu entrava.
quinta-feira, 5 de março de 2009
PASSANDO PELO TÚNEL
Estava num local, que seria um vagão de trem. Só que ele estava passando por um túnel. Não conseguia ver praticamente nada. Depois de um tempo, passando o túnel, vi que estava era na carroceria de um caminhão. Havia muitas pessoas comigo ali. Parecia mesmo um pau de arara. Depois de andar um pouco o caminhão parou e todos nós descemos. Então o motorista disse que a partir dali, a gente tinha que ir a pé. Saímos andando não sei para onde.
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