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sábado, 7 de setembro de 2013
ARROZ PARA NIVELAR TELHADO
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sábado, 10 de agosto de 2013
A CRIANÇA E O MINI VULCÃO
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domingo, 28 de outubro de 2012
CORRENDO ATRÁS
-->Vinha
por uma rua carregando alguma coisa embrulhada em uma sacola. Passei por algumas
pessoas que iam ao mesmo sentido que eu. Quando cruzei com um rapaz que vinha
no sentido contrário, ele me parou oferecendo uma sacola para eu colocar o que
carregava nas mãos. Mostrei a ele que eu já estava com sacola, só que havia
feito ela de embrulho. Ele insistiu, mas eu não quis. Ele então veio me
seguindo. Nisto veio outro rapaz e começou a nos seguir. Quando cheguei à casa
da mamãe e entrei, os dois entraram também. Fiquei pensando o que os dois
estavam querendo ali. Eles entraram como se fosse de casa. Entreguei o embrulho
para a mamãe e fui para um quartinho que tinha a porta virada para o alpendre.
Os dois entraram comigo lá. O chão do quartinho estava cheio de lama, isto
porque o piso era de terra e havia caído água lá. Um destes rapaz depois de
pisar nesta lama, sentou na minha cama e colocou os pés na parede. O quartinho
tinha três metros de comprimento por dois de largura. Nisto chegou o Ricardo e
reclamou com ele o fato dele estar sujando a parede. Ele então tirou a camisa e
foi limpar a parede. O outro rapaz veio ajudar a limpar a parede. Minha mãe
chegou ali e me entregou algo, depois disse que o almoço estava pronto e que
era para a gente ir almoçar.
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1625 Beck Hollow Ln, Marion, VA 24354, EUA
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
EM CAMARA LENTA
-->Estava
em meu apartamento quando desci para buscar sabão em pó para lavar roupa. Era de
madrugada e não havia ninguém na rua Fui até onde fica a escola de música,
perto da minha casa, na Rua São Paulo. No canto do passeio junto ao muro da
escola de música havia dois potes destes parecidos com aqueles que se vendem
com batatas fritas. Mas era a embalagem de sabão Omo. Peguei os dois potes, um
em cada mão e resolvi voltar para meu apartamento descendo até a Avenida Vinte
e Hum de Abril, passando na frente do Santuário de Santo Antônio. Eu iria dar
uma volta de três quarteirões, sendo que estava a 20 metros do meu apartamento.
Quando cheguei à esquina da Rua São Paulo com Avenida 7 de Setembro, vi nas
proximidades da Game Mania, um homem parado. Uns dez metros abaixo deste tinha
outro homem. Vendo eles fiquei com medo e atravessei a rua em diagonal para
descer até a Avenida Vinte e Hum de Abril pelo lado oposto em que eles estavam.
Quando fiz isto, o homem que estava nas proximidades da Game mania reclamou
pelo fato de eu querer desviar deles. Quando cheguei ao outro lado, imaginei
que eles poderão atravessar a rua e então decidi descer pela Avenida 7 de
Setembro. Ao caminhar pela em direção a Av. 7 de Setembro, pensei melhor e
revolvi ir direto para meu apartamento sem dar a volta. Mas quando fiz isto, já
estava do lado oposto a escola de música, onde eu peguei o sabão em pó. Ao
tentar caminhar de volta, não conseguia andar e nem me manter de pé. Cai de
joelhos no passeio, bem na esquina da Av. 7 de Setembro com Rua São Paulo.
Segurando um pote em cada mão. Eu batia com o pote no chão e com muito esforço
eu me arrastava. Olhei para trás para ver se o tal homem vinha em minha direção
e vi que um casal acabara de passar por eles. Este homem veio seguindo o tal
casal em direção ao lado que eu estava só que do outro lado da rua. Consegui ficar
de pé, mas só andava em câmara lenta. Por mais esforço que eu fizesse eu não
conseguia ir mais rápido que em câmara lenta. Fiquei com medo de o tal homem
perceber e vir em minha direção. Este homem continuou seguindo o casal que
virou na Rua São Paulo em direção a Rua Rio de janeiro. Fiquei mais aliviado,
pois assim poderia chegar em casa sem problemas. Fui indo embora sempre em
câmara lenta.
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Unnamed Rd, Clinton, MT 59825, EUA
domingo, 3 de junho de 2012
A SUPER CAMINHONETE E O GRANDE LAGO
ESTAVA NUM LOCAL ONDE
HAVIA UM GRANDE LAGO. NO CENTRO DESTE GRANDE LAGO HAVIA UMA CONSTRUÇÃO CUJO
TELHADO ERA FEITO DE FOLHA DE ZINCO. ESTAVA EM CIMA DESTE TELHADO JUNTAMENTE
COM OUTRA PESSOA. A MARGEM DESTE GRANDE LAGO CHEGOU UM HOMEM DIRIGINDO UMA
CAMINHONETE QUE DEVERIA TER TRÊS VEZES O TAMANHO DE UMA CAMINHONETE COMUM. ESTE
HOMEM DESCEU DA CAMINHONETE E ENTROU NO LAGO E FOI NADANDO ATÉ PERTO DESTA
CONSTRUÇÃO. VEIO OUTRO HOMEM QUE TAMBÉM ESTAVA NA CAMINHONETE E TAMBÉM ENTROU
NO LAGO NADANDO. CHEGANDO PERTO DE ONDE EU ESTAVA UM DOS HOMENS DISSE QUE ERA
PARA EU PUXAR UMA CORRENTE QUE HAVIA LOGO ACIMA DE MIM. VI A PONTA DA CORRENTE,
MAS DEVIDO AO SOL, NÃO CONSEGUIA VER ONDE ELA ESTAVA AMARRADA. ENTÃO FUI PUXAR
A CORRENTE, MAS QUANTO MAIS FORÇA EU FAZIA, MAIS A FOLHA DE ZINCO SE ABAIXAVA,
DOBRANDO. EU TEMIA CAIR NA ÁGUA, VISTO QUE NÃO SABIA NADAR. O HOMEM NA ÁGUA
FICAVA GRITANDO PARA EU PUXAR LOGO. MAS NÃO CONSEGUIA. DEPOIS QUE ELE GRITOU
MUITO, DEI UM PUXÃO NA CORRENTE E UMA ESPÉCIE DE PRATO GIGANTE SE VIROU DERRAMANDO
MUITAS FLORES NA ÁGUA, BEM EM CIMA DO HOMEM QUE DIRIGIA A SUPER CAMINHONETE.
PERGUNTEI AO HOMEM SE ERA SÓ PARA ISTO QUE EU ESTAVA PUXANDO A CORRENTE. ELE
DISSE QUE ESTAVAM COMEMORANDO UMA GRANDE VITÓRIA.
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segunda-feira, 25 de julho de 2011
O CORDÃO DE OURO
Estava num local, que seria uma empresa em Betim/MG. Perguntava a uma pessoa sobre algo que eu precisava. Ela dizia que eu encontraria na Engequisa. Disse que trabalhava na Engequisa e não poderia pegar lá. Então fui indo embora, passando pela Rua da Engequisa. Decidi então entrar e tentar conseguir o que queria. Ao entrar, vi que estava totalmente diferente do que eh realmente. Era um terreno grande, comprido e largo. Do meu lado esquerdo, havia uma construção de uns 3 metros de largura e ia por toda a extensão do terreno. Nesta construção, as janelas eram de vidro fumê. Fui passando até o final desta construção, onde havia dois homens ali perto, sentados no chão. Entrei na ultima porta e vi uma pessoa trabalhando numa bancada. Fui até ela, pedir o que eu precisava. Ela me arrumou o que eu pedi. Fui saindo dali, passei pelos dois homens, quando percebi que tinha deixado meu boné para trás. Voltei para pega-lo, vi ele no chão perto dos dois homens. Quando fui pegar, vi que tinha um cordão de ouro, deste de pendurar no pescoço, amarrado em ambos os lados dele. Um dos homens que estava ali, disse que era para quando eu colocar o boné, o cordão já ficava pendurado. Disse que não gostava de usar cordão no pescoço, nem qualquer outra coisa pendurada. Ele então pegou meu boné, abaixou segurando-o pelas laterais e pediu ao outro homem que subisse no cordão, porque ele iria atirá-lo para cima, para ele dar cambalhotas no ar. Fiquei pensando que o boné iria rasgar, pois não suportaria o peso do homem. Mas o tal homem ao subir no cordão de ouro, foi atirado para cima pelo outro homem. Ele deu umas cambalhotas no ar e caiu de pé no chão. Peguei meu boné, tirei o cordão de ouro, entreguei ao tal homem e fui embora.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
FLECHADA NA BARRIGA
Estava num local com várias pessoas. Nisto chegaram três homens. Eles tinham nas mãos arcos e flecha. Eles disseram que a partir daquele momento a gente não podia sair de onde estava. Era para todos ficaram quietos. Tentei sair mais um me agarrou pelo pescoço. Veio outro e atirou uma flecha para cima, para assustar todos. A flecha caiu perto de uma pessoa que estava num canto. Imaginei que esta pessoa usaria a flecha para ajudar a gente. Nisto veio outro homem que estava com arco e flecha e atirou na minha barriga. O que me segurava me soltou e fui caindo no chão, com muita dor na barriga. Ele começou a reclamar com o que atirou, dizendo que não era para ter ferido ninguém. Cai no chão e tudo escureceu.
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